O garoto do "olha o lobo"
Um pastorzinho que cuidava de seu rebanho perto de um povoado gostava de se distrair de vez em quando gritando:
- Olha o lobo! Socorro! Olha o lobo!
Deu certo umas duas ou três vezes. Todos os habitantes do povoado vinham correndo ajudar o pastorzinho e só encontravam risadas diante de tanto esforço. Um dia apareceu um lobo em carne e osso. O menino gritou desesperado, mas os vizinhos achavam que era só brincadeira e nem prestaram atenção. O lobo pôde devorar todas as ovelhas sem ser perturbado.
Moral: Os mentirosos podem falar a verdade que ninguém acredita.
Do livro: Fábulas de Esopo - Companhia das Letrinhas
http://www.metaforas.com.br/infantis/ogarotodoolha.htm
Em quem acreditar, afinal?
- Em DSK, que tem fama de ser mulherengo e já terá traído a mulher umas quantas vezes?
- Na suposta vítima que, ao que se veio agora a descobrir, mentiu sobre muitos factos do seu passado, mas mantém a acusação dos factos presentes?
- E que dizer de um dos advogados de DSK que, como se sabe, defendeu no passado outras personalidades, nomeadamente Michael Jackson, na altura acusado de actos de pedofilia?
O passado pesa muito, todos nós o sabemos.
A carteira pesa bem mais, e é bem possível que DSK saia mais imaculado do que nunca.
Michael Jackson também ficou (saiu) branco.
Mas era preto. Só quem é cego é que não o vê.
O que mais se vê por aí são lobos disfarçados de cordeiros.
E umas quantas ovelhas negras que servem de bode expiatório.
VAS-Y, ACCOUCHE! tem em si um duplo sentido: "accoucher" (parir, dar à luz) e "accoucher" (desembucha, fala).O Homem, quer ele queira quer não, é um animal como os outros, uma criatura da Natureza. Deve melhorar -pois que tem a faculdade de o fazer- a sua natureza, sem pôr em causa a natureza das coisas. Sou pelos valores da Monarquia, pelo Parto Activo e pela Amamentação. Em nome dos nossos filhos.
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sábado, 2 de julho de 2011
QUAL DOS MENTIROSOS DIZ A VERDADE?
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domingo, 8 de maio de 2011
A FACE ESCONDIDA, ESSA QUE OS JUÍZES IGNORAM! (DUPLO SENTIDO)
A não perder!
http://mafemmesebarre.com/
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domingo, 3 de abril de 2011
CHEIRAS A MÃE!
Quando me levaram a minha menina (na altura pouco mais velha do que a minha mais nova), não tardou para que me viessem pedir o rádio que eu lhe dera e outros quantos brinquedos, também dados por mim. Era a minha filha que os pedia, assim mo disseram na altura.
E eu entregava-os, com um peso no coração. Sentia que me levavam tudo: a minha menina, e tudo o que me ligasse a ela. Sentia que me tiravam a esperança de a ter de novo comigo, muito em breve.
E a minha filha, que parecia querer os brinquedos, mais do que a mim...
Mas agora, com a distância que o tempo impôs, percebo que, afinal, a minha filha exigia aquilo que a ligava a mim. Eu não sei o quanto ela chorou, o quanto ela perguntou e o quanto pediu para voltar para mim. Era uma criança, e eu só a via repetir aquilo que ela ouvia, quando eu tentava repôr um pouco de verdade na história.
Eu sofria muito quando me vinham bater à porta a pedir isto ou aquilo (levaram quase tudo, só restando as fotos), e provavelmente do outro lado a minha menina também sofria, pedindo aquilo que a ligava a mim, já que não a deixavam voltar para casa.
Quando, muito mais tarde, pude privar com ela, sem os olhos e os ouvidos deles atentos ao que eu lhe dizia ou ao que eu fazia, é que eu finalmente me pude fazer entender. Eu não odiava ninguém, disse-lho eu e continuo a dizê-lo. Mas, sim, eles agiram mal. Muito mal. Não só para comigo, mas também para com ela. E fiquei por ali.
Se ela não o entende ainda na sua totalidade, estou certa que com o tempo o entenderá melhor.
O que me fez ver que, afinal, ela nunca me esqueceu (ela chegou a dizer-me "Mãe, eu sempre quis ficar contigo!"), foi as vezes em que me dizia que ainda sentia o meu cheiro, que eu havia esquecido na casa deles uma fita de cabelo e que ela reconhecia lá o meu cheiro. Quando me abraça, ela ainda me diz, com um sorriso, "Cheiras a mãe!"
Doeu-me tanto na altura tirarem-me a menina e as coisas delas. Mas com o tempo eu percebo que, no fim de contas, não me tiraram nada: a minha menina sempre pensou em mim, sempre desejou estar comigo. Sempre me amou, e ainda me ama.
Que bem isto faz ao coração de uma mãe que tanto sofreu, e ainda sofre!
E eu entregava-os, com um peso no coração. Sentia que me levavam tudo: a minha menina, e tudo o que me ligasse a ela. Sentia que me tiravam a esperança de a ter de novo comigo, muito em breve.
E a minha filha, que parecia querer os brinquedos, mais do que a mim...
Mas agora, com a distância que o tempo impôs, percebo que, afinal, a minha filha exigia aquilo que a ligava a mim. Eu não sei o quanto ela chorou, o quanto ela perguntou e o quanto pediu para voltar para mim. Era uma criança, e eu só a via repetir aquilo que ela ouvia, quando eu tentava repôr um pouco de verdade na história.
Eu sofria muito quando me vinham bater à porta a pedir isto ou aquilo (levaram quase tudo, só restando as fotos), e provavelmente do outro lado a minha menina também sofria, pedindo aquilo que a ligava a mim, já que não a deixavam voltar para casa.
Quando, muito mais tarde, pude privar com ela, sem os olhos e os ouvidos deles atentos ao que eu lhe dizia ou ao que eu fazia, é que eu finalmente me pude fazer entender. Eu não odiava ninguém, disse-lho eu e continuo a dizê-lo. Mas, sim, eles agiram mal. Muito mal. Não só para comigo, mas também para com ela. E fiquei por ali.
Se ela não o entende ainda na sua totalidade, estou certa que com o tempo o entenderá melhor.
O que me fez ver que, afinal, ela nunca me esqueceu (ela chegou a dizer-me "Mãe, eu sempre quis ficar contigo!"), foi as vezes em que me dizia que ainda sentia o meu cheiro, que eu havia esquecido na casa deles uma fita de cabelo e que ela reconhecia lá o meu cheiro. Quando me abraça, ela ainda me diz, com um sorriso, "Cheiras a mãe!"
Doeu-me tanto na altura tirarem-me a menina e as coisas delas. Mas com o tempo eu percebo que, no fim de contas, não me tiraram nada: a minha menina sempre pensou em mim, sempre desejou estar comigo. Sempre me amou, e ainda me ama.
Que bem isto faz ao coração de uma mãe que tanto sofreu, e ainda sofre!
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
ÇA, ON LE SAVAIT DÉJÀ!
Et je l'affirmait avant même de lire ces textes... bien qu'ils l'ont dit avant que je l'ai dit! Pouvez-vous les démentir?
TEXTE 1
Les enfants du divorce ont besoin de notre protection
Nous avons reçu le texte suivant de Martin Dufresne, secrétaire du Collectif masculin contre le sexisme. Nous vous invitons, comme toujours, à nous faire parvenir vos textes pour publication à l'adresse webmestre@latribduduverbe.com.
***
Michele Landsberg est une journaliste torontoise dont les écrits irrévérencieux font depuis toujours hurler la Droite en général et le lobby antiféministe en particulier.Dans sa plus récente chronique au Toronto Star, elle démantèle l'argumentation du lobby des mauvais payeurs de pension alimentaire, dont la tactique est de faire supprimer de la loi sur le divorce toute reconnaissance du fait qu'un des parents (devinez lequel) écope habituellement du gros de la responsabilité des soins aux enfants, ce qu'on appelle la "garde".
La diffusion de cette traduction de son texte est autorisée par Michele Landsberg.
Martin Dufresne, Secrétaire
Collectif masculin contre le sexisme
P.S.: Vous trouverez plus de détails au sujet de cette inquiétante réforme -- et de la mobilisation qui vise à la contrer -- sur les sites http://www.anfd.ca et www.owjn.org.
Les enfants du divorce ont besoin de notre protection
par Michele Landsberg, The Toronto Star, 27 juillet 2003
Lorsque je regarde les très bons pères que je connais - des pères affectivement engagés, responsables et affectueux - je m'étonne de voir la paternité représentée sur la scène nationale et même dans le processus législatif par une poignée d'activistes agressifs qui incarnent précisément les valeurs contraires. De bons pères refuseraient tout autant de déclarer la guerre à leur ex-conjointe et d'infliger à leurs enfants des séquelles affectives permanentes qu'ils se refuseraient à détourner les fonds de leur employeur.
Hélas, les amendements à la loi fédérale sur le divorce qui risquent d'être promulgués cet automne ont été gravement influencés par les vociférations d'un groupe marginal de militants patriarcaux et de leurs arrogants alliés au Sénat et au Parlement.
Le ministre de la Justice Martin Cauchon s'apprête à déposer en troisième lecture le projet de loi C-22 où il veut éliminer les termes prétendument irritants de " garde" et de " droit de visite" pour les remplacer par la notion de " responsabilité parentale". Il nous laisse cependant en pleine incertitude. Qu'arrivera-t-il aux barèmes de soutien alimentaire pour enfants? Et à la protection des femmes et enfants qui tentent d'échapper à des hommes violents? Comment assurera-t-on à l'application des ordonnances judiciaires?
Des " plans parentaux" mal définis auront pour effet d'accroître et non de réduire l'achalandage des tribunaux par les ex-conjoints en lutte. C'est ce que l'on constate déjà en Angleterre et en Australie, où des lois semblables ont été adoptées. (John Eekelaar, The Law Quarterly Review, 1996; Rhoades, Graycar et Harrison, " The Family Law Reform Act 1995, The First Three Years". Université de Sidney, 2000).
Oui, il est plutôt étrange de lire des références de style universitaire dans une chronique de journal. Mais chaque fois que j'aborde ce dossier, les justiciers auto-proclamés du lobby des pères se donnent le mot pour harceler de leurs cris l'ombudsman du Toronto Star en réclamant des preuves de la moindre statistique citée et en improvisant leurs propres chiffres pour me démentir.
Alors voilà. Sautez le reste de cette chronique si la question du divorce n'a aucun intérêt pour vous.
Les militants patriarcaux ont habilement créé un écran de fumée, tissé de clichés inexacts, de pseudo-anecdotes et de mensonges éhontés, pour s'approprier la sympathie populaire. Cliché numéro un : " Chaque enfant a droit à deux parents" et " Un enfant, il lui faut un père". Astucieux ça, de déguiser des prérogatives paternelles en " droits de l'enfant". Pourtant, cet énoncé n'a pas le moindre fondement scientifique, Bien sûr, un père affectueux est un bienfait pour n'importe quel enfant. Mais est-ce vrai pour n'importe quel père? Un ivrogne, un batteur de femme, un tyran, ou un masculiniste au comportement infantile? Un homme qui exploite les tribunaux pour harceler son ex-conjointe?
Je ne crois pas.
La " paternité essentielle" dont parle le lobby des pères est affaire d'autorité, de règles, de discipline stricte et d'hétérosexualité imposée. Ils extrapolent à partir des conditions des ghettos des grandes villes américaines pour affirmer sans ambages que " l'absence du père" est la source de tous les malheurs, de la délinquance à la promiscuité des jeunes filles.
Dans les faits, les sociologues ont établi de longue date que les familles monoparentales découlent surtout d'un contexte de pauvreté et de désespoir et que c'est cette pauvreté sans cesse aggravée qui est le facteur le plus nocif. (V.C. McLoyd, " Socioeconomic Disadvantages and Child Development", American Psychologist, 1998)
Judith Wallerstein, qui fait autorité aux États-Unis quant aux incidences du divorce chez les enfants, conclut d'une étude menée sur 25 ans : " Il n'existe aucune preuve empirique de liens entre la fréquence ou la quantité de contacts entre le parent non gardien et l'enfant et des résultats positifs chez l'enfant." L'absence de conflits, écrit-elle, pèse beaucoup plus lourd dans la balance. (Family and Conciliation Courts Review, 1998).
