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domingo, 5 de junho de 2011

SÃO INCONGRUÊNCIAS A MAIS...

Entre as mensagens que me foram enviadas estava a de um senhor que me perguntava se eu defendia que a criança ficasse sempre com mãe, salvo os casos em que esta não revele capacidades ou condições. Respondi-lhe que era exactamente isso que eu defendia, salvo excepções, entre as quais o não ser da vontade da criança (vontade que, frisei, devia ser respeitada).

Perguntei-lhe se porventura teria coragem de arrancar uma cria qualquer de junto da sua progenitora, sem qualquer motivo que o justificasse, para a pôr junto do progenitor.

Esta foi a sua resposta:




Viva Sara,

Na natureza, onde isso se pratica (e até há poucos séculos de forma generalizada na nossa espécie), pratica-se também o infanticídio e o estupro. São fenómenos naturais, e por isso não sou especialmente sensível ao argumento de "vem da natureza, tem de ser bom". Acho que é frequente na natureza (e nas civilizações menos desenvolvidas) a fêmea ficar (não por decisão, mas por condicionamento social) com muito mais ónus no acompanhamento e cuidado da criança do que o macho, e em contrapartida ser castrada profissional e socialmente noutros aspectos (tipicamente, os patrimoniais ou de poder).
Felizmente afastámo-nos disso. Provavelmente não quer que as suas filhas vivam num mundo assim. Além disso, é muito importante para todos os filhos ter os dois pais, desde que os dois estejam dispostos a estar presentes e dar afecto e cuidado à criança. Violar essa necessidade da criança por vontade de um dos pais (ou, pior, porque é essa a tradição) parece-me bárbaro.
(...)










[não sou especialmente sensível ao argumento de "vem da natureza, tem de ser bom"]




Nunca ninguém disse que a natureza era perfeita. Algumas fêmeas são, de facto, forçadas a ter relações (isso acontece também na nossa espécie, principalmente nas civilizações MAIS DESENVOLVIDAS), razão pela qual algumas fêmeas -não todas- acabarão por abandonar as crias, que, desprotegidas, acabam por morrer. O infanticídio existe, sim, embora sejam mais os machos e algumas outras fêmeas a cometê-lo. São casos excepcionais que não justificam que se altere a ordem das coisas. Tanto assim é que essa ordem ainda permanece.






[Acho que é frequente na natureza (e nas civilizações menos desenvolvidas) a fêmea ficar (não por decisão, mas por condicionamento social) com muito mais ónus no acompanhamento e cuidado da criança do que o macho]




Estamos, portanto, a falar de mamíferas. Que, regra geral, vivem sozinhas ou em grupos constituídos apenas de fêmeas, numa espécie de sociedade matriarcal. São elas que afastam as crias machos, quando estes estão suficientemente grandes para serem independentes, por forma a evitar que eles copulem com as próprias irmãs ou mesmo com elas. Diz-me então o amigo que elas não o fazem por natureza, mas por imposição social!


Admira-me que não tenha referido os casos em que são os machos a cuidar das crias, raros entre os mamíferos, mas frequentes entre as aves e os peixes. Já se perguntou porque razão eles o fazem? Talvez seja, como o amigo diz, por imposição social...


Ora os casos em que são os machos a cuidar das crias, ou em que ambos os progenitores se encontram envolvidos nesses cuidados, se devem tão somente a um propósito: a preservação da espécie, garantindo a sobrevivência do maior número de crias. A fêmea, assim que deposita os ovos (falamos ainda de aves e peixes,claro) fica liberada para voltar a procriar.


Felizmente nós não somos nem aves nem peixes, nem temos que nos comportar como tal. E não é, volto a insistir, porque somos humanos e estamos no século XXI que havemos de presumir que as nossas crias (as humanas) não têm as mesmas necessidades que as outras crias de mamíferos. Nenhum macho se atreveu a alterar a ordem natural das coisas. À excepção do macho humano. E diz ele (o macho humano) que não é machista...


Na natureza, as fêmeas dão à luz em total privacidade (o macho não assiste ao parto das crias que, aliás, também são deles) e são elas que maioritariamente ou exclusivamente cuidam das crias. Nas sociedades MAIS DESENVOLVIDAS, pelo contrário,o homem assiste ao parto e até corta o cordão umbilical (na natureza é a própria fêmea que o faz), e muitos são os que "compartilham" os cuidados com os filhos. Alguns até se designam "papas ao foyer".

Qual destes comportamentos é natural, e qual o condicionado?
É certo dizer que esta mudança de comportamento de homens e mulheres deriva de uma evolução natural?
Ou não serão estes novos comportamentos condicionados pela sociedade, que exige uma mudança?






[ é muito importante para todos os filhos ter os dois pais]




E ninguém aqui diz o contrário, ainda que as leis permitam que um filho nunca chegue a ter mãe (quando vive com dois homens) ou que não tenha pai (quando vive com duas mulheres).


Mas mais importante ainda é perceber as necessidades dos nossos filhos, perceber o mal que lhes fazemos quando o SEPARAMOS da progenitora em idades muito precoces, ou quando OBRIGAMOS esta (a mãe) a permanecer num lugar que a deprime (de que serve a um filho uma mãe deprimida?), e quando esta não aceite ficar, os SUJEITAMOS -mãe e filho- a uma separação demasiado dolorosa, quer para um quer para o outro. Isso, sim, é que é IMPOSIÇÃO.


E tudo o que é imposto não se faz por gosto, e só traz desgosto.
Principalmente àqueles a quem pretensamente queremos fazer bem, no seu Superior Interesse.


