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domingo, 15 de maio de 2011

DUAS VIDAS PERDIDAS!

Dois casos muito falados aqui em França.

No primeiro caso trata-se de uma jovem mulher, grávida de 6 meses, que se dirige ao Hospital com contracções. Depois de ser atendida, deixam-na sozinha na sala de partos. O bébé acaba por morrer, não se sabendo ainda se já nasceu morto ou se morreu depois.

No segundo caso temos uma outra mulher, também ela jovem, grávida de 4 meses, que se dirige ao Hospital S. Vincent de Paul, em Paris, para fazer uma cerclagem no colo do útero, de forma a impedir que este se abra. Uma enfermeira estagiária vem atendê-la, mas confunde-a com uma outra paciente que viera para uma IVG, e dá-lhe um medicamento abortivo. O bébé morre.

Talvez seja tempo de assegurarmos o nascimento dos nossos filhos no conforto do nosso lar, de confiarmos no nosso instinto primitivo, esse que nos une à natureza. Nós, as que somos pela Vida.



Post escrito no dia 16 de Maio de 2011

(escrevo aqui a data porque os meus posts têm aparecido fora de ordem e fora da data, sendo que o último, JE SUIS LA MÈRE DE L'HUMANITÉ, foi escrito ontem e não anteontem, dia 14, como vem apontado. Aliás, os três posts que aparecem com a data de 14 na verdade foram escritos um a 12, outro a 14 e outro a 15, sendo que o de 12 surge depois do que foi escrito a 14, quando devia aparecer antes)

segunda-feira, 1 de março de 2010

GUARDA COMPARTILHADA À FORÇA: UM AMOR EGOÍSTA!

3ª turma do STJ - Crianças sob guarda compartilhada não podem se mudar para os EUA

A 3ª turma do STJ negou medida cautelar em que a mãe de três crianças buscava o direito de se mudar com os filhos menores, temporariamente, para os Estados Unidos. O caso foi relatado pela ministra Nancy Andrighi e a decisão foi unânime.

De acordo com o processo, os pais exercem a guarda compartilhada dos filhos desde a separação do casal, mas, como residem em cidades distintas, a guarda efetiva vem sendo exercida pela mãe. Ela diz ter sido contemplada com uma vaga para mestrado em uma universidade norte-americana e que a mudança seria pelo período aproximado de um ano. Como o pai não autorizou a viagem, iniciou-se a disputa judicial para suprimento do consentimento paterno.

A mãe mantém um relacionamento estável com um homem que já está morando nos Estados Unidos e de quem está grávida. Ela alega que a mudança temporária de domicílio seria uma fonte de enriquecimento cultural para as crianças, que passariam a viver em local com alto nível de qualidade de vida e teriam a oportunidade de aprender dois novos idiomais: inglês e espanhol. Já o pai sustenta que a mudança implicaria o completo afastamento entre pai e filhos, rompimento abrupto no convívio com familiares e amigos, além de prejuízo escolar com perda do ano letivo.

Em primeiro grau, o juiz negou o pedido da mãe. O tribunal local negou a apelação por maioria de votos. Foram apresentados recurso especial e medida cautelar ao STJ. No início do julgamento, a ministra Nancy Andrighi, ressaltou que se tratava de um dos processos considerados "dolorosos". Os autos trazem laudos psicológicos que comprovam os profundos danos emocionais sofridos pelas crianças em razão da disputa entre os pais.

A relatora negou a medida cautelar por entender que os requisitos para sua concessão não estavam presentes. Segundo ela, não houve demonstração de violação ao ECA (clique aqui), e não há perigo de dano, se não para a mãe das crianças no que se refere ao curso de mestrado.

Nancy Andrighi afirmou que, em momento oportuno e com mais maturidade, os menores poderão usufruir experiências culturalmente enriquecedoras sem o desgaste emocional de serem obrigados a optar entre dois seres que amam de forma igual e incondicional.