Malheureusement, la revendication de la garde conjointe obligatoire est pratiquement devenue un article de foi pour le mouvement des pères rancuniers. Pourtant, les études sont unanimes à dire que ce sont précisément ces gens-là qui, dans l'intérêt des enfants, ne doivent pas l'obtenir. Les couples très conflictuels placés en situation de garde conjointe ou partagée sont précisément ceux qui imposent aux enfants un état de guerre permanente. La Californie a été le premier territoire à adopter des lois sur la garde conjointe, mais elle a dû les modifier quand des effets néfastes ont commencé à se manifester. Les enfants de la minorité de parents aigris souffraient de dépression, de retrait, de troubles physiques et d'échecs sociaux. (Janet R. Johnston, Family and Conciliation Courts Review, octobre 1995)
La meilleure solution de garde pour ce " sous-groupe particulier", écrivait Johnston, est de " permettre aux parents de se dégager l'un de l'autre", une séparation stricte, dotée de plans de visite clairs et précis, avec le minimum absolu de prise de décision en commun.
Suis-je la seule à avoir le sentiment d'une catastrophe imminente? Selon le régime de " responsabilité parentale" du ministre Cauchon, les mieux ajustés des couples qui divorcent vont simplement continuer de faire ce qu'ils ont toujours fait, soit convenir mutuellement de dispositions de garde justifiées.
Par contre, les conjoints violents et les maniaques du contrôle vont être jetés dans le dédale des " plans parentaux". Les mères vont se retrouver avec tous les soins matériels aux enfants (même dans les cas de garde dite partagée, les mères en viennent à écoper de la presque totalité des soins; N. Marcil-Gratton et C. Le Bourdais, Enquête longitudinale nationale sur les enfants et les jeunes, 1999), tandis que les pères vont jouir d'un pouvoir juridique sans précédent de s'interposer dans les décisions prises sur presque tous les aspects de la vie quotidienne de l'enfant.
Les lobbyistes du droit paternel insistent, avec fureur, que tous les tribunaux sont biaisés et accordent automatiquement la garde aux mères.
Dans un rapport officiel déposé devant la Cour suprême de l'État du Massachussetts en 1990, des chercheurs ont reconnu avoir amorcé leur étude avec cette même perception d'un biais judiciaire en faveur des femmes. Ils ont constaté le contraire. (New England Law Review, 1990) Si la plupart des femmes conservent la garde physique de leurs enfants après un divorce, ce n'est pas par discrimination mais par consensus des parents. Lorsque des hommes s'adressent aux tribunaux pour obtenir la garde, on leur accorde une garde exclusive ou conjointe dans plus de 70 pour cent des cas.
La situation est depuis longtemps la même au Canada. Glenn Rivard, conseiller supérieur du ministère fédéral de la Justice, m'a à deux reprises confirmé, au cours des années 90, que, même si les statistiques officielles étaient dans un tel désordre qu'il était impossible d'y lire un portrait fidèle de l'ensemble des décisions judiciaires rendues partout au Canada, il était d'opinion bien informée que " lorsque des pères demandent la garde, ils l'emportent dans environ 50 pour cent des cas".
Les pères se laissent peut-être prendre à leur propre propagande.
Il n'est pas vrai non plus, malgré les histoires d'horreur qu'on nous clame, que la plupart des mères entravent malicieusement l'accès des hommes à leurs enfants. Selon la recherche, le déni d'accès n'est un problème réel que dans 2 à 5 pour cent des cas. (D. Perry, Canadian Research Institute for Law and the Family, Calgary, 1992)
Le problème beaucoup plus répandu est celui du père erratique ou entièrement absent qui déçoit ses enfants en n'exerçant pas ses droits de visite. Plus de 40 pour cent des parents disposant de ces droits ne voient que rarement ou jamais leurs enfants. (Évaluation de la Loi sur le divorce, Ministère de la Justice, 1990)
Et qu'en est-il de toutes ces horribles " fausses allégations" de violence sexuelle, réputées avoir détruit les vies de tant d'hommes, à en croire les sanglots et les cris des lobbyistes patriarcaux devant le tristement célèbre Comité mixte conjoint sur la garde et les droits de visite des enfants? Témoignages de pacotille. Une foule d'études démontrent que les fausses allégations se limitent à de 8 à 16 pour cent des cas (Professeur Susan Penfold, Revue canadienne de la femme et du droit, 1997). Et ce n'est que dans deux pour cent des cas que ces allégations surviennent dans le contexte de litiges acerbes de divorce. (Penfold, Id.)
Fait révélateur : 21 pour cent des allégations de violence formulées par les pères sont des mensonges délibérés, alors que les allégations des mères ne sont intentionnellement fausses que dans 1,3 pour cent des cas. (Nicholas Bala, Canadian Family Law Quarterly, 1999)
J'ai des tonnes d'autres statistiques mais, vous savez, j'en suis aussi saturée que vous. Il demeure que nous ne pouvons risquer de porter préjudice aux enfants en laissant le gouvernement céder face aux prétentions sans fondement du lobby des pères aigris.
FONTE: http://www.latribuduverbe.com/

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TEXTE 2
posté le
21/02/06 à 09:23
par : lenfantdabord
Les enfants d'aujourd'hui ont besoin de notre protection
Oui, les enfants de parents séparés ont besoin de notre protection.
Si la majorité des pères se comportent avec tendresse pour leurs petits ( mais ceux-là ne demandent pas la moitié voire la totalité de leur enfant s'il est petit, ne le considèrent pas comme une propriété, un bien-objet) bien d'autres ne cherchent qu'à se venger de leur conjointe qui a "osé" les quitter et n'hésitent pas à se servir de l'enfant pour assouvir cette vengeance.
Dans ces cas là, beaucoup plus fréquents qu'on le dit, la médiation ne sert à grand chose.
Quand des pères et mères établissent une RA amicalement, c'est qu'il y a une confiance mutuelle due au fait que le père s'est bien occupé de son enfant avant la séparation. Si l'enfant ne supporte pas le rythme qu'on lui fait subir, le papa attentif et qui aime son enfant accepte de modifier le mode de garde, il aime trop son enfant pour lui faire prendre le moindre risque, et la maman n'a pas besoin de saisir la justice.
C'est pour cette raison qu'une grande majorité de pères ne demandent pas de RA tout en voulant voir leurs enfants régulièrement et pas seulement un week end sur deux.
Mais il en va tout autrement avec les autres. Et la justice, incapable aujourd'hui de savoir ce qui se passe derrière chaque situation leur donne souvent raison.
Et là c'est une catastrophe pour tous ces enfants devenus des otages.
Que se passe-t-il quand ces enfants sont tout petits ?
Ce ne sont jamais ces "pères" qui s'occupent d'eux mais la grand mère paternelle, la nouvelle copine qui se prend pour la mère bien qu'elle s'en défende, qui parle de "notre petit bout" lorsqu'elle parle de cet enfant, qui l'accopagne à l'école ou à la crèche ou va le chercher.
La qualité du lien mère-enfant les premières années de la vie dont on connait l'importance pour le restant de l'existence en est atteinte.
Il faut donc faire cesser cette maltraitance en imposant aux juges une grille de lecture des rythmes d'hébergement en fonction de l'âge des enfants et du contexte familial.
C'est ce que nous demandons et qu'a proposé la commission famille.
FONTE: http://forum.aufeminin.com/
TEXTE 1
Les enfants du divorce ont besoin de notre protection
Nous avons reçu le texte suivant de Martin Dufresne, secrétaire du Collectif masculin contre le sexisme. Nous vous invitons, comme toujours, à nous faire parvenir vos textes pour publication à l'adresse webmestre@latribduduverbe.com.
***
Michele Landsberg est une journaliste torontoise dont les écrits irrévérencieux font depuis toujours hurler la Droite en général et le lobby antiféministe en particulier.Dans sa plus récente chronique au Toronto Star, elle démantèle l'argumentation du lobby des mauvais payeurs de pension alimentaire, dont la tactique est de faire supprimer de la loi sur le divorce toute reconnaissance du fait qu'un des parents (devinez lequel) écope habituellement du gros de la responsabilité des soins aux enfants, ce qu'on appelle la "garde".
La diffusion de cette traduction de son texte est autorisée par Michele Landsberg.
Martin Dufresne, Secrétaire
Collectif masculin contre le sexisme
P.S.: Vous trouverez plus de détails au sujet de cette inquiétante réforme -- et de la mobilisation qui vise à la contrer -- sur les sites http://www.anfd.ca et www.owjn.org.
Les enfants du divorce ont besoin de notre protection
par Michele Landsberg, The Toronto Star, 27 juillet 2003
Lorsque je regarde les très bons pères que je connais - des pères affectivement engagés, responsables et affectueux - je m'étonne de voir la paternité représentée sur la scène nationale et même dans le processus législatif par une poignée d'activistes agressifs qui incarnent précisément les valeurs contraires. De bons pères refuseraient tout autant de déclarer la guerre à leur ex-conjointe et d'infliger à leurs enfants des séquelles affectives permanentes qu'ils se refuseraient à détourner les fonds de leur employeur.
Hélas, les amendements à la loi fédérale sur le divorce qui risquent d'être promulgués cet automne ont été gravement influencés par les vociférations d'un groupe marginal de militants patriarcaux et de leurs arrogants alliés au Sénat et au Parlement.
Le ministre de la Justice Martin Cauchon s'apprête à déposer en troisième lecture le projet de loi C-22 où il veut éliminer les termes prétendument irritants de " garde" et de " droit de visite" pour les remplacer par la notion de " responsabilité parentale". Il nous laisse cependant en pleine incertitude. Qu'arrivera-t-il aux barèmes de soutien alimentaire pour enfants? Et à la protection des femmes et enfants qui tentent d'échapper à des hommes violents? Comment assurera-t-on à l'application des ordonnances judiciaires?
Des " plans parentaux" mal définis auront pour effet d'accroître et non de réduire l'achalandage des tribunaux par les ex-conjoints en lutte. C'est ce que l'on constate déjà en Angleterre et en Australie, où des lois semblables ont été adoptées. (John Eekelaar, The Law Quarterly Review, 1996; Rhoades, Graycar et Harrison, " The Family Law Reform Act 1995, The First Three Years". Université de Sidney, 2000).
Oui, il est plutôt étrange de lire des références de style universitaire dans une chronique de journal. Mais chaque fois que j'aborde ce dossier, les justiciers auto-proclamés du lobby des pères se donnent le mot pour harceler de leurs cris l'ombudsman du Toronto Star en réclamant des preuves de la moindre statistique citée et en improvisant leurs propres chiffres pour me démentir.
Alors voilà. Sautez le reste de cette chronique si la question du divorce n'a aucun intérêt pour vous.
Les militants patriarcaux ont habilement créé un écran de fumée, tissé de clichés inexacts, de pseudo-anecdotes et de mensonges éhontés, pour s'approprier la sympathie populaire. Cliché numéro un : " Chaque enfant a droit à deux parents" et " Un enfant, il lui faut un père". Astucieux ça, de déguiser des prérogatives paternelles en " droits de l'enfant". Pourtant, cet énoncé n'a pas le moindre fondement scientifique, Bien sûr, un père affectueux est un bienfait pour n'importe quel enfant. Mais est-ce vrai pour n'importe quel père? Un ivrogne, un batteur de femme, un tyran, ou un masculiniste au comportement infantile? Un homme qui exploite les tribunaux pour harceler son ex-conjointe?
Je ne crois pas.
La " paternité essentielle" dont parle le lobby des pères est affaire d'autorité, de règles, de discipline stricte et d'hétérosexualité imposée. Ils extrapolent à partir des conditions des ghettos des grandes villes américaines pour affirmer sans ambages que " l'absence du père" est la source de tous les malheurs, de la délinquance à la promiscuité des jeunes filles.
Dans les faits, les sociologues ont établi de longue date que les familles monoparentales découlent surtout d'un contexte de pauvreté et de désespoir et que c'est cette pauvreté sans cesse aggravée qui est le facteur le plus nocif. (V.C. McLoyd, " Socioeconomic Disadvantages and Child Development", American Psychologist, 1998)
Judith Wallerstein, qui fait autorité aux États-Unis quant aux incidences du divorce chez les enfants, conclut d'une étude menée sur 25 ans : " Il n'existe aucune preuve empirique de liens entre la fréquence ou la quantité de contacts entre le parent non gardien et l'enfant et des résultats positifs chez l'enfant." L'absence de conflits, écrit-elle, pèse beaucoup plus lourd dans la balance. (Family and Conciliation Courts Review, 1998).
