Selon cette téorie on naît différent dans le sexe, mais c'est la société qui nous donne un genre (masculin/féminin). Est-ce vrai?
Segundo esta teoria, nascemos diferentes no sexo, mas é a sociedade que nos dá um género (masculino/feminino). Será verdade?
http://www.rfi.fr/emission/20110901-theorie-genre-lycee-fait-polemique
http://www.tigweb.org/youth-media/panorama/article.html?ContentID=22049
La question qui se pose: on naît mâle et femelle et on le reste, et donc on est différents, où on peut devenir ce qu'on veut?
VAS-Y, ACCOUCHE! tem em si um duplo sentido: "accoucher" (parir, dar à luz) e "accoucher" (desembucha, fala).O Homem, quer ele queira quer não, é um animal como os outros, uma criatura da Natureza. Deve melhorar -pois que tem a faculdade de o fazer- a sua natureza, sem pôr em causa a natureza das coisas. Sou pelos valores da Monarquia, pelo Parto Activo e pela Amamentação. Em nome dos nossos filhos.
Petições e sondagens na margem direita
Mostrar mensagens com a etiqueta diferenças. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta diferenças. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
terça-feira, 17 de maio de 2011
OS RISCOS DA INTERNET
Há dias um rapaz de 17 anos foi atraído por uma moça da mesma idade e com a qual ele falava no facebook. No local de encontro foi cercado por um grupo de jovens que o fez passar por momentos que nada tinham a ver com aqueles que ele imaginava que iria ter. Pensou ele que iria fazer o que quisesse com a moça, ou que ela faria o que ele quisesse (ou talvez melhor), e levou com o que não queria.
Espero que este rapaz passe a ter em conta que "muitas vezes o feitiço se vira contra o feiticeiro", e que "não devemos fazer aos outros o que não queremos que nos façam a nós"!
Muitos são os jovens atraídos desta forma, elas por meio de palavras que evocam a Amizade, talvez mesmo o Amor, eles pelo Sexo. Reside aí a grande diferença entre uns e outros, e não é preciso muito para provar o que digo. Quem está ligado à Internet sabe-o bem. Quem não está também o sabe, a menos que não conheça a natureza feminina e a natureza masculina.
A carne é fraca, principalmente a deles. E as mulheres são as principais vítimas dessa fraqueza, por acreditarem na grandeza dos sentimentos.
Há dias perguntava-me porque razão durante tantos séculos -e ainda no nosso- se acreditava que a mulher era o pecado, quando era e é o homem a revelar-se o mais fraco. O justo era que fosse ele o castigado, e não ela, que fosse ele o obrigado à virgindade.
Se se quer ir contra a natureza, se a queremos negar, então dever-se-ia atacar por aí. Pelo homem, e não pela mulher.
Ah, mas o homem sem esta sua fraqueza perderia toda a sua força. Esta fraqueza traz-lhe virilidade. E virilidade é Poder.
Supostamente o Amor, esse em que uma qualquer mulher acredita acima de tudo, é aquilo que nos torna, a todos nós, mais fortes. Mas não a mulher.
Por causa do Amor, ela se deixa levar. Por causa do Amor, levam-lhe tudo, até mesmo os filhos.
No dia em que o Amor se sobrepuser ao Poder, teremos conquistado a Igualdade. A Paridade. A Paz.
(Só um pequeno à parte: se o Dominique Srauss-Kahn AMASSE mais e PUDESSE menos, se conseguisse segurar as calças -ou tê-las vestidas- certamente não estaria onde está agora!).
NOTA: já que falamos de internet, estou ainda para perceber o que raio se passa nestes últimos dias, em que vejo os meus posts fora de ordem e fora de data -salvo, por enquanto, o de ontem- e agora até desaparecem votos das sondagens que aqui tenho... a menos que tenham aparecido votos que cá não deviam estar, e agora tenha voltado ao normal. É que eu ainda ontem tinha 8 votos numa e 18 na outra, e agora só vejo lá 5 e 14! Espero bem que as coisas voltem a aparecer tal como elas são, na realidade.
Espero que este rapaz passe a ter em conta que "muitas vezes o feitiço se vira contra o feiticeiro", e que "não devemos fazer aos outros o que não queremos que nos façam a nós"!
Muitos são os jovens atraídos desta forma, elas por meio de palavras que evocam a Amizade, talvez mesmo o Amor, eles pelo Sexo. Reside aí a grande diferença entre uns e outros, e não é preciso muito para provar o que digo. Quem está ligado à Internet sabe-o bem. Quem não está também o sabe, a menos que não conheça a natureza feminina e a natureza masculina.
A carne é fraca, principalmente a deles. E as mulheres são as principais vítimas dessa fraqueza, por acreditarem na grandeza dos sentimentos.
Há dias perguntava-me porque razão durante tantos séculos -e ainda no nosso- se acreditava que a mulher era o pecado, quando era e é o homem a revelar-se o mais fraco. O justo era que fosse ele o castigado, e não ela, que fosse ele o obrigado à virgindade.
Se se quer ir contra a natureza, se a queremos negar, então dever-se-ia atacar por aí. Pelo homem, e não pela mulher.
Ah, mas o homem sem esta sua fraqueza perderia toda a sua força. Esta fraqueza traz-lhe virilidade. E virilidade é Poder.
Supostamente o Amor, esse em que uma qualquer mulher acredita acima de tudo, é aquilo que nos torna, a todos nós, mais fortes. Mas não a mulher.
Por causa do Amor, ela se deixa levar. Por causa do Amor, levam-lhe tudo, até mesmo os filhos.
No dia em que o Amor se sobrepuser ao Poder, teremos conquistado a Igualdade. A Paridade. A Paz.
(Só um pequeno à parte: se o Dominique Srauss-Kahn AMASSE mais e PUDESSE menos, se conseguisse segurar as calças -ou tê-las vestidas- certamente não estaria onde está agora!).
NOTA: já que falamos de internet, estou ainda para perceber o que raio se passa nestes últimos dias, em que vejo os meus posts fora de ordem e fora de data -salvo, por enquanto, o de ontem- e agora até desaparecem votos das sondagens que aqui tenho... a menos que tenham aparecido votos que cá não deviam estar, e agora tenha voltado ao normal. É que eu ainda ontem tinha 8 votos numa e 18 na outra, e agora só vejo lá 5 e 14! Espero bem que as coisas voltem a aparecer tal como elas são, na realidade.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
LES JEUNES FEMELLES DE CHIMPANZÉ JOUENT À LA POUPÉE!
Info rédaction, publiée le 26 décembre 2010
http://www.maxisciences.com
Les jeunes femelles de chimpanzé jouent à la poupée
Publiée cette semaine dans la revue Current Biology, une étude américaine de longue haleine sur un groupe de chimpanzés sauvages d’Ouganda montre que les jeunes femelles, contrairement aux mâles, utilisent des bâtons comme de véritables poupons.
Un simple bâton, trimballé avec soi 99% du temps, jusque dans le nid nocturne – quand ce n’est pas dans un nid construit spécialement pour lui – et parfois affectueusement élevé à bout de bras, comme on le fait avec un bébé pour l’amuser : c’est plus de 100 occurrences de ces comportements qu’ont observé et suivi durant 14 années d’études d’un groupe de chimpanzés du Parc National de Kibale (Ouganda), les chercheurs Sonya M. Kahlenberg et Richard W. Wrangham, de l’Université d’Harvard.
Faits troublants : premièrement, ce comportement n’est quasiment observé que chez les jeunes femelles (les mâles utilisant des bâtons plutôt pour fouiller ou se chamailler), avant qu'elles n'aient leur premier vrai bébé. Deuxièmement, ce type de jeu n’est pratiquement signalé que dans cette communauté ougandaise de chimpanzés, et pas dans d’autres groupes.
