VAS-Y, ACCOUCHE! tem em si um duplo sentido: "accoucher" (parir, dar à luz) e "accoucher" (desembucha, fala).O Homem, quer ele queira quer não, é um animal como os outros, uma criatura da Natureza. Deve melhorar -pois que tem a faculdade de o fazer- a sua natureza, sem pôr em causa a natureza das coisas. Sou pelos valores da Monarquia, pelo Parto Activo e pela Amamentação. Em nome dos nossos filhos.
O que se passa na selva?
Aparentemente, uma rebelião dos tigres machos.
Assim fala um:
-Porque é que as fêmeas hão-de ter primazia sobre as crias, só pelo facto de serem elas a carregarem-nas no ventre e de as amamentarem?
Nós, machos, também sabemos cuidar das nossas crias tão bem como as mães, talvez até melhor!
Além disso,fomos nós que irrigámos o ventre delas, e as nossas crias, quando nascem, já não precisam mais daquela casca. Não tem que ser a fêmea a prestar-lhes, em exclusivo, todos os cuidados.
Elas dizem que o fazem porque lhes foi dado pela natureza.
Falam de instinto materno. Então, e o instinto paterno?
Elas falam do amor. Qual amor?
O amor materno não existe! Está provado.
Só por sermos machos, nós somos discriminados.
As crias ficam sempre com a mãe.
Não aceitamos mais esta derrota!
Guarda compartilhada, já!
E que as fêmeas sejam punidas ou internadas, pois são umas doentes e desiquilibradas. Só olham para o seu umbigo.
Fazem-se donas das nossas crias.
Elas que tenham cuidado, muito cuidado!
Elas agora já não fazem aquilo que querem e bem lhes apetece!
Ai não fazem não!
Já há uma lei que pune as mães que não forem bem comportadinhas,
e já se nota uma diferença no discurso e nas atitudes de algumas delas.
Por acaso somos alguns criminosos?
Porque não havemos de estar com as nossas crias tanto tempo quanto elas?
As crias são 50% nossas!
Não queremos menos do que 50%!
NOTA: Alguns dos termos aplicados foram emprestados do discurso de alguns seres humanos. Descubra quais.
Um homem corre para a maternidade levando uma mulher prestes a dar à luz. Depois de toda a correria há um momento em que ele fica sozinho, aguardando que lhe seja dada a notícia do nascimento. “É uma linda menina!”. Pronto! Um turbilhão de pensamentos e emoções derrubam o “gigante” papai. “Uma menina. E agora?”.
Seguindo uma lógica “natural”, é mais simples para um homem acreditar que sabe cuidar de um outro homem. Neste caso, a educação de um filho seria bem mais fácil de administrar. Mas como a escolha do sexo dos filhos ainda não compete aos pais... Quais são as dores e as delícias de ser pai de uma menina? Qual a diferença entre criar filhos e filhas? Como são, na realidade, as meninas? Com um pai pode entender uma menina, se ele é um homem?
A primeira coisa que precisa ficar clara é que o pai é o primeiro modelo de homem para os filhos, sejam eles meninos ou meninas. Entretanto, este não deve ser um fator de pânico. Significa que ele, o pai, vai ser um referencial, e o futuro da relação com a filha vai depender de como vai conduzir a sua educação. Esse talvez seja o fato que mais assuste o homem. Em sua imaginação, ele crê que precisa ser infalível. Para as meninas, a figura paterna significa o porto seguro. Afinal ele é “o maior pai do mundo”, “o mais forte”, “o mais bonito”!
De verdade, durante a primeira infância existem duas coisas que um pai necessita prover: segurança e afeto. A segurança é conquistada através de coisas básicas como, por exemplo, dar banhos, alimentar a criança, trocá-la com regularidade. No livro “Pais e Filhas”, Jack e seu pai, Jerry Schreur, vão mais longe, e afirmam que “elas precisam ser seguradas, amadas, abraçadas, precisam ouvir você cantar, precisam de carinho”.
