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sábado, 28 de maio de 2011

A VONTADE DE UM E O VENTRE DE OUTRO!

O Pai Nosso e a Avé Maria, duas orações de outros tempos e ainda dos nossos, reforçam o que aqui vos tenho dito.

Assim oramos ao Pai:

Pai Nosso que estais no céu
Santificado seja o vosso NOME
venha a nós o vosso REINO
seja feita a vossa VONTADE
assim na Terra como no Céu

(...)

E assim oramos à Mãe:

Avé Maria, CHEIA DE GRAÇA [estado de graça=gravidez]
o SENHOR é convosco
Bendita sois vós entre as mulheres
e bendito é o FRUTO DO VOSSO VENTRE
(...)


Ao Pai a vontade, à Mãe o ventre.
Ele a escolheu, ela foi a escolhida.

Só Ele pode perdoar.
Tudo o que ela pode fazer por nós é interceder.
Mas a última palavra cabe sempre a ele.


Repare-se que hoje o último nome de uma criança pode, assim o diz a lei, tanto ser o do pai como o da mãe. Se ambos não estiverem de acordo, prevalecerá o do pai, nunca o da mãe.

Resta saber o que é feito do nome da mãe.
Tema que abordarei amanhã.

Nada mais apropriado, aliás.

terça-feira, 8 de março de 2011

A GREVE DAS MULHERES!

Não sendo o telefilme de que vos falava ontem, parece contudo ser igualmente interessante, para discussão.

É que, embora eu ache que a mulher deve exigir igualdade (pelo menos ser igualmente respeitada), sou da opinião que não se pode ser igualmente pago.

Como professora, sei que os alunos são avaliados conforme o seu rendimento e a sua evolução. Não podem todos ter a mesma avaliação.

O mesmo acontece com os trabalhadores, sejam homens ou mulheres. Se, em certos casos o homem rende mais (sobretudo em trabalhos que exigem força física), e portanto serão melhor pagos, noutros será a mulher.

Depois há o caso da mulher grávida e da que fica alguns meses ou alguns anos em casa, para se ocupar do(s) filho(s). Acho que primeiro estão os filhos, e que o justo é que ela possa regressar ao trabalho, retomando o ponto em que estava. Claro que outros, os que permaneceram lá, terão avançado, e ganharão melhor.

Não deve, nestas circunstâncias, a mulher sentir-se desvalorizada nem deve ser menosprezada pelos colegas. Pelo contrário, estes devem dar-lhe todo o apoio para que ela possa também progredir. Mas tudo a seu tempo.



NÃO VOS ESQUEÇAIS:

NÃO PODE NUNCA HAVER UMA IGUALDADE ABSOLUTA, POIS QUE ELA É RELATIVA!
O QUE SE EXIGE, E DEVEMOS SEMPRE EXIGIR É QUE, INDEPENDENTEMENTE DE QUALQUER DIFERENÇA (QUE AS HÁ, E SEMPRE HAVERÁ), SEJAMOS IGUALMENTE RESPEITADOS!

EIS O VERDADEIRO SENTIDO DA IGUALDADE!



segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

LES FILS CONSANGUINS ET LES FILS UTÉRINS! AH BON?!

Demi-frère et demi-sœur

Deux frères ou deux sœurs de même père mais de mères différentes sont dits « frères consanguins ou sœurs consanguines ».

Deux frères ou deux sœurs de même mère mais de pères différents sont dits « frères utérins ou sœurs utérines ».

FONTE: Wikipédia





MON COMMENTAIRE:

...sauf que les fils d'une même mère sont aussi, tout comme ceux d'un même père, consanguins! Vous êtes d'accord, non?

Mais je comprends: cette expression vient surement d'un temps où on croyait que les enfants étaient un concept de l'homme développé dans l'uterus de la femme. Ils avaient le sang de son père, n'ayant rien de la mère. Elle les devait juste porter dans son ventre.

Je dis toujours que ce n'est pas tout à fait la même chose d'avoir la même mère que d'avoir le même père: une mère peut reconter ce qu'elle a ressenti pendant la grossesse de ses enfants, et on est plus à l'aise pour toucher son ventre. Avec le père, il n'y a presque rien qui puisse, à ce moment là, nous raprocher, car le ventre n'est pas le sien, et surtout pas de la même femme.

Les frères issus d'une même mère ont le même sang -on le sait- et, en plus, se développent dans le même ventre. Or, cette période est le tout début de notre existence, puisqu'elle se fait bien avant notre naissance!

Je suis convaincue que les frères d'une même mère se sentent, "à priori", plus attachés les uns aux autres que les frères d'un même père. Et pourtant, je viens de savoir que j'ai un demi-frère quelque part, de la part de mon père, et, bien évidemment, j'aimerais le connaître.

Désolée si quelques-uns d'entre vous ne sont pas d'accord, mais c'est ce que je ressents. Je suis mère de deux filles -elles n'ont que l'une l'autre, jusqu'à présent- et je les ai portées, toutes les deux, dans mon ventre. Pas le père.

C'est quelque chose qui les approche toutes les deux bien plus que si elles venaient d'un ventre différent, ayant le même père.

Car, dans le sens qu'on trouve ici (dans un autre sens, consanguin se refère à un couple formé par un homme et une femme qui ont des liens de parentalité, tel comme des cousins), tous les frères sont consanguins et toutes les soeurs sont consanguines, mais seuls les frères et seules les seurs d'une même mère sont utérins ou utérines.

Est-ce que j'ai tort?

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

A JUSTIÇA É QUE SABE!

Elaine César, actriz brasileira, perde a guarda do filho de 3 anos para o seu ex-marido, pai da criança.

A notícia é do passado mês de Dezambro. A actriz ficou sem a guarda do filho
supostamente por trabalhar num teatro considerado "pornográfico", expondo-o a cenas pouco próprias.


Ora, pelo que li, esta mãe é directora de vídeos.
Não percebi se faz parte do elenco.

Consta igualmente que se encontrava grávida do seu actual marido, e que lhe havia sido diagnosticado um linfoma.

Eu não sei até que ponto a criança esteve exposta a cenas não muito próprias para a idade, mas ninguém diz nada de um pai tomar banho com o filho ou a filha completamente nú (se calhar este até é um desses...).

Acho que são demasiadas fatalidades para uma mãe.

Estou-me a lembrar de um outro caso, de uma outra mulher que, na altura, também se encontrava grávida do actual companheiro e que foi impedida pela Justiça de ir ter com ele e levar consigo os seus outros filhos, que, aliás, viviam com ela, pelo facto de que perderiam o contacto que tinham até então com o pai.

Pergunto-me o que fez essa mulher? Foi ter com o companheiro, deixando os filhos com o seu ex-marido, ou permameceu com eles, mas longe do actual companheiro, o pai do filho que esperava. Ou será que este se viu obrigado a deixar o país de onde era originário e onde trabalhava para vir ter com ela, deixando os seus filhos -calculo que teria filhos- para trás?