Malheureusement, la revendication de la garde conjointe obligatoire est pratiquement devenue un article de foi pour le mouvement des pères rancuniers. Pourtant, les études sont unanimes à dire que ce sont précisément ces gens-là qui, dans l'intérêt des enfants, ne doivent pas l'obtenir. Les couples très conflictuels placés en situation de garde conjointe ou partagée sont précisément ceux qui imposent aux enfants un état de guerre permanente. La Californie a été le premier territoire à adopter des lois sur la garde conjointe, mais elle a dû les modifier quand des effets néfastes ont commencé à se manifester. Les enfants de la minorité de parents aigris souffraient de dépression, de retrait, de troubles physiques et d'échecs sociaux. (Janet R. Johnston, Family and Conciliation Courts Review, octobre 1995)
La meilleure solution de garde pour ce " sous-groupe particulier", écrivait Johnston, est de " permettre aux parents de se dégager l'un de l'autre", une séparation stricte, dotée de plans de visite clairs et précis, avec le minimum absolu de prise de décision en commun.
Suis-je la seule à avoir le sentiment d'une catastrophe imminente? Selon le régime de " responsabilité parentale" du ministre Cauchon, les mieux ajustés des couples qui divorcent vont simplement continuer de faire ce qu'ils ont toujours fait, soit convenir mutuellement de dispositions de garde justifiées.
Par contre, les conjoints violents et les maniaques du contrôle vont être jetés dans le dédale des " plans parentaux". Les mères vont se retrouver avec tous les soins matériels aux enfants (même dans les cas de garde dite partagée, les mères en viennent à écoper de la presque totalité des soins; N. Marcil-Gratton et C. Le Bourdais, Enquête longitudinale nationale sur les enfants et les jeunes, 1999), tandis que les pères vont jouir d'un pouvoir juridique sans précédent de s'interposer dans les décisions prises sur presque tous les aspects de la vie quotidienne de l'enfant.
Les lobbyistes du droit paternel insistent, avec fureur, que tous les tribunaux sont biaisés et accordent automatiquement la garde aux mères.
Dans un rapport officiel déposé devant la Cour suprême de l'État du Massachussetts en 1990, des chercheurs ont reconnu avoir amorcé leur étude avec cette même perception d'un biais judiciaire en faveur des femmes. Ils ont constaté le contraire. (New England Law Review, 1990) Si la plupart des femmes conservent la garde physique de leurs enfants après un divorce, ce n'est pas par discrimination mais par consensus des parents. Lorsque des hommes s'adressent aux tribunaux pour obtenir la garde, on leur accorde une garde exclusive ou conjointe dans plus de 70 pour cent des cas.
La situation est depuis longtemps la même au Canada. Glenn Rivard, conseiller supérieur du ministère fédéral de la Justice, m'a à deux reprises confirmé, au cours des années 90, que, même si les statistiques officielles étaient dans un tel désordre qu'il était impossible d'y lire un portrait fidèle de l'ensemble des décisions judiciaires rendues partout au Canada, il était d'opinion bien informée que " lorsque des pères demandent la garde, ils l'emportent dans environ 50 pour cent des cas".
Les pères se laissent peut-être prendre à leur propre propagande.
Il n'est pas vrai non plus, malgré les histoires d'horreur qu'on nous clame, que la plupart des mères entravent malicieusement l'accès des hommes à leurs enfants. Selon la recherche, le déni d'accès n'est un problème réel que dans 2 à 5 pour cent des cas. (D. Perry, Canadian Research Institute for Law and the Family, Calgary, 1992)
Le problème beaucoup plus répandu est celui du père erratique ou entièrement absent qui déçoit ses enfants en n'exerçant pas ses droits de visite. Plus de 40 pour cent des parents disposant de ces droits ne voient que rarement ou jamais leurs enfants. (Évaluation de la Loi sur le divorce, Ministère de la Justice, 1990)
Et qu'en est-il de toutes ces horribles " fausses allégations" de violence sexuelle, réputées avoir détruit les vies de tant d'hommes, à en croire les sanglots et les cris des lobbyistes patriarcaux devant le tristement célèbre Comité mixte conjoint sur la garde et les droits de visite des enfants? Témoignages de pacotille. Une foule d'études démontrent que les fausses allégations se limitent à de 8 à 16 pour cent des cas (Professeur Susan Penfold, Revue canadienne de la femme et du droit, 1997). Et ce n'est que dans deux pour cent des cas que ces allégations surviennent dans le contexte de litiges acerbes de divorce. (Penfold, Id.)
Fait révélateur : 21 pour cent des allégations de violence formulées par les pères sont des mensonges délibérés, alors que les allégations des mères ne sont intentionnellement fausses que dans 1,3 pour cent des cas. (Nicholas Bala, Canadian Family Law Quarterly, 1999)
J'ai des tonnes d'autres statistiques mais, vous savez, j'en suis aussi saturée que vous. Il demeure que nous ne pouvons risquer de porter préjudice aux enfants en laissant le gouvernement céder face aux prétentions sans fondement du lobby des pères aigris.
FONTE: http://www.latribuduverbe.com/
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TEXTE 2
posté le
21/02/06 à 09:23
par : lenfantdabord
Les enfants d'aujourd'hui ont besoin de notre protection
Oui, les enfants de parents séparés ont besoin de notre protection.
Si la majorité des pères se comportent avec tendresse pour leurs petits ( mais ceux-là ne demandent pas la moitié voire la totalité de leur enfant s'il est petit, ne le considèrent pas comme une propriété, un bien-objet) bien d'autres ne cherchent qu'à se venger de leur conjointe qui a "osé" les quitter et n'hésitent pas à se servir de l'enfant pour assouvir cette vengeance.
Dans ces cas là, beaucoup plus fréquents qu'on le dit, la médiation ne sert à grand chose.
Quand des pères et mères établissent une RA amicalement, c'est qu'il y a une confiance mutuelle due au fait que le père s'est bien occupé de son enfant avant la séparation. Si l'enfant ne supporte pas le rythme qu'on lui fait subir, le papa attentif et qui aime son enfant accepte de modifier le mode de garde, il aime trop son enfant pour lui faire prendre le moindre risque, et la maman n'a pas besoin de saisir la justice.
C'est pour cette raison qu'une grande majorité de pères ne demandent pas de RA tout en voulant voir leurs enfants régulièrement et pas seulement un week end sur deux.
Mais il en va tout autrement avec les autres. Et la justice, incapable aujourd'hui de savoir ce qui se passe derrière chaque situation leur donne souvent raison.
Et là c'est une catastrophe pour tous ces enfants devenus des otages.
Que se passe-t-il quand ces enfants sont tout petits ?
Ce ne sont jamais ces "pères" qui s'occupent d'eux mais la grand mère paternelle, la nouvelle copine qui se prend pour la mère bien qu'elle s'en défende, qui parle de "notre petit bout" lorsqu'elle parle de cet enfant, qui l'accopagne à l'école ou à la crèche ou va le chercher.
La qualité du lien mère-enfant les premières années de la vie dont on connait l'importance pour le restant de l'existence en est atteinte.
Il faut donc faire cesser cette maltraitance en imposant aux juges une grille de lecture des rythmes d'hébergement en fonction de l'âge des enfants et du contexte familial.
C'est ce que nous demandons et qu'a proposé la commission famille.
FONTE: http://forum.aufeminin.com/
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
DO MITO AO INCONSTESTÁVEL!
"Durantes vários séculos de nossa história, a função dada às nossas mulheres foi a de dona do lar, obediente ao marido e responsável pelo cuidado dos filhos. Segundo Novais e Sevcenko (1998), essa forma de educar nasceu de uma crença que a natureza feminina dotava de uma predisposição biológica pra as funções da vida do lar que consistia em casar, gerar filhos para a pátria e plasmar o caráter dos cidadãos de amanhã. Concordando com os autores, Coelho (1995) afirma que “Ser mulher é ser mãe, ser mulher é ser amada por um homem, este é o modelo da nossa cultura judaico-cristã”.
Dessa forma, a mulher nunca pôde, em definitivo, entrar no mercado de trabalho, realizar tarefas fora do lar ou comandar as despesas da família. Tudo fora de casa estava delegado ao homem. Assim, se ao marido cabia prover a manutenção da família, à mulher restava a identidade social como esposa e mãe, como afirmam Novais e Sevcenko (1998).
O papel secundário dado à mulher durante séculos proporcionou-a encontrar formas de superação diante dessa anulação dentro da sociedade. Inventar novas formas de vestir e de se comportar, foram caminhos encontrados pelo ser feminino de se auto afirmar e de participar da vida social de maneira mais relevante e visível.
Assim, Freud (1933) destaca as três saídas ao ser feminino: “Inibição da Sexualidade”, onde sentindo-se diminuída, abdica da sua sexualidade e entra no caminho da neurose, o que ele chama de impotência psíquica; “Complexo de Masculinidade”, onde a mulher espera conseguir
um pênis para si e se coloca de uma maneira semelhante ao homem imitando seus gestos e gostos; “Desenvolvimento Normal”, no qual as perdas da infância abrem caminhos para a identificação feminina, ou seja, a maternidade. Coelho (1995) resume as teorias de Freud de forma bem simplificada afirmando que existem três saídas para ela (a mulher): desistir da sexualidade, desejar um pênis para si, ou se vestir com a feminilidade... e com isto conseguindo entrar no meio social."
FONTE: http://fido.palermo.edu/servicios_dyc
Quando Freud divulgou as suas teorias, tendo por base o mito de Édipo e outros mitos, estava-se então no "loucos anos 20". Anos marcados pela guerra, pela crise económica e pela emancipação da mulher.
Sendo o psicanalista de origem judaica, onde ainda hoje predomina o patriarcado, não me parece que tenha aceitado muito bem esta busca da mulher em se identificar com o homem, aquilo a que ele chama de "complexo de masculinização". A mulher, aos seus olhos, toma uma imagem "neurótica", por vezes "histérica". Não admira, tendo em conta a opressão que ainda vivia, não esquecendo a TPM, que, na altura não seria, assim o creio,muito bem compreendida. Atrevo-me a dizer que seria mesmo ignorada.
Sendo um especialista da psique humana, Freud pareceu ignorar os muitos anos em que a vontade da mulher foi escrava da vontade do homem. Insiste em dizer que a mulher, no seu inconsciente, se sentiria castrada, e teria inveja do falo do homem, quando na verdade a mulher apenas sentia inveja da posição que o homem ocupava, uma posição a que ela, por ter nascido mulher, não podia aceder. Evidentemente que , para tal, teria de abdicar da sua sexualidade. Teria de se transformar em homem. Eis, então, que ela tenta adquirir os mesmos direitos e os mesmos hábitos que este.
O grande psicanalista, querendo reforçar a sua ideia, afirma que a mulher busca na maternidade a recompensa pelo membro que inveja, mas não pode ter. Ora, como vimos no texto acima, e é sabido por todos, a maternidade era, até então, a única forma de a mulher se fazer reconhecer pela sociedade. Não se trata, pois, da busca de uma recompensa. Trata-se daquilo que lhe é permitido. Tão somente.
Não me parece que em grupos sociais onde a mulher é respeitada tal como ela é, tendo mesmo um papel superior, se encontre uma que seja que inveje o falo do homem e procure na maternidade aquilo que lhe falta. Não tem razões para isso. Já aí se pode ver a diferença.
Cabe, assim, concluir que, pela história da mulher ao longo dos tempos, e pelo pouco que se conhecia da sua fisiologia e da sua psique, se construiu o mito da mulher que busca no filho a extensão do corpo que lhe falta, o falo.
O que Freud não compreendeu, outros o podem fazer, desmistificando a imagem da mãe fusional, que receia perder o membro que conquistou (o filho).
Contudo, nem mesmo ele pôde negar o incontestável:
"Há muito mais continuidade entre a vida intra-uterina e a primeira infância do que a impressionante cesura do ato do nascimento nos permite saber"
(FREUD, 1926).
Fonte: http://www.webartigos.com/articles/37182/1/PSIQUISMO-FETAL-CONSIDERACOES-SOBRE-A-INFLUENCIA-DAS-EMOCOES-DA-MAE-NO-DESENVOLVIMENTO-DO-FETO/pagina1.html#ixzz17KMnEf3z
Nota: entenda-se a "cesura" pelo momento em que se corta o cordão umbilical, no acto do nascimento. Quer isto dizer que o vínculo mãe-filho permanece por toda a vida.