Suas experiências resultaram num texto que mostra o que vai na mente de pais e filhas, principalmente, quais são as expectativas de uma menina em relação ao seu pai. O que descobriram não foi nada revolucionário. Eles perguntaram aos pais como era ser pai de filhas, e às filhas, o que elas precisavam de seus pais.
Existem cinco coisas que, segundo os autores, são fundamentais. Uma delas é básica: é preciso se dispor a ouvir e entender. Estabelecer a conversa, olhar no olho, prestar atenção e deixar que a menina faça parte do mundo do pai. Como? Segundo os escritores, existem cinco coisas que pais precisam saber.
1 - Um tipo diferente de contato físico
Os pais muitas vezes querem tocar as filhas, mas não sabem como fazê-lo. “Nossas filhas precisam ser abraçadas, elas precisam sentir a segurança que vem quando elas são amadas e apropriadamente tocadas pelos pais”, ensinam Jack e Jerry. Portanto, seja carinhoso. Existem várias formas de demonstrar carinho: abraçar, beijar, brincar, contar histórias, exercitar-se juntinhos, dizer “eu te amo”.
O pastor Marcelo Aguiar, da Igreja Batista da Mata da Praia, reforça que meninas que têm contato físico saudável com os pais se tornam moças mais bem resolvidas quanto à sua auto-estima e sexualidade. “O toque saudável é inclusive uma forma de estar protegendo nossas meninas. Na adolescência elas não terão tanta necessidade do contato físico masculino, portanto, estarão mais bem preparadas para lidar com os namorados e a sexualidade”, explicou o pastor, que é pai das pequenas gêmeas Amanda e Beatriz, de cinco anos.
Por outro lado, ele também lembrou que existem meninas que são abusadas sexualmente pelos próprios parentes, às vezes, até mesmo pelos pais. Esse tipo de contato, ao contrário do carinho, gera medo, desconfiança e insegurança.
Outro fator a considerar é a forma como o pai se comporta diante das filhas: “Uma menina que vê o pai tratar a mãe de forma grosseira tende a ver os homens com desconfiança. Isso pode gerar nela a vontade de não se casar, porque teme sofrer os mesmos constrangimentos que a mãe”.
2 - Falar com gentileza
Os pais precisam parar para pensar antes de falar. Meninas se importam muito com as palavras dos pais. “As filhas com quem nós conversamos não queriam ser tratadas com luvas de pelica, mas também não queriam ser desmerecidas Queriam que seus pais usassem as palavras com gentileza”, explicam Jack e Jerry. Meninas costumam levar as palavras para o lado pessoal. Mesmo que o pai esteja brincando ao chamá-la de “gorda”, e que ela saiba que não é, este tipo de comentário pode tornar-se uma catástrofe.
Entretanto, elas não precisam ser tratadas como se qualquer coisinha fosse quebrá-las, porque não são bonequinhas frágeis. Como seres humanos, quando são tratadas como bonecas são privadas de auto-estima, da oportunidade de tentar coisas novas e do aprendizado proveniente do fracasso.
Pastor Anival dos Santos, líder da Assembléia de Deus Missão Mundial, em Ilha de Monte Belo, que tem três filhas, disse que até para ele parecia que criar um menino seria menos trabalhoso. “As filhas precisam de mais carinho, cuidado e atenção, e exigem isso”, disse. Juntamente com a esposa Nilcéa Ferreira de Souza dos Santos, pastor Anival teve as filhas Sueneide de Melo dos Santos Vidal (33 anos, já casada há 12 anos), Raquel Falki Santos (25 anos, casada há 3 anos) e Maressa de Souza Santos (11 anos). A família também tem o filho Wesley de Souza Santos, de 14 anos.
