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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

ESPERA ATÉ EU CONTAR AO TEU PAI!

Pus-me eu a pensar nesta frase que muitas mães diziam aos filhos, por forma a incutir-lhes algum medo e fazê-los comportar-se melhor.

Não vou dizer que o pai não incute respeito, com a sua figura mais forte e a sua voz grave. Mas, nos tempos de hoje, esta frase já não anda na boca das mães como outrora.

Isto porque noutros tempos o pai representava a autoridade, logo a mãe socorria-se dele, até porque tinha a obrigação de o pôr a par das coisas mais importantes, embora muitas, para proteger os filhos, não o fizessem.

Isto noutros tempos.

Hoje é bem provável (e quem diz que também não era assim noutros tempos?) que os filhos temam mais a mãe do que o pai. Sei de casos em que é assim.

Não me admirava nada que, nos tempos de hoje, haja uns quantos pais que digam "Espera até eu contar à tua mãe!"

Estranho?
Nem por isso.

Na natureza a fêmea é quem cuida das crias, não é assim?
É dela que vem, pois, toda a autoridade.

Que me digam as mães que cuidam sozinhas dos filhos, quem é a voz da autoridade lá em casa. E mesmo outras, cuja voz funciona melhor do que a voz do próprio pai.

Espera, e verás.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

E SE FOSSE O MACHO A PARIR?

Vamos supôr que assim era.
Que tudo o que pertence à fêmea cumprir, pertenceria ao macho.

Suponhamos, pois, que o homem, há semelhança do que se passaria na maioria das espécies, carregaria no ventre a sua cria por nove meses, estabelecendo-se, desde então, um vínculo que os uniria por toda a vida.

Suponhamos que a cria, depois de nascer, ficaria dependente do ser que a transportou (no nosso exemplo, o homem), necessitando do seu alimento e, acima de tudo, dos seus cuidados e do seu afecto.

Suponhamos que uma cria assim tão pequena não possa passar muito tempo distante desta figura, entrando logo em stress (tal como se verifica, aliás, na Natureza).

Suponhamos que assim era.

Mas a mulher, sentindo-se discriminada, impunha-se.
Não é ela também progenitora?
Não é a cria 50% mãe?

Que culpa tem ela de ter nascido mulher, e de a natureza ter escolhido o homem para cumprir essa função?
Quem diz que as crias precisam mais do pai do que da mãe?

O que dirieis vós, senhores, sabendo que neste exemplo que vos dou a natureza mostraria que, apesar das fêmeas também serem progenitoras, nunca uma cria havia sido deliberadamente separada do macho, sob risco de lhe causar enormes traumas?

Suponho que o vosso discurso seria outro.
E se me garantis que não, estou certa que mentis.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

O DECRETO DO REI LEÃO!

Eu, rei de todos os animais e de todas as bestas (Homem incluído), ordeno que, a partir de hoje, se institua a Guarda Compartilhada como regra.

É sabido que a maior parte das nossas fêmeas fazem o grosso do trabalho, sendo elas a providenciar a caça e a ensinar as nossas crias a fazê-lo.

Quando estas são ainda demasiado pequenas, somos nós a fazer de babysiting (tal como se passa com a espécie humana) e, não estando o pai, a cria é deixada com outros elementos do bando ou da manada (tal como as crias dos humanos, que são deixadas em creches, a cargo de amas, ou mesmo, dos avós).

É tempo da mudança.

Doravante eu determino que as crias tenham dois ninhos ou duas tocas, consoante o caso. Enfim, dois lares.

Porque entendo que as crias precisam de ambos os progenitores, e não está escrito na Natureza que é a fêmea quem as deve guardar e educar.

Embora sendo eu um animal muito fiel, estou consciente dos casos em que as crias nem chegam a conhecer o seu progenitor, e está claro que essas crias correm um sério risco de não se desenvolverem de forma apropriada, guardando traumas que podem invalidar a sua vida futura.

É de todo o interesse, pois, que se faça essa mudança.
Sigamos o exemplo do Homem, bestial nas suas ideias e invenções.