Muitos especialistas relatam que os seus pacientes, por vezes, adoptam uma atitude fetal. Significa que a vivência intra-uterina e da primeira infância é marcada, essencialmente, pela mãe. E é ela -isso também eles não negam- quem faz o pai, através do seu discurso e das suas atitudes. Se o pai é aceite pela mãe, então ele também será aceite pelo filho. Porque este, nos seus primeiros tempos de existência, só vê pelos olhos da sua mãe.
Ela é o seu mundo, o seu primeiro amor.
Deles, e delas também.
Assim, mesmo que a mulher, numa altura da vida, se volte para o pai (num reconhecimento do seu oposto, que lhe servirá de modelo na busca de um companheiro, à semelhança do que acontece com o rapaz em relação à sua progenitora), o seu primeiro amor terá sido a mãe.
E como eu vos disse há dias, num outro post, o primeiro amor nunca se esquece. Acompanha-nos pela vida fora.
Se a inveja do falo é um mito,
o Vínculo Materno permanece incontestável.
Deixo-te estas duas petições:
- MAIS CUIDADOS MATERNOS, POR UM FUTURO MELHOR! em http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N1300
- PELA SALVAGUARDA DOS DIREITOS NATURAIS DE UMA MÃE! em
http://www.peticaopublica.com/?pi=P2009N575
Lê, e assina.
Post-Scriptum - Venho eu a confirmar hoje, dia 7 de Dezembro, aquilo que eu havia dito aqui ontem. Garanto-vos que desconhecia que outros haviam já feito a mesma crítica. Prova de que não sou apenas eu a dizer certos "disparates".
"Uma das mais severas críticas sofridas pelo método psicanalítico foi feita pelo filósofo da ciência Karl Popper. Segundo ele, a psicanálise é pseudociência, pois uma teoria seria científica apenas se pudesse ser falseável pelos fatos.
Um exemplo é a teoria freudiana do "Complexo de Édipo". Freud afirmava que esse complexo era universal, mas com que base de dados chegou a essa conclusão? Na época da formulação da psicanálise, a sua "amostra" era bastante limitada; parte dela vinha de sua experiência subjetiva (a sua "auto-análise" precedendo a publicação de A Interpretação dos Sonhos) e da sua prática clínica, feita na maioria das vezes com pacientes burgueses de uma Áustria vitoriana. Ou seja: uma amostra retirada de contextos bem específicos e que não podem fundamentar a universalidade pretendida pelo autor."
FONTE: Wikipédia
Dessa forma, a mulher nunca pôde, em definitivo, entrar no mercado de trabalho, realizar tarefas fora do lar ou comandar as despesas da família. Tudo fora de casa estava delegado ao homem. Assim, se ao marido cabia prover a manutenção da família, à mulher restava a identidade social como esposa e mãe, como afirmam Novais e Sevcenko (1998).
O papel secundário dado à mulher durante séculos proporcionou-a encontrar formas de superação diante dessa anulação dentro da sociedade. Inventar novas formas de vestir e de se comportar, foram caminhos encontrados pelo ser feminino de se auto afirmar e de participar da vida social de maneira mais relevante e visível.
Assim, Freud (1933) destaca as três saídas ao ser feminino: “Inibição da Sexualidade”, onde sentindo-se diminuída, abdica da sua sexualidade e entra no caminho da neurose, o que ele chama de impotência psíquica; “Complexo de Masculinidade”, onde a mulher espera conseguir
um pênis para si e se coloca de uma maneira semelhante ao homem imitando seus gestos e gostos; “Desenvolvimento Normal”, no qual as perdas da infância abrem caminhos para a identificação feminina, ou seja, a maternidade. Coelho (1995) resume as teorias de Freud de forma bem simplificada afirmando que existem três saídas para ela (a mulher): desistir da sexualidade, desejar um pênis para si, ou se vestir com a feminilidade... e com isto conseguindo entrar no meio social."
FONTE: http://fido.palermo.edu/servicios_dyc
Quando Freud divulgou as suas teorias, tendo por base o mito de Édipo e outros mitos, estava-se então no "loucos anos 20". Anos marcados pela guerra, pela crise económica e pela emancipação da mulher.
Sendo o psicanalista de origem judaica, onde ainda hoje predomina o patriarcado, não me parece que tenha aceitado muito bem esta busca da mulher em se identificar com o homem, aquilo a que ele chama de "complexo de masculinização". A mulher, aos seus olhos, toma uma imagem "neurótica", por vezes "histérica". Não admira, tendo em conta a opressão que ainda vivia, não esquecendo a TPM, que, na altura não seria, assim o creio,muito bem compreendida. Atrevo-me a dizer que seria mesmo ignorada.
Sendo um especialista da psique humana, Freud pareceu ignorar os muitos anos em que a vontade da mulher foi escrava da vontade do homem. Insiste em dizer que a mulher, no seu inconsciente, se sentiria castrada, e teria inveja do falo do homem, quando na verdade a mulher apenas sentia inveja da posição que o homem ocupava, uma posição a que ela, por ter nascido mulher, não podia aceder. Evidentemente que , para tal, teria de abdicar da sua sexualidade. Teria de se transformar em homem. Eis, então, que ela tenta adquirir os mesmos direitos e os mesmos hábitos que este.
O grande psicanalista, querendo reforçar a sua ideia, afirma que a mulher busca na maternidade a recompensa pelo membro que inveja, mas não pode ter. Ora, como vimos no texto acima, e é sabido por todos, a maternidade era, até então, a única forma de a mulher se fazer reconhecer pela sociedade. Não se trata, pois, da busca de uma recompensa. Trata-se daquilo que lhe é permitido. Tão somente.
Não me parece que em grupos sociais onde a mulher é respeitada tal como ela é, tendo mesmo um papel superior, se encontre uma que seja que inveje o falo do homem e procure na maternidade aquilo que lhe falta. Não tem razões para isso. Já aí se pode ver a diferença.
Cabe, assim, concluir que, pela história da mulher ao longo dos tempos, e pelo pouco que se conhecia da sua fisiologia e da sua psique, se construiu o mito da mulher que busca no filho a extensão do corpo que lhe falta, o falo.
O que Freud não compreendeu, outros o podem fazer, desmistificando a imagem da mãe fusional, que receia perder o membro que conquistou (o filho).
Contudo, nem mesmo ele pôde negar o incontestável:
"Há muito mais continuidade entre a vida intra-uterina e a primeira infância do que a impressionante cesura do ato do nascimento nos permite saber"
(FREUD, 1926).
Fonte: http://www.webartigos.com/articles/37182/1/PSIQUISMO-FETAL-CONSIDERACOES-SOBRE-A-INFLUENCIA-DAS-EMOCOES-DA-MAE-NO-DESENVOLVIMENTO-DO-FETO/pagina1.html#ixzz17KMnEf3z
Nota: entenda-se a "cesura" pelo momento em que se corta o cordão umbilical, no acto do nascimento. Quer isto dizer que o vínculo mãe-filho permanece por toda a vida.
Muitos especialistas relatam que os seus pacientes, por vezes, adoptam uma atitude fetal. Significa que a vivência intra-uterina e da primeira infância é marcada, essencialmente, pela mãe. E é ela -isso também eles não negam- quem faz o pai, através do seu discurso e das suas atitudes. Se o pai é aceite pela mãe, então ele também será aceite pelo filho. Porque este, nos seus primeiros tempos de existência, só vê pelos olhos da sua mãe.
Ela é o seu mundo, o seu primeiro amor.
Deles, e delas também.
Assim, mesmo que a mulher, numa altura da vida, se volte para o pai (num reconhecimento do seu oposto, que lhe servirá de modelo na busca de um companheiro, à semelhança do que acontece com o rapaz em relação à sua progenitora), o seu primeiro amor terá sido a mãe.
E como eu vos disse há dias, num outro post, o primeiro amor nunca se esquece. Acompanha-nos pela vida fora.
Se a inveja do falo é um mito,
o Vínculo Materno permanece incontestável.
Deixo-te estas duas petições:
- MAIS CUIDADOS MATERNOS, POR UM FUTURO MELHOR! em http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N1300
- PELA SALVAGUARDA DOS DIREITOS NATURAIS DE UMA MÃE! em
http://www.peticaopublica.com/?pi=P2009N575
Lê, e assina.
Post-Scriptum - Venho eu a confirmar hoje, dia 7 de Dezembro, aquilo que eu havia dito aqui ontem. Garanto-vos que desconhecia que outros haviam já feito a mesma crítica. Prova de que não sou apenas eu a dizer certos "disparates".
"Uma das mais severas críticas sofridas pelo método psicanalítico foi feita pelo filósofo da ciência Karl Popper. Segundo ele, a psicanálise é pseudociência, pois uma teoria seria científica apenas se pudesse ser falseável pelos fatos.
Um exemplo é a teoria freudiana do "Complexo de Édipo". Freud afirmava que esse complexo era universal, mas com que base de dados chegou a essa conclusão? Na época da formulação da psicanálise, a sua "amostra" era bastante limitada; parte dela vinha de sua experiência subjetiva (a sua "auto-análise" precedendo a publicação de A Interpretação dos Sonhos) e da sua prática clínica, feita na maioria das vezes com pacientes burgueses de uma Áustria vitoriana. Ou seja: uma amostra retirada de contextos bem específicos e que não podem fundamentar a universalidade pretendida pelo autor."
FONTE: Wikipédia
domingo, 5 de dezembro de 2010
LEI DO CARMA: CONFORME AGIRES, ASSIM O TERÁS!
Trouxe este texto de um outro site, porque acredito que um dia destes o feitiço se há-de virar contra o feiticeiro. Falo de quem defende a lei da guarda compartilhada- que não a impondo, a estabelece como regra- e a lei que pune aqueles que se virem acusados, mesmo que injustamente, de alienar os filhos do outro progenitor.
Conforme agires, assim o terás.
Eis a lei do Carma.
TEXTO
Há milhares de anos, em um dia de outono, dois amigos viajavam a pé por um caminho que atravessava um belo bosque. De repente surgiu diante deles um urso faminto, ameaçador, pronto para atacar.
Sem pensar por um só instante, um dos viajantes subiu rapidamente a um dos galhos mais elevados de uma árvore próxima. O outro, sozinho diante da fera e ameaçado pelo sentimento de pânico, lembrou de algo decisivo. Tempos atrás, tinha ouvido que um urso não se alimenta de cadáveres.
Atirou-se então imediatamente ao solo e fingiu-se de morto. O urso chegou até ele e colou o focinho ao corpo aparentemente sem vida. Durante alguns segundos, cheirou o rosto e as orelhas, enquanto o homem continha a respiração. Sacudindo a cabeça, aparentemente decepcionado, o urso desistiu e afastou-se. O perigo havia passado. O homem ergueu-se lentamente do chão, sentindo uma perfeita calma. Seu colega desceu da árvore, aproximou-se com ar curioso e perguntou:
“Quando você estava deitado, o que foi que o urso disse ao seu ouvido?”
“Na verdade, ele me deu um conselho”, foi a resposta. “Na linguagem dos ursos, ele me disse com jeito amável: ‘jamais deves viajar em companhia de amigos como esse aí da árvore, que te abandonam a toda velocidade quando estás em perigo’.
A fábula acima é de Esopo. Ela ilustra o fato de que as adversidades são úteis para testar a sinceridade dos nossos amigos. As derrotas e situações de perigo podem ser muito desagradáveis, mas, pelo menos, elas nos permitem conhecer a verdadeira solidez dos nossos laços de afeto. “Amigos na dificuldade, amigos de verdade”, diz um antigo ditado inglês.
Encantando velhos e crianças há 25 séculos, as fábulas de Esopo têm uma mensagem radical e poderosa. Elas refletem a vida como ela é. Revelam com lucidez implacável os jogos de dissimulação, e colocam em cima da mesa, para que todos vejam, a ambição, o medo e a inveja que ameaçam cada alma em sua jornada pela vida. Mas também revelam as qualidades positivas que permitem a libertação espiritual.
