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domingo, 3 de abril de 2011

CHEIRAS A MÃE!

Quando me levaram a minha menina (na altura pouco mais velha do que a minha mais nova), não tardou para que me viessem pedir o rádio que eu lhe dera e outros quantos brinquedos, também dados por mim. Era a minha filha que os pedia, assim mo disseram na altura.

E eu entregava-os, com um peso no coração. Sentia que me levavam tudo: a minha menina, e tudo o que me ligasse a ela. Sentia que me tiravam a esperança de a ter de novo comigo, muito em breve.

E a minha filha, que parecia querer os brinquedos, mais do que a mim...

Mas agora, com a distância que o tempo impôs, percebo que, afinal, a minha filha exigia aquilo que a ligava a mim. Eu não sei o quanto ela chorou, o quanto ela perguntou e o quanto pediu para voltar para mim. Era uma criança, e eu só a via repetir aquilo que ela ouvia, quando eu tentava repôr um pouco de verdade na história.

Eu sofria muito quando me vinham bater à porta a pedir isto ou aquilo (levaram quase tudo, só restando as fotos), e provavelmente do outro lado a minha menina também sofria, pedindo aquilo que a ligava a mim, já que não a deixavam voltar para casa.

Quando, muito mais tarde, pude privar com ela, sem os olhos e os ouvidos deles atentos ao que eu lhe dizia ou ao que eu fazia, é que eu finalmente me pude fazer entender. Eu não odiava ninguém, disse-lho eu e continuo a dizê-lo. Mas, sim, eles agiram mal. Muito mal. Não só para comigo, mas também para com ela. E fiquei por ali.

Se ela não o entende ainda na sua totalidade, estou certa que com o tempo o entenderá melhor.

O que me fez ver que, afinal, ela nunca me esqueceu (ela chegou a dizer-me "Mãe, eu sempre quis ficar contigo!"), foi as vezes em que me dizia que ainda sentia o meu cheiro, que eu havia esquecido na casa deles uma fita de cabelo e que ela reconhecia lá o meu cheiro. Quando me abraça, ela ainda me diz, com um sorriso, "Cheiras a mãe!"

Doeu-me tanto na altura tirarem-me a menina e as coisas delas. Mas com o tempo eu percebo que, no fim de contas, não me tiraram nada: a minha menina sempre pensou em mim, sempre desejou estar comigo. Sempre me amou, e ainda me ama.

Que bem isto faz ao coração de uma mãe que tanto sofreu, e ainda sofre!

sábado, 27 de novembro de 2010

O CASO DA MENINA DE 5 ANOS CUJA GUARDA FOI REVERTIDA A FAVOR DO PAI, VINDO A FALECER POUCO DEPOIS!

É o caso de uma menina de 5 anos que morreu em Agosto passado, vítima de maus-tratos.
A guarda fora revertida em Maio a favor do pai, porque, assim dizia o processo, a menina seria vítima de alienação parental, por parte da mãe.

Nos vídeos que visionei, pude ver uma criança feliz e saudável, no tempo em que vivia com a mãe e o padrasto. O que aconteceu a esta criança no tempo em que esteve com o pai e a madrasta, a mãe não tendo sequer o direito de visita? Eis a questão que se põe.

NOTA: Tenho uma sondagem em curso, para vítimas de falsas acusações de alienação. Se este for o teu caso, onde quer que tu vivas, responde. Está nesta página, à direita. O teu voto é importante para contabilizar o número de pessoas que tenham sido acusadas, prejudicando sobretudo as crianças, cuja guarda acaba por ser revertida a favor do outro progenitor.



Vejamos as notícias sobre este caso em particular:

Babá de Joanna Marcenal diz que menina foi vítima de maus-tratos
28/9/2010 1:26, Redação, com agências - do Rio de Janeiro


De acordo com a mulher contratada por André para cuidar de Joanna, em seu primeiro dia de trabalho, ela se deparou com uma cena de horror
O depoimento de uma babá pode complicar a situação do técnico judiciário André Rodrigues Martins, pai de Joanna Cardoso Marcenal Marins, de 5 anos, que morreu no mês passado . De acordo com a mulher, contratada por André para cuidar de Joanna, em seu primeiro dia de trabalho ela se deparou com uma cena de horror. Segundo a babá, a criança estava no canto de um quarto, “deitada no chão, amarrada numa fita-crepe nos pés e nas mãos e toda suja de xixi e cocô”.

Ela contou que, diante do seu espanto, o técnico judiciário disse que a menina estava “daquele jeito” por ter sofrido uma convulsão no dia anterior. Ele teria alegado ainda que seguia “recomendação médica”. A empregada contou também, em depoimento à delegada interina da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima, Gisele Brasil Vilarinho Faro, que Joanna não estava de fralda, apenas de calcinha e camiseta regata. A babá teria se oferecido para limpar a criança e colocá-la na cama, mas o pai teria argumentado que a menina sujaria tudo e sua mulher, madrasta de Joanna, Vanessa Maia, “não iria gostar”. André teria dito que a filha era “especial”.