Selon les chercheurs, il y aurait donc une origine véritablement biologique à la différence de comportement ludique entre les deux sexes : les petites femelles imitent spontanément leurs mères. Cependant, une influence sociale et même culturelle serait également impliquée dans ce comportement, si localisé. Enfin, toutes ces notions s’appliqueraient bien sûr à l’être humain, chez qui ces caractéristiques sont universellement constatées à travers les différentes populations du monde.
FONTE: http://www.maxisciences.com
Les jeunes femelles chimpanzés jouent aussi à la poupée.
déc 21st 2010
écrit par: GuruMed
1 comment
J’avais, précédemment, détaillé des ressemblances de comportement entre l’homme et le singe, mis en évidence par des études que j’exposais dans mes articles : la guerre des chimpanzés ou ces chimpanzés qui désactivent les pièges posés par les hommes…
Aujourd’hui, des chercheurs ont décrit les premières preuves que les jeunes chimpanzés dans la nature ont tendance à jouer différemment selon leur sexe, tout comme les enfants de l’homme à travers le monde. Bien que chacun des jeunes mâles et femelles chimpanzés jouent avec des bâtons, les femelles exercent cette activité plus régulièrement et elles manipulent leurs jouets comme une mère chimpanzé s’occuperait de son enfant, selon une étude publiée dans la revue Current Biology, du mois de décembre.
Selon les chercheurs les résultats suggèrent que la tendance, dans toutes les cultures, pour les filles à jouer avec des poupées plus que les garçons ne sont pas seulement une conséquence de la socialisation des stéréotypes sexuels, mais font plutôt partie de «prédilections biologiques."
«C’est la première preuve qu’un objet, transformé en jouet, d’une espèce animale à l’état sauvage diffère entre les mâles et les femelles», a déclaré Richard Wrangham de l’Université d’Harvard.
Des études antérieures, sur des singes captifs, ont également suggéré une influence biologique sur le choix des jouets. Quand l’on propose à de jeunes singes des jouets de l’homme ayant des stéréotypes sexuels, les femelles gravitent autour des poupées, tandis que les mâles sont plus enclins à jouer avec les "jouets de garçons", comme les camions.
Les nouvelles observations viennent de 14 années d’observation de la communauté de chimpanzés Kanyawara au parc national de Kibale, en Ouganda. Richard Wrangham et ses collègues chercheurs ont constaté que les chimpanzés utilisaient leurs bâtons de quatre façons différentes : en tant que sondes pour fouiller les trous susceptibles de contenir de l’eau ou du miel, sous forme d’accessoires ou d’armes lors de rencontres agressives, lors de jeux solitaire ou social, et dans un comportement que les chercheurs qualifient de portage de bâton.
Bâtons portés (D) et bâtons sondes (G)
Les scientifiques ont pu, notamment, constater que les femelles transportent leurs bâtons jusqu’à leur nid et le manipulent comme une mère le ferait avec son enfant. De plus, lorsque les femelles ont leurs propres enfants, celles-ci délaissent leurs bâtons à la différence des mâles.
Ils ne savent pas encore si cette forme de jeu est commune chez tous les chimpanzés. Ils notent que le jeu du chimpanzé est généralement mal décrit, car les communautés de chimpanzés sont généralement petites avec quelques jeunes à un moment donné.
S’il s’avère que le portage de bâton est unique aux chimpanzés de Kanyawara, "il serait le premier cas d’une tradition maintenue, comme les comptines et les jeux, chez les enfants de l’homme», a déclaré Wrangham. Cela suggère que ce comportement traditionnel du chimpanzé est encore plus ressemblant à ceux de l’homme que l’on ne le pensait auparavant.
------------------------------
Les jeunes femelles chimpanzés jouent aussi à la poupée.
déc 21st 2010
écrit par: GuruMed
1 comment
J’avais, précédemment, détaillé des ressemblances de comportement entre l’homme et le singe, mis en évidence par des études que j’exposais dans mes articles : la guerre des chimpanzés ou ces chimpanzés qui désactivent les pièges posés par les hommes…
Aujourd’hui, des chercheurs ont décrit les premières preuves que les jeunes chimpanzés dans la nature ont tendance à jouer différemment selon leur sexe, tout comme les enfants de l’homme à travers le monde. Bien que chacun des jeunes mâles et femelles chimpanzés jouent avec des bâtons, les femelles exercent cette activité plus régulièrement et elles manipulent leurs jouets comme une mère chimpanzé s’occuperait de son enfant, selon une étude publiée dans la revue Current Biology, du mois de décembre.
Selon les chercheurs les résultats suggèrent que la tendance, dans toutes les cultures, pour les filles à jouer avec des poupées plus que les garçons ne sont pas seulement une conséquence de la socialisation des stéréotypes sexuels, mais font plutôt partie de «prédilections biologiques."
«C’est la première preuve qu’un objet, transformé en jouet, d’une espèce animale à l’état sauvage diffère entre les mâles et les femelles», a déclaré Richard Wrangham de l’Université d’Harvard.
Des études antérieures, sur des singes captifs, ont également suggéré une influence biologique sur le choix des jouets. Quand l’on propose à de jeunes singes des jouets de l’homme ayant des stéréotypes sexuels, les femelles gravitent autour des poupées, tandis que les mâles sont plus enclins à jouer avec les "jouets de garçons", comme les camions.
Les nouvelles observations viennent de 14 années d’observation de la communauté de chimpanzés Kanyawara au parc national de Kibale, en Ouganda. Richard Wrangham et ses collègues chercheurs ont constaté que les chimpanzés utilisaient leurs bâtons de quatre façons différentes : en tant que sondes pour fouiller les trous susceptibles de contenir de l’eau ou du miel, sous forme d’accessoires ou d’armes lors de rencontres agressives, lors de jeux solitaire ou social, et dans un comportement que les chercheurs qualifient de portage de bâton.
Bâtons portés (D) et bâtons sondes (G)
Les scientifiques ont pu, notamment, constater que les femelles transportent leurs bâtons jusqu’à leur nid et le manipulent comme une mère le ferait avec son enfant. De plus, lorsque les femelles ont leurs propres enfants, celles-ci délaissent leurs bâtons à la différence des mâles.
Ils ne savent pas encore si cette forme de jeu est commune chez tous les chimpanzés. Ils notent que le jeu du chimpanzé est généralement mal décrit, car les communautés de chimpanzés sont généralement petites avec quelques jeunes à un moment donné.
S’il s’avère que le portage de bâton est unique aux chimpanzés de Kanyawara, "il serait le premier cas d’une tradition maintenue, comme les comptines et les jeux, chez les enfants de l’homme», a déclaré Wrangham. Cela suggère que ce comportement traditionnel du chimpanzé est encore plus ressemblant à ceux de l’homme que l’on ne le pensait auparavant.
FONTE: http://www.gurumed.org
http://www.maxisciences.com
Les jeunes femelles de chimpanzé jouent à la poupée
Publiée cette semaine dans la revue Current Biology, une étude américaine de longue haleine sur un groupe de chimpanzés sauvages d’Ouganda montre que les jeunes femelles, contrairement aux mâles, utilisent des bâtons comme de véritables poupons.
Un simple bâton, trimballé avec soi 99% du temps, jusque dans le nid nocturne – quand ce n’est pas dans un nid construit spécialement pour lui – et parfois affectueusement élevé à bout de bras, comme on le fait avec un bébé pour l’amuser : c’est plus de 100 occurrences de ces comportements qu’ont observé et suivi durant 14 années d’études d’un groupe de chimpanzés du Parc National de Kibale (Ouganda), les chercheurs Sonya M. Kahlenberg et Richard W. Wrangham, de l’Université d’Harvard.
Faits troublants : premièrement, ce comportement n’est quasiment observé que chez les jeunes femelles (les mâles utilisant des bâtons plutôt pour fouiller ou se chamailler), avant qu'elles n'aient leur premier vrai bébé. Deuxièmement, ce type de jeu n’est pratiquement signalé que dans cette communauté ougandaise de chimpanzés, et pas dans d’autres groupes.