Nós também podemos subverter a nossa natureza.
Melhor, podemos acabar com ela.

Assim vos fala o vosso rei.
Quem de vós ousar desobedecer, será punido.


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sábado, 20 de novembro de 2010

NO PRINCÍPIO ERA A MÃE. O PAI VEIO DEPOIS.

A cantora inglesa Lily Allen perdeu o seu bébé aos seis meses de gravidez. Esta é já a segunda vez que tal lhe acontece, embora na primeira tenha sido no ínicio da gestação.

Eu pergunto: quem é que está a sofrer mais esta perda, ela ou o companheiro?

Sem sombra de dúvidas que é ela.

Não estou a dizer que ele também não sofre, mas certamente que não na mesma intensidade que ela. Daqui a uns tempos, ele já terá esquecido. Ela não.

Pode até ser que ele estivesse a acompanhar de muito perto a gravidez da companheira, e quisesse mesmo estar presente na altura do parto, à semelhança do que fazem hoje muitos homens, mas nós sabemos que as alegrias e as tristezas (como neste caso) são vivenciadas com mais força por elas do que por eles. Não é difícil perceber porquê.


recados para orkut

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O que eu não percebo é porque é que depois do nascimento, se ignora este facto, como se esse tempo -o da gravidez, do parto e os primeiros meses, havendo ou não amamentação- jamais tivesse existido! Se é certo que, à medida que o tempo passa, esse tempo vai ficando para trás, não é certo que ele tenha sido esquecido. Talvez por eles, pois que pouco ou nada lhes diz. Mas não por elas, que o viveram de facto.

Ainda que o cordão umbilical seja cortado no momento do parto, ele permanece para toda a vida. Significa que aquela mãe continua ligada àquele filho, e vice-versa. Fala-se de um cordão invísível, o que jamais será cortado.

Quando uma das minhas filhas faz anos, inevitavelmente eu penso no dia em que eu as pus no mundo. Que o pai esteja ou não, não faz diferença. A mãe, essa, não pode certamente faltar. Ela está sempre presente.Por isso, em cada aniversário, eu festejo também esse momento. Uma mãe nunca esquece.

É costume dizer-se que uma mãe sofre mais porque a sociedade a penaliza, considerando-a desmerecedora. É verdade que assim é, mas não sem razão.
É que a sociedade, ao contrário do pai, não esquece de que foi a mãe quem carregou os filhos, os pôs no mundo e os amamentou. Tal como qualquer outra fêmea da classe dos mamíferos. E, à semelhança do papel que estas têm para com as suas crias, espera que uma mãe se comporte da mesma forma. Se o papel biológico é o mesmo, porque há-de a mãe humana comportar-se de forma diferente para com as suas crias? A sociedade pode até trazer novos valores culturais, mas não esquece os naturais. Não há assim tantas diferenças entre nós e as outras fêmeas, como se pretende. Já Rousseau dizia que a sociedade é que nos corrompe, e não podia estar mais certo, pois, em busca da nossa identidade, nos afastamos mais e mais do que na verdade nós somos.

Das duas uma: ou a sociedade teria de ser cega, para não ver o evidente, ou tudo teria de mudar, coisa que se torna impossível, enquanto o homem for homem e a mulher for mulher. O que é é, e o que não é não é. Não há meio termo.

Se alguém quiser lançar culpas, que culpe então a Natureza. Por alguma razão ela assim determinou, dando a cada o seu papel. Se ela determinasse conforme a nossa vontade -ou melhor, os nossos caprichos- não estaríamos certamente aqui.

Portanto, enquanto a nossa natureza for aquilo que ela é, não me parece que um pai possa alguma vez sentir uma perda ou uma separação da mesma forma que sente uma mãe.

Não me passa pela cabeça dizer que um pai que sofre realmente se está a fazer de vítima.

Também não lembra a ninguém, tenho a certeza disso, de dizer a Lily Allen que não se faça de vítima, neste momento em que a sua dor ultrapassa (ou alguém ainda duvida disso?) a dor do companheiro. Alguém ousaria?!

