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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

LA THÉORIE DU GENRE - A TEORIA DO GÉNERO

Selon cette téorie on naît différent dans le sexe, mais c'est la société qui nous donne un genre (masculin/féminin). Est-ce vrai?



Segundo esta teoria, nascemos diferentes no sexo, mas é a sociedade que nos dá um género (masculino/feminino). Será verdade?

http://www.rfi.fr/emission/20110901-theorie-genre-lycee-fait-polemique


http://www.tigweb.org/youth-media/panorama/article.html?ContentID=22049

La question qui se pose: on naît mâle et femelle et on le reste, et donc on est différents, où on peut devenir ce qu'on veut?

terça-feira, 17 de maio de 2011

OS RISCOS DA INTERNET

Há dias um rapaz de 17 anos foi atraído por uma moça da mesma idade e com a qual ele falava no facebook. No local de encontro foi cercado por um grupo de jovens que o fez passar por momentos que nada tinham a ver com aqueles que ele imaginava que iria ter. Pensou ele que iria fazer o que quisesse com a moça, ou que ela faria o que ele quisesse (ou talvez melhor), e levou com o que não queria.

Espero que este rapaz passe a ter em conta que "muitas vezes o feitiço se vira contra o feiticeiro", e que "não devemos fazer aos outros o que não queremos que nos façam a nós"!

Muitos são os jovens atraídos desta forma, elas por meio de palavras que evocam a Amizade, talvez mesmo o Amor, eles pelo Sexo. Reside aí a grande diferença entre uns e outros, e não é preciso muito para provar o que digo. Quem está ligado à Internet sabe-o bem. Quem não está também o sabe, a menos que não conheça a natureza feminina e a natureza masculina.

A carne é fraca, principalmente a deles. E as mulheres são as principais vítimas dessa fraqueza, por acreditarem na grandeza dos sentimentos.

Há dias perguntava-me porque razão durante tantos séculos -e ainda no nosso- se acreditava que a mulher era o pecado, quando era e é o homem a revelar-se o mais fraco. O justo era que fosse ele o castigado, e não ela, que fosse ele o obrigado à virgindade.

Se se quer ir contra a natureza, se a queremos negar, então dever-se-ia atacar por aí. Pelo homem, e não pela mulher.

Ah, mas o homem sem esta sua fraqueza perderia toda a sua força. Esta fraqueza traz-lhe virilidade. E virilidade é Poder.

Supostamente o Amor, esse em que uma qualquer mulher acredita acima de tudo, é aquilo que nos torna, a todos nós, mais fortes. Mas não a mulher.

Por causa do Amor, ela se deixa levar. Por causa do Amor, levam-lhe tudo, até mesmo os filhos.

No dia em que o Amor se sobrepuser ao Poder, teremos conquistado a Igualdade. A Paridade. A Paz.

(Só um pequeno à parte: se o Dominique Srauss-Kahn AMASSE mais e PUDESSE menos, se conseguisse segurar as calças -ou tê-las vestidas- certamente não estaria onde está agora!).


NOTA: já que falamos de internet, estou ainda para perceber o que raio se passa nestes últimos dias, em que vejo os meus posts fora de ordem e fora de data -salvo, por enquanto, o de ontem- e agora até desaparecem votos das sondagens que aqui tenho... a menos que tenham aparecido votos que cá não deviam estar, e agora tenha voltado ao normal. É que eu ainda ontem tinha 8 votos numa e 18 na outra, e agora só vejo lá 5 e 14! Espero bem que as coisas voltem a aparecer tal como elas são, na realidade.

sábado, 7 de maio de 2011

ESSES ADULTOS QUE NÃO CRESCERAM!

Os adolescentes costumam querer fazer umas quantas coisas, mas negam-se a fazer outras. Dizem que não têm idade. O pai ou a mãe respondem-lhes que se têm idade para umas coisas, também têm para outras. Tal e qual.

Há adultos que têm a mesma atitude. Querem o que lhes dá prazer, mas dizem que já não têm idade para outras, como, por exemplo, ter filhos. Eles não querem que nada lhes atrapalhe os seus pequenos prazeres. Ora, ter filhos devia ser um prazer, não um embaraço.

Vejamos, por exemplo, o trabalho. Diz-se que devemos ter prazer naquilo que fazemos, e é bem verdade. Produzir faz-nos sentir realizados, sobretudo se o fazemos com prazer. Mas o prazer de se fazer o que se gosta não põe o pão na boca. Precisamos de ser remunerados.