Selon les chercheurs, il y aurait donc une origine véritablement biologique à la différence de comportement ludique entre les deux sexes : les petites femelles imitent spontanément leurs mères. Cependant, une influence sociale et même culturelle serait également impliquée dans ce comportement, si localisé. Enfin, toutes ces notions s’appliqueraient bien sûr à l’être humain, chez qui ces caractéristiques sont universellement constatées à travers les différentes populations du monde.
FONTE: http://www.maxisciences.com
Les jeunes femelles chimpanzés jouent aussi à la poupée.
déc 21st 2010
écrit par: GuruMed
1 comment
J’avais, précédemment, détaillé des ressemblances de comportement entre l’homme et le singe, mis en évidence par des études que j’exposais dans mes articles : la guerre des chimpanzés ou ces chimpanzés qui désactivent les pièges posés par les hommes…
Aujourd’hui, des chercheurs ont décrit les premières preuves que les jeunes chimpanzés dans la nature ont tendance à jouer différemment selon leur sexe, tout comme les enfants de l’homme à travers le monde. Bien que chacun des jeunes mâles et femelles chimpanzés jouent avec des bâtons, les femelles exercent cette activité plus régulièrement et elles manipulent leurs jouets comme une mère chimpanzé s’occuperait de son enfant, selon une étude publiée dans la revue Current Biology, du mois de décembre.
Selon les chercheurs les résultats suggèrent que la tendance, dans toutes les cultures, pour les filles à jouer avec des poupées plus que les garçons ne sont pas seulement une conséquence de la socialisation des stéréotypes sexuels, mais font plutôt partie de «prédilections biologiques."
«C’est la première preuve qu’un objet, transformé en jouet, d’une espèce animale à l’état sauvage diffère entre les mâles et les femelles», a déclaré Richard Wrangham de l’Université d’Harvard.
Des études antérieures, sur des singes captifs, ont également suggéré une influence biologique sur le choix des jouets. Quand l’on propose à de jeunes singes des jouets de l’homme ayant des stéréotypes sexuels, les femelles gravitent autour des poupées, tandis que les mâles sont plus enclins à jouer avec les "jouets de garçons", comme les camions.
Les nouvelles observations viennent de 14 années d’observation de la communauté de chimpanzés Kanyawara au parc national de Kibale, en Ouganda. Richard Wrangham et ses collègues chercheurs ont constaté que les chimpanzés utilisaient leurs bâtons de quatre façons différentes : en tant que sondes pour fouiller les trous susceptibles de contenir de l’eau ou du miel, sous forme d’accessoires ou d’armes lors de rencontres agressives, lors de jeux solitaire ou social, et dans un comportement que les chercheurs qualifient de portage de bâton.
Bâtons portés (D) et bâtons sondes (G)
Les scientifiques ont pu, notamment, constater que les femelles transportent leurs bâtons jusqu’à leur nid et le manipulent comme une mère le ferait avec son enfant. De plus, lorsque les femelles ont leurs propres enfants, celles-ci délaissent leurs bâtons à la différence des mâles.
Ils ne savent pas encore si cette forme de jeu est commune chez tous les chimpanzés. Ils notent que le jeu du chimpanzé est généralement mal décrit, car les communautés de chimpanzés sont généralement petites avec quelques jeunes à un moment donné.
S’il s’avère que le portage de bâton est unique aux chimpanzés de Kanyawara, "il serait le premier cas d’une tradition maintenue, comme les comptines et les jeux, chez les enfants de l’homme», a déclaré Wrangham. Cela suggère que ce comportement traditionnel du chimpanzé est encore plus ressemblant à ceux de l’homme que l’on ne le pensait auparavant.
------------------------------
Les jeunes femelles chimpanzés jouent aussi à la poupée.
déc 21st 2010
écrit par: GuruMed
1 comment
J’avais, précédemment, détaillé des ressemblances de comportement entre l’homme et le singe, mis en évidence par des études que j’exposais dans mes articles : la guerre des chimpanzés ou ces chimpanzés qui désactivent les pièges posés par les hommes…
Aujourd’hui, des chercheurs ont décrit les premières preuves que les jeunes chimpanzés dans la nature ont tendance à jouer différemment selon leur sexe, tout comme les enfants de l’homme à travers le monde. Bien que chacun des jeunes mâles et femelles chimpanzés jouent avec des bâtons, les femelles exercent cette activité plus régulièrement et elles manipulent leurs jouets comme une mère chimpanzé s’occuperait de son enfant, selon une étude publiée dans la revue Current Biology, du mois de décembre.
Selon les chercheurs les résultats suggèrent que la tendance, dans toutes les cultures, pour les filles à jouer avec des poupées plus que les garçons ne sont pas seulement une conséquence de la socialisation des stéréotypes sexuels, mais font plutôt partie de «prédilections biologiques."
«C’est la première preuve qu’un objet, transformé en jouet, d’une espèce animale à l’état sauvage diffère entre les mâles et les femelles», a déclaré Richard Wrangham de l’Université d’Harvard.
Des études antérieures, sur des singes captifs, ont également suggéré une influence biologique sur le choix des jouets. Quand l’on propose à de jeunes singes des jouets de l’homme ayant des stéréotypes sexuels, les femelles gravitent autour des poupées, tandis que les mâles sont plus enclins à jouer avec les "jouets de garçons", comme les camions.
Les nouvelles observations viennent de 14 années d’observation de la communauté de chimpanzés Kanyawara au parc national de Kibale, en Ouganda. Richard Wrangham et ses collègues chercheurs ont constaté que les chimpanzés utilisaient leurs bâtons de quatre façons différentes : en tant que sondes pour fouiller les trous susceptibles de contenir de l’eau ou du miel, sous forme d’accessoires ou d’armes lors de rencontres agressives, lors de jeux solitaire ou social, et dans un comportement que les chercheurs qualifient de portage de bâton.
Bâtons portés (D) et bâtons sondes (G)
Les scientifiques ont pu, notamment, constater que les femelles transportent leurs bâtons jusqu’à leur nid et le manipulent comme une mère le ferait avec son enfant. De plus, lorsque les femelles ont leurs propres enfants, celles-ci délaissent leurs bâtons à la différence des mâles.
Ils ne savent pas encore si cette forme de jeu est commune chez tous les chimpanzés. Ils notent que le jeu du chimpanzé est généralement mal décrit, car les communautés de chimpanzés sont généralement petites avec quelques jeunes à un moment donné.
S’il s’avère que le portage de bâton est unique aux chimpanzés de Kanyawara, "il serait le premier cas d’une tradition maintenue, comme les comptines et les jeux, chez les enfants de l’homme», a déclaré Wrangham. Cela suggère que ce comportement traditionnel du chimpanzé est encore plus ressemblant à ceux de l’homme que l’on ne le pensait auparavant.
FONTE: http://www.gurumed.org
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
UM DIREITO IGUAL, CONSOANTE AS DIFERENÇAS E AS NECESSIDADES!
Proponho-vos a leitura deste texto, para que, num próximo post, tiremos as nossas conclusões:
Amor, Guerra de Sexos e Natureza Humana
Uma mulher sem um homem é como um peixe sem uma bicicleta.
Atribuído a Gloria Steinem, feminista americana.
As mulheres que procuram ser iguais aos homens, têm falta de ambição.
Timothy Leary, 1920-1996, escritor americano citado em www.womens.Net
Alguns homens são decentes, hoje em dia. Podemos gostar deles. Temos ainda que os manter na linha, claro está, mas já não é mais necessário abatê-los à primeira vista.
Cynthia Heimel, escritora americana, Sex Tips for Girls
Há uma guerra de sexos, por detrás das relações de amor – ou que deveriam ser de amor – entre homem e mulher?
A opressão a que as mulheres foram sujeitas em sociedades do passado, ou certas guerras de palavras e acusações presentes, parecem confirmá-lo. Há diferenças de natureza entre o homem e a mulher, a abrir uma base conflitual.