Não percebo, então, porque ridicularizam as mães que sofrem, dizendo que se fazem de vítimas. Não entendo porque insistem em dizer que a dor do pai equipara-se à dor da mãe. É que não há comparação, meus senhores.

Um pai, o que o é verdadeiramente, sente dor, sim. Ninguém o nega.
Mas uma mãe, a que o é verdadeiramente, sente-a a dobrar.

Um pai, o verdadeiro pai, baba-se com as proezas do filho, mas não há quem se babe mais do que uma mãe! Quem me desmente?

E porquê?


Pela simples razão de que é a mãe que faz o pai, e não o contrário.
Eis a Verdade.

domingo, 17 de outubro de 2010

O PAI TAMBÉM ESTÁ GRÁVIDO!

Esta trouxe eu do site ABC do Bébé:

O Pai também está grávido


A defender que sim, acabou de chegar às bancas uma nova revista sobre a gravidez que fala também ao Pai e que oferece um curso prático de cuidados, primeiros socorros e segurança infantil.
Chegou ao mercado uma nova revista dedicada ao casal grávido, que tem como ofertas de capa um livro de registo e um curso prático. Com edição semestral, A Nossa Gravidez é um guia que acompanha os nove meses de gravidez e o nascimento do bebé. Ou seja, os pais só precisam de comprar uma edição.

(...)

Integrada numa lógica de responsabilidade social A Nossa Gravidez compromete-se, em cada edição, apoiar uma instituição que actue junto da grávida, da infância e da família. Na edição de lançamento, 20 cêntimos do preço de capa irá reverter a favor da Ajuda de Berço.

(...)


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O MEU COMENTÁRIO:

O pai também está grávido!

A sério?! Eu nem sabia que ele mestruava...

E de quantas semanas de gravidez (perdão, de amenorreia) está o pai? Espero que a VOSSA gravidez decorra na maior tranquilidade (enfim, sem enjôos, azias, dor de costas, hemorróides, e outras coisas mais que nem vos passa pela cabeça) e que tenham uma hora muito muito pequenina. Com sorte, nem vai ser preciso fazer-VOS o corte e costura... Isto, para não falar de coisa pior, porque sim, ainda hoje acontece -felizmente muito menos vezes- morrer no parto.E depois, há as complicações pós-parto, a depressão pós-parto, e outras coisas associadas ao VOSSO parto.

Pelo amor de Deus, deixem-se destas baboseiras! O filho é de ambos, mas só a mulher é que está grávida, é ela que o espera e é ela que o irá pôr no mundo!
PONTO FINAL!

Esta gente anda maluca, ou o quê?!!!

Nessa linha de pensamentos, eu até poderia perguntar "então, e o pai tem ideias de amamentar o bébé? Até que idade?" Evidentemente, são perguntas idiotas, mas não menos do que as afirmações que hoje se fazem de forma gratuita! Bem sei que muitos papás até gostariam de poder carregar o filho no ventre, e amamentá-lo, mas a natureza não distribuiu assim os papéis. Cada um tem de aceitar o seu papel, e exercê-lo da melhor forma que lhe for possível.

Se querem para eles o estado de graça, porque não também o outro estado, aquele estado sem graça nenhuma por que nós, mulheres, passamos todos os meses, e que põe umas quantas de cama? Estamos a falar do forro que irá proteger o VOSSO bébé, aquilo que vos protegeu também a vós. Sem isso, dificilmente estarieis aqui!Esse forro tem-no a mulher, não o homem.

Se a gravidez é de ambos, significa então que o ninho (o útero) também é, e portanto tudo o que sai do ninho, tudo o que se passa no ninho ou entra no ninho concerne aos dois, e não apenas a mulher. Seria bom de ver, um livro que se intitulasse "O nosso ciclo mestrual", que viria auxiliar o casal nestes dias da NOSSA NÃO-GRAVIDEZ, que são bem penosos... e que só a mulher é que passa, claro! Tal como acontece com a gravidez, aliás.