Uma fábula é uma história carregada com simbolismo, que traz em si uma lição de vida e na qual os animais possuem o dom da fala. Esopo é o fundador do gênero, e suas fábulas reúnem três atributos principais: são curtas, belas e úteis. Elas nos ensinam, entre outras coisas, que a vida é um dom de supremo valor; mas que viver é perigoso, e que, por esse motivo, cada alma deve desenvolver ao máximo virtudes como atenção, vigilância, coragem, prudência e equilíbrio.
A vida de Esopo não é uma mera suposição. Ele existiu de fato, e é citado por Platão, Aristófanes, Xenofonte e Aristóteles. Mas os detalhes da sua vida, esses, sim, são mais lendários que literais. Os diferentes relatos são contraditórios. A biografia mais detalhada dele, escrita por Planudes, é considerada fantasiosa. É verdade que La Fontaine adotou como válida a narrativa de Planudes, mas parece ter feito isso por seu valor como lenda.
Calcula-se que Esopo tenha nascido em torno de 620 antes da era cristã. Escravo, gago, com o rosto deformado por uma extrema feiúra, Esopo era dotado de uma extraordinária sabedoria prática. Os deuses curaram sua gagueira. Por causa do seu talento, acabou sendo libertado por seu dono. Então o ex-escravo foi para Atenas, e ali dedicou-se a defender as pessoas pobres e humildes. Usava suas fábulas para denunciar a hipocrisia dos poderosos e para desmoralizar os procedimentos injustos das elites. Há uma fábula que ilustra bem esse ponto:
Um dia, o leão, o asno e o lobo decidiram sair juntos para caçar. Ficou combinado que qualquer coisa que eles obtivessem seria dividida entre os três. Depois de matar um cervo de bom tamanho, eles resolveram fazer uma grande refeição. O leão pediu ao asno que repartisse a carne. O asno dividiu a comida em três partes iguais e convidou os amigos a servirem-se. Mas o leão, indignado, atacou o asno e o reduziu a pedaços. Em seguida, voltando-se para o lobo, o rei dos animais pediu gentilmente que ele fizesse a divisão em duas partes. O lobo juntou todo o alimento em uma única grande pilha, deixando de lado apenas uma minúscula parcela para si mesmo.
“Ah, meu amigo”, disse o leão, “como você aprendeu a dividir as coisas de maneira tão justa?”
“Foi fácil! Bastou que eu visse o destino do nosso amigo asno” – explicou o lobo.
Uma lição da fábula acima é que “não se deve confiar demasiado no sentido de justiça dos poderosos”. No Brasil, essa história de Esopo deu origem e inspiração à imagem do Leão como símbolo da Receita Federal, que cobra impostos da população brasileira. Vem dela a expressão “a parte do leão”.
Outra conclusão da história é que “é melhor aprender com os erros dos outros (como fez o lobo) do que com os nossos próprios erros”.
De fato, o sábio procura tirar lições dos fracassos alheios. Quem tem alguma sabedoria aprende com os seus próprios erros (quando eles não são fatais), mas o tolo completo não é capaz de aprender nem sequer com as suas próprias derrotas.
Devido ao seu discurso irreverente em defesa dos mais fracos e da verdade, Esopo não demorou muito a chamar atenção de Perístrato, dirigente de Atenas que era inimigo da liberdade de pensamento.
Em 564 a. C., o contador de histórias foi acusado de sacrilégio pelo oráculo de Delfos. Em sua defesa, Esopo contou a fábula da águia e do besouro, afirmando que os privilegiados devem respeitar os direitos dos mais fracos, porque os abusos de poder são sempre punidos pelos deuses.
Diz a fábula:
“Uma lebre, perseguida pela águia, pediu refúgio na casa de um besouro. O besouro, valente e generoso, decidiu defender a lebre e disse à águia: ‘Em nome de Júpiter, você deve respeitar o direito de exílio. A lebre agora é minha hóspede.’ Ignorando a argumentação, a águia jogou o besouro a um lado e devorou a lebre de imediato. Magoado, o besouro decidiu não dar trégua à opressão da águia. Ele foi até o ninho da águia e jogou os ovos dela no chão, um a um. Não havia nisso uma vingança pessoal, mas uma luta em favor dos mais fracos. A águia construiu um segundo ninho, bem mais alto, mas o besouro foi até lá e repetiu a operação. Diante disso, a águia procurou Júpiter para buscar um acordo com o besouro. O chefe dos deuses tentou acalmar o besouro, mas foi inútil. Pediu a ele que pensasse em uma conciliação, e a idéia foi rejeitada. O último recurso encontrado por Júpiter para evitar a extinção da águia foi mudar a época da sua reprodução para uma estação do ano em que os besouros não estão em atividade.”
Moral da história: “o carma do abuso de poder é pesado, e os opressores cedo ou tarde devem reencontrar-se com a justiça e o equilíbrio.”
Mesmo contanto esta profunda fábula em sua defesa, Esopo foi condenado à morte e lançado do alto de um penhasco. Depois de morto, porém, passou a ser reconhecido um dos grandes sábios da Grécia.
Não só a fábula da águia e do besouro, mas muitas outras narrativas de Esopo tratam da lei do Carma, segundo a qual nós colhemos tudo o que plantamos, em pensamentos, sentimentos e ações. Uma das fábulas sobre o carma está ambientada em um tempo mítico em que as abelhas não possuíam ferrões:
Certo dia, quando o mundo ainda era jovem, uma abelha voou até o céu para levar a Júpiter, o rei dos deuses, uma generosa oferta de mel. Júpiter ficou deliciado com o doce presente e prometeu à abelha realizar um desejo seu, fosse qual fosse. Emocionada, ela afirmou:
“Ah, poderoso Júpiter, meu criador e meu mestre, desejo ganhar um ferrão, e um ferrão tão poderoso que possa matar qualquer um que chegue perto da colméia para levar o mel.”
Ora, a lei da natureza é a doação e o serviço altruísta. É pela generosidade que a vida evolui. Irritado com o egoísmo da abelha, Júpiter disse:
“Seu pedido será atendido, porém não do modo como você deseja. Ganhará um ferrão, mas sempre que alguém vier buscar seu mel e você o atacar, o ferimento será fatal para você e não para o outro. Você perderá sua vida junto com o ferrão que será sua arma. ”
Moral da história:
“Aquele que alimenta desejos de vingança atrai sofrimento para si mesmo”.
Em outra fábula sobre a lei do carma, o asno e o lobo reaparecem como personagens:
Certo dia, os dois amigos decidiram tornar-se sócios e saíram ao campo para buscar alimentos. No caminho, encontraram um leão com jeito faminto e feroz. Compreendendo perfeitamente a situação de perigo iminente, o lobo sorriu, avançou com rapidez até o leão e murmurou:
“Se você prometer não me atacar, eu posso trair o asno, e desse modo você o prenderá facilmente.”
O leão concordou, e o lobo atraiu o asno para uma armadilha. Porém, logo depois que o asno foi capturado, o leão atacou furiosamente o lobo e fez dele o seu almoço, preferindo guardar o asno para a refeição seguinte.
A conclusão da história é que “os traidores devem esperar por traição”. Quem com ferro fere, com ferro será ferido. Outra conclusão da fábula é que “os mais fracos fazem bem em unir-se diante dos mais poderosos, sempre que esses abusam do seu poder”. Uma terceira idéia: “devemos ser leais a nossos amigos”.
O carma é um mecanismo complexo. Às vezes ele amadurece imediatamente. Outras vezes é necessário muito tempo. Em todos os casos, o que acontece fica registrado no Akasha ou luz astral e – no momento certo – a justiça cármica retribui a cada um conforme os seus méritos. O carma tem seu próprio ritmo e ele deve ser respeitado. Assim, a busca de vingança pessoal produz maus resultados, conforme conta outra fábula de Esopo:
Muitos anos atrás, um cavalo selvagem possuía um vasto campo de pasto à sua disposição. Certo dia, um cervo invadiu o território e comeu grande parte do alimento. Cego de raiva, o cavalo procurou o homem e pediu sua ajuda para punir o cervo. “Sim, claro”, disse o homem. “Mas, para isso, eu preciso colocar um freio em sua boca e montar sobre suas costas. Assim poderei punir o cervo.” O cavalo concordou, e o homem montou nele. Desde aquele dia, ao invés de obter sua vingança, o cavalo ficou escravo do homem.
A moral da história é que, “buscando vingança, você perde sua liberdade”.
De fato, o rancor pode ser uma grande prisão psicológica – e para alguns, inclusive, uma prisão perpétua. Mas o otimismo, o desapego e o sentimento solidário libertam a alma de sofrimentos.
A lei do carma rege a todos os seres, tanto física quanto mental e espiritualmente. Cada pessoa tem um Carma Mental que produz resultados em seu próprio nível. Nossos hábitos de pensamento são nosso carma, porque criam nossa maneira de ver o mundo – e de viver. O pensamento influencia decisivamente cada aspecto da vida. Aquele que busca enganar outras pessoas pode obter vantagens externas de curto prazo, porém adquire inevitavelmente um mau carma correspondente no plano mental, onde tudo é mais durável que nos planos inferiores da realidade. As vantagens pessoais obtidas por meios injustos são colocadas dentro de uma atitude mental negativa. Na verdade, elas surgem de uma atitude mental negativa e a reforçam. O mentiroso perde o sentido da realidade, e assim atrai sofrimento para si mesmo. Em compensação, a opção pela sinceridade é uma fonte de bênção, a médio e longo prazo, embora a curto prazo possa trazer conseqüências incômodas. A história de um lenhador que jamais mentia demonstra essa verdade.
Conta Esopo:
Cortando uma árvore na beira de um rio, um lenhador deixou seu machado cair na água. Desesperado ao ver que perdera seu instrumento de trabalho, ele sentou à margem do rio e começou a chorar. Mas o rio pertencia ao deus Mercúrio, que teve compaixão do lenhador. Mercúrio voou até o local e mergulhou no rio. Pouco depois, emergiu da água com um machado de ouro e perguntou ao lenhador:
“Esse é o seu machado?”
O homem disse que não. Mercúrio mergulhou pela segunda vez e voltou com um machado de prata:
“É seu?”
E o lenhador disse que não.
Então Mercúrio mergulhou pela terceira vez, trouxe o machado do lenhador, entregou-o e, como presentes, deixou com ele também os machados de ouro e de prata.
No dia seguinte, o homem contou aos seus amigos o que acontecera. Um deles decidiu fazer uma experiência: foi ao mesmo lugar do rio, deixou seu machado cair na água intencionalmente, e então começou a chorar. Mercúrio não tardou a aparecer. O deus de pés alados mergulhou nas águas e, ao voltar, apresentou-lhe um machado de ouro, perguntando se era dele.
“Sim, esse mesmo”, mentiu de imediato o lenhador, estendendo o braço para agarrar o objeto precioso.
Indignado com a insinceridade, Mercúrio não lhe entregou o machado de ouro, e tampouco lhe devolveu o seu machado comum de ferro e madeira.
Moral da história: “em todas as situações, a melhor estratégia é a honestidade”.
De fato, a vida testa a cada momento a nossa decisão de agir corretamente. O uso da atenção e da perseverança permite identificar as sutis relações de causa e efeito que ligam a ignorância espiritual ao sofrimento físico e emocional.
Assim podemos perceber que cada um é senhor de seu destino – que cada ser provoca a sua própria felicidade ou seu sofrimento – e fica um pouco mais fácil percorrer o caminho ao autoconhecimento.
FONTE: http://www.filosofiaesoterica.com/ler.php?id=424
Deixo-vos esta petição, pois que ligada ao tema de hoje (se lerdes, vereis).
Auteur :Lutte d'une maman pour toutes les mamans!
Description :Pour une loi qui respecte vraiment l'intêret de l'enfant!
A l'attention de Monsieur le président de la République, l'Assemblée de la République
Devant le grand nombre d'enfants soumis à un mode de garde qui, dans la majeure partie des cas, ne respecte vraiment ses intêrets (je parle, evidemment, de la garde alternée), cette pétition vient juste vous rappeler quelques faits qu'on a tendance à oublier.
Il me semble, Messieurs, que de nos jours nous vivons une nouvelle inquisition, sauf que cette fois on n'accuse pas les femmes d'être des sorcières: on les accuse d'être des mauvaises mères, sans aucun respect pour les intêrets et les désirs de ses enfants! Ce qui est tout à fait faux.
Et, dans cette croyance, au lieu de nous mettre au feu, on nous enlève nos enfants.Ce qui est encore pire, croyez-moi.