Em nome do Superior Interesse de uns filhos (julgam eles estar a agir de forma apropiada) sacrifica-se o Superior Interesse de outros: ainda que não tenham nascido, estes seres precisam, acima de tudo, que a mãe se encontre bem física e psicológicamente.

Em casos de grande stress, uma mulher grávida pode vir a abortar, ou a não ter leite para amamntar o recém-nascido. Isto para não falar que também este pode vir a ter inúmeros problemas, já que esteve submetido a um ambiente stressante ainda antes de ter nascido. Tudo em nome do seu Superior Interesse, claro.

Pelo que podemos ver nos últimos tempos, a Justiça tem feito de tudo para fragilizar as mulheres, não pensando nem um pouco que aquilo que lhes fazem, fazem-no aos filhos, particularmente quando estes se encontram numa idade em que estão muito dependentes da mãe, como é o caso de um feto e das crianças pequenas.

Há uma criança de apenas 3 anos que chora pela mãe.
É esse o amor de pai, tão proclamado?
É do seu Superior Interesse que passe os dias e as noites a chorar?

Isso passa, dirão alguns.
Errado: isso fica!

É um trauma que a criança terá de levar consigo por toda a vida e que se irá repercutir na sua vida futura.

Ainda estais em tempo de corrigir os vossos erros.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

JE FAIS DES ENFANTS AVEC QUI JE VEUX, QUAND JE VEUX!

Ah, ça se sont les feministes qui le disent, vous me le direz.
Eh bien, vous vous trompez. Ça, se sont les hommes qui le disent.

Au moins ceux qui font partie d'une certaine association (pour les hommes, bien sûr), qui défend le droit de réjeter la paternité d'un enfant à venir.


Je crois que ce droit, ils l'ont déjà.
A moins qu'il veulent le droit de faire une femme avorter, s'ils sont bien décidés à ne pas avoir d'enfants à ce moment là...

Ce qui est en question pour eux, ce sont les femmes qui leurs disent qu'elles prennent la pilule, et qui tombent enceintes après une relation passagère, voire d'un soir.

Je suis d'accord: ce n'est pas bien de leur dire une chose, alors qu'elles veulent une autre. Mais, messieurs, notre nature n'est pas tout à fait la vôtre, bien au contraire. Donc c'est bien normal qu'on ait -nous, les femmes- ce désir de grossesse.

Un homme peut devenir père, tout aussi comme la femme peut devenir mère. Mais il ne peut pas avoir une grossesse. Même si on pretend que la grossesse se vit à deux, seule la femme la vit. L'homme vit la grossesse de sa femme, à sa manière. Mais il ne peut pas savoir ce que c'est de la vivre vraiment, d'en avoir le désir.

Alors, messieurs, si vous ne voulez pas qu'une femme -la vôtre ou une autre- tombe enceinte, mieux vaut que vous ne faites rien avec cette femme. Si vous ne voulez pas d'enfants, ne faites rien.

Car vous ne pouvez pas empêcher notre désir de grossesse. C'est dans notre nature. La plupart de nous pense à autre chose que le sexe, vous le saviez?

Si nous ne pensions qu'à ça, nous ne serions plus des femmes:
nous nous aurions transformé en hommes!

Si vous ne voulez que du sexe, vous n'avez qu'à trouver un autre homme.
Car. messieurs, la nature ça se change pas.



"Ao longo da nossa história evolucionária, homens e mulheres defrontaram diferentes oportunidades e constrangimentos. Para o homem o sexo casual com uma estranha representava um risco menor – infecção, descoberta pela mulher – e uma grande recompensa potencial: a adição a baixo custo de mais uma criança ao seu património genético. Os homens que agarraram tais oportunidades deixaram certamente mais descendentes do que os homens que o não fizeram. Por isso, e uma vez que por definição somos descendentes dos antepassados mais prolíficos, torna-se razoável defender que os homens modernos possuem traços de oportunismo sexual. Praticamente todos os machos mamíferos o possuem, mesmo aqueles que são predominantemente monogâmicos. O que não quer dizer que todos os homens sejam irremediavelmente promíscuos ou que todo o homem seja um potencial violador; apenas que os homens são mais facilmente tentados pelas oportunidades do sexo ocasional do que as mulheres."
Matt Ridley, Red Queen

(ver o post DIREITOS IGUAIS, CONSOANTE AS DIFERENÇAS E AS NECESSIDADES)

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

SÍNDROME DE COUVADE!

Síndrome de Couvade: a paternidade a flor da pele

A Síndrome de Couvade, não é uma doença, mas um conjunto de sintomas que podem aparecer nos homens durante a gestação. O pai se exprime psicologicamente ao assumir a gravidez apresentando sensações semelhantes aos da companheira grávida. Os futuros pais podem engordar, sofrer com enjôos, desejos, crises de choro ou mesmo depressão.

Os sintomas também demonstram a necessidade que muitos homens têm de se tornarem pais. A ansiedade, aliada a uma forte ligação afetiva e emocional com a mulher, acaba por transferir para o marido uma série de sensações que costumam se manifestar somente na figura feminina.

Pesquisas indicam que a metade da população de futuros pais (54%) desenvolve alguns sintomas relativos à gravidez durante o curso da gestação.

A Síndrome não costuma causar distúrbios psíquicos e normal que aconteça, sendo aconselhável procurar um especialista somente quando a situação foge de controle e passa a incomodar o casal e as pessoas próximas.

FONTE: http://www.tuasaude.com/sindrome-de-couvade-a-paternidade-a-flor-da-pele/





O MEU COMENTÁRIO:

Não pondo em dúvida o que aqui é dito, não será que esta síndrome, à semelhança de outras, reflecte, sobretudo, uma chamada de atenção?

Uma vez que todo o processo da gravidez se gera na mulher, e é esta quem recebe mais atenção dos outros, o homem, sentindo-se de parte, desenvolve uma espécie de "gravidez psicológica".

Com síndrome ou sem ela, só a mulher pode engravidar.
Nunca o casal. E muito menos o homem.

A mulher vive a gravidez, o homem a couvade.

Não existe "o casal está grávido", a menos que ambos estejam realmente grávidos. O que é impossível.

Da mesma forma que existe a gravidez psicológica na mulher (quando esta nem sequer está grávida!), também existe no homem.

Mas no momento em que que a mulher está, de facto grávida, só um deles é que está a passar por uma gravidez psicológica: o homem.

A minha convicção é que a síndrome de couvade reflecte, principalmente, uma chamada de atenção.

E não é porque uns e outros argumentam que estes sintomas são involuntários que o que digo é menos verdade.

Regra geral, esta chamada de atenção é inconsciente, traduzindo-se pelos tais sintomas.