Imaginais um homem a dizer, alto e bom som, "Não estou grávido! Estou com o período"? Pois, é melhor passar esta parte.Eles nem querem ouvir falar, e a nós é que mói.

Pela lógica, o homem não mestrua, logo não pode ficar grávido.Nem física nem psicologicamente.O estado de grávida implica a falta de período (evidentemente, porque é esse forro que irá proteger o bébé).O estado de não-grávida implica que a mulher menstrue (faça uma limpeza ao ninho, como eu costumo dizer, para numa próxima vez gerar o filho de ambos).

Há que pôr os pontos nos is:
SÓ ELA É QUE ESTÁ OU NÃO ESTÁ GRÁVIDA!

Eu posso dizer "o nosso filho", mas não direi "a nossa gravidez" ou "o nosso parto". A gravidez é minha. O parto é meu.Como o é o período e a menopausa (fase em que deixa de haver A NOSSA GRAVIDEZ).Incomoda-me esta invasão de um domínio que é meu, uma invasão à minha privacidade. Porque se trata do meu corpo, e ele não é do domínio público. Mesmo o pai tem de respeitar isso.

Não inventem uma realidade que não existe. Não vos leva a lado nenhum.Nada do que digais ou façais fará com que haja uma ligação pai-bébé tão intensa quanto a ligação mãe-bébé. Em tempo nenhum isso acontecerá. Metei isso na cabeça.

É tudo muito muito bonito. Romântico até. Mas já alguém se perguntou o porquê? Não será, pensai bem, uma forma muito subtil de o homem fazer valer a sua sobremacia sobre a criança e a própria mulher? A psicologia conhece bem este sentimento de posse masculino.A psicologia, e umas quantas mulheres, que já o sentiram bem na pele.Esta pode bem ser outra forma. Pelo menos torna mais fácil a juízes arrancar filhos dos braços das mães, já que a gravidez não a faz única -como se uma mulher passasse nove meses indiferente ao ser que carrega no ventre, sem estabelecer uma relação estreita, mais forte do que aquilo que julgais, com esse ser-, pois que passa a ser a gravidez de ambos.

Ora pensai bem: porque razão quererá um homem a toda a força impingir à ex-companheira que permaneça perto de onde vive, senão para a controlar e controlar a vida dos filhos?

E porque razão eles, os senhores papás, hão-de arrancar-lhes os filhos dos braços,mesmo que estes estejam aos berros, porque é a sua hora de visita? E depois dizem que os filhos reagem assim porque a mãe os anda a alienar...

Estou a ser demasiado dura? Paciência.
As verdades são para se dizer. De frente.

Antigamente, os pais acompanhavam como podiam a gravidez da mulher, e, mesmo não podendo assistir ao parto (aliás, qual é a fêmea na natureza que dá à luz assim em público, com machos a assistir, hein?), eram melhores pais do que hoje o são! Pais que nunca mudaram uma fralda nem deram biberão ou puxaram o carrinho, mas que foram autênticos pais. Isso mesmo que vós ouvistes: eram muito mais pais do que vós alguma vez o sereis!!!

Para se ser pai, não é preciso pôr-se no papel da mãe. Basta ser pai.

Se o pai também engravidasse, não seria Pai. Seria Mãe.

Honra a todos aqueles que respeitam o lugar da mãe, e são autênticos pais!
Honra a todas as mães que não esquecem que o seu filho tem um pai, e a todos os pais que são incapazes de arrancar um filho seu dos braços da mãe, só porque se acham no direito.
Honra a todos os pais e mães que amam VERDADEIRAMENTE os seus filhos, e ajem VERDADEIRAMENTE no seu interesse.



Gravidez
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(Parece-vos, a vós, a barriga do pai?)

Há, por aí, uns quantos homens com barriga de grávida. Mas não trazem bébé nenhum na barriga. À excepção do homem grávido, que, afinal, era uma mulher que havia decidido mudar de sexo, mas que preservara o seu aparelho reprodutor, nunca nenhum homem engravidou. Só em filmes.