A ministra frisou que a decisão ocorreu em sede cautelar e que é passível de revisão na análise mais aprofundada do recurso especial. Ao acompanhar o entendimento da relatora, o presidente da 3ª turma, ministro Sidnei Beneti, ressaltou que a guarda compartilhada não é apenas um modismo, mas sim um instrumento sério que não pode ser revisto em medida cautelar. "Quem assume esse instituto forte tem que ter uma preparação maior para privar o outro do convívio com os filhos".

A ministra Nancy Andrighi assinalou, ainda, que "não é aconselhável que sejam as crianças privadas, nesse momento de vida, do convívio paterno, fundamental para um equilibrado desenvolvimento de sua identidade pessoal" e que "também não se recomenda que os filhos sejam afastados do convívio materno, o que geraria inequívoco prejuízo de ordem psíquico-emocional". Para ela, "o ideal seria que os genitores, ambos profundamente preocupados com o melhor interesse de seus filhos, compusessem também seus interesses individuais em conformidade com o bem comum da prole".

A MINHA OPINIÃO:

Pensou-se no pai (que sim, tem os seus direitos), mas não se pensou na mãe:

1. O seu actual companheiro reside nos EUA. Ela terá de ir sem os filhos, ou ficar...

2. Sabido que é o quanto o estado emocional de uma grávida afecta o bébé, em que estado terá ficado esta mulher?

3. É justo impôr ao novo companheiro a separação (na verdade, impôe-se ao casal!!!), ou que abandone o país em que reside e para onde se iria mudar a família?! E se ele também tiver filhos de outra relação?! E se ele não puder largar tudo, só porque apetece a um certo pai?!

4. O que faria este pai, na situação inversa?

5. Será que toda a gente se esquece que vivemos no século XXI, a era das comunicações? Não dispomos nós dos meios de transporte e de comunicação mais sofisticados, que facilitam o contacto e uma maior proximidade entre as pessoas? Havendo boa vontade de parte a parte, quem os impede?!

Certo: o interesse das crianças acima do interesse dos pais.
Mas, apesar da dor em se verem envolvidos numa disputa, alguém lhes perguntou o que desejavam?
Alguém -e seriam os pais a fazê-lo- conversou com eles, dizendo que o facto de irem com a mãe para outro país não significava que deixassem de ter um pai?
Alguém se preocupou em dizer-lhes que apesar da distância, o Amor e o contacto jamais morreriam?

Estou na dúvida se, de facto, se cumpriu o interesse das crianças ou o do pai...
Duvido que uma criança seja feliz numa clima de tensão. Isto porque acredito que quanto mais felizes forem os pais -juntos, ou não- tanto mais serão os filhos.

Eu vejo as coisas assim: o verdadeiro amor não é egoísta!

Quem ama, não prende!

Quem ama de facto, deixa partir!

Essa é a atitude mais nobre, a prova suprema do Amor que sentimos pelos nossos filhos.

Eu estou disposta a dar essa prova!

Estarão também os homens?

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

O QUARTO TRIMESTRE!

O quarto trimestre

SEU BEBÊ PRECISA SE ACOSTUMAR À VIDA AQUI FORA. MAS, NOS TRÊS PRIMEIROS MESES, ESSA TRANSIÇÃO DEVE SER SUAVE, QUASE UM PROLONGAMENTO DA GESTAÇÃO. USE OS CINCO SENTIDOS DO SEU FILHO PARA AJUDÁ-LO A SE ADAPTAR




Você já planejou tudo para garantir que seu bebê se sinta em casa assim que chegar da maternidade. Mas... por que será que o sujeito está tão mal-humorado? Chora a noite toda e não deixa você dormir. Pois é: nos últimos nove meses, seu bebê esteve abrigado nas profundezas do seu útero, tendo como música ambiente os sons do corpo materno. Então, não é tão difícil entender por que ele não se sente aconchegado nesse vasto mundão em que foi, de repente, atirado.