Segundo a babá, André saiu com as outras duas filhas e, depois de duas horas, retornou e deu um banho em Joanna. A empregada disse ter visto que havia um tapete no quarto onde a menina dormia que estava sujo de fezes.

No dia seguinte, a babá viu colchonetes espalhados no quarto do casal, onde as meninas dormiam. Percebeu que no closet havia um outro colchonete, todo sujo, e deduziu ser o local onde Joanna dormia.

A empregada disse que foi contratada para cuidar de Joanna e das outras duas filhas de André em 13 de julho, quando foi entrevistada por Vanessa. No dia seguinte, conheceu as crianças. Foi aí que ela se deparou com o quadro de maus-tratos.

A babá contou que se aproximou de Joanna e lhe perguntou o que estava acontecendo. A criança respondeu que não podia “abrir os olhos, porque estavam ardendo”. Depois disso, Joanna não teria conseguido falar mais nada, apenas gemer. Nos demais dias em que trabalhou para a família, a empregada percebeu tristeza no olhar da menina e lhe perguntou o motivo. A criança teria dito que estava com saudades da avó materna. No dia 19 de julho, numa segunda-feira, depois de folgar no domingo, a babá soube que a criança havia sido internada.

O depoimento será usado para ajudar os peritos do Instituto-Médico Legal (IML) na conclusão dos exames complementares sobre queimaduras nas nádegas de Joanna. As declarações comprovam que a menina sofria maus-tratos e estava fragilizada. Segundo o infectologista Edimilson Migowski, professor de infectologia pediátrica da UFRJ, uma criança com a imunidade baixa por estar com algum tipo de estresse, ao ter contato com o vírus do herpes, pode sofrer uma meningite, tendo seu sistema nervoso central afetado. O IML já sabe que Joanna morreu vítima de uma meningite causada pelo vírus do herpes . Em nota, o instituto informou que o laudo não está pronto.



As Contradições de André Marins
Revendo as entrevistas e declarações de André Marins é possível ver que ele tem facilidade em distorcer informações em benefício próprio, faz isso com grande desenvoltura. Fico pensando se esse talento o auxiliou a arrancar Joanna dos braços de sua mãe.


No dia 15/07/2010 André levou Joanna ao hospital RIO MAR, mas mentiu ao dar o nome da outra filha na ficha de atendimento (Maria Eduarda). Atendimento feito pela Dra. Vivían.
16/07/2010 .
Ficha de Atendimento RIO MAR, André novamente teria dado o nome de Maria Eduarda, mas a criança contou que seu nome era Joanna e o nome foi alterado .
Quem atendeu foi Dra Sarita.

OBS: Está anotado que Joanna deu entrada desmaiada, com agitação psicomotora mas estava chorando.
Como estava desmaiada e estava chorando ?
Em entrevistas André diz que Joanna tinha convulsões, mas na ficha médica ele não identifica a agitação de Joanna como convulsão.
Obs: Anotação do médico dizendo que ele aparentava nervosismo e dava informações confusas.
As contradições de André durante a entrevista ao programa Mais Você, no dia 07/10/2010
Para se defender do laudo do IML sobre as queimaduras feitas em Joanna, André começa a entrevista coletiva dizendo que a criança já chegou em sua casa com marcas avermelhadas nas nádegas, mas depois argumenta que foi assadura por fralda com xixi e coco. André também diz que Joanna lhe foi entregue já muito magra.
O laudo é claro, Joanna sofreu queimaduras por substancia química ou por agente físico. Existem fotos e testemunhas comprovando que Joanna estava muito bem quando chegou na casa dele. Até mesmo a psicóloga que a atendeu 5 vezes enquanto estava com o pai, relatou que nas 3 primeiras vezes ela estava bem fisicamente, mas nas duas últimas vezes estava debilitada, machucada e triste.
André confirma a cena vista pela empregada, onde Joanna estava deitada em um tapete, amarrada, suja de fezes e urina.
Mas depois ameaça a processar a empregada por calúnia (??)
André Marins confirmou que amarrou as mãos da filha com fita crepe.
Segundo ele, a medida foi tomada por orientação de uma psicóloga porque a filha sofria de “terror noturno” e tinha um sono muito agitado e com transtornos motores."


A psicóloga Lílian Araújo deu entrevista no dia 08/10 para Ana Maria Braga, no programa Mais Você e foi veemente ao desmentir que teria dado esta orientação. Pelo contrário. Ela afirmou que jamais indicaria que uma criança fosse amarrada. O próprio André teria telefonado e perguntado se poderia vestir uma luvinha na criança, a pediatra disse que “colocar uma luva somente quando ela estivesse dormindo não teria problema”. Mas André amarrou a filha com fita crepe nas mãos e nos pés. Além disso ele não informou nada sobre Terror Noturno para a psicóloga.