Agora que falo nisso, ele (que era ela) é pai ou mãe da criança? Ou talvez ambos, se virmos bem...

Uma aberração!

Há tempos (isto aquando da passagem do milénio) sonhei que o mundo seria aniquilado pela loucura. Vi todos à minha volta a rirem-se como loucos.
A prova está aí.

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Para vias de dúvidas, aqui fica:




Entende-se por gravidez o período de crescimento e desenvolvimento de um ou mais embriões dentro do organismo feminino que normalmente tem duração de 39 semanas contadas após o último ciclo menstrual. Para que a gravidez ocorra é necessário que o óvulo seja fecundado por um espermatozóide e que estes sejam identificados pelo organismo materno. A gestação é avaliada por um profissional especializado na área, o ginecologista/obstetra. Este profissional para facilitar a avaliação e acompanhamento divide o período gestacional em três trimestres.

O primeiro trimestre é instável, pois o corpo lúteo (estrutura endócrina responsável pela produção da progesterona) mantém a gestação até a segunda semana impedindo a menstruação e se este não se desenvolver normalmente pode ocorrer aborto espontâneo. Neste período, a gestante precisa ingerir alimentos saudáveis e naturais além de polivitamínicos prescritos pelo médico. As atividades físicas devem ser limitadas à caminhadas e natação e a atividade sexual sem exageros (recomenda-se o tipo “papai e mamãe”). Nesse período a gestante também pode sentir algumas sensações desconfortáveis como náuseas, vômitos, enjôos, mal-estar, irritação, sonolência, cólicas e outros.

O segundo trimestre é um período mais estável que o anterior, o organismo já se altera visivelmente, as mamas já se preparam para a produção de leite, a barriga começa a aparecer. A gestante nesse período pode ter acne pelo aumento da oleosidade na pele, varizes quando o sangue se acumula nas pernas, câimbras por causa da pressão provocada pelo útero, mictúria provocada pela pressão da bexiga e outras. Nesse período pode haver riscos de descolamento da placenta e placenta prévia que são detectados através do sangramento que se manifesta de forma bem clara e rala até o sangramento do tipo menstruação.

No terceiro trimestre a gestante deve fazer um número maior de consultas médicas, pois nesse período é possível detectar a pré-eclâmpsia, síndrome que faz a gestante reter líquidos, ter sua pressão alterada e elevada e eliminar proteínas pela urina. A barriga já atinge um tamanho desconfortável para a gestante podendo ou não dificultar sua locomoção, provocar insônia, falta de ar, hemorróidas e outras. O útero também passa a se contrair na intenção de preparar a gestante para o parto.

É recomendável que a gestante em toda a gravidez controle sua alimentação. Apesar de aumentar a fome e a ingestão de alimentos, a gestante deve controlar e dar preferência para alimentos naturais, evitando sal, alimentos gordurosos, frituras, massas, refrigerantes.

Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola


ORAÇÃO DAS GRÁVIDAS.
Published by Irmão Dias








Senhor Jesus, Autor e Conservador da vida venho a Ti neste momento pedir que o Senhor coloque suas mãos poderosas sobre a minha gravidez para abençoar e proteger o fruto do meu ventre, dando a esta criança a Tua benção e a mais perfeita saúde.

Senhor, que todo o meu corpo seja agraciado com a Tua presença e não haja nenhuma complicação com a minha saúde, que todos os dias e meses sejam abençoados pelo Teu poder.

Obrigada Senhor, porque a vida é um dom do Senhor, seja feita a Tua perfeita vontade na minha vida e nesta criança que estou gerando.

Dá-me sabedoria, amor e condições financeiras para dar o melhor para esta criança.

Te agradeço por tudo, em nome de Jesus, meu único Senhor e Salvador.

Amém.

NOTA: protegei os grávidos também.

RECUSO-ME A SER BARRIGA DE ALUGUER!!!!!!!!!!!!!


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