"Um pai pode estar num país e o outro noutro. Não impede que as coisas possam dar certo, e que um filho seja feliz. Com boa vontade, tudo se faz!", dizia-nos uma juíza (sim, era uma mulher, e depois?!), a mim e ao meu ex.


Com boa vontade, de parte a parte.
Não com a vontade de um sobre a vontade do outro.


Paz e Amor aos homens e mulheres de boa vontade:)

sexta-feira, 1 de abril de 2011

ESTARARÃO TODOS OS HOMENS DISPOSTOS A ABDICAR DOS SEUS HÁBITOS, EM NOME DA GUARDA COMPARTILHADA OBRIGATÓRIA?

Tem-se por princípio que mãe e pai exercem a guarda conjunta ou compartilhada durante a união, e que tal perdura após a separação, salvo casos excepcionais.

Tem-se por princípio que pai e mãe exercem, NA PRÁTICA, conjuntamente e em igualdade, tudo o que define este modo de guarda dito natural (será mesmo?).
Em teoria o princípio permanece inalterável, na prática -que é bem outra- também.

Regra geral, é a mulher quem dispensa os cuidados (senão todos, como no meu caso), e é ela quem toma a maioria das decisões, particularmente no que concerne a escola (como sucede no meu caso, pois que sou sempre eu quem leva a mais nova à escola e quem a vai buscar).

Tem-se por princípio que após a separação ambos os pais são igualmente responsáveis, com direitos e deveres iguais.

Ora tomando em conta que, regra geral, só um dos pais detém a guarda física -o justo é que seja aquele que, NA PRÁTICA, se ocupou dos filhos- sendo logicamente ele quem dispensa todos os cuidados à(s) criança(s), parece-me que será principalmente esse pai quem deverá tomar as decisões, sendo que o outro terá direito a ser consultado e/ou informado.

Só no caso da guarda alternada é que será viável (será mesmo?) haver duas pessoas a decidir... Enfim, no que for possível decidir a dois.

É parecer de muitos que este modo de guarda deve passar a ser obrigatório, salvo algumas excepões, tais como os casos de violência ou de abuso sexual comprovados.

Pergunto-me, e pergunto-o também a vós: será que os homens apegados a hábitos e pouco interessados em mudá-los -como o meu que, apesar de tudo, adora a filha- teriam obrigatoriamente de se submeter a este tipo de guarda que em nada lhes convém e que não desejam?

Tanto quanto sei, estes homens (que nem são assim tão poucos, repare-se) não constam das excepções...

sexta-feira, 18 de março de 2011

EXIGEZ LA GARDE PARTAGÉE DE VOS ASCENDANTS, TOUT DE SUITE! - GUARDA ALTERNADA DOS VOSSOS ASCENDENTES, JÁ!

Puisque un père a les mêmes droits qu'une mère, et peut, lui aussi, materniser ses enfants, je crois bien qu'un frère n'est pas moins qu'une soeur, et peut, lui aussi, s'occuper de ses parents âgés ou malades, les lavant, leur changeant la couche, etc.

La logique se pose, et s'impose: si la femme n'est pas la meilleure placée pour s'occuper des enfants, elle n'est pas non plus la meilleure placée pour s'occuper des plus vieux!

Donc, au même titre que la garde partagée de nos enfants, je propose une loi qui IMPOSE aussi la garde partagée des nos parents. Partagée entre frères et soeurs, à l'égalité. Une égalité TOTALE.

Les beaux-fils et les belles-filles auront ses droits, son mot à dire, mais ne remplaceront les fils et les filles. Tel comme un beau-père ne remplace le père et la belle-mère ne remplace pas la mère.

Celà dit, c'est l'homme qui doit s'occuper de ses parents, pas sa femme! Partagée avec son/ses autre(s) soeur(s) et frère(s). C'est son DROIT!

Rien de plus juste, il me semble. 50/50 entre frères et soeurs!
EXIGEZ LA GARDE PARTAGÉE DE VOS ASCENDANTS, TOUT DE SUITE!!!






Pois se o homem insiste que sabe cuidar dos filhos tão bem como a mulher, nada mais justo e mais certo que ele também cuide da sua mãe ou do seu pai quando estes precisarem de alguém que cuide deles.

Que lhes dê banho, que os vista e que lhes mude a fralda, tal como fez (ou faz) ao seu bébé.

Nâo dizeis que a mulher não é a única nem a que melhor sabe cuidar dos vossos filhos? Pois bem, o mesmo princípio se estende aos nossos ascendentes. Enfim, a quem precise de cuidados, coisa que ainda hoje é assegurado principalmente pelas mulheres.

E já que as sogras exigem que os filhos tenham exactamente os mesmos direitos que as noras -esquecendo-se, tal como se esquecem as vossas actuais companheiras, de que também elas são mães e do que sofreriam os seus filhos se noutros tempos tivessem sido ou fossem num futuro muito próximo brutalmente separados delas-, espero que estas mães não se esqueçam de exigir o mesmo para elas, isto é, que um dia os filhos cuidem delas tanto tempo e da mesma forma que o fazem as filhas ou as noras. Fifty fifty.


Tanto quanto sei, a senhora é tanto vossa mãe como da(s) vossa(s) irmã(s). 50/50, como dizeis.

Não havendo quem possa ou queira cuidar dela, tendes direito a 100%, pois que a senhora vossa mãe não é nada à senhora vossa esposa ou actual companheira. Nem uma (esposa) nem outra (actual companheira) terá o direito -muito menos o dever- de cuidar da senhora vossa mãe.
Apenas vós, que sois o filho.