No entanto, contraditoriamente, muitas mulheres (algumas feministas), negam essas diferenças de natureza:
Não nascemos mulheres; tornamo-nos mulheres
Simone de Beauvoir
Não há um espírito feminino. O cérebro, como o fígado, não é um órgão sexual
Charlotte Gilman
A guerra, neste caso, teria pouco sentido. As diferenças entre sexos seriam uma questão cultural e acabariam com o aperfeiçoamento ético da espécie humana. Os progressos recentes apontariam aliás nesse sentido, como parece constatar Virgínia Woolf:
Todas essas pequenas coisas de sexo contra sexo, de qualidade contra qualidade, todas essas reclamações de superioridade ou inferioridade, pertencem ao estádio escolar da existência humana, em que havia dois lados, e era necessário um dos lados bater no outro.
Mas a questão parece ser bem mais complexa. A ciência tem vindo a constatar diferenças, e subjacente à grande literatura há essa mesma constatação. Não há apenas dimorfismo corporal. Há também dimorfismo mental entre homem e mulher:
Ao longo da nossa história evolucionária, homens e mulheres defrontaram diferentes oportunidades e constrangimentos. Para o homem o sexo casual com uma estranha representava um risco menor – infecção, descoberta pela mulher – e uma grande recompensa potencial: a adição a baixo custo de mais uma criança ao seu património genético. Os homens que agarraram tais oportunidades deixaram certamente mais descendentes do que os homens que o não fizeram. Por isso, e uma vez que por definição somos descendentes dos antepassados mais prolíficos, torna-se razoável defender que os homens modernos possuem traços de oportunismo sexual. Praticamente todos os machos mamíferos o possuem, mesmo aqueles que são predominantemente monogâmicos. O que não quer dizer que todos os homens sejam irremediavelmente promíscuos ou que todo o homem seja um potencial violador; apenas que os homens são mais facilmente tentados pelas oportunidades do sexo ocasional do que as mulheres.
Matt Ridley, Red Queen
As diferenças entre homens e mulheres não implicam, obviamente, que tenha que haver uma inevitável guerra de sexos, e que as aberrações do passado se tenham que repetir no presente. Significa apenas que devemos estar atentos a elas, e informados, sob pena de cairmos em conflitos e situações desagradáveis e mesmo aberrantes.
Citações
A natureza feminina: sim ou não?
A pretensa natureza feminina é uma coisa eminentemente artificial - o resultado de uma repressão forçada ou de estímulos numa certa direcção.
John Stuart Mill, 1806-1873, filósofo e político inglês, The Subjection of Women
Não há um homem inteiramente masculino nem uma mulher inteiramente feminina.
Margaret Fuller, 1810 - 1850, escritora americana, Woman in the Nineteenth Century
Tenho os dois sexos do espírito.
Michelet, 1798-1874, escritor e historiador francês, Les Deux sexes de l'esprit
A nossa civilização favorece no homem a emergência de sentimentos e sensibilidades considerados femininos, e favorece na mulher a expressão de qualidades organizadoras consideradas masculinas.
E. Morin, sociólogo e filósofo francês, Método V
O unissexo significa não a abolição da diferença dos sexos, mas o reconhecimento da sua parte comum.
E. Morin, sociólogo e filósofo francês, Método V
Cada humano, homem ou mulher, traz consigo a presença mais ou menos abafada, mais ou menos forte, do outro sexo.
E. Morin, sociólogo e filósofo francês, Método V
Há homens mais ou menos efeminados e mulheres mais ou menos virilizadas, e toda a gama dos bissexuais, homossexuais e transexuais que escapam à alternativa simplificadora.
E. Morin, sociólogo e filósofo francês, Método V
É quase sempre o lado feminino do homem que o livra do pior.
A. Comte-Sponville, filósofo francês, Pequeno Tratado das Grandes Virtudes
As mulheres são menos enganadas pelas ideias do que os homens, e isso é, claro está, uma vantagem.
A. Comte-Sponville, filósofo francês, Pequeno Tratado das Grandes Virtudes
Amor e Casamento? Ver também:
Revolta Feminina e Queixas da Mulher
Pensamento tradicional do Homem sobre a mulher
Prisão e desilusão na casamento
Opressão das mulheres e genes masculinos
Amor feminino e jogos de sedução
Machismo do homem e feminismo radical
O casamento é uma decisão irracional
Casamento como o túmulo do amor
FONTE: http://www.lovessaysbook.com/
Amor, Guerra de Sexos e Natureza Humana
Uma mulher sem um homem é como um peixe sem uma bicicleta.
Atribuído a Gloria Steinem, feminista americana.
As mulheres que procuram ser iguais aos homens, têm falta de ambição.
Timothy Leary, 1920-1996, escritor americano citado em www.womens.Net
Alguns homens são decentes, hoje em dia. Podemos gostar deles. Temos ainda que os manter na linha, claro está, mas já não é mais necessário abatê-los à primeira vista.
Cynthia Heimel, escritora americana, Sex Tips for Girls
Há uma guerra de sexos, por detrás das relações de amor – ou que deveriam ser de amor – entre homem e mulher?
A opressão a que as mulheres foram sujeitas em sociedades do passado, ou certas guerras de palavras e acusações presentes, parecem confirmá-lo. Há diferenças de natureza entre o homem e a mulher, a abrir uma base conflitual.
No entanto, contraditoriamente, muitas mulheres (algumas feministas), negam essas diferenças de natureza:
Não nascemos mulheres; tornamo-nos mulheres
Simone de Beauvoir
Não há um espírito feminino. O cérebro, como o fígado, não é um órgão sexual
Charlotte Gilman
A guerra, neste caso, teria pouco sentido. As diferenças entre sexos seriam uma questão cultural e acabariam com o aperfeiçoamento ético da espécie humana. Os progressos recentes apontariam aliás nesse sentido, como parece constatar Virgínia Woolf:
Todas essas pequenas coisas de sexo contra sexo, de qualidade contra qualidade, todas essas reclamações de superioridade ou inferioridade, pertencem ao estádio escolar da existência humana, em que havia dois lados, e era necessário um dos lados bater no outro.
Mas a questão parece ser bem mais complexa. A ciência tem vindo a constatar diferenças, e subjacente à grande literatura há essa mesma constatação. Não há apenas dimorfismo corporal. Há também dimorfismo mental entre homem e mulher:
Ao longo da nossa história evolucionária, homens e mulheres defrontaram diferentes oportunidades e constrangimentos. Para o homem o sexo casual com uma estranha representava um risco menor – infecção, descoberta pela mulher – e uma grande recompensa potencial: a adição a baixo custo de mais uma criança ao seu património genético. Os homens que agarraram tais oportunidades deixaram certamente mais descendentes do que os homens que o não fizeram. Por isso, e uma vez que por definição somos descendentes dos antepassados mais prolíficos, torna-se razoável defender que os homens modernos possuem traços de oportunismo sexual. Praticamente todos os machos mamíferos o possuem, mesmo aqueles que são predominantemente monogâmicos. O que não quer dizer que todos os homens sejam irremediavelmente promíscuos ou que todo o homem seja um potencial violador; apenas que os homens são mais facilmente tentados pelas oportunidades do sexo ocasional do que as mulheres.
Matt Ridley, Red Queen
As diferenças entre homens e mulheres não implicam, obviamente, que tenha que haver uma inevitável guerra de sexos, e que as aberrações do passado se tenham que repetir no presente. Significa apenas que devemos estar atentos a elas, e informados, sob pena de cairmos em conflitos e situações desagradáveis e mesmo aberrantes.
Citações
A natureza feminina: sim ou não?
A pretensa natureza feminina é uma coisa eminentemente artificial - o resultado de uma repressão forçada ou de estímulos numa certa direcção.
John Stuart Mill, 1806-1873, filósofo e político inglês, The Subjection of Women
Não há um homem inteiramente masculino nem uma mulher inteiramente feminina.
Margaret Fuller, 1810 - 1850, escritora americana, Woman in the Nineteenth Century
Tenho os dois sexos do espírito.