3 - Expressar confiança
Além das palavras gentis, meninas precisam que seus pais expressem de forma clara sua confiança nelas. “Elas precisam disso com freqüência, repetitivamente e para valer. (...) Eu não sei por que isso, mas as filhas precisam desse encorajamento mais do que os filhos”, afirmou Jack no livro, lembrando que é preciso transmitir esse sentimento às meninas: “Frequentemente nós falhamos em transmitir isso a elas. Essa confiança e fé que temos nelas não lhes farão bem se forem apenas sentimentos ocultos dentro de nós”.
4 - Presença paterna é necessária
Pais precisam se organizar para estar presentes em eventos como apresentações de balé ou de esportes, formaturas, passeios aos finais de semana. Mas é necessário todos os dias ter um momento de completa dedicação à filha. “É completamente impossível construir uma amizade íntima com alguém que você mal vê”, dizem Jack e Jerry. Todo o processo de construção da identidade de uma menina pode fracassar sem um pai presente. “É preciso que o homem não se deixe esmagar pela correria da vida. Todo o tempo disponível deve ser dado ao convívio com a família”, alertou Átila José dos Santos, pastor colaborador da Igreja Presbiteriana Unida de Jardim da Penha, hoje com 60 anos. Segundo ele, apesar de ser uma tarefa difícil, ser pai é uma experiência ímpar. “Tenha paciência para enfrentar a multidão e comprar a maçã do amor, levar à praia e aos aniversários dos amiguinhos. Esse lado da paternidade é tão bom e passa muito rapidamente. Aí, quando a asa crescer, deixe que a criança alce seu vôo”, finalizou o pastor Átila.
5 - Não estereotipar
Entretanto, é preciso deixar sua filha ser aquilo que ela foi dotada por Deus para ser. Não adianta tentar forçá-la a se encaixar num molde ou dentro de um estereótipo, pois o resultado pode ser desastroso. “A sua filha é única e maravilhosa. Deixe-a ser o que ela precisa ser”, ensina Jack .
Aprendendo e pensando no futuro
Como afirmaram os pastores, se o futuro das famílias depende da convivência no presente, é bom reforçar a atenção ao convívio que se está tendo com as filhas. Pastor Anival aprendeu isto desde muito cedo, dentro da casa dos próprios pais. “O bom testemunho depende dos pais. Eu tive pais que me criaram dentro da Palavra e me deram o que eu precisava para ser pai também. Todos os dias nós tínhamos cultos domésticos. Não consigo fazer tudo que o eles faziam, mas o que eu aprendi com eles coloquei em prática com os meus filhos”, contou Anival.
O testemunho de vida é fundamental. Senhor Claudio da Silva Luzes, que congrega na Primeira Igreja Batista de Vitória, conta ter se convertido quando a filha era ainda um bebê de colo. Hoje ela tem 24 anos e é casada. Ele afirma que ter Deus no coração faz toda a diferença na hora de ser pai. “Os pais têm que ser espelho, para refletir aquilo que os filhos devem ser. Porque não adiantaria nada eu falar para minha filha fazer uma coisa, sendo que eu faço outra”, exemplificou. Claudio lembra que existe um versículo que sempre o orientou como pai (Provérbios 22.6): “‘Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele’. A Palavra ensina que não existem outros caminhos. Quando você é servo do Senhor, e os filhos são servos, tudo fica mais fácil. Mesmo que houvesse discordância entre eu e a minha filha, com o passar do tempo ela foi conhecendo a Palavra e compreendendo meu papel de pai”, complementou ele, que também é pai de um rapaz de 19 anos.