ALGUMAS INFORMAÇÕES ÚTEIS:

Couvade
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Couvade é o conjunto de interdições e de ritos, característicos da cultura de determinados povos, que um homem está obrigado a realizar durante a gravidez da mulher e logo após o nascimento da criança.


Le manque d'attention
Lors d'une grossesse, les yeux sont généralement rivés vers la future maman et son ventre. La couvade est, en quelque sorte, un moyen d'attirer l'attention. Le futur papa a besoin d'être revalorisé, de trouver sa place au sein de cette maternité. Quelque part, il aimerait lui aussi connaître cette sensation de porter un enfant sans que cela soit possible. Il montre donc son vécu par le mimétisme.


Témoignages de papas : j'ai vécu une couvade
Stéphane, papa de Léa (2 ans) et de Marion (6 mois)
« Pour la première grossesse vécue avec ma femme, il s'agissait d'un accident. Nous ne projetions pas d'avoir un enfant tout de suite, alors je me suis senti pris au piège. Cela explique certainement que j'ai ressenti tout au long de la grossesse une immense fatigue et pris pas moins de six kilos en tout ! Pour notre deuxième enfant, cette fois j'étais prêt, et pourtant, les trois derniers mois, j'ai été pris de nausées et de diarrhées chroniques. »

Daniel, papa de Léo (3 mois)
« Au moment de l'annonce de la grossesse, j'ai commencé à souffrir de douleurs dorsales accompagnées de troubles digestifs. J'ai été quasiment alité pendant deux semaines. Pendant cette période, j'ai déclaré à ma copine que j'étais frustré de ne pas connaître les sensations de porter un enfant. À partir du moment où j'en ai parlé, les symptômes se sont tus. »

Alain, papa de Manon (6 mois)
« Alors moi, la grossesse, ça a été du n'importe quoi. J'arrivais à manger des framboises, des bananes, du guacamole avec des chips, avant de me faire une tartine de pâte à tartiner… J'avais tout simplement des envies incompréhensibles et impossibles à réfréner. Un jour, j'ai même demandé à ma femme en me tordant de douleurs sur le lit d'aller m'acheter une part de couscous. J'ai honte, elle était à 8 mois de grossesse ! »

À lire
"Papa débutant : le guide que tous les jeunes pères attendaient", Benoît Le Goëdec, éd. First.



FONTE: http://www.tendance-sante.fr/

De plus en plus souvent, l’implication est tellement forte que dès la naissance du premier enfant, le père referme la porte de sa jeunesse, tous les espaces "masculins" qu'il avait réussi à préserver même pendant sa vie de couple, disparaissent... l'homme impliqué dans la vie au quotidien avec bébé, n'a plus le temps de voir ses copains, de pratiquer un sport, d'assouvir sa passion.
Et beaucoup d'hommes en souffrent en secret.
La conséquence se traduit en chiffres par une augmentation des séparations des couples peu après la naissance du premier enfant.
Il est ainsi capital que l’homme tout en s’investissant dans son rôle de père, parvienne à conserver son identité propre, ses loisirs… un homme ne peut sur le long terme aller contre sa nature, s'il a besoin de s'évader un peu de temps à autres, la venue d'un enfant ne doit pas mettre définitivement un terme à cela. Il en va de l'équilibre du couple et de sa pérennité.

FONTE: http://www.bebemonamour.com/

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

MÃE COM ESCLEROSE MÚLTIPLA LUTA PELA GUARDA DO FILHO!

Com esclerose múltipla, ex-paquita luta pela guarda do filho
7 de dezembro de 2010 11:08 Vanessa Correia



No Mais Você dessa terça-feira, 7 de dezembro, Ana Maria conversou com Louise Wischermann, a ex-paquita Pituxa do Xou da Xuxa, no fim da década de 80. Depois de 18 anos morando no Canadá, ela está de volta ao Brasil e enfrenta uma briga na Justiça canadense para ter o direito de morar aqui com seu filho Oliver, de 4 anos.

Louise, que possui esclerose múltipla, contou que durante a gravidez não teve o apoio do marido. “Ele não queria que eu engravidasse, pra tratar a doença, mas eu queria ser mãe mesmo assim”, revelou. Ainda sobre a doença, ela explica que seu tratamento é pago pelo SUS, Sistema Único de Saude, e por isso precisa morar aqui no Brasil. “Aqui eu tenho tratamento de graça. Lá não, eu pago por todos os remédios”.

A ex-paquita desabafou com Ana Maria. “Eu quero recomeçar minha vida no Brasil. Quero que o meu filho venha morar comigo aqui. Em momento nenhum quero afastá-lo do pai. Vou deixá-lo passar todas as férias com ele, mas quero o meu direito de mãe. Está tudo muito difícil… estou aqui há 15 dias e só consegui falar com o Oliver uma vez”, contou Louise.

Para dar mais detalhes sobre o assunto, a ex-paquita foi acompanhada do seu advogado, Bernardo Garcia, que está cuidando do caso aqui no Brasil. Bernardo explica que só o juiz canadense pode resolver o caso. “O Oliver é residente no Canadá, e nós não podemos fazer nada aqui, apenas acompanhar e trabalhar junto com eles. Espero que o juiz reconheça que o melhor para a criança é ficar com a mãe.”

FONTE: http://www.consuladosocial.com.br/?p=51830





Agora, eu pergunto:
No vosso entender, qual a melhor decisão num caso destes?

sábado, 4 de dezembro de 2010

O CÚMULO DOS CÚMULOS!

Esta cena é apenas fictícia.
Qualquer semelhança com a realidade, é pura coincidência.




Num tribunal apresenta-se uma mulher, que acaricia o seu ventre grávido, e o seu ex-companheiro, pai da criança que irá nascer. Procuram saber, junto do juíz, a quem caberá a guarda da criança.


Assim fala o magistrado:


-Determino que a criança fique, pelos meses que lhe faltam, à guarda da mãe. Logo após o nascimento, passará a ficar à guarda do pai que reune, a meu ver, as melhores condições. E sendo a amamentação recomendada, mas não essencial à sobrevivência da criança, determino que a mesma fique a cargo do pai. A mãe pode, se assim quiser, pôr ao dispôr do pai o seu próprio leite. De resto, poderá também visitar a criança sempre que queira -dentro das disponibilidades do pai e respeitando, é claro, os hábitos da criança-, sendo que eventualmente esta poderá sair ou pernoitar com a mãe.


O cúmulo dos cúmulos, direis.
E eu digo-vos que se ainda não chegamos a este cúmulo, a caminho vamos.


Lê e assina esta petição:
MAIS CUIDADOS MATERNAIS, POR UM FUTURO MELHOR, em http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N1300


LEITURA RECOMENDADA:
http://anilisboa.sites.uol.com.br/art001.htm
(vá avançando, sempre no final da página, para o assunto seguinte,e verá artigos bem interessantes)

sábado, 20 de novembro de 2010

NO PRINCÍPIO ERA A MÃE. O PAI VEIO DEPOIS.