Não vos esqueçais do quanto ela vos amou e o quanto vos defendeu contra tudo e contra todos, incluindo uma outra mãe (a saber, a vossa mulher ou, como acontece na generalidade dos casos, a vossa ex-mulher).

EXIGI A GUARDA COMPARTILHADA E PARTILHADA DA VOSSA MÃE, JÁ!!!!!

A vós o direito de decidir sim (ou de mandar, que é o termo certo), mas também de fazer!

Toca a arregaçar as mangas! Não é assim tão complicado mudar uma fralda ou dar banho! Já tendes a experiência com os pequenos, toca a fazê-lo com os grandes! Qual é a diferença?

Eu sei, eu sei! Não tem assim tanta graça...
Mas, meus senhores, tem de se fazer! De igual para igual.

Não a mandeis para o lar! Vós sabeis cuidar dela tão bem quanto as vossas irmãs ou as vossas mulheres! Até melhor!

NÃO À DISCRIMINAÇÃO!
Exigi, porque é o vosso direito de filhos!

Ou serão só elas que sabem cuidar dos mais novos e dos mais velhos? Serão só elas a ter paciência para essas pequenas coisas que nos acupam boa parte do tempo, ou mesmo o tempo todo? Quem disse que o homem não é capaz de o fazer? Não sois vós também O HERÓI dos vossos pais, o filho com o qual poderão sempre contar, tal como pretendeis ser o HERÓI dos vossos filhos?

Os tempos são outros, e há que mudar as mentalidades. Para provar que sois igualmente capazes, sugiro mesmo que cuideis EXCLUSIVAMENTE do vosso pai ou da vossa mãe no momento em que eles se encontrem mais fragilizados.

Sei que muitos de vós conseguiram na justiça a GUARDA EXCLUSIVA dos filhos. Estou certa de que sois vós quem, EXCLUSIVAMENTE, os lava e veste, lhes muda a fralda e outras coisas mais que antes -e ainda hoje- só as mulheres faziam.

Se conseguistes a guarda dos filhos, estais certamente aptos para cuidar também dos pais, se necessário em simultâneo (muitas mulheres o fazem, mas isso não vos assusta, pois SOIS EM TUDO IGUAIS a elas, IGUALMENTE CAPAZES)

Cuidar dos vossos pais é um direito vosso, meus senhores!
AGORA, E JÁ!!!!



(Com esta é que vós não contáveis, pois não?)

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

O ESTIGMA DAS FAMÍLIAS MONOPARENTAIS

As famílias monoparentais, regra geral compostas por uma mulher e os seus filhos, são tidas como famílias desestruturadas.

Porém, muitas são as crianças criadas e educadas somente pelas mães que, à custa de muitos sacrifícios e de muito suor da parte desta, se fizeram cidadãos e cidadãs honestos(as) e trabalhadores(as).

Não se poderá dizer o mesmo de umas quantas crianças que viveram no seio de famílias ditas "normais", em que ambos os pais estavam presentes.

Acreditar que a guarda conjunta, contrapondo-se à guarda exclusiva, é a única que garante um desenvolvimento saudável da criança é ser demasiado ingènuo. Já se percebeu que, em muitos casos, a sua aplicação -sobretudo quando imposta- redunda num enorme fracasso.

Hoje temos crianças oriundas dos mais variados meios desestruturados, não necessariamente de famílias monogâmicas. Estou mesmo em crer que poucas serão aquelas que se enquadram neste grupo.

Até porque, na natureza, o que vemos mais é crias que são cuidadas e educadas somente pelas progenitoras, e ninguém nunca pôs -nem põe- em causa as competências destas.

Não vejo, pois, razão para estigmatizar as mães que vivam sozinhas com os filhos. Serão elas menos competentes que as suas congéneres?

No fim de contas, tudo parte da educação e do amor que damos aos nossos filhos. Do quanto privilegiamos, de facto, o seu superior interesse.

E isso as outras progenitoras fazem-no maravilhosamente bem.
Estou certa que a progenitora humana também.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

CONTRA A TIRANIA DE MADAME E. BADINTER!

Os filósofos, com as suas permanentes questões, têm esse condão de complicar ainda mais aquilo que se apresenta de forma simples!

Felizmente para nós, quando nasceu esta ciência, já existia a maternidade!

Aliás, sem ela não estávamos cá.
Não estando cá, não haveria filósofos.
E isso, em certos casos, seria uma sorte.

A natureza sempre foi aquilo que é.
O Homem, com toda a sua filosofia e toda a sua cultura, é que a condiciona a seu bel-prazer.
Não tanto a natureza dos animais, mas a nossa.

Assim se explica que, em determinados lugares, a maternidade seja privilegiada, noutros não.

Todos concordam que o uso da burka não é natural.
Contudo, a mulher interiorizou o seu uso como algo natural.

Então, e a maternidade?
É natural amamentar?
É natural uma mãe cuidar dos filhos, tal como o vemos entre os outros mamíferos?

E. Badinter diz que não.

Contudo, tanto quanto sabemos, uma outra fêmea o faz muito naturalmente. Porque não nós?

Porque a sociedade (em determinadas culturas) nos diz que não é natural.

E. Badinter chega mesmo a referir o caso das mães do século XIX, que deixavam os filhos aos cuidados de amas, sendo mesmo estas quem os amamentavam.