Com o sexo, é igual. É importante que ele nos dê prazer, sim, mas isso não chega. O prazer não produz, nem realiza. Imagine-se um artista que nos mostra um quadro em branco. Ele é artista, ele tem um dom, mas a obra não existe. Como um outro que tem o dom de cantar, mas não o faz, ora porque se nega a fazê-lo, ora porque ficou sem voz.

Um adolescente até retira prazer de um trabalho, sobretudo se aí encontra um dom e vê a sua obra reconhecida e remunerada. Caso contrário, desiste.

Evidentemente, haverá quem diga que isso de querer ter filhos é um capricho, como quando uma criança insiste em ter um cão ou um outro qualquer animal doméstico. Em alturas assim, os pais costumam conversar com a criança, fazendo-lhe ver que ter um animal implica umas quantas responsabiidades, para as quais ela pode não estar preparada. Se a criança já tem idade de assumir umas quantas, e se diz pronta a fazê-lo, não vejo porque os pais lhe hão-de negar o pedido, a menos que, conhecendo-a bem, saibam que ela não levará adiante o seu compromisso.

Um adulto que se diga preparado para assumir as responsabilidades, deve mesmo assumi-las. A criança, não as assumindo, tem na retaguarda os pais, mas o adulto não, ou se os tem, podem já ter demasiada idade ou nem estar disponíveis. De qualquer forma, um adulto não pode -nem deve- delegar as suas responsabilidades numa outra pessoa.

Se ter filhos exigisse perfeição, poucos seriam aqueles que os teriam. Como também seriam poucos os casais a adoptar um cão. Certo, muitos deles não o deviam fazer, como também muitos pais não deveriam ter filhos. Mas que isso não sirva de pretexto para não os ter. Aquilo que a muitos pode parecer uma birrinha de criança,um capricho como muitos o chamam, pode bem ser uma crise de adolescência, que dá mil e uma desculpas para fugir às responsabilidades.

Bem vistas as coisas, um adulto que age assim ainda não cresceu. Mas está em tempo.

Crescei, pois, e multiplicai-vos.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

UM DIREITO IGUAL, CONSOANTE AS DIFERENÇAS E AS NECESSIDADES!

Proponho-vos a leitura deste texto, para que, num próximo post, tiremos as nossas conclusões:

Amor, Guerra de Sexos e Natureza Humana


Uma mulher sem um homem é como um peixe sem uma bicicleta.

Atribuído a Gloria Steinem, feminista americana.



As mulheres que procuram ser iguais aos homens, têm falta de ambição.

Timothy Leary, 1920-1996, escritor americano citado em www.womens.Net

Alguns homens são decentes, hoje em dia. Podemos gostar deles. Temos ainda que os manter na linha, claro está, mas já não é mais necessário abatê-los à primeira vista.
Cynthia Heimel, escritora americana, Sex Tips for Girls

Há uma guerra de sexos, por detrás das relações de amor – ou que deveriam ser de amor – entre homem e mulher?

A opressão a que as mulheres foram sujeitas em sociedades do passado, ou certas guerras de palavras e acusações presentes, parecem confirmá-lo. Há diferenças de natureza entre o homem e a mulher, a abrir uma base conflitual.

No entanto, contraditoriamente, muitas mulheres (algumas feministas), negam essas diferenças de natureza:


Não nascemos mulheres; tornamo-nos mulheres
Simone de Beauvoir

Não há um espírito feminino. O cérebro, como o fígado, não é um órgão sexual
Charlotte Gilman

A guerra, neste caso, teria pouco sentido. As diferenças entre sexos seriam uma questão cultural e acabariam com o aperfeiçoamento ético da espécie humana. Os progressos recentes apontariam aliás nesse sentido, como parece constatar Virgínia Woolf:


Todas essas pequenas coisas de sexo contra sexo, de qualidade contra qualidade, todas essas reclamações de superioridade ou inferioridade, pertencem ao estádio escolar da existência humana, em que havia dois lados, e era necessário um dos lados bater no outro.