O melhor que você tem a fazer para mantê-lo mais calmo é lembrá-lo de como era a vida na barriga. "Pense nos três primeiros meses de vida do bebê como o quarto trimestre da gestação", diz o pediatra Harvey Karp, pai de Lexi, autor do livro O Bebê Mais Feliz do Pedaço. Por quê? Reproduzir o que ele ouvia e via e os cheiros, sabores, texturas e temperaturas que sentia dentro do útero pode ajudar a acalmá-lo e a se sentir são e salvo – assim, ele vai chorar menos e dormir melhor (oba!).

Acalme-o pelo tato
O berço do seu filho parece um galpão comparado com a confortável quitinete do qual ele foi recentemente expulso. Como as coisas eram apertadinhas no útero, o bebê estava acostumado ao estímulo tátil permanente. “A transição do útero para o mundo fica mais fácil se o bebê é lembrado desse embrulho”, diz o pediatra Harry Zehnwirth, criador do Sounds for Silence Baby Settling Program (Sons para o Silêncio – Programa para Acalmar Bebês).
> Tira, tira! Uma maneira de recriar a sensação física que o bebê tinha no útero é tirar a blusa e segurá-lo de encontro ao peito. Encoraje o pai a também tirar a camisa.
> Banque a massagista. Massageie seu bebê, suavemente, por cerca de 10 minutos diariamente. Ele vai dormir melhor.
> Chupeta nele. Sugar – coisa que muitos fetos já fazem no útero – é calmante para os recém-nascidos. O movimento rítmico de sugar a chupeta pode fazer maravilhas para um bebê inconsolável. E para os ouvidos da mãe, claro.

Acalme-o pelo olfato
Pesquisadores chegaram à conclusão de que o feto tem noção de odores, pois toda criança consegue reconhecer sua mãe pelo cheiro imediatamente após nascer. Se você oferecer para um bebê de um dia, que nunca mamou no peito da mãe, dois protetores de seio – um embebido no leite da mãe, e outro, no leite de uma mulher estranha, ele vai se virar para aquele que tem o leite da mãe.
> Perfume natural. O seu cheiro não só é reconhecível – é o melhor calmante que existe. Emprestar seu cheirinho a objetos que ficam perto de seu filho é uma boa maneira de acalmá-lo. Esfregue uma fraldinha de pano por dentro do sutiã e coloque perto do bebê quando ele estiver dormindo. (Lembre-se de que, antes dos seis meses, o risco de asfixia é maior. Fique por perto).
> Não abuse de perfumes. Cheiros muito fortes, que não chegavam até o bebê pelo líquido amniótico – como o aroma de produtos de casa, banho e higiene –, podem irritar o olfato de um recém-nascido. É bom dar um descanso para seu perfume também, mesmo que você o tenha usado na gravidez.

Acalme-o pela audição
Se você anda na ponta dos pés desde que saiu da maternidade, pode parar. Não é o silêncio que vai acalmar seu bebê. A falta de barulho é algo estranho para ele. O primeiro sentido que um embrião desenvolve é a audição, por volta de nove semanas. Na barriga, o bebê ouvia os sons do corpo da mãe. Além disso, todo barulho de fora acaba fazendo parte da sinfonia que rola dentro do útero.
> Faça barulho. O jeito mais fácil de você reproduzir a “música ambiente” do útero é fazer o clássico “shhh”. E pode fazer bem alto: “O barulho que o bebê escuta dentro do útero é mais forte que o de um aspirador”, de acordo com o dr. Karp. Tente chegar perto do volume do choro do bebê.
> Converse com seu bebê. Seu bebê ouvia a sua voz antes de nascer. Falar com seu filho vai acalmá-lo. Também leia em voz alta. Recém-nascidos podem reconhecer uma história que você contou muitas vezes durante a gravidez. Neste caso, fale devagar e baixinho.
> Sobe som. Pode parecer estranho ninar seu filho com Strokes. Mas, se você ouvia na gravidez, será um bom calmante.