Les principales victimes? Les enfants, bien sûr.
D'abord, saviez-vous qu'un bon nombre de mères sont, en fait, pour cette garde, en dépit de la mauvaise relation qu'elles ont vécu avec le père de ses enfants?
Mais est-ce que-on se demande bien- la pratique de la garde partagée a les avantages qu'on lui reconnait?
Je n'entends parler que des statistiques. Or, comme dit l'expression, il existe les mensonges, des grosses mensonges... et les statistiques! C'est-à-dire que la réalité est bien toute une autre que celle que nous présentent les statistiques.
Comment considérer l'attitude d'un père qui veut absolument prendre sa moitié -ou la partie toute entière- de son enfant, encore tout petit, sans même penser aux conséquences? On dit qu'il y a des enfants traumatisés par les attitudes de leur mère(?!) On ne parle pas des enfants traumatisés par la séparation forcée de leur mère. On dit qu'ils s'adaptent bien à cette séparation, alors que, en vérité, ils s'accomodent. Ce n'est pas la même chose.
S'il est vrai que le temps ne se passe pas de la même façon pour un enfant,surtout quand il est encore petit (et donc, 15 jours éloigné de son père peut lui ressembler trop long), le même se passe pour un nourrison qui est éloigné toute une journée de sa mère. Et même pour des enfants plus âgés. L'enfant semble être bien tranquille, mais il ne l'ai pas. D'habitude les conséquences de cette séparation ne parviennent que quelques années plus tard, parfois dans l'adolescence.
A présent, je vois des enfants qui deviennent cyberdépendants, et d'autres qui succent le doigt. Des enfants dans des familles recomposées, qui n'y trouvent pas sa place, se sentent souvent à l'ecart. Ça, ce n'est pas des statistiques. C'est bien la réalité que nous avons devant les yeux.
Quand on sépare un chiot de sa progéniteure, l'animal pleure pendant des jours. Il veut sa maman. Puis il se tait. Il s'est accomodé a cette séparation forcée. Il ne l'a forcement pas acceptée, comme nous le jugeons.
Le même pour les humains. La seule différence c'est qu'un nourrison dépend encore plus de sa maman que les petits animaux dans d'autres espèces, vue sa fragilité.
On me reproche la comparaison que je fais souvent entre la mère humaine et les autres femelles, dans d'autres espèces. Et, pourtant, de l'autre côté, celui qui défend l'egalité père/mère, on nous présente souvent des espèces où le rôle est partagé entre les deux progéniteurs... Sauf qu'il s'agit des espèces qui pondent des oeufs, et qui n'ont, donc, aucun lien avec la nôtre. Le seul lien qu'on y trouve c'est l'instinct de protection, qu'on voit aussi chez les mamifères. Les humains, aussi, l'ont.
Alors, que peut-on reprocher à une mère qui protège ses enfants? Rien, en effet. Au contraire.
Et pour le fait de protéger ses enfants, le tribunal décide de les enlever. On les place chez le père.
Il serait plutôt important d'envisager une loi qui respecte VRAIMENT l'intêret de l'enfant. Comme disait quelqu'un -et je le trouve bien- ce n'est pas l'enfant qui doit s'adapter à l'adulte, mais l'adulte à l'enfant. Et donc, les lois se doivent adapter à ses intêrets, n'oubliant pas que l'enfant a des sentiments, des envies, qu'on doit absolument -sauf rares exceptions-respecter.
L'egalité -les spécialistes d'enfants le disent souvent- ne se fait de la même manière et dans un même temps, donc un père ne peut pas exiger une parcelle de 50%, sachant qu' un nourrison et l'enfant encore petit n'a pas des besoins de 50/50. Son cerveau ne marche pas comme ça. Surtout, il ne marche pas tel comme on veut. La loi de Salomon nous montre bien qu'on peut pas le couper en deux, cela disant, on peut pas partager moitié-moitié.
Est-ce qu'on restera aveugles? Ou bien, nous agisserons pour le vrai intêret de l'enfant?
Ce n'est pas les conditions matérielles qui importent le plus. Ce qui importe vraiment c'est d'être sensible à ses besoins.
Réfléchissez bien, Messieurs. Car vous avez dans vos mains nos enfants, notre futur. Et selon vous agissez, vous l'aurez.
Veuillez agréer, Messieurs, l'assurance de mes salutations distinguées.
Está em:
http://www.mesopinions.com/Qu-une-maman-puisse-garder-ses-enfants--tout-comme-il-se-passe-dans-la-nature--petition-petitions-d48321df2ccfc944808d20b77175b95a.html
Conforme agires, assim o terás.
Eis a lei do Carma.
TEXTO
Há milhares de anos, em um dia de outono, dois amigos viajavam a pé por um caminho que atravessava um belo bosque. De repente surgiu diante deles um urso faminto, ameaçador, pronto para atacar.
Sem pensar por um só instante, um dos viajantes subiu rapidamente a um dos galhos mais elevados de uma árvore próxima. O outro, sozinho diante da fera e ameaçado pelo sentimento de pânico, lembrou de algo decisivo. Tempos atrás, tinha ouvido que um urso não se alimenta de cadáveres.
Atirou-se então imediatamente ao solo e fingiu-se de morto. O urso chegou até ele e colou o focinho ao corpo aparentemente sem vida. Durante alguns segundos, cheirou o rosto e as orelhas, enquanto o homem continha a respiração. Sacudindo a cabeça, aparentemente decepcionado, o urso desistiu e afastou-se. O perigo havia passado. O homem ergueu-se lentamente do chão, sentindo uma perfeita calma. Seu colega desceu da árvore, aproximou-se com ar curioso e perguntou:
“Quando você estava deitado, o que foi que o urso disse ao seu ouvido?”
“Na verdade, ele me deu um conselho”, foi a resposta. “Na linguagem dos ursos, ele me disse com jeito amável: ‘jamais deves viajar em companhia de amigos como esse aí da árvore, que te abandonam a toda velocidade quando estás em perigo’.
A fábula acima é de Esopo. Ela ilustra o fato de que as adversidades são úteis para testar a sinceridade dos nossos amigos. As derrotas e situações de perigo podem ser muito desagradáveis, mas, pelo menos, elas nos permitem conhecer a verdadeira solidez dos nossos laços de afeto. “Amigos na dificuldade, amigos de verdade”, diz um antigo ditado inglês.
Encantando velhos e crianças há 25 séculos, as fábulas de Esopo têm uma mensagem radical e poderosa. Elas refletem a vida como ela é. Revelam com lucidez implacável os jogos de dissimulação, e colocam em cima da mesa, para que todos vejam, a ambição, o medo e a inveja que ameaçam cada alma em sua jornada pela vida. Mas também revelam as qualidades positivas que permitem a libertação espiritual.
Uma fábula é uma história carregada com simbolismo, que traz em si uma lição de vida e na qual os animais possuem o dom da fala. Esopo é o fundador do gênero, e suas fábulas reúnem três atributos principais: são curtas, belas e úteis. Elas nos ensinam, entre outras coisas, que a vida é um dom de supremo valor; mas que viver é perigoso, e que, por esse motivo, cada alma deve desenvolver ao máximo virtudes como atenção, vigilância, coragem, prudência e equilíbrio.
A vida de Esopo não é uma mera suposição. Ele existiu de fato, e é citado por Platão, Aristófanes, Xenofonte e Aristóteles. Mas os detalhes da sua vida, esses, sim, são mais lendários que literais. Os diferentes relatos são contraditórios. A biografia mais detalhada dele, escrita por Planudes, é considerada fantasiosa. É verdade que La Fontaine adotou como válida a narrativa de Planudes, mas parece ter feito isso por seu valor como lenda.
Calcula-se que Esopo tenha nascido em torno de 620 antes da era cristã. Escravo, gago, com o rosto deformado por uma extrema feiúra, Esopo era dotado de uma extraordinária sabedoria prática. Os deuses curaram sua gagueira. Por causa do seu talento, acabou sendo libertado por seu dono. Então o ex-escravo foi para Atenas, e ali dedicou-se a defender as pessoas pobres e humildes. Usava suas fábulas para denunciar a hipocrisia dos poderosos e para desmoralizar os procedimentos injustos das elites. Há uma fábula que ilustra bem esse ponto:
Um dia, o leão, o asno e o lobo decidiram sair juntos para caçar. Ficou combinado que qualquer coisa que eles obtivessem seria dividida entre os três. Depois de matar um cervo de bom tamanho, eles resolveram fazer uma grande refeição. O leão pediu ao asno que repartisse a carne. O asno dividiu a comida em três partes iguais e convidou os amigos a servirem-se. Mas o leão, indignado, atacou o asno e o reduziu a pedaços. Em seguida, voltando-se para o lobo, o rei dos animais pediu gentilmente que ele fizesse a divisão em duas partes. O lobo juntou todo o alimento em uma única grande pilha, deixando de lado apenas uma minúscula parcela para si mesmo.
“Ah, meu amigo”, disse o leão, “como você aprendeu a dividir as coisas de maneira tão justa?”
“Foi fácil! Bastou que eu visse o destino do nosso amigo asno” – explicou o lobo.
Uma lição da fábula acima é que “não se deve confiar demasiado no sentido de justiça dos poderosos”. No Brasil, essa história de Esopo deu origem e inspiração à imagem do Leão como símbolo da Receita Federal, que cobra impostos da população brasileira. Vem dela a expressão “a parte do leão”.
Outra conclusão da história é que “é melhor aprender com os erros dos outros (como fez o lobo) do que com os nossos próprios erros”.
De fato, o sábio procura tirar lições dos fracassos alheios. Quem tem alguma sabedoria aprende com os seus próprios erros (quando eles não são fatais), mas o tolo completo não é capaz de aprender nem sequer com as suas próprias derrotas.
Devido ao seu discurso irreverente em defesa dos mais fracos e da verdade, Esopo não demorou muito a chamar atenção de Perístrato, dirigente de Atenas que era inimigo da liberdade de pensamento.
Em 564 a. C., o contador de histórias foi acusado de sacrilégio pelo oráculo de Delfos. Em sua defesa, Esopo contou a fábula da águia e do besouro, afirmando que os privilegiados devem respeitar os direitos dos mais fracos, porque os abusos de poder são sempre punidos pelos deuses.
Diz a fábula:
“Uma lebre, perseguida pela águia, pediu refúgio na casa de um besouro. O besouro, valente e generoso, decidiu defender a lebre e disse à águia: ‘Em nome de Júpiter, você deve respeitar o direito de exílio. A lebre agora é minha hóspede.’ Ignorando a argumentação, a águia jogou o besouro a um lado e devorou a lebre de imediato. Magoado, o besouro decidiu não dar trégua à opressão da águia. Ele foi até o ninho da águia e jogou os ovos dela no chão, um a um. Não havia nisso uma vingança pessoal, mas uma luta em favor dos mais fracos. A águia construiu um segundo ninho, bem mais alto, mas o besouro foi até lá e repetiu a operação. Diante disso, a águia procurou Júpiter para buscar um acordo com o besouro. O chefe dos deuses tentou acalmar o besouro, mas foi inútil. Pediu a ele que pensasse em uma conciliação, e a idéia foi rejeitada. O último recurso encontrado por Júpiter para evitar a extinção da águia foi mudar a época da sua reprodução para uma estação do ano em que os besouros não estão em atividade.”
Moral da história: “o carma do abuso de poder é pesado, e os opressores cedo ou tarde devem reencontrar-se com a justiça e o equilíbrio.”
Mesmo contanto esta profunda fábula em sua defesa, Esopo foi condenado à morte e lançado do alto de um penhasco. Depois de morto, porém, passou a ser reconhecido um dos grandes sábios da Grécia.
Não só a fábula da águia e do besouro, mas muitas outras narrativas de Esopo tratam da lei do Carma, segundo a qual nós colhemos tudo o que plantamos, em pensamentos, sentimentos e ações. Uma das fábulas sobre o carma está ambientada em um tempo mítico em que as abelhas não possuíam ferrões:
Certo dia, quando o mundo ainda era jovem, uma abelha voou até o céu para levar a Júpiter, o rei dos deuses, uma generosa oferta de mel. Júpiter ficou deliciado com o doce presente e prometeu à abelha realizar um desejo seu, fosse qual fosse. Emocionada, ela afirmou:
“Ah, poderoso Júpiter, meu criador e meu mestre, desejo ganhar um ferrão, e um ferrão tão poderoso que possa matar qualquer um que chegue perto da colméia para levar o mel.”