Mas ela sabe (suponho que saiba...) que isso apenas sucedia nas classes sociais mais altas, pois nas mais baixas as crianças beneficiavam dos cuidados das suas próprias mães.

Ora eu acredito que, instintivamente, a mãe quereria ter o seu filho nos braços, , contudo essa mãe acreditaria que esse sentimento, essa vontade de pegar no seu filho, de ser ela a cuidar dele, não era natural.
Pelo menos não o era -assim acreditava essa mãe, porque a cultura da época lho impusera- para alguém da sua classe.

Por termos diferentes comportamentos, consoante as épocas, se conclui que a cultura consegue, se assim o determina, aprisionar os nossos instintos mais naturais.

Quantas dessas mulheres não invejariam a posição das mulheres do povo, muito mais livres do que elas próprias?

Quando E. Badinter se insurge contra a tirania da maternidade, eu dou-lhe uma certa razão.

Ainda que sendo a melhor pessoa para se ocupar dos filhos -nem Badinter nem qualquer outra pessoa me convencerão do contrário-
uma mãe não é perfeita.

Nem mesmo entre os mamíferos existe essa perfeição (já se viu fêmeas a abandonar as crias, embora seja raro, mas nem por isso o macho se impôs, querendo ocupar o seu lugar).

Que o pai se envolva, sim.
Que queira tomar o lugar da mãe, essencial para um recém-nascido e para a criança nos seus primeiros anos de vida, não.

Nenhuma mãe deve ser obrigada a amamentar, certo.
Dizer que ela é má mãe por decidir não o fazer, é ir longe demais.
Mas uma mãe que decide amamentar o seu filho é certamente melhor mãe.

Claro que haverá muitos outros gestos, para lá da amamentação, que farão da mulher uma boa ou má mãe. Mas aquela que decide pela amamentação, estreitando o vínculo com o seu filho,vínculo esse iniciado já durante a gravidez, demonstra que o é.

A proposta dos ecologistas agrada-me, ademais.

Portanto, Madame E. Badinter, faça-me um favor:
Deixe-nos pensar pela nossa cabeça!
Não queira que a maioria de nós pense pela sua!

Querer impôr-nos uma outra forma de pensar, é uma tirania.
Somos livres de agir de forma contrária à sua.
Estou certa que é o parecer da maioria de nós.

Prova, talvez, de que o nosso instinto (o instinto maternal que você tanto nega) se sobrepõe a qualquer nova imposição cultural.

Já é tempo de fazermos prevalecer o melhor da nossa natureza.
Já é tempo de homens e mulheres reconhecerem as suas diferenças, não impondo ao outro um comportamento contra natura.

Sobretudo, já é tempo de agirmos em benefício dos nossos filhos, e não no nosso.

Quer isto dizer que nenhum homem tem o direito de aprisionar uma mulher (sua ex-mulher, para ser exacta) à sua vontade, e que a mulher, sendo livre de refazer a sua vida onde queira e com quem queira, não esqueça (estou certa que a maioria tem isso em consideração, ao contrário do que se diz por aí) os direitos do pai dos seus filhos, e, principalmente, os direitos destes.

"Com boa vontade, tudo se faz!", dizia-nos ( a mim e ao meu ex) uma juíza.
Devíamos seguir esta filosofia de vida, e não outras que eu considero baratas.




sábado, 15 de janeiro de 2011

SAP - IÊNCIA

NOTA: Volto a chamar a atenção para a sondagem e as petições que se encontram na margem direita deste blog.

Se este assunto te diz particularmente, e concordas com o que aqui foi dito, não ignores.

Vota na sondagem (se for o teu caso) e assina as petições, particularmente a primeira.

Divulga este blog, para que outros possam também ler, votar e assinar.

Obrigada.





EXTRATO DE UM TEXTO QUE ENCONTREI EM http://virtualpsy.locaweb.com.br/
(Crianças adotadas e de orfanato)

Para uma criança muito nova, pode ser prejudicial a falta de ligação afetiva com uma pessoa que conviva com ela. Segundo a teoria de John Bowlby (8), a privação prolongada de cuidados maternos para uma criança muito nova pode causar efeitos de graves conseqüências no caráter, efeitos esses que podem se prolongar por toda a sua vida futura. E isso tanto se relaciona à crianças de orfanato, àquelas que sofrem separações dos pais, ou mesmo para aquelas que, apesar de viverem em seus lares, são abandonadas por negligência ou omissão.

Este último caso é quando a mãe se encontra fisicamente presente e emocionalmente distante.

Muitos acreditam que atender imediatamente a um choro de bebê pode transformá-lo numa criança mimada mas, por outro lado, sabe-se que nenhum tipo de cuidado infantil acompanhado de carinho materno poderá resultar em insegurança.


EXTRAIT D'UN TEXTE PARU DANS LE SITE http://www.maieuthesie.com/
(La mère et l'enfant)


La déprime de l’enfant
Si la dépression de la mère est connue (bien que souvent mal prise en charge, psychologiquement), la déprime de l’enfant n’effleure généralement même pas les consciences. L’enfant, lors de ce passage du monde de continuité vers le monde de discontinuité se retrouve séparé, seul, en attente de la suite… Ce passage est un changement d’univers radical et sans retour.

Venant de quitter le nid physiologique, il lui faudra apprendre à vivre de cette façon nouvelle. Pour y parvenir, il a encore besoin du nid psychologique de sa mère.

J’ai déjà entendu dans une maternité une puéricultrice dire à une mère "ne le prenez pas autant, vous allez lui donner de mauvaises habitudes!"