Pais de verdade
Pai de verdade, disposto a ser amigo e companheiro, dividindo seu tempo e conhecimento, adquirindo outros saberes. Esse é o pai de que a sociedade precisa com urgência para restabelecer seus valores. O pastor Átila lembrou através de uma metáfora aquilo que hoje falta à sociedade: Há muitas vigas, mas faltam colunas. “Do ponto de vista da fé cristã, a sabedoria é realmente determinante na vida, muito mais que o conhecimento, pois ela é a junção de muitos fatores. Uma vida de pai e de filho vivida numa perspectiva de construção e edificação da família deve ter valores que são assentados na sabedoria”, ensinou ele, que tem duas filhas, Tatiana Serafim Louzada dos Santos, de 32 anos, e é casada há 1 ano, e Ludmila Serafim Louzada dos Santos, que tem 30 anos e se prepara para casar.
Na segunda carta de Timóteo 3.16 pode-se ler o ensinamento que ajudaria todos os pais a compreender sua missão como pais, sacerdotes e semeadores do futuro: “Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça”.
Uma menina nasceu. E agora? Isso significa que o pai recebeu a chance de interferir diretamente no futuro não só de sua casa. Criar uma menina, uma mulher, uma futura mãe, significa ganhar a chance de preparar uma educadora de pessoas melhores e, conseqüentemente, um mundo melhor. O homem que recebe a bênção de ter filhas deve usar o conhecimento e a sabedoria da Bíblia para que elas sejam as melhores mulheres do mundo.
Penso que o que se espera de um modelo de pai difere do que se espera do modelo de mãe. Como eu já havia dito, um pai pode até nunca dar banho ou trocar uma fralda. Ou pode até fazê-lo, uma vez por outra. Não é tanto isso que se espera, creio eu, de um pai.
Se o papel e as funções de um pai fossem exactamente o que se espera da mãe, já não poderiamos falar de um modelo masculino e de um modelo feminino. Parece-me a mim.
Alguém se introduziu, como sabem, na minha petição para dizer o que bem entendeu. Eu fiz o mesmo. A diferença está no tom e na delicadeza que usamos para fazer valer o nosso ponto de vista. Saber respeitar é uma virtude.Só assim podemos educar os nosso filhos no respeito pelo outro.
Ele (só não sei quem, embora desconfie...)
151 Alucinadas dos pezinhos sempre que dou de caras com esta petição dá-me volta ao estomago. Foi com base na mesma argumentação intelectualmente mediocre que consideravam os homossexuais doentes. Com a argumentação da Natureza também posso dizer que é normal as mulheres apanharem porrada. Parece que aqui ainda não chegou o conceito de avanço civilizacional.. lamento..
(...)
156 passada dos carretos uma mãe nunca poderá ser um pai. Na edição da Review of General Psychology, cientistas informaram que o grau de aceitação ou rejeição que uma criança recebe - e percebe – do pai, afeta seu desenvolvimento de forma tão profunda quanto a presença ou ausência do amor materno. Deixem de acharem-se o centro do mundo! igualdade!
(...)
243 Tristes Já não basta os tribunais darem quase sempre a guarda a mãe e ainda queriam isso em lei , vão mas é trabalhar...
Eu
199 SOU CONTRA!!! Temos um pai que fugiu com os filhos e alienou-os contra a mãe, num sistema de guarda conjunta! Temos um outro que matou a filha "por amor" -podia vêla sempre que queria, e participava da sua vida! Já agora, por favor expliquem-me: se uma criança só tem a lucrar com a presença de um pai e de uma mãe, juntos ou não, porque é que pessoas singulares e do mesmo sexo podem adoptar da mesma forma que casais?!!!
(...)
201 SOU CONTRA!!! Eu explico-me melhor: não há que mudar leis, tão pouco a nossa natureza! Há que mudar, sim, o nosso interior, a nossa forma de estar e de amar!!! As crianças agradecem. O amor de um pai e de uma mãe é o mesmo, sem dúvida. Mas por alguma razão somos nós, mulheres, a gerar e a dar à luz. Não há desigualdade, porque assim determinou a natureza. Que fossemos nós a cuidar. Eu jamais posso exigir igualdade num trabalho que requeira força física, no qual o homem me é superior!!!