Michelet, 1798-1874, escritor e historiador francês, Les Deux sexes de l'esprit
A nossa civilização favorece no homem a emergência de sentimentos e sensibilidades considerados femininos, e favorece na mulher a expressão de qualidades organizadoras consideradas masculinas.
E. Morin, sociólogo e filósofo francês, Método V
O unissexo significa não a abolição da diferença dos sexos, mas o reconhecimento da sua parte comum.
E. Morin, sociólogo e filósofo francês, Método V
Cada humano, homem ou mulher, traz consigo a presença mais ou menos abafada, mais ou menos forte, do outro sexo.
E. Morin, sociólogo e filósofo francês, Método V
Há homens mais ou menos efeminados e mulheres mais ou menos virilizadas, e toda a gama dos bissexuais, homossexuais e transexuais que escapam à alternativa simplificadora.
E. Morin, sociólogo e filósofo francês, Método V
É quase sempre o lado feminino do homem que o livra do pior.
A. Comte-Sponville, filósofo francês, Pequeno Tratado das Grandes Virtudes
As mulheres são menos enganadas pelas ideias do que os homens, e isso é, claro está, uma vantagem.
A. Comte-Sponville, filósofo francês, Pequeno Tratado das Grandes Virtudes
Amor e Casamento? Ver também:
Revolta Feminina e Queixas da Mulher
Pensamento tradicional do Homem sobre a mulher
Prisão e desilusão na casamento
Opressão das mulheres e genes masculinos
Amor feminino e jogos de sedução
Machismo do homem e feminismo radical
O casamento é uma decisão irracional
Casamento como o túmulo do amor
FONTE: http://www.lovessaysbook.com/
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
QUE PESO TEM A CULTURA NO NOSSO COMPORTAMENTO?
Existem uns quantos estudos a querer provar que as nossas diferenças se fizeram por conta da cultura.
Porém outros estudos, feitos com animais, vêm-no desmentir, pois que estes, tendo uma cultura muito primitiva (se a têm), conservam diferenças bastante demarcadas, consoante o sexo.
Não é hábito ver, na natureza, fêmeas e machos comportarem-se da mesma forma, e não houve qualquer cultura que lhes impingisse tal comportamento.
Logo, nós já nascemos diferentes, com aptidões que se diferenciam e atitudes bem distintas, conforme tenhamos nascido homem ou mulher.
Não há como o contornar.
Agir contra a nossa natureza, é agirmos contra nós próprios.
Se na natureza tais diferenças não se discutem, e tudo funciona como deve ser, porque havemos nós de discuti-las?
Acaso discutis as regras ou as leis?
Se uma criança tem que acatar as regras da escola ou aquelas por que devemos nos reger em casa, e se um adulto deve imperiosamente seguir as regras da sociedade, porque não há-de o Homem acatar as regras da natureza sem as discutir?
Quando uma criança desobedece, infringe as regras. Terá, talvez, agido conforme a sua natureza, mas a cultura IMPÕE-LHE (friso bem a palavra!) um outro comportamento.
Se um adulto infringe as regras da sociedade, ele é punido.
Aprendemos a controlar a nossa natureza, nos casos em que é essencial.
Porque controlar não significa alterar por completo.
As leis nasceram para alterar certos comportamentos em benefício de todos, nunca para alterar aqueles que reconhecemos como benéficos.
Ora ninguém discute, por exemplo, os benefícios do contacto da cria com a sua progenitora. Assim o é na natureza, e não há razão de ser para que o Homem a altere.
Se reconhecemos que outras crias devem permanecer junto da mãe, por que não as nossas? Não é assim entre os mamíferos, na sua generalidade? Não faremos nós parte dessa generalidade?
A questão que vos ponho é: estará a natureza refém da cultura, ou deveria esta ter como princípio aquela?
Tanto quanto sei, antes de o Homem se tornar um ser cultural, ele foi (e ainda o é) um ser natural.
A cultura não pode, pois, esquecer as suas origens.
Tal como os filhos não podem esquecer de onde vieram.

Clique aqui para enviar um recado!
NOTA: Este blog não tem -e nunca teve- por propósito denegrir a imagem do pai (infelizmente não posso dizer o mesmo de outros sítios e dos tribunais, cuja prática constante parece ser a de desacreditar a mãe).
Se ponho essencialmente o foco na mãe, é unicamente porque entendo que é ela quem, por natureza, se deve ocupar dos filhos. Pouco me interessam os estudos e as quantas teorias que digam o contrário. O único livro que me interessa é o livro da natureza.
A única excepção que eu faço para que uma criança seja entregue aos cuidados do pai ou de outros (geralmente trata-se mais de outras, mesmo quando entregue ao pai, não por uma questão cultural, como insistis, mas por ser da natureza feminina), a única excepção, dizia eu, é quando a mãe se demonstra -ou é dada- como incapaz.
Vota na sondagem que se encontra na margem direita deste blog, e assina as petições que se encontram mais abaixo.
Porém outros estudos, feitos com animais, vêm-no desmentir, pois que estes, tendo uma cultura muito primitiva (se a têm), conservam diferenças bastante demarcadas, consoante o sexo.
Não é hábito ver, na natureza, fêmeas e machos comportarem-se da mesma forma, e não houve qualquer cultura que lhes impingisse tal comportamento.
Logo, nós já nascemos diferentes, com aptidões que se diferenciam e atitudes bem distintas, conforme tenhamos nascido homem ou mulher.
Não há como o contornar.
Agir contra a nossa natureza, é agirmos contra nós próprios.
Se na natureza tais diferenças não se discutem, e tudo funciona como deve ser, porque havemos nós de discuti-las?
Acaso discutis as regras ou as leis?
Se uma criança tem que acatar as regras da escola ou aquelas por que devemos nos reger em casa, e se um adulto deve imperiosamente seguir as regras da sociedade, porque não há-de o Homem acatar as regras da natureza sem as discutir?
Quando uma criança desobedece, infringe as regras. Terá, talvez, agido conforme a sua natureza, mas a cultura IMPÕE-LHE (friso bem a palavra!) um outro comportamento.
Se um adulto infringe as regras da sociedade, ele é punido.
Aprendemos a controlar a nossa natureza, nos casos em que é essencial.
Porque controlar não significa alterar por completo.
As leis nasceram para alterar certos comportamentos em benefício de todos, nunca para alterar aqueles que reconhecemos como benéficos.
Ora ninguém discute, por exemplo, os benefícios do contacto da cria com a sua progenitora. Assim o é na natureza, e não há razão de ser para que o Homem a altere.
Se reconhecemos que outras crias devem permanecer junto da mãe, por que não as nossas? Não é assim entre os mamíferos, na sua generalidade? Não faremos nós parte dessa generalidade?
A questão que vos ponho é: estará a natureza refém da cultura, ou deveria esta ter como princípio aquela?
Tanto quanto sei, antes de o Homem se tornar um ser cultural, ele foi (e ainda o é) um ser natural.
A cultura não pode, pois, esquecer as suas origens.
Tal como os filhos não podem esquecer de onde vieram.
Clique aqui para enviar um recado!
NOTA: Este blog não tem -e nunca teve- por propósito denegrir a imagem do pai (infelizmente não posso dizer o mesmo de outros sítios e dos tribunais, cuja prática constante parece ser a de desacreditar a mãe).
Se ponho essencialmente o foco na mãe, é unicamente porque entendo que é ela quem, por natureza, se deve ocupar dos filhos. Pouco me interessam os estudos e as quantas teorias que digam o contrário. O único livro que me interessa é o livro da natureza.
A única excepção que eu faço para que uma criança seja entregue aos cuidados do pai ou de outros (geralmente trata-se mais de outras, mesmo quando entregue ao pai, não por uma questão cultural, como insistis, mas por ser da natureza feminina), a única excepção, dizia eu, é quando a mãe se demonstra -ou é dada- como incapaz.