Craindre qu’à cet âge un enfant prenne de mauvaises habitudes est aussi ridicule que si on avait cru que le ventre de la mère est une mauvaise habitude entre 0 et 9 mois. Il y a un temps pour chaque étape de la vie. Celle-ci requiert la présence de la mère qu’il est maladroit de réglementer… car elle est la mieux placée pour en ressentir l’équilibre adapté à son enfant.






O MEU COMENTÁRIO

Posto isto, uma criança separada da mãe irá apresentar uma série de sintomas, muitos dos quais até referidos na tão proclamada Síndrome de Alienação Parental (SAP).

Não há nada pior do que uma criança sentir-se abandonada por um pai, ESPECIALMENTE QUANDO SE TRATA DA MÃE.

Uma criança muito pequena que seja separada da mãe, sujeita a um tipo de guarda que estipula que o pai tem direito a um igual número de horas ou de dias, sofre daquilo que eu chamaria de SÍNDROME DE ABANDONO.

Ainda que o pai esteja ali, a criança sente-se abandonada pela mãe.
Ora nestas idades a criança, à semelhança do que acontece com os animais, precisa ESSENCIALMENTE DA MÃE.

Ainda há bocadinho eu li um comentário de um pai, perguntando se por acaso ele era menos do que a mãe. Pode parecer estranha a minha resposta, mas não se trata de ele ser menos, mas do facto de que, PARA UMA CRIANÇA (tal como para qualquer cria) A MÃE É MAIS.

Tomemos por exemplo os cangurus. Por nascerem ainda muito imaturas, as crias deverão passar algum tempo na bolsa da mãe. Os machos não a possuem. Não é a eles que compete prolongar a gravidez, mas às fêmeas. O mesmo se passa com os restantes mamíferos, incluindo a espécie humana.

Estas "vinganças" dos pais contra a mães, muito mais do que atingir aquela que gerou e deu à luz os seus filhos, atingem principalmente as crianças. O mal que fazeis à mãe do(s) vosso(s) filho(s), fazei-lo mais a ele (s), não vos esqueçais disso.

"A coisa mais importante que um pai pode fazer por seus filhos é amar a mãe deles."

( Theodore Hesburgh )

O mesmo, claro, para uma mãe.

Sempre digo que o pai deve estar presente no discurso da mãe, e que esta deve facilitar o encontro de um pai com os seus filhos.

Mas facilitar não significa separar, como também não significa obrigar uma mãe a não se distanciar muito do pai. O equilíbrio psicológico de uma mãe é fundamental para a criança.

Daí eu dizer que o mal que fazemos a uma mãe, fazemo-lo aos filhos.
Daí a importância desta citação de Theodore Hesburgh.

Eu nem quero perder demasiado tempo com essa síndrome vinda da boca de quem nunca pôs os interesses da criança à frente dos seus (Richard Gardner, como sabeis, defendia a pedofilia).

Prefiro centrar-me nesta outra síndrome, bem mais evidente, que é a do abandono. Não há pior para uma criança do que se sentir abandonada por um pai, PRINCIPALMENTE PELA MÃE.

Sabeis que a pior forma de abandono é aquela em que, tendo ambos os pais presentes, a criança não os sente presentes?

Quer isto dizer que os pais podem lhe dar o conforto e os cuidados de que necessita, mas não lhe dão a devida atenção. Um pai (que seja pai ou mãe) faz por entender as verdadeiras necessidades do(s) seu(s) filho(s) e age em conformidade, nunca contra.

Temos que viver ao ritmo dos nossos filhos, nunca obrigá-los a viver ao nosso ritmo. Sob risco de estarmos a criar futuros homens e mulheres incapazes de se darem, mais voltados para eles próprios.

Em nome dos nossos filhos, não perpectueis o mal.
Por uma vez, pensemos realmente neles.




Crianças
Imagens e recados para Orkut no Glimboo!

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

ESPERA ATÉ EU CONTAR AO TEU PAI!

Pus-me eu a pensar nesta frase que muitas mães diziam aos filhos, por forma a incutir-lhes algum medo e fazê-los comportar-se melhor.

Não vou dizer que o pai não incute respeito, com a sua figura mais forte e a sua voz grave. Mas, nos tempos de hoje, esta frase já não anda na boca das mães como outrora.

Isto porque noutros tempos o pai representava a autoridade, logo a mãe socorria-se dele, até porque tinha a obrigação de o pôr a par das coisas mais importantes, embora muitas, para proteger os filhos, não o fizessem.

Isto noutros tempos.

Hoje é bem provável (e quem diz que também não era assim noutros tempos?) que os filhos temam mais a mãe do que o pai. Sei de casos em que é assim.

Não me admirava nada que, nos tempos de hoje, haja uns quantos pais que digam "Espera até eu contar à tua mãe!"

Estranho?
Nem por isso.

Na natureza a fêmea é quem cuida das crias, não é assim?
É dela que vem, pois, toda a autoridade.

Que me digam as mães que cuidam sozinhas dos filhos, quem é a voz da autoridade lá em casa. E mesmo outras, cuja voz funciona melhor do que a voz do próprio pai.

Espera, e verás.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

E SE FOSSE O MACHO A PARIR?

Vamos supôr que assim era.
Que tudo o que pertence à fêmea cumprir, pertenceria ao macho.

Suponhamos, pois, que o homem, há semelhança do que se passaria na maioria das espécies, carregaria no ventre a sua cria por nove meses, estabelecendo-se, desde então, um vínculo que os uniria por toda a vida.