A cantora inglesa Lily Allen perdeu o seu bébé aos seis meses de gravidez. Esta é já a segunda vez que tal lhe acontece, embora na primeira tenha sido no ínicio da gestação.

Eu pergunto: quem é que está a sofrer mais esta perda, ela ou o companheiro?

Sem sombra de dúvidas que é ela.

Não estou a dizer que ele também não sofre, mas certamente que não na mesma intensidade que ela. Daqui a uns tempos, ele já terá esquecido. Ela não.

Pode até ser que ele estivesse a acompanhar de muito perto a gravidez da companheira, e quisesse mesmo estar presente na altura do parto, à semelhança do que fazem hoje muitos homens, mas nós sabemos que as alegrias e as tristezas (como neste caso) são vivenciadas com mais força por elas do que por eles. Não é difícil perceber porquê.


recados para orkut

Gostou de receber um recado de Mãe!? Mande um também.



O que eu não percebo é porque é que depois do nascimento, se ignora este facto, como se esse tempo -o da gravidez, do parto e os primeiros meses, havendo ou não amamentação- jamais tivesse existido! Se é certo que, à medida que o tempo passa, esse tempo vai ficando para trás, não é certo que ele tenha sido esquecido. Talvez por eles, pois que pouco ou nada lhes diz. Mas não por elas, que o viveram de facto.

Ainda que o cordão umbilical seja cortado no momento do parto, ele permanece para toda a vida. Significa que aquela mãe continua ligada àquele filho, e vice-versa. Fala-se de um cordão invísível, o que jamais será cortado.

Quando uma das minhas filhas faz anos, inevitavelmente eu penso no dia em que eu as pus no mundo. Que o pai esteja ou não, não faz diferença. A mãe, essa, não pode certamente faltar. Ela está sempre presente.Por isso, em cada aniversário, eu festejo também esse momento. Uma mãe nunca esquece.

É costume dizer-se que uma mãe sofre mais porque a sociedade a penaliza, considerando-a desmerecedora. É verdade que assim é, mas não sem razão.
É que a sociedade, ao contrário do pai, não esquece de que foi a mãe quem carregou os filhos, os pôs no mundo e os amamentou. Tal como qualquer outra fêmea da classe dos mamíferos. E, à semelhança do papel que estas têm para com as suas crias, espera que uma mãe se comporte da mesma forma. Se o papel biológico é o mesmo, porque há-de a mãe humana comportar-se de forma diferente para com as suas crias? A sociedade pode até trazer novos valores culturais, mas não esquece os naturais. Não há assim tantas diferenças entre nós e as outras fêmeas, como se pretende. Já Rousseau dizia que a sociedade é que nos corrompe, e não podia estar mais certo, pois, em busca da nossa identidade, nos afastamos mais e mais do que na verdade nós somos.

Das duas uma: ou a sociedade teria de ser cega, para não ver o evidente, ou tudo teria de mudar, coisa que se torna impossível, enquanto o homem for homem e a mulher for mulher. O que é é, e o que não é não é. Não há meio termo.

Se alguém quiser lançar culpas, que culpe então a Natureza. Por alguma razão ela assim determinou, dando a cada o seu papel. Se ela determinasse conforme a nossa vontade -ou melhor, os nossos caprichos- não estaríamos certamente aqui.

Portanto, enquanto a nossa natureza for aquilo que ela é, não me parece que um pai possa alguma vez sentir uma perda ou uma separação da mesma forma que sente uma mãe.

Não me passa pela cabeça dizer que um pai que sofre realmente se está a fazer de vítima.

Também não lembra a ninguém, tenho a certeza disso, de dizer a Lily Allen que não se faça de vítima, neste momento em que a sua dor ultrapassa (ou alguém ainda duvida disso?) a dor do companheiro. Alguém ousaria?!

Não percebo, então, porque ridicularizam as mães que sofrem, dizendo que se fazem de vítimas. Não entendo porque insistem em dizer que a dor do pai equipara-se à dor da mãe. É que não há comparação, meus senhores.

Um pai, o que o é verdadeiramente, sente dor, sim. Ninguém o nega.
Mas uma mãe, a que o é verdadeiramente, sente-a a dobrar.

Um pai, o verdadeiro pai, baba-se com as proezas do filho, mas não há quem se babe mais do que uma mãe! Quem me desmente?

E porquê?


Pela simples razão de que é a mãe que faz o pai, e não o contrário.
Eis a Verdade.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

LICENÇA DE PATERNIDADE

Houve um tempo -e, por certo, tal ainda ocorre em algumas tribos, e em alguns lugares- em que não se felicitava a mulher grávida, mas o futuro pai. Por altura do parto, este contorcia-se de dores (?!), como se estivesse de facto a parir. No dia seguinte, a mulher levantava-se, mas o homem permanecia deitado, para receber os parabéns.

Hoje, em pleno século XXI, não estamos muito longe de voltar a este tempo! Já nem é tão raro assim ver uma mulher retomar o trabalho bem cedo, demasiado até, cedendo o seu lugar ao homem.

E não é assim tão raro ver um pai ficar com a guarda dos filhos, sejam estes pequenos ou não, por "mérito". Alegam ter melhores condições e um melhor perfil para cuidar dos filhos do que a mãe.

Tudo isto em nome de uma IGUALDADE que nem sequer existe! Como se a paternidade fosse a mesma coisa que a maternidade. Pelo jeito que anda a coisa, parece até que a paternidade vale bem mais do que a maternidade. Ou melhor, o que vale é a paternidade, pois a maternidade é um mito.

Ao que nós chegamos, meu Deus!!! Só falta o homem engravidar de facto (dizem que sim, que o homem também está grávido), e ir para a PATERNIDADE dar à luz!

PARABÉNS!

domingo, 17 de outubro de 2010

O PAI TAMBÉM ESTÁ GRÁVIDO!

Esta trouxe eu do site ABC do Bébé:

O Pai também está grávido


A defender que sim, acabou de chegar às bancas uma nova revista sobre a gravidez que fala também ao Pai e que oferece um curso prático de cuidados, primeiros socorros e segurança infantil.
Chegou ao mercado uma nova revista dedicada ao casal grávido, que tem como ofertas de capa um livro de registo e um curso prático. Com edição semestral, A Nossa Gravidez é um guia que acompanha os nove meses de gravidez e o nascimento do bebé. Ou seja, os pais só precisam de comprar uma edição.

(...)

Integrada numa lógica de responsabilidade social A Nossa Gravidez compromete-se, em cada edição, apoiar uma instituição que actue junto da grávida, da infância e da família. Na edição de lançamento, 20 cêntimos do preço de capa irá reverter a favor da Ajuda de Berço.

(...)


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O MEU COMENTÁRIO:

O pai também está grávido!

A sério?! Eu nem sabia que ele mestruava...