Vota na sondagem que se encontra na margem direita deste blog, e assina as petições que se encontram mais abaixo.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
PRINCÍPIO DA ISONOMIA
Faço minhas as palavras de um entendido, por certo pequeno como eu:
"A igualdade entre os homens é fundamental para a efetividade da dignidade humana e sua irradiação jurídica é pedra basilar para o sucesso. De certo que assim, conclui-se que a igualdade deve ser obrigação do Estado, como garante, atuando preventivamente, na elaboração das leis e repressivamente corrigindo desacertos.
A aplicação deste princípio deve de sorte, respeitar as diferenças, pois a aplicação igualitária de leis aos desiguais não se configura a plenitude do que se quer alcançar. Por isso o mais correto é promover o equilíbrio, criando e aplicando leis desiguais aos desiguais para promover a igualdade, como demonstra RUI BARBOSA[7]:
A regra da igualdade não consiste senão em quinhoar desigualmente aos desiguais, na medida em que se desigualam. Nesta desigualdade social, proporcionada à desigualdade natural, é que se acha a verdadeira lei da igualdade. O mais são desvarios da inveja, do orgulho, ou da loucura. Tratar com desigualdade a iguais, ou a desiguais com igualdade, seria desigualdade flagrante, e não igualdade real.
Isto se aplica, não só à cor, etnia ou sexo e sim à igualdade de oportunidades aos menos favorecidos economicamente, compreendidos com se nem humanos fossem.
Tratamento semelhante deve ser dispensado à discriminação, visto que temos dois tipos. São elas, a ilegítima, quando não existe motivo plausível que a justifique, como excluir deficientes físicos de atividades que eles podem desenvolver normalmente, descriminação legitima seria aquela pertinente e aceitável, pois, se no mesmo exemplo supracitado, não fosse permitido inscrição para vagas de policial para maiores de 80 anos, visto que o exercício da profissão depende diretamente do vigor físico, qualidade ausente numa pessoa desta idade."
FONTE: http://www.pesquisedireito.com/dignidade.htm
Para bom entendedor, meia palavra basta.
Já que estamos num Estado de Direito, em que todos são iguais (apesar do que nos faz tão diferentes), então torna-se apropriado o pedido que faço nesta petição:
Petição PELO DEVER DE PAGAR PENSÃO A QUEM SE COLOCA NO LUGAR DE UMA PROGENITORA!
Para:Presidente da República, Assembleia da República, Tribunal de Justiça, Todos os cidadãos
Em breves palavras, eis o meu caso.
Separei-me em 2001, mas permaneci no local, a pedido do pai da minha filha. Isto apesar de nunca ter gostado de aí viver, e desejar há muito sair de lá. Enfim, um sacrifício que julguei necessário, em prol da relação pai-filha.
Contudo, tal decisão levou-me inevitavelmente a um estado de depressão, tanto mais que o pai só aparecia quando sabia que eu tinha recebido o meu ordenado. Ele vinha mais pelo dinheiro, do que pela filha. Esta é a verdade, somente a verdade, e nada mais do que a verdade.
Por estar consciente deste estado decidi, ao cabo de dois anos, mudar-me para o sul do país, onde, ao contrário do que diz o processo, eu já havia vivido e tinha, portanto, amigos.
Uma semana depois de nos termos mudado, eis que me retiram a minha filha, sem mais nem quê, para a deixar aos cuidados dos avós paternos. Com base na minha depressão e, não bastanto isto, numas quantas (graves, saliento!) mentiras. Pai (para onde havia ele de ir, quando nos separamos?) e tia paterna permaneciam -e permanecem ainda- na casa dos pais.
Como é de supôr, o meu estado agravou-se consideravelmente, a ponto de chegar a ser internada por três vezes (uma delas de forma compulsiva) na ala psiquiátrica. Não me envergonho de o dizer, pois aí encontrei um pouco de aconchego que não encontrava cá fora e sempre me alimentava, coisa que quase não fazia. Eu era só pele e osso, graças à Justiça, que sabe sempre o que faz.
Ao cabo de um ano, conheci o meu actual companheiro. Tivemos uma filha. Refizemos a nossa vida. Sou feliz.
E quando, já plenamente restabelecida, voltei a tribunal para lutar pela minha filha, para fazer valer a vontade que ela própria expressou em tribunal, eis que o juíz me apresenta como incapaz -uma vez mais recorrendo-se do passado, ignorando que em boa parte esse passado havia sido por culpa de outros, não minha-, decidindo confiar a sua guarda à tia paterna, que "dela cuida como uma mãe".
Desde então é a tia quem a cria. É ela quem decide. E nunca considerou sequer a hipótese de me entregar a minha filha. Duvido que o faça de livre vontade e de consciência de que ela não é a mãe, e sim eu.
A mim, que a carreguei no ventre, que a pus no mundo, que a amamentei, que a criei e que sempre a amei, assiste-me o dever de a avisar com antecedência de 48 horas sempre que a queira ver, de seguir as suas indicações relativamente às férias, de dar satisfações e, claro, de pagar uma pensão mensal. É meu dever, como progenitora.
Estou consciente que no momento que voltar a ter a minha filha (sem a boa vontade deles e da justiça torna-se difícil...), não terei a vida facilitada. Nem eu nem ela, que se verá obrigada a manter as boas notas que tem tido -aos seis anos, idade em que ma tiraram, já conseguia ler e escrever, e fui eu, a pessoa que eles apresentaram como incapaz de cuidar de si própria quanto mais da filha, fui eu que a ensinei-, e não poderá nunca se meter em problemas, ou teremos todos em cima. Dura realidade, a que teremos de enfrentar.
Esperando que em breve esta situação se inverta (caso para dizer que temos o Mundo de pernas para o ar!), parece-me justo pedir uma lei que confira a esta tia e a qualquer outra pessoa que ocupe o lugar de uma mãe -seja a causa justa ou não, e eu garanto-vos que a minha nunca foi- os mesmos deveres que me assistem actualmente. Se alguém toma o lugar de progenitora, automaticamente passa a ter todos os direitos e todos os deveres desta. Logo, em caso de reversão da guarda, passa a ter também o dever que é dado a esta. Nada mais certo e mais justo, creio eu.
Que a tia me avise, me dê satisfações, ouça todas as minhas indicações... e me pague, claro, uma pensão. Até porque ela tem uma melhor situação financeira do que eu, e não tem filhos para criar. Enfim, tem a filha que me roubou.
O que decidiria o Rei Salomão, numa situação destas: de um lado está a mulher que diz ser a mãe, mas não é, do outro a mulher que é, de facto, a mãe.
Nunca eu trangredi a lei, apesar de tudo. Sou tal qual a mãe que suplica que não cortem o filho, antes o entreguem a essa outra mulher. E muitas vezes eu disse à minha filha que se quiser ficar, pois então que fique. São sete anos, já. Ela tem as suas amizades, quase toda uma vida (só tem 13 anos). Mas ela mantem a vontade de ficar comigo e com a sua única irmã, tendo uma boa relação com o meu companheiro.
Portanto, o que não me parece bem é que eu, que sou a verdadeira mãe, tenha de dar satisfações à tia, nunca sendo consultada, e tenha de lhe pagar uma pensão (a ela, que tem uma óptima situação finaceira!) e, ao reverter-se a situação, eu nada receba. Não me parece bem que ela esteja no meu lugar, sem que depois lhe assista o dever de me pagar o que quer que seja.Assim como os avós, que também a tiveram à guarda, e têm igualmente uma boa situação.
Uma mãe não tem só que sofrer. Tem o direito a ser Mãe.Quem lhe usurpa esse direito, deve obrigatoriamente arcar com TODOS os deveres.
Que se equilibre a balança, já que muitas das decisões são totalmente desiquilibradas.
Que a Justiça deixe de ser cega.
Respeitosamente.
Os signatários
Esta petição encontra-se neste endereço:
http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N3114
Assinem.
"A igualdade entre os homens é fundamental para a efetividade da dignidade humana e sua irradiação jurídica é pedra basilar para o sucesso. De certo que assim, conclui-se que a igualdade deve ser obrigação do Estado, como garante, atuando preventivamente, na elaboração das leis e repressivamente corrigindo desacertos.