Suponhamos que a cria, depois de nascer, ficaria dependente do ser que a transportou (no nosso exemplo, o homem), necessitando do seu alimento e, acima de tudo, dos seus cuidados e do seu afecto.

Suponhamos que uma cria assim tão pequena não possa passar muito tempo distante desta figura, entrando logo em stress (tal como se verifica, aliás, na Natureza).

Suponhamos que assim era.

Mas a mulher, sentindo-se discriminada, impunha-se.
Não é ela também progenitora?
Não é a cria 50% mãe?

Que culpa tem ela de ter nascido mulher, e de a natureza ter escolhido o homem para cumprir essa função?
Quem diz que as crias precisam mais do pai do que da mãe?

O que dirieis vós, senhores, sabendo que neste exemplo que vos dou a natureza mostraria que, apesar das fêmeas também serem progenitoras, nunca uma cria havia sido deliberadamente separada do macho, sob risco de lhe causar enormes traumas?

Suponho que o vosso discurso seria outro.
E se me garantis que não, estou certa que mentis.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

A REBELIÃO DOS TIGRES!

O que se passa na selva?
Aparentemente, uma rebelião dos tigres machos.



Assim fala um:

-Porque é que as fêmeas hão-de ter primazia sobre as crias, só pelo facto de serem elas a carregarem-nas no ventre e de as amamentarem?

Nós, machos, também sabemos cuidar das nossas crias tão bem como as mães, talvez até melhor!

Além disso,fomos nós que irrigámos o ventre delas, e as nossas crias, quando nascem, já não precisam mais daquela casca. Não tem que ser a fêmea a prestar-lhes, em exclusivo, todos os cuidados.

Elas dizem que o fazem porque lhes foi dado pela natureza.
Falam de instinto materno. Então, e o instinto paterno?

Elas falam do amor. Qual amor?
O amor materno não existe! Está provado.

Só por sermos machos, nós somos discriminados.
As crias ficam sempre com a mãe.

Não aceitamos mais esta derrota!
Guarda compartilhada, já!

E que as fêmeas sejam punidas ou internadas, pois são umas doentes e desiquilibradas. Só olham para o seu umbigo.
Fazem-se donas das nossas crias.

Elas que tenham cuidado, muito cuidado!
Elas agora já não fazem aquilo que querem e bem lhes apetece!
Ai não fazem não!

Já há uma lei que pune as mães que não forem bem comportadinhas,
e já se nota uma diferença no discurso e nas atitudes de algumas delas.


Por acaso somos alguns criminosos?
Porque não havemos de estar com as nossas crias tanto tempo quanto elas?

As crias são 50% nossas!
Não queremos menos do que 50%!


NOTA: Alguns dos termos aplicados foram emprestados do discurso de alguns seres humanos. Descubra quais.

Não percas o próximo post:
O DECRETO DO REI LEÃO!

[link=http://www.gifspiquis.com]
[/link]

[b]Mais recados? http://www.gifspiquis.com[/b]

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

MAIS CUIDADOS MATERNAIS, POR UM FUTURO MELHOR!

Petição Mais cuidados maternais, por um Futuro melhor!

Para:Assembleia da República

Hoje em dia não é raro ver crinças e jovens a deambular pelas ruas, muitos deles perdidos nas malhas da droga e da prostituição. São crianças e jovens vítimas de "abandono" por parte de quem tem por missão orientá-los:os pais.

Esse "abandono" começa nos seus primeiros meses de vida, quando a mãe se vê obrigada a voltar ao trabalho.

Quantas destas mães não guardariam os seus filhos, se tal lhes fosse permitido?
Ninguém, nem mesmo uma avó, pode substituir os cuidados maternos. É fundamental qua mãe e filho possam fortalecer um vínculo que se iniciou durante a gravidez, pois que tal só traz benefícios quer para a criança quer para a mãe. É nos primeiros anos de vida que se estrutura a personalidade. Uma criança que receba, nesses primeiros anos, os cuidados maternos revelará, estamos certos disso, uma estrutura mental mais forte e saudável.

Fala-se tanto em aumentar a natalidade em Portugal (o país envelhece, pouco a pouco), quando é fundamental olhar para as crianças que já nasceram, essas que, assim que vêm ao mundo, são logo "separadas" da mãe, não lhes sendo permitido um primeiro contacto! Separados logo à nascença!!! Até quando se permitirá que o Homem aniquile esse primeiro momento?

Ainda no hospital, a mãe vive antecipadamente a angústia de saber que, muito em breve, terá de "abandonar" o seu filho aos cuidados de outros. Essa angústia compromete seriamente o vínculo mãe-filho.

À mulher deve ser dada a liberdade de escolha. Nenhuma mulher deve ser obrigada a "abandonar" os seus filhos. Nenhuma mulher deve ser discriminada nem inferiorizada por escolher permanecer em casa, a fim de acompanhar os primeiros anos de vida dos seus filhos. O Estado Português deve investir no lar, permitindo que as mães cuidem dos seus filhos.O Estado Português deve apoiar -mononetariamente, e não só- todas as mulheres que, acima de tudo, queiram cuidar dos seus filhos. O Estado Português não pode esquecer que estes são os Filhos da Nação. Que são o nosso Futuro.

Cada recém-nascido é o futuro do nosso país. E nós queremos um Futuro melhor. Para tal, há que reescrever o presente.