E de quantas semanas de gravidez (perdão, de amenorreia) está o pai? Espero que a VOSSA gravidez decorra na maior tranquilidade (enfim, sem enjôos, azias, dor de costas, hemorróides, e outras coisas mais que nem vos passa pela cabeça) e que tenham uma hora muito muito pequenina. Com sorte, nem vai ser preciso fazer-VOS o corte e costura... Isto, para não falar de coisa pior, porque sim, ainda hoje acontece -felizmente muito menos vezes- morrer no parto.E depois, há as complicações pós-parto, a depressão pós-parto, e outras coisas associadas ao VOSSO parto.

Pelo amor de Deus, deixem-se destas baboseiras! O filho é de ambos, mas só a mulher é que está grávida, é ela que o espera e é ela que o irá pôr no mundo!
PONTO FINAL!

Esta gente anda maluca, ou o quê?!!!

Nessa linha de pensamentos, eu até poderia perguntar "então, e o pai tem ideias de amamentar o bébé? Até que idade?" Evidentemente, são perguntas idiotas, mas não menos do que as afirmações que hoje se fazem de forma gratuita! Bem sei que muitos papás até gostariam de poder carregar o filho no ventre, e amamentá-lo, mas a natureza não distribuiu assim os papéis. Cada um tem de aceitar o seu papel, e exercê-lo da melhor forma que lhe for possível.

Se querem para eles o estado de graça, porque não também o outro estado, aquele estado sem graça nenhuma por que nós, mulheres, passamos todos os meses, e que põe umas quantas de cama? Estamos a falar do forro que irá proteger o VOSSO bébé, aquilo que vos protegeu também a vós. Sem isso, dificilmente estarieis aqui!Esse forro tem-no a mulher, não o homem.

Se a gravidez é de ambos, significa então que o ninho (o útero) também é, e portanto tudo o que sai do ninho, tudo o que se passa no ninho ou entra no ninho concerne aos dois, e não apenas a mulher. Seria bom de ver, um livro que se intitulasse "O nosso ciclo mestrual", que viria auxiliar o casal nestes dias da NOSSA NÃO-GRAVIDEZ, que são bem penosos... e que só a mulher é que passa, claro! Tal como acontece com a gravidez, aliás.

Imaginais um homem a dizer, alto e bom som, "Não estou grávido! Estou com o período"? Pois, é melhor passar esta parte.Eles nem querem ouvir falar, e a nós é que mói.

Pela lógica, o homem não mestrua, logo não pode ficar grávido.Nem física nem psicologicamente.O estado de grávida implica a falta de período (evidentemente, porque é esse forro que irá proteger o bébé).O estado de não-grávida implica que a mulher menstrue (faça uma limpeza ao ninho, como eu costumo dizer, para numa próxima vez gerar o filho de ambos).

Há que pôr os pontos nos is:
SÓ ELA É QUE ESTÁ OU NÃO ESTÁ GRÁVIDA!

Eu posso dizer "o nosso filho", mas não direi "a nossa gravidez" ou "o nosso parto". A gravidez é minha. O parto é meu.Como o é o período e a menopausa (fase em que deixa de haver A NOSSA GRAVIDEZ).Incomoda-me esta invasão de um domínio que é meu, uma invasão à minha privacidade. Porque se trata do meu corpo, e ele não é do domínio público. Mesmo o pai tem de respeitar isso.

Não inventem uma realidade que não existe. Não vos leva a lado nenhum.Nada do que digais ou façais fará com que haja uma ligação pai-bébé tão intensa quanto a ligação mãe-bébé. Em tempo nenhum isso acontecerá. Metei isso na cabeça.

É tudo muito muito bonito. Romântico até. Mas já alguém se perguntou o porquê? Não será, pensai bem, uma forma muito subtil de o homem fazer valer a sua sobremacia sobre a criança e a própria mulher? A psicologia conhece bem este sentimento de posse masculino.A psicologia, e umas quantas mulheres, que já o sentiram bem na pele.Esta pode bem ser outra forma. Pelo menos torna mais fácil a juízes arrancar filhos dos braços das mães, já que a gravidez não a faz única -como se uma mulher passasse nove meses indiferente ao ser que carrega no ventre, sem estabelecer uma relação estreita, mais forte do que aquilo que julgais, com esse ser-, pois que passa a ser a gravidez de ambos.

Ora pensai bem: porque razão quererá um homem a toda a força impingir à ex-companheira que permaneça perto de onde vive, senão para a controlar e controlar a vida dos filhos?

E porque razão eles, os senhores papás, hão-de arrancar-lhes os filhos dos braços,mesmo que estes estejam aos berros, porque é a sua hora de visita? E depois dizem que os filhos reagem assim porque a mãe os anda a alienar...

Estou a ser demasiado dura? Paciência.
As verdades são para se dizer. De frente.

Antigamente, os pais acompanhavam como podiam a gravidez da mulher, e, mesmo não podendo assistir ao parto (aliás, qual é a fêmea na natureza que dá à luz assim em público, com machos a assistir, hein?), eram melhores pais do que hoje o são! Pais que nunca mudaram uma fralda nem deram biberão ou puxaram o carrinho, mas que foram autênticos pais. Isso mesmo que vós ouvistes: eram muito mais pais do que vós alguma vez o sereis!!!

Para se ser pai, não é preciso pôr-se no papel da mãe. Basta ser pai.

Se o pai também engravidasse, não seria Pai. Seria Mãe.

Honra a todos aqueles que respeitam o lugar da mãe, e são autênticos pais!
Honra a todas as mães que não esquecem que o seu filho tem um pai, e a todos os pais que são incapazes de arrancar um filho seu dos braços da mãe, só porque se acham no direito.
Honra a todos os pais e mães que amam VERDADEIRAMENTE os seus filhos, e ajem VERDADEIRAMENTE no seu interesse.



Gravidez
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(Parece-vos, a vós, a barriga do pai?)

Há, por aí, uns quantos homens com barriga de grávida. Mas não trazem bébé nenhum na barriga. À excepção do homem grávido, que, afinal, era uma mulher que havia decidido mudar de sexo, mas que preservara o seu aparelho reprodutor, nunca nenhum homem engravidou. Só em filmes.

Agora que falo nisso, ele (que era ela) é pai ou mãe da criança? Ou talvez ambos, se virmos bem...

Uma aberração!

Há tempos (isto aquando da passagem do milénio) sonhei que o mundo seria aniquilado pela loucura. Vi todos à minha volta a rirem-se como loucos.
A prova está aí.

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Para vias de dúvidas, aqui fica:




Entende-se por gravidez o período de crescimento e desenvolvimento de um ou mais embriões dentro do organismo feminino que normalmente tem duração de 39 semanas contadas após o último ciclo menstrual. Para que a gravidez ocorra é necessário que o óvulo seja fecundado por um espermatozóide e que estes sejam identificados pelo organismo materno. A gestação é avaliada por um profissional especializado na área, o ginecologista/obstetra. Este profissional para facilitar a avaliação e acompanhamento divide o período gestacional em três trimestres.