Ora, a lei da natureza é a doação e o serviço altruísta. É pela generosidade que a vida evolui. Irritado com o egoísmo da abelha, Júpiter disse:
“Seu pedido será atendido, porém não do modo como você deseja. Ganhará um ferrão, mas sempre que alguém vier buscar seu mel e você o atacar, o ferimento será fatal para você e não para o outro. Você perderá sua vida junto com o ferrão que será sua arma. ”
Moral da história:
“Aquele que alimenta desejos de vingança atrai sofrimento para si mesmo”.
Em outra fábula sobre a lei do carma, o asno e o lobo reaparecem como personagens:
Certo dia, os dois amigos decidiram tornar-se sócios e saíram ao campo para buscar alimentos. No caminho, encontraram um leão com jeito faminto e feroz. Compreendendo perfeitamente a situação de perigo iminente, o lobo sorriu, avançou com rapidez até o leão e murmurou:
“Se você prometer não me atacar, eu posso trair o asno, e desse modo você o prenderá facilmente.”
O leão concordou, e o lobo atraiu o asno para uma armadilha. Porém, logo depois que o asno foi capturado, o leão atacou furiosamente o lobo e fez dele o seu almoço, preferindo guardar o asno para a refeição seguinte.
A conclusão da história é que “os traidores devem esperar por traição”. Quem com ferro fere, com ferro será ferido. Outra conclusão da fábula é que “os mais fracos fazem bem em unir-se diante dos mais poderosos, sempre que esses abusam do seu poder”. Uma terceira idéia: “devemos ser leais a nossos amigos”.
O carma é um mecanismo complexo. Às vezes ele amadurece imediatamente. Outras vezes é necessário muito tempo. Em todos os casos, o que acontece fica registrado no Akasha ou luz astral e – no momento certo – a justiça cármica retribui a cada um conforme os seus méritos. O carma tem seu próprio ritmo e ele deve ser respeitado. Assim, a busca de vingança pessoal produz maus resultados, conforme conta outra fábula de Esopo:
Muitos anos atrás, um cavalo selvagem possuía um vasto campo de pasto à sua disposição. Certo dia, um cervo invadiu o território e comeu grande parte do alimento. Cego de raiva, o cavalo procurou o homem e pediu sua ajuda para punir o cervo. “Sim, claro”, disse o homem. “Mas, para isso, eu preciso colocar um freio em sua boca e montar sobre suas costas. Assim poderei punir o cervo.” O cavalo concordou, e o homem montou nele. Desde aquele dia, ao invés de obter sua vingança, o cavalo ficou escravo do homem.
A moral da história é que, “buscando vingança, você perde sua liberdade”.
De fato, o rancor pode ser uma grande prisão psicológica – e para alguns, inclusive, uma prisão perpétua. Mas o otimismo, o desapego e o sentimento solidário libertam a alma de sofrimentos.
A lei do carma rege a todos os seres, tanto física quanto mental e espiritualmente. Cada pessoa tem um Carma Mental que produz resultados em seu próprio nível. Nossos hábitos de pensamento são nosso carma, porque criam nossa maneira de ver o mundo – e de viver. O pensamento influencia decisivamente cada aspecto da vida. Aquele que busca enganar outras pessoas pode obter vantagens externas de curto prazo, porém adquire inevitavelmente um mau carma correspondente no plano mental, onde tudo é mais durável que nos planos inferiores da realidade. As vantagens pessoais obtidas por meios injustos são colocadas dentro de uma atitude mental negativa. Na verdade, elas surgem de uma atitude mental negativa e a reforçam. O mentiroso perde o sentido da realidade, e assim atrai sofrimento para si mesmo. Em compensação, a opção pela sinceridade é uma fonte de bênção, a médio e longo prazo, embora a curto prazo possa trazer conseqüências incômodas. A história de um lenhador que jamais mentia demonstra essa verdade.
Conta Esopo:
Cortando uma árvore na beira de um rio, um lenhador deixou seu machado cair na água. Desesperado ao ver que perdera seu instrumento de trabalho, ele sentou à margem do rio e começou a chorar. Mas o rio pertencia ao deus Mercúrio, que teve compaixão do lenhador. Mercúrio voou até o local e mergulhou no rio. Pouco depois, emergiu da água com um machado de ouro e perguntou ao lenhador:
“Esse é o seu machado?”
O homem disse que não. Mercúrio mergulhou pela segunda vez e voltou com um machado de prata:
“É seu?”
E o lenhador disse que não.
Então Mercúrio mergulhou pela terceira vez, trouxe o machado do lenhador, entregou-o e, como presentes, deixou com ele também os machados de ouro e de prata.
No dia seguinte, o homem contou aos seus amigos o que acontecera. Um deles decidiu fazer uma experiência: foi ao mesmo lugar do rio, deixou seu machado cair na água intencionalmente, e então começou a chorar. Mercúrio não tardou a aparecer. O deus de pés alados mergulhou nas águas e, ao voltar, apresentou-lhe um machado de ouro, perguntando se era dele.
“Sim, esse mesmo”, mentiu de imediato o lenhador, estendendo o braço para agarrar o objeto precioso.
Indignado com a insinceridade, Mercúrio não lhe entregou o machado de ouro, e tampouco lhe devolveu o seu machado comum de ferro e madeira.
Moral da história: “em todas as situações, a melhor estratégia é a honestidade”.
De fato, a vida testa a cada momento a nossa decisão de agir corretamente. O uso da atenção e da perseverança permite identificar as sutis relações de causa e efeito que ligam a ignorância espiritual ao sofrimento físico e emocional.
Assim podemos perceber que cada um é senhor de seu destino – que cada ser provoca a sua própria felicidade ou seu sofrimento – e fica um pouco mais fácil percorrer o caminho ao autoconhecimento.
FONTE: http://www.filosofiaesoterica.com/ler.php?id=424
Deixo-vos esta petição, pois que ligada ao tema de hoje (se lerdes, vereis).
Auteur :Lutte d'une maman pour toutes les mamans!
Description :Pour une loi qui respecte vraiment l'intêret de l'enfant!
A l'attention de Monsieur le président de la République, l'Assemblée de la République
Devant le grand nombre d'enfants soumis à un mode de garde qui, dans la majeure partie des cas, ne respecte vraiment ses intêrets (je parle, evidemment, de la garde alternée), cette pétition vient juste vous rappeler quelques faits qu'on a tendance à oublier.
Il me semble, Messieurs, que de nos jours nous vivons une nouvelle inquisition, sauf que cette fois on n'accuse pas les femmes d'être des sorcières: on les accuse d'être des mauvaises mères, sans aucun respect pour les intêrets et les désirs de ses enfants! Ce qui est tout à fait faux.
Et, dans cette croyance, au lieu de nous mettre au feu, on nous enlève nos enfants.Ce qui est encore pire, croyez-moi.
Les principales victimes? Les enfants, bien sûr.
D'abord, saviez-vous qu'un bon nombre de mères sont, en fait, pour cette garde, en dépit de la mauvaise relation qu'elles ont vécu avec le père de ses enfants?
Mais est-ce que-on se demande bien- la pratique de la garde partagée a les avantages qu'on lui reconnait?
Je n'entends parler que des statistiques. Or, comme dit l'expression, il existe les mensonges, des grosses mensonges... et les statistiques! C'est-à-dire que la réalité est bien toute une autre que celle que nous présentent les statistiques.
Comment considérer l'attitude d'un père qui veut absolument prendre sa moitié -ou la partie toute entière- de son enfant, encore tout petit, sans même penser aux conséquences? On dit qu'il y a des enfants traumatisés par les attitudes de leur mère(?!) On ne parle pas des enfants traumatisés par la séparation forcée de leur mère. On dit qu'ils s'adaptent bien à cette séparation, alors que, en vérité, ils s'accomodent. Ce n'est pas la même chose.
S'il est vrai que le temps ne se passe pas de la même façon pour un enfant,surtout quand il est encore petit (et donc, 15 jours éloigné de son père peut lui ressembler trop long), le même se passe pour un nourrison qui est éloigné toute une journée de sa mère. Et même pour des enfants plus âgés. L'enfant semble être bien tranquille, mais il ne l'ai pas. D'habitude les conséquences de cette séparation ne parviennent que quelques années plus tard, parfois dans l'adolescence.
A présent, je vois des enfants qui deviennent cyberdépendants, et d'autres qui succent le doigt. Des enfants dans des familles recomposées, qui n'y trouvent pas sa place, se sentent souvent à l'ecart. Ça, ce n'est pas des statistiques. C'est bien la réalité que nous avons devant les yeux.
Quand on sépare un chiot de sa progéniteure, l'animal pleure pendant des jours. Il veut sa maman. Puis il se tait. Il s'est accomodé a cette séparation forcée. Il ne l'a forcement pas acceptée, comme nous le jugeons.
Le même pour les humains. La seule différence c'est qu'un nourrison dépend encore plus de sa maman que les petits animaux dans d'autres espèces, vue sa fragilité.
On me reproche la comparaison que je fais souvent entre la mère humaine et les autres femelles, dans d'autres espèces. Et, pourtant, de l'autre côté, celui qui défend l'egalité père/mère, on nous présente souvent des espèces où le rôle est partagé entre les deux progéniteurs... Sauf qu'il s'agit des espèces qui pondent des oeufs, et qui n'ont, donc, aucun lien avec la nôtre. Le seul lien qu'on y trouve c'est l'instinct de protection, qu'on voit aussi chez les mamifères. Les humains, aussi, l'ont.
Alors, que peut-on reprocher à une mère qui protège ses enfants? Rien, en effet. Au contraire.
Et pour le fait de protéger ses enfants, le tribunal décide de les enlever. On les place chez le père.
Il serait plutôt important d'envisager une loi qui respecte VRAIMENT l'intêret de l'enfant. Comme disait quelqu'un -et je le trouve bien- ce n'est pas l'enfant qui doit s'adapter à l'adulte, mais l'adulte à l'enfant. Et donc, les lois se doivent adapter à ses intêrets, n'oubliant pas que l'enfant a des sentiments, des envies, qu'on doit absolument -sauf rares exceptions-respecter.
L'egalité -les spécialistes d'enfants le disent souvent- ne se fait de la même manière et dans un même temps, donc un père ne peut pas exiger une parcelle de 50%, sachant qu' un nourrison et l'enfant encore petit n'a pas des besoins de 50/50. Son cerveau ne marche pas comme ça. Surtout, il ne marche pas tel comme on veut. La loi de Salomon nous montre bien qu'on peut pas le couper en deux, cela disant, on peut pas partager moitié-moitié.
Est-ce qu'on restera aveugles? Ou bien, nous agisserons pour le vrai intêret de l'enfant?
Ce n'est pas les conditions matérielles qui importent le plus. Ce qui importe vraiment c'est d'être sensible à ses besoins.
Réfléchissez bien, Messieurs. Car vous avez dans vos mains nos enfants, notre futur. Et selon vous agissez, vous l'aurez.
Veuillez agréer, Messieurs, l'assurance de mes salutations distinguées.
Está em:
http://www.mesopinions.com/Qu-une-maman-puisse-garder-ses-enfants--tout-comme-il-se-passe-dans-la-nature--petition-petitions-d48321df2ccfc944808d20b77175b95a.html
sábado, 20 de novembro de 2010
NO PRINCÍPIO ERA A MÃE. O PAI VEIO DEPOIS.
A cantora inglesa Lily Allen perdeu o seu bébé aos seis meses de gravidez. Esta é já a segunda vez que tal lhe acontece, embora na primeira tenha sido no ínicio da gestação.
Eu pergunto: quem é que está a sofrer mais esta perda, ela ou o companheiro?
Sem sombra de dúvidas que é ela.
Não estou a dizer que ele também não sofre, mas certamente que não na mesma intensidade que ela. Daqui a uns tempos, ele já terá esquecido. Ela não.
Pode até ser que ele estivesse a acompanhar de muito perto a gravidez da companheira, e quisesse mesmo estar presente na altura do parto, à semelhança do que fazem hoje muitos homens, mas nós sabemos que as alegrias e as tristezas (como neste caso) são vivenciadas com mais força por elas do que por eles. Não é difícil perceber porquê.

Gostou de receber um recado de Mãe!? Mande um também.