Os signatários

Está em http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N1300

sábado, 23 de janeiro de 2010

TIRA-TEIMAS;)

Já me perguntaram afinal o que eu queria, e houve quem dissesse que fosse com mais calma...
O assunto de que vos tenho falado pode parecer enfadonho. Contudo, há que ter em conta que é um assunto na ordem do dia.
Trata-se de saber se, em caso de separação, se deve ou não optar pela guarda conjunta.
Muitos defendem que, face às exigências dos nossos dias -em que pai e mãe trabalham- e à maior cooperação por parte dos homens nas lides domésticas e no cuidado com os filhos, é, sem dúvida alguma, a melhor solução. A que melhor benificia a criança.
Estes pais dão como exemplo o caso de espécies em que há um revezamento dos cuidados com as crias, e outras em que é o macho quem se ocupa da prole.
Convém observar que nestes últimos casos (o macho cuida da prole), as coisas são assim em razão de perpetuação das espécies ou da sua sobrevivência. A fêmea fica livre para copular de novo. Não significa, pois, incapacidade ou desinteresse por parte desta.
Nos casos em que ambos os progenitores partilham os cuidados da prole, há que ter em conta que são casais que, ao contrário do Homem, se mantêm unidos "até que a morte os separe".
Eu já vi, nas argumentações destes pais, uma imagem de aves -progenitor e progenitora- a cuidar das crias. Acabo de saber que não o fazem por serem "bons pais", mas por uma questão de sobrevivência e perpetuação da espécie. Dois a cuidar garantem mais crias vivas. Tão somente isto.
Entre os primatas, só os saguis revezam as tarefas: isto porque a fêmea tem, habitualmente, gémeos fraternos. Observa-se, pois, que, à excepção desta espécie, é regra geral entre os primatas as crias permanecerem com a progenitora.
O Homem pode, de alguma forma, aproximar-se dos saguis e de outras espécies. Mas há um factor a ter em conta: ao contrário das outras espécies monogâmicas, nós separamo-nos com a maior facilidade, muitas vezes por "dá lá aquela palha"!
Parecendo trazer enormes benefícios -amplamente divulgados por associações e movimentos de pais separados-, a guarda conjunta traz alguma reserva a muitos especialistas (advogados, juristas, juízes, psicólogos, médicos...) e a muitos progenitores. Sobretudo quando esta é imposta.Há mesmo quem discorde de todo.
Fica assim a discussão em aberto, para quem esteja interessado(a) em dar a sua opinião.

(Não irei continuar a divulgar as minhas duas petições, pelo que quem as quiser ver terá de ir ao meu Diário, no meu Perfil)

A todos um maravilhoso fim de semana:))))))

quinta-feira, 2 de julho de 2009

VERÃO SEGURO, VERÃO FELIZ (PARTES 3,4 E 5)

Tópico: Férias de Verão / Curso de Verão
Encontram-se abertas as inscrições para as FÉRIAS DE VERÂO (Julho e Agosto). Temos uma grande variedade de actividades!

Curso de Verão - HIP HOP
Duração: 1 mês (Julho ou Agosto)
Horário: 19h às 20h - Segundas, Quartas e Sextas.

Utilizar a Sua energia, divertindo-se e exprimindo as suas emoções....

www.girafa-laranja.com
girafalaranja@gmail.com





VERÃO SEGURO, VERÃO FELIZ!

(PARTE 3)

NO PARQUE INFANTIL:


-ENSINE-OS A RESPEITAR AS FILAS E OS OUTROS MENINOS, A TEREM CUIDADO COM OS MAIS PEQUENOS E A NUNCA EMPURRAR.
-ENSINE-OS A PASSAR PELA FRENTE DOS BALOIÇOS, MAS A UMA DISTÂNCIA SEGURA. NUNCA DEVEM IR POR TRÁS DO BALOIÇO PARA TENTAR PARAR O MENINO QUE LÁ ESTIVER.
-NUNCA É DEMAIS LEMBRAR-LHES QUE NÃO DEVEM FALAR COM ESTRANHOS, NEM IR COM NINGUÉM DESCONHECIDO. OS PAIS DEVEM ESTAR SEMPRE ATENTOS, E IR TER COM ELES DE VEZ EM QUANDO, ESPECIALMENTE NOS DIAS EM QUE O PARQUE ESTÁ MUITO CHEIO.

in A REVISTA, CASA & FAMÍLIA (JUN/JUL/AGO 2009)








VERÃO SEGURO, VERÃO FELIZ!

(PARTE 4)

NO CARRO:

-USEM SEMPRE OS CINTOS DE SEGURANÇA, TANTO OS ADULTOS COMO AS CRIANÇAS, QUER VIAGEM À FRENTE OU ATRÁS.
-LEVE AS CRIANÇAS ATÉ AOS 4 ANOS COM A CADEIRINHA VIRADA PARA TRÁS. ESTA MEDIDA PODE SALVAR 9 EM CADA 10 CRIANÇAS EM CASO DE ACIDENTE, PORQUE PROTEGE MELHOR O SEU PESCOÇO, AINDA FRÁGIL. PROCURE UMA CADEIRINHA QUE PERMITA ESTA POSIÇÃO.
-RESPEITE OS LIMITES DE VELOCIDADE EM QUAIQUER CIRCUNSTÂNCIAS. DE ACORDO COM A APSI, "A 80KM/H, AS HIPÓTESES DE SOBREVIVÊNCIA SÃO QUASE NULAS!!!(OMS, 2004)".
-NÃO FALE AO TELEMÓVEL E EVITE FUMAR, MESMO QUE VIAGE SÓZINHA. UMA PEQUENA DISTRACÇÃO É SUFICIENTE PARA PROVOCAR UM ACIDENTE MORTAL.

in A REVISTA, CASA & FAMÍLIA (JUN/JUL/AGO 2009)







VERÃO SEGURO, VERÃO FELIZ!