O primeiro trimestre é instável, pois o corpo lúteo (estrutura endócrina responsável pela produção da progesterona) mantém a gestação até a segunda semana impedindo a menstruação e se este não se desenvolver normalmente pode ocorrer aborto espontâneo. Neste período, a gestante precisa ingerir alimentos saudáveis e naturais além de polivitamínicos prescritos pelo médico. As atividades físicas devem ser limitadas à caminhadas e natação e a atividade sexual sem exageros (recomenda-se o tipo “papai e mamãe”). Nesse período a gestante também pode sentir algumas sensações desconfortáveis como náuseas, vômitos, enjôos, mal-estar, irritação, sonolência, cólicas e outros.

O segundo trimestre é um período mais estável que o anterior, o organismo já se altera visivelmente, as mamas já se preparam para a produção de leite, a barriga começa a aparecer. A gestante nesse período pode ter acne pelo aumento da oleosidade na pele, varizes quando o sangue se acumula nas pernas, câimbras por causa da pressão provocada pelo útero, mictúria provocada pela pressão da bexiga e outras. Nesse período pode haver riscos de descolamento da placenta e placenta prévia que são detectados através do sangramento que se manifesta de forma bem clara e rala até o sangramento do tipo menstruação.

No terceiro trimestre a gestante deve fazer um número maior de consultas médicas, pois nesse período é possível detectar a pré-eclâmpsia, síndrome que faz a gestante reter líquidos, ter sua pressão alterada e elevada e eliminar proteínas pela urina. A barriga já atinge um tamanho desconfortável para a gestante podendo ou não dificultar sua locomoção, provocar insônia, falta de ar, hemorróidas e outras. O útero também passa a se contrair na intenção de preparar a gestante para o parto.

É recomendável que a gestante em toda a gravidez controle sua alimentação. Apesar de aumentar a fome e a ingestão de alimentos, a gestante deve controlar e dar preferência para alimentos naturais, evitando sal, alimentos gordurosos, frituras, massas, refrigerantes.

Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola


ORAÇÃO DAS GRÁVIDAS.
Published by Irmão Dias








Senhor Jesus, Autor e Conservador da vida venho a Ti neste momento pedir que o Senhor coloque suas mãos poderosas sobre a minha gravidez para abençoar e proteger o fruto do meu ventre, dando a esta criança a Tua benção e a mais perfeita saúde.

Senhor, que todo o meu corpo seja agraciado com a Tua presença e não haja nenhuma complicação com a minha saúde, que todos os dias e meses sejam abençoados pelo Teu poder.

Obrigada Senhor, porque a vida é um dom do Senhor, seja feita a Tua perfeita vontade na minha vida e nesta criança que estou gerando.

Dá-me sabedoria, amor e condições financeiras para dar o melhor para esta criança.

Te agradeço por tudo, em nome de Jesus, meu único Senhor e Salvador.

Amém.

NOTA: protegei os grávidos também.

sábado, 23 de janeiro de 2010

TIRA-TEIMAS;)

Já me perguntaram afinal o que eu queria, e houve quem dissesse que fosse com mais calma...
O assunto de que vos tenho falado pode parecer enfadonho. Contudo, há que ter em conta que é um assunto na ordem do dia.
Trata-se de saber se, em caso de separação, se deve ou não optar pela guarda conjunta.
Muitos defendem que, face às exigências dos nossos dias -em que pai e mãe trabalham- e à maior cooperação por parte dos homens nas lides domésticas e no cuidado com os filhos, é, sem dúvida alguma, a melhor solução. A que melhor benificia a criança.
Estes pais dão como exemplo o caso de espécies em que há um revezamento dos cuidados com as crias, e outras em que é o macho quem se ocupa da prole.
Convém observar que nestes últimos casos (o macho cuida da prole), as coisas são assim em razão de perpetuação das espécies ou da sua sobrevivência. A fêmea fica livre para copular de novo. Não significa, pois, incapacidade ou desinteresse por parte desta.
Nos casos em que ambos os progenitores partilham os cuidados da prole, há que ter em conta que são casais que, ao contrário do Homem, se mantêm unidos "até que a morte os separe".
Eu já vi, nas argumentações destes pais, uma imagem de aves -progenitor e progenitora- a cuidar das crias. Acabo de saber que não o fazem por serem "bons pais", mas por uma questão de sobrevivência e perpetuação da espécie. Dois a cuidar garantem mais crias vivas. Tão somente isto.
Entre os primatas, só os saguis revezam as tarefas: isto porque a fêmea tem, habitualmente, gémeos fraternos. Observa-se, pois, que, à excepção desta espécie, é regra geral entre os primatas as crias permanecerem com a progenitora.
O Homem pode, de alguma forma, aproximar-se dos saguis e de outras espécies. Mas há um factor a ter em conta: ao contrário das outras espécies monogâmicas, nós separamo-nos com a maior facilidade, muitas vezes por "dá lá aquela palha"!
Parecendo trazer enormes benefícios -amplamente divulgados por associações e movimentos de pais separados-, a guarda conjunta traz alguma reserva a muitos especialistas (advogados, juristas, juízes, psicólogos, médicos...) e a muitos progenitores. Sobretudo quando esta é imposta.Há mesmo quem discorde de todo.
Fica assim a discussão em aberto, para quem esteja interessado(a) em dar a sua opinião.

(Não irei continuar a divulgar as minhas duas petições, pelo que quem as quiser ver terá de ir ao meu Diário, no meu Perfil)

A todos um maravilhoso fim de semana:))))))

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

O QUARTO TRIMESTRE!

O quarto trimestre

SEU BEBÊ PRECISA SE ACOSTUMAR À VIDA AQUI FORA. MAS, NOS TRÊS PRIMEIROS MESES, ESSA TRANSIÇÃO DEVE SER SUAVE, QUASE UM PROLONGAMENTO DA GESTAÇÃO. USE OS CINCO SENTIDOS DO SEU FILHO PARA AJUDÁ-LO A SE ADAPTAR




Você já planejou tudo para garantir que seu bebê se sinta em casa assim que chegar da maternidade. Mas... por que será que o sujeito está tão mal-humorado? Chora a noite toda e não deixa você dormir. Pois é: nos últimos nove meses, seu bebê esteve abrigado nas profundezas do seu útero, tendo como música ambiente os sons do corpo materno. Então, não é tão difícil entender por que ele não se sente aconchegado nesse vasto mundão em que foi, de repente, atirado.

O melhor que você tem a fazer para mantê-lo mais calmo é lembrá-lo de como era a vida na barriga. "Pense nos três primeiros meses de vida do bebê como o quarto trimestre da gestação", diz o pediatra Harvey Karp, pai de Lexi, autor do livro O Bebê Mais Feliz do Pedaço. Por quê? Reproduzir o que ele ouvia e via e os cheiros, sabores, texturas e temperaturas que sentia dentro do útero pode ajudar a acalmá-lo e a se sentir são e salvo – assim, ele vai chorar menos e dormir melhor (oba!).