O que eu não percebo é porque é que depois do nascimento, se ignora este facto, como se esse tempo -o da gravidez, do parto e os primeiros meses, havendo ou não amamentação- jamais tivesse existido! Se é certo que, à medida que o tempo passa, esse tempo vai ficando para trás, não é certo que ele tenha sido esquecido. Talvez por eles, pois que pouco ou nada lhes diz. Mas não por elas, que o viveram de facto.
Ainda que o cordão umbilical seja cortado no momento do parto, ele permanece para toda a vida. Significa que aquela mãe continua ligada àquele filho, e vice-versa. Fala-se de um cordão invísível, o que jamais será cortado.
Quando uma das minhas filhas faz anos, inevitavelmente eu penso no dia em que eu as pus no mundo. Que o pai esteja ou não, não faz diferença. A mãe, essa, não pode certamente faltar. Ela está sempre presente.Por isso, em cada aniversário, eu festejo também esse momento. Uma mãe nunca esquece.
É costume dizer-se que uma mãe sofre mais porque a sociedade a penaliza, considerando-a desmerecedora. É verdade que assim é, mas não sem razão.
É que a sociedade, ao contrário do pai, não esquece de que foi a mãe quem carregou os filhos, os pôs no mundo e os amamentou. Tal como qualquer outra fêmea da classe dos mamíferos. E, à semelhança do papel que estas têm para com as suas crias, espera que uma mãe se comporte da mesma forma. Se o papel biológico é o mesmo, porque há-de a mãe humana comportar-se de forma diferente para com as suas crias? A sociedade pode até trazer novos valores culturais, mas não esquece os naturais. Não há assim tantas diferenças entre nós e as outras fêmeas, como se pretende. Já Rousseau dizia que a sociedade é que nos corrompe, e não podia estar mais certo, pois, em busca da nossa identidade, nos afastamos mais e mais do que na verdade nós somos.
Das duas uma: ou a sociedade teria de ser cega, para não ver o evidente, ou tudo teria de mudar, coisa que se torna impossível, enquanto o homem for homem e a mulher for mulher. O que é é, e o que não é não é. Não há meio termo.
Se alguém quiser lançar culpas, que culpe então a Natureza. Por alguma razão ela assim determinou, dando a cada o seu papel. Se ela determinasse conforme a nossa vontade -ou melhor, os nossos caprichos- não estaríamos certamente aqui.
Portanto, enquanto a nossa natureza for aquilo que ela é, não me parece que um pai possa alguma vez sentir uma perda ou uma separação da mesma forma que sente uma mãe.
Não me passa pela cabeça dizer que um pai que sofre realmente se está a fazer de vítima.
Também não lembra a ninguém, tenho a certeza disso, de dizer a Lily Allen que não se faça de vítima, neste momento em que a sua dor ultrapassa (ou alguém ainda duvida disso?) a dor do companheiro. Alguém ousaria?!
Não percebo, então, porque ridicularizam as mães que sofrem, dizendo que se fazem de vítimas. Não entendo porque insistem em dizer que a dor do pai equipara-se à dor da mãe. É que não há comparação, meus senhores.
Um pai, o que o é verdadeiramente, sente dor, sim. Ninguém o nega.
Mas uma mãe, a que o é verdadeiramente, sente-a a dobrar.
Um pai, o verdadeiro pai, baba-se com as proezas do filho, mas não há quem se babe mais do que uma mãe! Quem me desmente?
E porquê?
Pela simples razão de que é a mãe que faz o pai, e não o contrário.
Eis a Verdade.
Eu pergunto: quem é que está a sofrer mais esta perda, ela ou o companheiro?
Sem sombra de dúvidas que é ela.
Não estou a dizer que ele também não sofre, mas certamente que não na mesma intensidade que ela. Daqui a uns tempos, ele já terá esquecido. Ela não.
Pode até ser que ele estivesse a acompanhar de muito perto a gravidez da companheira, e quisesse mesmo estar presente na altura do parto, à semelhança do que fazem hoje muitos homens, mas nós sabemos que as alegrias e as tristezas (como neste caso) são vivenciadas com mais força por elas do que por eles. Não é difícil perceber porquê.
Gostou de receber um recado de Mãe!? Mande um também.
O que eu não percebo é porque é que depois do nascimento, se ignora este facto, como se esse tempo -o da gravidez, do parto e os primeiros meses, havendo ou não amamentação- jamais tivesse existido! Se é certo que, à medida que o tempo passa, esse tempo vai ficando para trás, não é certo que ele tenha sido esquecido. Talvez por eles, pois que pouco ou nada lhes diz. Mas não por elas, que o viveram de facto.
Ainda que o cordão umbilical seja cortado no momento do parto, ele permanece para toda a vida. Significa que aquela mãe continua ligada àquele filho, e vice-versa. Fala-se de um cordão invísível, o que jamais será cortado.
Quando uma das minhas filhas faz anos, inevitavelmente eu penso no dia em que eu as pus no mundo. Que o pai esteja ou não, não faz diferença. A mãe, essa, não pode certamente faltar. Ela está sempre presente.Por isso, em cada aniversário, eu festejo também esse momento. Uma mãe nunca esquece.
É costume dizer-se que uma mãe sofre mais porque a sociedade a penaliza, considerando-a desmerecedora. É verdade que assim é, mas não sem razão.
É que a sociedade, ao contrário do pai, não esquece de que foi a mãe quem carregou os filhos, os pôs no mundo e os amamentou. Tal como qualquer outra fêmea da classe dos mamíferos. E, à semelhança do papel que estas têm para com as suas crias, espera que uma mãe se comporte da mesma forma. Se o papel biológico é o mesmo, porque há-de a mãe humana comportar-se de forma diferente para com as suas crias? A sociedade pode até trazer novos valores culturais, mas não esquece os naturais. Não há assim tantas diferenças entre nós e as outras fêmeas, como se pretende. Já Rousseau dizia que a sociedade é que nos corrompe, e não podia estar mais certo, pois, em busca da nossa identidade, nos afastamos mais e mais do que na verdade nós somos.
Das duas uma: ou a sociedade teria de ser cega, para não ver o evidente, ou tudo teria de mudar, coisa que se torna impossível, enquanto o homem for homem e a mulher for mulher. O que é é, e o que não é não é. Não há meio termo.
Se alguém quiser lançar culpas, que culpe então a Natureza. Por alguma razão ela assim determinou, dando a cada o seu papel. Se ela determinasse conforme a nossa vontade -ou melhor, os nossos caprichos- não estaríamos certamente aqui.
Portanto, enquanto a nossa natureza for aquilo que ela é, não me parece que um pai possa alguma vez sentir uma perda ou uma separação da mesma forma que sente uma mãe.
Não me passa pela cabeça dizer que um pai que sofre realmente se está a fazer de vítima.
Também não lembra a ninguém, tenho a certeza disso, de dizer a Lily Allen que não se faça de vítima, neste momento em que a sua dor ultrapassa (ou alguém ainda duvida disso?) a dor do companheiro. Alguém ousaria?!
Não percebo, então, porque ridicularizam as mães que sofrem, dizendo que se fazem de vítimas. Não entendo porque insistem em dizer que a dor do pai equipara-se à dor da mãe. É que não há comparação, meus senhores.
Um pai, o que o é verdadeiramente, sente dor, sim. Ninguém o nega.
Mas uma mãe, a que o é verdadeiramente, sente-a a dobrar.
Um pai, o verdadeiro pai, baba-se com as proezas do filho, mas não há quem se babe mais do que uma mãe! Quem me desmente?
E porquê?
Pela simples razão de que é a mãe que faz o pai, e não o contrário.
Eis a Verdade.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
STOP À LA PÉDOPHILIE - POUR UNE MEILLEURE RÉGLEMENTATION
J'ai signé cette pétition, et voilà mon commentaire (s'il ne vous plaît pas, tant pis):
"Dommage que certains de ces pédophiles sont des pères de famille, et que ces mêmes pédophiles se croient dans le droit d'avoir sa moitié de l'enfant, au nom de l'égalité parentale. Et tout celà parce qu'un certain Richard Gardner a défendu que les mères alienaient les enfants, alors qu'elles les protégeaient. On sait, maintenant, que ce Dr. a défendu bien de pères pédophiles et que lui-même souffrait d'une trouble psycologique, car il s'est suicidé en 2003, par des multiples coups sur son cou et sa poitrine. Voilà la vérité!"
Fallait ajouter:
Gare aux pédophiles! Car les lois, celles que vous faites -et que vous voulez faire- au nom du Supérieur Intêret de l'Enfant les libèrent!
"Dommage que certains de ces pédophiles sont des pères de famille, et que ces mêmes pédophiles se croient dans le droit d'avoir sa moitié de l'enfant, au nom de l'égalité parentale. Et tout celà parce qu'un certain Richard Gardner a défendu que les mères alienaient les enfants, alors qu'elles les protégeaient. On sait, maintenant, que ce Dr. a défendu bien de pères pédophiles et que lui-même souffrait d'une trouble psycologique, car il s'est suicidé en 2003, par des multiples coups sur son cou et sa poitrine. Voilà la vérité!"
Fallait ajouter:
Gare aux pédophiles! Car les lois, celles que vous faites -et que vous voulez faire- au nom du Supérieur Intêret de l'Enfant les libèrent!
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verdade
sábado, 23 de outubro de 2010
DEIXEM DE OLHAR PARA O VOSSO UMBIGO!
Assim me escreveu um senhor (presumo que seja um pai...), há algum tempo.
Nem é tarde nem é cedo. Aqui vai a resposta.
Lamento, meu caro senhor, mas parece-me que devíamos fazer exactamente o contrário do que diz: olhar para o nosso umbigo.
A Natureza (com N grande, sim senhor!) é sábia. Ela deixa sempre uma marca, para que não nos esqueçamos de onde viemos.
Evidentemente, cada ser humano se constrói a partir de duas células que se juntam, a da mãe e a do pai. Mas a sua memória não consegue atingir, tanto quanto sei, esse estado. Quando ele toma "consciência" de si, ele é já um embrião em desenvolvimento no ventre materno.Ele não se vê num outro estado. E muito menos como 50/50!
Na sua regressão (pela hipnose, por exemplo), ele regressa ao útero. É aí que tudo começa. É o seu princípio.
Sempre que se sente indefeso, o ser humano coloca-se em posição fetal. Regressa ao estado em que se sentia seguro, em perfeita simbiose com a mãe.
Não me consta que alguma vez o ser humano tenha adoptado a posição de célula inicial, 50% mãe e 50% pai. No seu princípio está a mãe. Tão somente.
Na busca do Homem primitivo, descobrimos a primeira mulher, mãe de toda a Humanidade. Do pai pouco se sabe. Não foi ele que o gerou.Nao foi ele que o pôs no mundo.
Assim, sempre que o ser humano se tenta encontrar, ele regressa sempre àquela que lhe deu origem: a sua mãe.
Não há como alterar esta verdade.
Quereis a prova? Olhai para o vosso umbigo.
Nem é tarde nem é cedo. Aqui vai a resposta.
Lamento, meu caro senhor, mas parece-me que devíamos fazer exactamente o contrário do que diz: olhar para o nosso umbigo.
A Natureza (com N grande, sim senhor!) é sábia. Ela deixa sempre uma marca, para que não nos esqueçamos de onde viemos.
Evidentemente, cada ser humano se constrói a partir de duas células que se juntam, a da mãe e a do pai. Mas a sua memória não consegue atingir, tanto quanto sei, esse estado. Quando ele toma "consciência" de si, ele é já um embrião em desenvolvimento no ventre materno.Ele não se vê num outro estado. E muito menos como 50/50!
Na sua regressão (pela hipnose, por exemplo), ele regressa ao útero. É aí que tudo começa. É o seu princípio.
Sempre que se sente indefeso, o ser humano coloca-se em posição fetal. Regressa ao estado em que se sentia seguro, em perfeita simbiose com a mãe.
Não me consta que alguma vez o ser humano tenha adoptado a posição de célula inicial, 50% mãe e 50% pai. No seu princípio está a mãe. Tão somente.
Na busca do Homem primitivo, descobrimos a primeira mulher, mãe de toda a Humanidade. Do pai pouco se sabe. Não foi ele que o gerou.Nao foi ele que o pôs no mundo.
Assim, sempre que o ser humano se tenta encontrar, ele regressa sempre àquela que lhe deu origem: a sua mãe.
Não há como alterar esta verdade.
Quereis a prova? Olhai para o vosso umbigo.
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