(PARTE 5)


EM CASA:

-EM CASA TENHA MIL OLHOS E MIL OUVIDOS. DESCONFIE SEMPRE DOS SILÊNCIOS DEMORADOS.
-PERCA TEMPO A ENSINAR ÀS CRIANÇAS TUDO O QUE PODEM E NÃO PODEM FAZER, SENDO MUITO RIGOROSO COM O "NÃO". DE ACORDO COM A APSI "MAIS DE 75% DOS ACIDENTES COM CRIANÇAS DOS 0 AOS 4 ANOS ACONTECEM EM CASA".
-EXPLIQUE-LHES O RISCO DE TOMAR REMÉDIOS OU DE MEXER EM PRODUTOS PERIGOSOS (ENTRE OS QUAIS SE ENCONTRAM COLÓNIAS, AFTER-SHAVES E TODOS OS QUE POSSAM CONTER ÁLCOOL) E NÃO OS DEIXE BRINCAR COM AS EMBALAGENS VAZIAS, FRASCOS OU TUBOS DE POMADA.
-NÃO OS DEIXE SUBIR AOS MÓVEIS OU TREPAR. SE TAL ACONTECER, REPREENDA-OS FIRMEMENTE OU ASSUSTE-OS SIMULANDO UMA QUEDA, PARA PERCEBEREM AS POSSÍVEIS CONSEQUÊNCIAS.
-MANTENHA OS PRODUTOS DE LIMPEZA AFASTADOS DAS COMIDAS E BEBIDAS. A MAIOR PARTE DOS ACIDENTES EM CASA TÊM LUGAR NA COZINHA.

in A REVISTA, CASA & FAMÍLIA (JUN/JUL/AGO 2009)
Responder | Eliminar Enviado por Sara 1 corisca mal amanhada

quinta-feira, 25 de junho de 2009

VERÃO SEGURO, VERÃO FELIZ (PARTE 1)

NA PRAIA:

-VÁ PARA PRAIAS VIGIADAS.
-NÃO PERCA AS CRIANÇAS DE VISTA NEM POR UM SEGUNDO.
-AS BRAÇADEIRAS SÓ SÃO EFICAZES EM ÁGUAS PARADAS E POUCO PROFUNDAS, NAS CRIANÇAS QUE SABEM NADAR. COLOQUE-AS SEMPRE BEM AJUSTADAS.
-SE FOR ANDAR DE BARCO OU DE CANOA, NUNCA DISPENSE O COLETE DE SALVAÇÃO, NEM PARA OS MIÚDOS NEM PARA SI.
-SE TEM VÁRIAS CRIANÇAS, ENSINE-AS A EVITAR OS RISCOS E A ESTAREM ATENTAS UMAS ÀS OUTRAS.
-REPREENDA-AS QUANDO INCORREREM EM COMPORTAMENTOS PERIGOSOS.
-DISPENSE OS COLCHÕES E OS BARCOS INSUFLÁVEIS. VIRAM-SE COM FACILIDADE E RAPIDAMENTE SÃO ARRASTADOS PELO VENTO OU LEVADOS PELA CORRENTE.
-ENSINE-OS A NUNCA MERGULHAREM DE CABEÇA SE NÃO CONHECEREM BEM O FUNDO, MESMO QUE SEJAM ÁGUAS PROFUNDAS.
-NÃO BEBA ÁLCOOL, POIS PODE DIMINUIR A SUA ATENÇÃO E A CAPACIDADE DE NADAR OU DE AGIR RÁPIDA E ACERTADAMENTE EM CASO DE URGÊNCIA.


NA PISCINA:

-NÃO TIRE OS OLHOS DA CRIANÇA. NÃO ESPERE OUVIR BARULHO SE ELA CAIR NA ÁGUA.
-TENHA ATENÇÃO AO PISO ESCORREGADIO E ÀS PASSADEIRAS LAVA-PÉS. UMA ESCORREGADELA PODE SER FATAL OU CAUSAR TRANSTORNOS GRAVES. NÃO OS DEIXE CORRER À VOLTA DAS PISCINAS.
-AO CHEGAR AO LOCAL DE FÉRIAS, ANTES DE TUDO O MAIS, INSPECCIONE AS PORTAS, OS ACESSOS À PISCINA, LAGOS, TANQUES, FONTES, ETC...
-ENSINE-OS A BOIAR OU A NADAR O MAIS DEPRESSA POSSÍVEL.
-EVITE AS BÓIAS QUE APENAS SE PRENDEM NA CINTURA (SE MERGULHAREM, NÃO SE CONSEGUEM VIRAR).
-EVITE BEBER ÁLCCOL, E NÃO ADORMEÇA.
-APRENDA OS PRINCÍPIOS BÁSICOS DE RESPIRAÇÃO BOCA-A-BOCA E REANIMAÇÃO. UMA REACÇÃO EFICAZ NOS PRIMEIROS 10 MINUTOS PODE SER A DIFERENÇA ENTRE A VIDA E A MORTE E EVITAR SEQUELAS IRREVERSÍVEIS.

in A REVISTA, CASA & FAMÍLIA (JUN/JUL/AGO 2009)

RECUSO-ME A SER BARRIGA DE ALUGUER!!!!!!!!!!!!!


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