Acalme-o pelo tato
O berço do seu filho parece um galpão comparado com a confortável quitinete do qual ele foi recentemente expulso. Como as coisas eram apertadinhas no útero, o bebê estava acostumado ao estímulo tátil permanente. “A transição do útero para o mundo fica mais fácil se o bebê é lembrado desse embrulho”, diz o pediatra Harry Zehnwirth, criador do Sounds for Silence Baby Settling Program (Sons para o Silêncio – Programa para Acalmar Bebês).
> Tira, tira! Uma maneira de recriar a sensação física que o bebê tinha no útero é tirar a blusa e segurá-lo de encontro ao peito. Encoraje o pai a também tirar a camisa.
> Banque a massagista. Massageie seu bebê, suavemente, por cerca de 10 minutos diariamente. Ele vai dormir melhor.
> Chupeta nele. Sugar – coisa que muitos fetos já fazem no útero – é calmante para os recém-nascidos. O movimento rítmico de sugar a chupeta pode fazer maravilhas para um bebê inconsolável. E para os ouvidos da mãe, claro.

Acalme-o pelo olfato
Pesquisadores chegaram à conclusão de que o feto tem noção de odores, pois toda criança consegue reconhecer sua mãe pelo cheiro imediatamente após nascer. Se você oferecer para um bebê de um dia, que nunca mamou no peito da mãe, dois protetores de seio – um embebido no leite da mãe, e outro, no leite de uma mulher estranha, ele vai se virar para aquele que tem o leite da mãe.
> Perfume natural. O seu cheiro não só é reconhecível – é o melhor calmante que existe. Emprestar seu cheirinho a objetos que ficam perto de seu filho é uma boa maneira de acalmá-lo. Esfregue uma fraldinha de pano por dentro do sutiã e coloque perto do bebê quando ele estiver dormindo. (Lembre-se de que, antes dos seis meses, o risco de asfixia é maior. Fique por perto).
> Não abuse de perfumes. Cheiros muito fortes, que não chegavam até o bebê pelo líquido amniótico – como o aroma de produtos de casa, banho e higiene –, podem irritar o olfato de um recém-nascido. É bom dar um descanso para seu perfume também, mesmo que você o tenha usado na gravidez.

Acalme-o pela audição
Se você anda na ponta dos pés desde que saiu da maternidade, pode parar. Não é o silêncio que vai acalmar seu bebê. A falta de barulho é algo estranho para ele. O primeiro sentido que um embrião desenvolve é a audição, por volta de nove semanas. Na barriga, o bebê ouvia os sons do corpo da mãe. Além disso, todo barulho de fora acaba fazendo parte da sinfonia que rola dentro do útero.
> Faça barulho. O jeito mais fácil de você reproduzir a “música ambiente” do útero é fazer o clássico “shhh”. E pode fazer bem alto: “O barulho que o bebê escuta dentro do útero é mais forte que o de um aspirador”, de acordo com o dr. Karp. Tente chegar perto do volume do choro do bebê.
> Converse com seu bebê. Seu bebê ouvia a sua voz antes de nascer. Falar com seu filho vai acalmá-lo. Também leia em voz alta. Recém-nascidos podem reconhecer uma história que você contou muitas vezes durante a gravidez. Neste caso, fale devagar e baixinho.
> Sobe som. Pode parecer estranho ninar seu filho com Strokes. Mas, se você ouvia na gravidez, será um bom calmante.

Acalme-o pela visão
A visão começa a se desenvolver por volta de 26 semanas de gravidez. Com poucos dias de vida, o bebê distingue entre a imagem de sua mãe e a de um estranho.
> Ajuste a luz. No útero, seu filho conseguia perceber um pouco da luz de fora, sim. Uma luz bem suave pode acalmá-lo. Coloque uma luz noturna conectada à tomada.
> Mostre seu rosto. Seu rosto deixa o bebê aliviado, pois está associado com o cheiro e com a voz que ele conhece desde a barriga. Pode ser difícil olhar nos olhos de uma criança no maior berreiro, mas respire, aproxime-se dela e fale com voz calma.
> Deixe a luz entrar. Como assim, seu filho não percebe que madrugada é hora de dormir? Não o culpe, tem explicação. Na barriga, dia e noite eram a mesma coisa para ele, explica o dr. Karp. “Se você quer organizar o ritmo das sonecas do bebê, exponha-o à luz. A solução do médico para corrigir bebê que fica ligadão à noite é dar umas voltinhas com ele durante o dia, no carrinho.

Acalme-o pelo paladar
No útero, o bebê podia experimentar os alimentos que você consumia via líquido amniótico. Depois, ao ser amamentado, o bebê pode ter preferências pelo sabor dos alimentos que passam pelo leite da mãe.
> Vá com calma. Dê mais um tempo para voltar a consumir aquele roquefort proibido pelo médico durante a gravidez. Alimentos muito diferentes causam estranhamento para o seu pequeno.
> Coma bem. Mantenha a dieta que fazia durante a gravidez. “Tem gente que diz para evitar alho enquanto se amamenta, mas alguns bebês até preferem, pois é com o que estão acostumados”, diz o dr. Karp.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

ABORTAMENTO ESPONTÂNEO E MORTE FETAL. COMO É QUE A MULHER SUPERA ESTA PERDA?...

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24.3.09
O abortamento espontâneo e a Morte Fetal




A gravidez é um momento especial na vida de uma mulher, uma experiência única para a mulher, para o seu companheiro e para a família em geral. Época plena de mudanças e descobertas de emoções e comportamentos até ai desconhecidos, novas identidades, novos significados existenciais e novos papéis.

Momento de gravidez é também gerador de novas exigências e necessidades afectivas em relação aos outros, em particular, ao filho, a quem a mulher se sente ligada desde o inicio por uma relação de dependência mútuo e progressiva.

Segundo a teoria de vinculação, o desenvolvimento de relações afectivas corresponde a um processo psicológico normativo, adquirido ao longo da evolução filogenética e fortemente enraizada no reportório humano.
A figura de vinculação é permanente fonte de segurança para a criança. Quando se sente ameaçada, busca protecção e conforto junto da mãe, revelando comportamentos de vinculação como o aproximar-se, o choro ou procura de contacto.

Tradicionalmente, prevalecia a ideia de que a ligação mãe-bebé é iniciada por altura do nascimento, no entanto, e contrariando a imagem da passividade psicológica da mulher grávida em relação ao feto, é hoje consensual que se começa a formar durante a gravidez uma relação afectiva ao bebé.

Muito antes do nascimento, existe uma forte união, a mãe sente o seu filho como fazendo parte de si e partilhando consigo uma história recheada de experiências e momentos únicos, vividos a um nível íntimo e exclusivo.