Acalme-o pela visão
A visão começa a se desenvolver por volta de 26 semanas de gravidez. Com poucos dias de vida, o bebê distingue entre a imagem de sua mãe e a de um estranho.
> Ajuste a luz. No útero, seu filho conseguia perceber um pouco da luz de fora, sim. Uma luz bem suave pode acalmá-lo. Coloque uma luz noturna conectada à tomada.
> Mostre seu rosto. Seu rosto deixa o bebê aliviado, pois está associado com o cheiro e com a voz que ele conhece desde a barriga. Pode ser difícil olhar nos olhos de uma criança no maior berreiro, mas respire, aproxime-se dela e fale com voz calma.
> Deixe a luz entrar. Como assim, seu filho não percebe que madrugada é hora de dormir? Não o culpe, tem explicação. Na barriga, dia e noite eram a mesma coisa para ele, explica o dr. Karp. “Se você quer organizar o ritmo das sonecas do bebê, exponha-o à luz. A solução do médico para corrigir bebê que fica ligadão à noite é dar umas voltinhas com ele durante o dia, no carrinho.

Acalme-o pelo paladar
No útero, o bebê podia experimentar os alimentos que você consumia via líquido amniótico. Depois, ao ser amamentado, o bebê pode ter preferências pelo sabor dos alimentos que passam pelo leite da mãe.
> Vá com calma. Dê mais um tempo para voltar a consumir aquele roquefort proibido pelo médico durante a gravidez. Alimentos muito diferentes causam estranhamento para o seu pequeno.
> Coma bem. Mantenha a dieta que fazia durante a gravidez. “Tem gente que diz para evitar alho enquanto se amamenta, mas alguns bebês até preferem, pois é com o que estão acostumados”, diz o dr. Karp.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

HINO DO DIA NACIONAL DA NATALIDADE, QUE SE PRETENDE QUE SEJA FESTEJADO A 09 DE SETEMBRO!

BARRIGAS DE AMOR: DIA NACIONAL DA NATALIDADE A 09 DE SETEMBRO, RECONHECENDO ÀS MÃES E ÀS GRÁVIDAS O SEU VALOR NO CRESCIMENTO DEMOGRÁFICO EM PORTUGAL!

Barrigas de Amor encerram petição para Dia Nacional da Natalidade
09 de Setembro é o dia desejado


Os produtores do Barrigas de Amor assinalam, em 09.09.09, o final do processo de recolha de assinaturas que permitirá à Assembleia da República aprovar o Dia Nacional da Natalidade/Dia da Grávida.

Os peticionários pretendem que, anualmente, em 09.09, as grávidas e as mães sejam reconhecidas como as mulheres que contribuem para o equilíbrio demográfico de Portugal, um dos países mais envelhecidos do mundo.

A RTP e a Rádio Renascença dedicam emissões especiais ao tema e os Fingertips divulgam uma balada composta especialmente para o dia 09.09.

"Tomorrow’s inside us" é o título do original, composto por Rui Saraiva, Hélder Matos e Zé Manuel, que ficará como o “Hino da Grávida”. Este tema, que não vai ser editado em CD, pode ser obtido gratuitamente, a partir do dia 09.09.09, em www.thefingertips.com/barrigasdeamor.

Os Jogos Santa Casa emitem uma lotaria alusiva ao dia, com extracção no dia 14 de Setembro.

O Barrigas de Amor vai agora celebrar um protocolo com o Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, no sentido de produzirem, anualmente, um trabalho original com o enfoque nas temáticas da família e da natalidade.

08 de Setembro de 2009

RECUSO-ME A SER BARRIGA DE ALUGUER!!!!!!!!!!!!!


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