A aplicação deste princípio deve de sorte, respeitar as diferenças, pois a aplicação igualitária de leis aos desiguais não se configura a plenitude do que se quer alcançar. Por isso o mais correto é promover o equilíbrio, criando e aplicando leis desiguais aos desiguais para promover a igualdade, como demonstra RUI BARBOSA[7]:
A regra da igualdade não consiste senão em quinhoar desigualmente aos desiguais, na medida em que se desigualam. Nesta desigualdade social, proporcionada à desigualdade natural, é que se acha a verdadeira lei da igualdade. O mais são desvarios da inveja, do orgulho, ou da loucura. Tratar com desigualdade a iguais, ou a desiguais com igualdade, seria desigualdade flagrante, e não igualdade real.
Isto se aplica, não só à cor, etnia ou sexo e sim à igualdade de oportunidades aos menos favorecidos economicamente, compreendidos com se nem humanos fossem.
Tratamento semelhante deve ser dispensado à discriminação, visto que temos dois tipos. São elas, a ilegítima, quando não existe motivo plausível que a justifique, como excluir deficientes físicos de atividades que eles podem desenvolver normalmente, descriminação legitima seria aquela pertinente e aceitável, pois, se no mesmo exemplo supracitado, não fosse permitido inscrição para vagas de policial para maiores de 80 anos, visto que o exercício da profissão depende diretamente do vigor físico, qualidade ausente numa pessoa desta idade."
FONTE: http://www.pesquisedireito.com/dignidade.htm
Para bom entendedor, meia palavra basta.
Já que estamos num Estado de Direito, em que todos são iguais (apesar do que nos faz tão diferentes), então torna-se apropriado o pedido que faço nesta petição:
Petição PELO DEVER DE PAGAR PENSÃO A QUEM SE COLOCA NO LUGAR DE UMA PROGENITORA!
Para:Presidente da República, Assembleia da República, Tribunal de Justiça, Todos os cidadãos
Em breves palavras, eis o meu caso.
Separei-me em 2001, mas permaneci no local, a pedido do pai da minha filha. Isto apesar de nunca ter gostado de aí viver, e desejar há muito sair de lá. Enfim, um sacrifício que julguei necessário, em prol da relação pai-filha.
Contudo, tal decisão levou-me inevitavelmente a um estado de depressão, tanto mais que o pai só aparecia quando sabia que eu tinha recebido o meu ordenado. Ele vinha mais pelo dinheiro, do que pela filha. Esta é a verdade, somente a verdade, e nada mais do que a verdade.
Por estar consciente deste estado decidi, ao cabo de dois anos, mudar-me para o sul do país, onde, ao contrário do que diz o processo, eu já havia vivido e tinha, portanto, amigos.
Uma semana depois de nos termos mudado, eis que me retiram a minha filha, sem mais nem quê, para a deixar aos cuidados dos avós paternos. Com base na minha depressão e, não bastanto isto, numas quantas (graves, saliento!) mentiras. Pai (para onde havia ele de ir, quando nos separamos?) e tia paterna permaneciam -e permanecem ainda- na casa dos pais.
Como é de supôr, o meu estado agravou-se consideravelmente, a ponto de chegar a ser internada por três vezes (uma delas de forma compulsiva) na ala psiquiátrica. Não me envergonho de o dizer, pois aí encontrei um pouco de aconchego que não encontrava cá fora e sempre me alimentava, coisa que quase não fazia. Eu era só pele e osso, graças à Justiça, que sabe sempre o que faz.
Ao cabo de um ano, conheci o meu actual companheiro. Tivemos uma filha. Refizemos a nossa vida. Sou feliz.
E quando, já plenamente restabelecida, voltei a tribunal para lutar pela minha filha, para fazer valer a vontade que ela própria expressou em tribunal, eis que o juíz me apresenta como incapaz -uma vez mais recorrendo-se do passado, ignorando que em boa parte esse passado havia sido por culpa de outros, não minha-, decidindo confiar a sua guarda à tia paterna, que "dela cuida como uma mãe".
Desde então é a tia quem a cria. É ela quem decide. E nunca considerou sequer a hipótese de me entregar a minha filha. Duvido que o faça de livre vontade e de consciência de que ela não é a mãe, e sim eu.
A mim, que a carreguei no ventre, que a pus no mundo, que a amamentei, que a criei e que sempre a amei, assiste-me o dever de a avisar com antecedência de 48 horas sempre que a queira ver, de seguir as suas indicações relativamente às férias, de dar satisfações e, claro, de pagar uma pensão mensal. É meu dever, como progenitora.
Estou consciente que no momento que voltar a ter a minha filha (sem a boa vontade deles e da justiça torna-se difícil...), não terei a vida facilitada. Nem eu nem ela, que se verá obrigada a manter as boas notas que tem tido -aos seis anos, idade em que ma tiraram, já conseguia ler e escrever, e fui eu, a pessoa que eles apresentaram como incapaz de cuidar de si própria quanto mais da filha, fui eu que a ensinei-, e não poderá nunca se meter em problemas, ou teremos todos em cima. Dura realidade, a que teremos de enfrentar.
Esperando que em breve esta situação se inverta (caso para dizer que temos o Mundo de pernas para o ar!), parece-me justo pedir uma lei que confira a esta tia e a qualquer outra pessoa que ocupe o lugar de uma mãe -seja a causa justa ou não, e eu garanto-vos que a minha nunca foi- os mesmos deveres que me assistem actualmente. Se alguém toma o lugar de progenitora, automaticamente passa a ter todos os direitos e todos os deveres desta. Logo, em caso de reversão da guarda, passa a ter também o dever que é dado a esta. Nada mais certo e mais justo, creio eu.
Que a tia me avise, me dê satisfações, ouça todas as minhas indicações... e me pague, claro, uma pensão. Até porque ela tem uma melhor situação financeira do que eu, e não tem filhos para criar. Enfim, tem a filha que me roubou.
O que decidiria o Rei Salomão, numa situação destas: de um lado está a mulher que diz ser a mãe, mas não é, do outro a mulher que é, de facto, a mãe.
Nunca eu trangredi a lei, apesar de tudo. Sou tal qual a mãe que suplica que não cortem o filho, antes o entreguem a essa outra mulher. E muitas vezes eu disse à minha filha que se quiser ficar, pois então que fique. São sete anos, já. Ela tem as suas amizades, quase toda uma vida (só tem 13 anos). Mas ela mantem a vontade de ficar comigo e com a sua única irmã, tendo uma boa relação com o meu companheiro.
Portanto, o que não me parece bem é que eu, que sou a verdadeira mãe, tenha de dar satisfações à tia, nunca sendo consultada, e tenha de lhe pagar uma pensão (a ela, que tem uma óptima situação finaceira!) e, ao reverter-se a situação, eu nada receba. Não me parece bem que ela esteja no meu lugar, sem que depois lhe assista o dever de me pagar o que quer que seja.Assim como os avós, que também a tiveram à guarda, e têm igualmente uma boa situação.
Uma mãe não tem só que sofrer. Tem o direito a ser Mãe.Quem lhe usurpa esse direito, deve obrigatoriamente arcar com TODOS os deveres.
Que se equilibre a balança, já que muitas das decisões são totalmente desiquilibradas.
Que a Justiça deixe de ser cega.
Respeitosamente.
Os signatários
Esta petição encontra-se neste endereço:
http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N3114
Assinem.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
SOU SEMPRE UM POUCO MAIS MÃE, DO QUE MULHER
Não o somos (quase) todas?
Quantos senhores não se queixam da constante atenção que as mães dão aos filhos, não lhes dando a mesma atenção?
Os senhores papás são quase sempre designados pelas companheiras como a "criança maior", pela constante atenção que requerem... e também pela bagunça que fazem, tal qual as criancinhas.
Isto de os homens serem crianças até tem o seu lado bom: afinal, há que guardar a criança dentro de nós.