A ligação afectiva é fortalecida ao longo da gravidez em particular a partir do segundo trimestre, altura em que os movimentos fetais começam a ser percebidos.

Por vezes a gravidez não corre bem e surge um aborto espontâneo. A impossibilidade de conhecer um bebé que se amou muito pode ser um evento extremamente complicado para a mãe, pai e a família. Quando ocorre a perda de um bebé, surge um período de dor e sofrimento que a mulher tentará ultrapassar. A perda de um filho é um processo de traumático ligado á perda de um objecto de amor.

Enfrentar e ultrapassar um aborto é uma tarefa que coloca em causa o equilíbrio psicossomático da mulher. A maioria das mulheres que sofre de aborto espontâneo consegue ultrapassar a perda, sem sofrer de perturbações psicológicas associadas. Mas o aborto pode ser bastante traumatizante, gerando perturbações psicológicas como a depressão e a ansiedade.

As mulheres que sofreram aborto espontâneo são consideradas um grupo de risco e devem ser acompanhadas se existirem indícios de sequelas psicológicas desse aborto. Alguns dos sintomas apresentados anteriormente são normais no período inicial e fazem parte do processo natural de luto. No entanto, alguns destes sintomas permanecem durante muito tempo, afectando ou comprometendo o regresso à vida normal. Algumas mulheres sentem que jamais poderão ultrapassar a perda.

1. DEFINIÇÃO DE ABORTAMENTO E LUTO

Os diferentes tipos de perda

Morte perinatal
Por um período perinatal entende-se o período de tempo que decorre entre as 20 semanas de gravidez e os primeiros 7 dias após o nascimento.

Morte fetal
Como morte fetal entende-se a perda do bebé no último trimestre da gravidez in útero, englobando neste caso a perda do bebé durante o trabalho de parto.

Perda espontânea
Independentemente da causa médica subjacente, a perda espontânea da gravidez representa uma perda precoce, usualmente nas primeiras 12 semanas da gravidez, de forma repentina e inesperada.

Interrupção médica da gravidez (IMG)
As situações que determinam a IMG estão bem delineadas, do ponto de vista legal. Interrupção até ás 24 semanas de gravidez na presença de doença grave ou malformação congénita; interrupção até ás 16 semanas de gravidez, quando a gravidez resulta de um crime contra a liberdade e auto-determinação sexual (Lei nº 90/97 de 30 de Julho).

Reacções psicológicas

As reacções psicológicas a uma situação de abortamento são múltiplas e não estão relacionadas, linearmente, com o tempo de gestação. Dependem da motivação e desejo da gravidez, do investimento emocional nela depositado e na ligação com o bebé. No entanto, habitualmente, as perdas ocorridas no último trimestre têm maior impacto.

Apesar da variabilidade individual nas respostas emocionais, as mulheres que sofrem uma perda espontânea estão mais vulneráveis a apresentar tristeza, frustração, desapontamento, raiva (em relação às mulheres grávidas, aos médicos, aos maridos) e culpabilização (por acharem não ter tido os cuidados necessários).

São frequentes episódios depressivos em momentos significativos: na data prevista para o parto, em anos subsequentes na data do abortamento, numa próxima gravidez. Também são comuns as perturbações de ansiedade numa gestação subsequente.

Quando estas consequências emocionais se agravam ou perduram no tempo, não sendo resolvidas através dos recursos pessoais ou ainda, caso surjam abortamentos espontâneos repetidos, é necessária intervenção psicológica específica.

Quando estão razões estritamente médicas para a interrupção da gravidez, é possível perspectivar o sofrimento que o processo de decisão gera, sobretudo quando os movimentos fetais se fazem sentir e o nascimento do bebé é já perspectivado pelos pais, familiares e amigos.

Nas situações de IMG é possível que algumas mulheres experienciem arrependimento pelo acto cirúrgico, culpa pela morte do bebé e receio de não conseguir voltar a engravidar.




Artigo da responsabilidade da Dr" Sandra Cunha, Psicóloga especializada em Saúde e coordenadora do Dep. De Psicologia da APA

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

HINO DO DIA NACIONAL DA NATALIDADE, QUE SE PRETENDE QUE SEJA FESTEJADO A 09 DE SETEMBRO!

BARRIGAS DE AMOR: DIA NACIONAL DA NATALIDADE A 09 DE SETEMBRO, RECONHECENDO ÀS MÃES E ÀS GRÁVIDAS O SEU VALOR NO CRESCIMENTO DEMOGRÁFICO EM PORTUGAL!

Barrigas de Amor encerram petição para Dia Nacional da Natalidade
09 de Setembro é o dia desejado


Os produtores do Barrigas de Amor assinalam, em 09.09.09, o final do processo de recolha de assinaturas que permitirá à Assembleia da República aprovar o Dia Nacional da Natalidade/Dia da Grávida.

Os peticionários pretendem que, anualmente, em 09.09, as grávidas e as mães sejam reconhecidas como as mulheres que contribuem para o equilíbrio demográfico de Portugal, um dos países mais envelhecidos do mundo.

A RTP e a Rádio Renascença dedicam emissões especiais ao tema e os Fingertips divulgam uma balada composta especialmente para o dia 09.09.

"Tomorrow’s inside us" é o título do original, composto por Rui Saraiva, Hélder Matos e Zé Manuel, que ficará como o “Hino da Grávida”. Este tema, que não vai ser editado em CD, pode ser obtido gratuitamente, a partir do dia 09.09.09, em www.thefingertips.com/barrigasdeamor.

Os Jogos Santa Casa emitem uma lotaria alusiva ao dia, com extracção no dia 14 de Setembro.

O Barrigas de Amor vai agora celebrar um protocolo com o Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, no sentido de produzirem, anualmente, um trabalho original com o enfoque nas temáticas da família e da natalidade.

08 de Setembro de 2009

segunda-feira, 20 de abril de 2009

PADECER NO PARAÍSO!


Padecemos (umas mais do que outras), mensalmente a TPM, mas aceitamo-lo, pois é só nosso o privilégio de gerar uma nova vida!

Padecemos (umas mais do que outras) os incómodos da gravidez, mas aceitamo-lo, pois é maior o dom que temos dentro de nós!

Padecemos (umas mais do que outras) as dores do parto, mas aceitamo-lo, porque, não tarda, teremos nos nossos braços a maior dávida da nossa vida!

Padecemos (umas mais do que outras) inúmeras dúvidas e inquietações, mas aceitamo-lo, porque a cada instante nos questionamos, procurando ser melhores mães!

Padecemos (umas mais do que outras) cada momento de separação -sobretudo se imposta-, mas aceitamo-lo, pois somos mães, e ser mãe é também saber abdicar!


Padecemos no Paraíso. Somos mães.

RECUSO-ME A SER BARRIGA DE ALUGUER!!!!!!!!!!!!!


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