Mas a questão parece ser bem mais complexa. A ciência tem vindo a constatar diferenças, e subjacente à grande literatura há essa mesma constatação. Não há apenas dimorfismo corporal. Há também dimorfismo mental entre homem e mulher:
Ao longo da nossa história evolucionária, homens e mulheres defrontaram diferentes oportunidades e constrangimentos. Para o homem o sexo casual com uma estranha representava um risco menor – infecção, descoberta pela mulher – e uma grande recompensa potencial: a adição a baixo custo de mais uma criança ao seu património genético. Os homens que agarraram tais oportunidades deixaram certamente mais descendentes do que os homens que o não fizeram. Por isso, e uma vez que por definição somos descendentes dos antepassados mais prolíficos, torna-se razoável defender que os homens modernos possuem traços de oportunismo sexual. Praticamente todos os machos mamíferos o possuem, mesmo aqueles que são predominantemente monogâmicos. O que não quer dizer que todos os homens sejam irremediavelmente promíscuos ou que todo o homem seja um potencial violador; apenas que os homens são mais facilmente tentados pelas oportunidades do sexo ocasional do que as mulheres.
Matt Ridley, Red Queen

As diferenças entre homens e mulheres não implicam, obviamente, que tenha que haver uma inevitável guerra de sexos, e que as aberrações do passado se tenham que repetir no presente. Significa apenas que devemos estar atentos a elas, e informados, sob pena de cairmos em conflitos e situações desagradáveis e mesmo aberrantes.

Citações
A natureza feminina: sim ou não?


A pretensa natureza feminina é uma coisa eminentemente artificial - o resultado de uma repressão forçada ou de estímulos numa certa direcção.

John Stuart Mill, 1806-1873, filósofo e político inglês, The Subjection of Women




Não há um homem inteiramente masculino nem uma mulher inteiramente feminina.

Margaret Fuller, 1810 - 1850, escritora americana, Woman in the Nineteenth Century



Tenho os dois sexos do espírito.

Michelet, 1798-1874, escritor e historiador francês, Les Deux sexes de l'esprit




A nossa civilização favorece no homem a emergência de sentimentos e sensibilidades considerados femininos, e favorece na mulher a expressão de qualidades organizadoras consideradas masculinas.

E. Morin, sociólogo e filósofo francês, Método V




O unissexo significa não a abolição da diferença dos sexos, mas o reconhecimento da sua parte comum.

E. Morin, sociólogo e filósofo francês, Método V




Cada humano, homem ou mulher, traz consigo a presença mais ou menos abafada, mais ou menos forte, do outro sexo.

E. Morin, sociólogo e filósofo francês, Método V




Há homens mais ou menos efeminados e mulheres mais ou menos virilizadas, e toda a gama dos bissexuais, homossexuais e transexuais que escapam à alternativa simplificadora.

E. Morin, sociólogo e filósofo francês, Método V




É quase sempre o lado feminino do homem que o livra do pior.

A. Comte-Sponville, filósofo francês, Pequeno Tratado das Grandes Virtudes




As mulheres são menos enganadas pelas ideias do que os homens, e isso é, claro está, uma vantagem.

A. Comte-Sponville, filósofo francês, Pequeno Tratado das Grandes Virtudes




Amor e Casamento? Ver também:
Revolta Feminina e Queixas da Mulher
Pensamento tradicional do Homem sobre a mulher
Prisão e desilusão na casamento
Opressão das mulheres e genes masculinos
Amor feminino e jogos de sedução
Machismo do homem e feminismo radical
O casamento é uma decisão irracional
Casamento como o túmulo do amor


FONTE: http://www.lovessaysbook.com/

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

COISAS DA MAIS VELHA E DA MAIS NOVA!

Hoje resolvi abrir este post. Porque há coisas que uma mãe gosta de guardar... particularmente certas coisas que os miúdos dizem.

Fui ao meu baú das memórias buscar estas.


A minha mais velha, quando tinha os seus 11 anos:

- Mãe, podes perguntar-me o que quiseres. Eu sei tudo.
(especifico que a rapariga falava de relações sexuais, e por aí fora)


A mais nova, quando íamos a caminho da escola:

- Mãe, vamos fazer uma corrida. Eu conto até 3 e quando fizer "clac" (demonstra-me com os dedos), começamos. 1...,2...,3...Clac.
(diz ela)




A mais nova ontem à noite (dia 9), quando lavava os dentes:

- Estou morta para ter 6 anos, para me caírem os dentes e ficar rica!

RECUSO-ME A SER BARRIGA DE ALUGUER!!!!!!!!!!!!!


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