Mas, se todos nós, homens e mulheres, formos crianças -enfim, "crianças grandes"- quem é que irá, então, cuidar de nós? Quem cuidará dos filhos?
Quantos homens se referem à sua companheira, a mãe dos seus filhos, como a criança maior? A mãe, é sempre a mãe. Mãe dos seus filhos, claro, e, se virmos bem, mãe dos outros também.
Já repararam, por certo, na forma como uma mulher acaricia um homem. Há quem lhe chame um jeito feminino, mas esse jeito tem muito de maternal.
Quando perguntamos a um homem que qualidades procura numa mulher, futura mãe dos seus filhos, a resposta mais frequente é que ela seja "meiga", "carinhosa", "compreensiva" e que "cuide" bem dele e dos filhos. É o que todo o homem espera, diga ele o que disser.
Não é por acaso que em papéis que exigem cuidados e muita afectividade, aparece principalmente a mulher, seja nos cuidados infantis, seja nos cuidados com os idosos.Cuidar é um verbo que se conjuga no feminino.
Tomando, como exemplo, um casal separado, sabemos bem que no tempo em que as crianças estão com o pai -ou à sua guarda- é normalmente a avó ou outra pessoa do sexo feminino (como a madrasta, por exemplo) quem cuida delas. Verdade ou não?
Ainda hoje dei por mim a pensar: a mulher desenvolve-se mais cedo. Mais, ela nasce já com os seus óvulos, sendo que perde boa parte deles antes da adolescência. Logo, a meu ver, primeiro nasce a mãe, e só depois o pai.
Um pai só começa a integrar esse seu novo papel quando vê a barriga da mulher a crescer. A mãe fá-lo muito antes. Por vezes, antes mesmo de engravidar. Já desde pequenina que ela brinca às mães, uma forma de se idealizar nesse papel. Quantos meninos brincam aos pais? Talvez o façam, em brincadeiras mistas, mas quando se trata apenas de um grupo de meninos, duvido que os encontremos a brincar aos papás...
Isso é um factor cultural, direis. E apontareis o dedo à publicidade que, segundo vós, perpectua esta separação de papéis, ou de identidades.
Ora vejamos: qual é o intuito de qualquer spot publicitário? Vender.
Qual a melhor forma de garantir sucesso? Dirigindo-se a um determinado público, o público-alvo.
E o que chama a atenção, nesse público? A sua realidade, ou a sua forma de ser ou de pensar. É isso que o torna peculiar.É isso que o torna o público certo, o público-alvo.
Aqui em França, por exemplo, essa realidade -reflectida pela publicidade- não difere da realidade de Portugal. Em assuntos que digam respeito à casa e aos filhos, predomina a mulher. Só para exemplo, cerca de 90% "des aides-soignantes" (auxiliares nos cuidados a doentes, deficientes e idosos) são mulheres.
À semelhança do que se passa nas outras espécies, é a mulher quem mais se ocupa da casa (ninho) e dos filhos (crias).
Portanto, eu entendo que a publicidade -salvo os casos de propaganda ideológica ou política- não tem por função mudar uma realidade. Ela reflecte essa realidade.
Qualquer bom publicitário tem sempre, por base, um estudo sobre a sociedade e sobre o indivíduo. Um bom publicitário deve ser bom conhecedor da mente humana, seja masculina, seja feminina.
Não há como negar as nossas diferenças. Elas estão lá, e os anúncios publicitários são bem a prova disso.
Para melhor o entender, nada melhor do que recuar ao primeiro homem. Aliás, à primeira mulher, a mãe de toda a Humanidade.
Quantos senhores não se queixam da constante atenção que as mães dão aos filhos, não lhes dando a mesma atenção?
Os senhores papás são quase sempre designados pelas companheiras como a "criança maior", pela constante atenção que requerem... e também pela bagunça que fazem, tal qual as criancinhas.
Isto de os homens serem crianças até tem o seu lado bom: afinal, há que guardar a criança dentro de nós.
Mas, se todos nós, homens e mulheres, formos crianças -enfim, "crianças grandes"- quem é que irá, então, cuidar de nós? Quem cuidará dos filhos?
Quantos homens se referem à sua companheira, a mãe dos seus filhos, como a criança maior? A mãe, é sempre a mãe. Mãe dos seus filhos, claro, e, se virmos bem, mãe dos outros também.
Já repararam, por certo, na forma como uma mulher acaricia um homem. Há quem lhe chame um jeito feminino, mas esse jeito tem muito de maternal.
Quando perguntamos a um homem que qualidades procura numa mulher, futura mãe dos seus filhos, a resposta mais frequente é que ela seja "meiga", "carinhosa", "compreensiva" e que "cuide" bem dele e dos filhos. É o que todo o homem espera, diga ele o que disser.
Não é por acaso que em papéis que exigem cuidados e muita afectividade, aparece principalmente a mulher, seja nos cuidados infantis, seja nos cuidados com os idosos.Cuidar é um verbo que se conjuga no feminino.
Tomando, como exemplo, um casal separado, sabemos bem que no tempo em que as crianças estão com o pai -ou à sua guarda- é normalmente a avó ou outra pessoa do sexo feminino (como a madrasta, por exemplo) quem cuida delas. Verdade ou não?
Ainda hoje dei por mim a pensar: a mulher desenvolve-se mais cedo. Mais, ela nasce já com os seus óvulos, sendo que perde boa parte deles antes da adolescência. Logo, a meu ver, primeiro nasce a mãe, e só depois o pai.
Um pai só começa a integrar esse seu novo papel quando vê a barriga da mulher a crescer. A mãe fá-lo muito antes. Por vezes, antes mesmo de engravidar. Já desde pequenina que ela brinca às mães, uma forma de se idealizar nesse papel. Quantos meninos brincam aos pais? Talvez o façam, em brincadeiras mistas, mas quando se trata apenas de um grupo de meninos, duvido que os encontremos a brincar aos papás...
Isso é um factor cultural, direis. E apontareis o dedo à publicidade que, segundo vós, perpectua esta separação de papéis, ou de identidades.
Ora vejamos: qual é o intuito de qualquer spot publicitário? Vender.
Qual a melhor forma de garantir sucesso? Dirigindo-se a um determinado público, o público-alvo.
E o que chama a atenção, nesse público? A sua realidade, ou a sua forma de ser ou de pensar. É isso que o torna peculiar.É isso que o torna o público certo, o público-alvo.
Aqui em França, por exemplo, essa realidade -reflectida pela publicidade- não difere da realidade de Portugal. Em assuntos que digam respeito à casa e aos filhos, predomina a mulher. Só para exemplo, cerca de 90% "des aides-soignantes" (auxiliares nos cuidados a doentes, deficientes e idosos) são mulheres.
À semelhança do que se passa nas outras espécies, é a mulher quem mais se ocupa da casa (ninho) e dos filhos (crias).
Portanto, eu entendo que a publicidade -salvo os casos de propaganda ideológica ou política- não tem por função mudar uma realidade. Ela reflecte essa realidade.
Qualquer bom publicitário tem sempre, por base, um estudo sobre a sociedade e sobre o indivíduo. Um bom publicitário deve ser bom conhecedor da mente humana, seja masculina, seja feminina.
Não há como negar as nossas diferenças. Elas estão lá, e os anúncios publicitários são bem a prova disso.
Para melhor o entender, nada melhor do que recuar ao primeiro homem. Aliás, à primeira mulher, a mãe de toda a Humanidade.
Etiquetas:
brincar,
criança,
cuidar,
cultura,
diferenças,
feminino,
homem,
mãe,
masculino,
mulher,
origens,
pai,
publicidade
Subscrever:
Mensagens (Atom)
RECUSO-ME A SER BARRIGA DE ALUGUER!!!!!!!!!!!!!
- Il Faudra Leur Dire by Francis Cabrel
- Conquest of Paradise by Vangelis
- Meninos de Huambo by Paulo de Carvalho
- Fado-Mãe by Dulce Pontes
- Loading Playlist...