(André)Eu não posso ser imputado por uma coisa que não aconteceu. Não há nem crime. O IML concluiu que o roxo era resultado das convulsões e depois foi inconclusivo em relação às marcas nas nádegas. O laudo não foi capaz de apontar a origem"


O laudo do IML diz que não foram dadas à criança as mínimas condições de higiene. Diz ainda que houve negligência nos cuidados com ela. Afirma que ela sofreu queimaduras por substancia química ou agente físico. Sofreu traumas. Ora, se a criança estava sob a guarda do pai, que sequer avisou a mãe ou o pediatra de Joanna que ela estava com problemas (alegações dele), quem deve ser responsabilizado?
(André)Ela já estava há mais de um mês sem tomar esse remédio, aliás eu desconhecia que ela tomava qualquer tipo de medicamento de uso controlado. Quando estava internada, descobri que a abstinência do medicamento causava um descontrole para evacuar. Esse contato das fezes com as nádegas causou essa alergia. Depois, ela também teve alergia a uma fralda e a uma pomada"


O pediatra de Joanna, que cuidou dela desde os 9 dias, afirmou novamente em entrevista ao Mais Você que ela não fazia uso de qualquer medicamento. A última consulta de Joanna com ele foi em janeiro deste ano, consulta e exames de rotina, quando foi possível comprovar que a saúde da criança estava perfeita.
Há um depoimento de um médico conhecido de André, para quem ele perguntou se poderia indicar uma pomada para queimadura. A data coincide com a época em que Joanna estava em sua casa.


Declarações de André para o site 7X7 (Revista Epoca/Globo).
Mais contradições:
André fala sobre o Delegado que comandou as investigações do inquérito onde foi indiciado: ”Ele baseou o inquérito em um único depoimento, o de uma ex-faxineira que foi demitida por mim. Não entendo porque esta mulher ficou em silêncio por mais de um mês e depois apareceu misteriosamente. O laudo foi inconclusivo, não apontou origem, pelo contrário disse que os traumas na Joanna foram causados por crises convulsivas e que nenhum machucado foi feito de propósito”.
A empregada que testemunhou a cena de tortura contra Joanna não ficou em silencio, ela fez uma denúncia anonima na segunda feira logo após o fim de semana em que Joanna foi internada, antes mesmo do caso ser noticiado pela mídia. No inquérito foram ouvidas quase 50 pessoas, a conclusão se baseou em todo um conjunto probatório formado por laudos do IML e pelos depoimentos.


André fala sobre Joanna, “ no começo de julho apresentou vômitos e dor de cabeça. Depois começou a ter pequenas convulsões. Se batia muito, principalmente à noite. Levei na pediatria do Riomar, que é um ótimo hospital. Numa das vezes, um psiquiatra de lá, Bruno, perguntou se ela tomava remédios de uso controlado. Eu disse que, se usava, eu não tinha sido avisado disso quando a peguei, um mês e meio antes. Ele disse que parecia um problema neurológico. Só depois vim a saber que ela um remédio, o Neuleptil, por muito tempo, porque tinha terror noturno. Mas não fui avisado pela mãe dela.
Ele diz que “só veio a saber depois”, que Joanna havia tomado medicação para tratar Terror Noturno, mas na ficha médica de um dos atentimentos no Rio Mar ele mesmo alegou que Joanna tinha Terror Noturno. Mais uma vez é importante citar, Joanna não usava a tal medicação há cerca de dois anos, por isso não poderia estar sofrendo de abstinencia, a não ser que na casa do pai estivessem utilizando algum tipo de medicação indevida...


Estas são apenas algumas das contradições do pai de Joanna.
Quando seus depoimentos puderem ser divulgados, muito mais virá a tona

FONTE: http://casojoannamarcenal.blogspot.com






Como eu entendo aquilo que esta miúda sofreu!
Revejo-me bastante nesta menina.

Tinha eu a mesma idade quando sofri este mesmo tipo de maus-tratos, e outros mais. Era posta num canto, agachada, e ali ficava até que me permitissem sair, em cima do xixi e do cócó que eu fizera. Era fechada quase o dia inteiro na casa de banho, com os braços amarrados ao autoclismo. Dormia no chão, vestida com uma camisa leve e sem nada a cobrir-me, apenas as minhas próprias fezes e o meu mijo. Às vezes faziam-me comer merda, a minha.

Muitas vezes não comia, e noutras era impedida de dormir. Levava um carolo na cabeça, sempre que, exausta, eu adormecia. Levei muita pancada, até mesmo de cinto. Trazia marcas por todo o corpo. Porém resistia (acho que me tornei uma resistente já mesmo em criança).

Não sei precisar quanto tempo suportei estes maus-tratos, mas foram meses a fio. Julgo que mais de um ano, talvez dois.

Nunca fui parar a um hospital (que me lembre...).
Uma miúda de 5 anos que, em menos de dois meses, chega ao hospital quase morta só pode ter suportado um sofrimento atroz!

Eu fui uma Joana, em outros tempos.
Estas coisas não se esquece. Vive-se com elas.

Neste momento choro, ao lembrar esta parte dolorosa do meu passado.
Choro sobretudo o destino desta menina.

O que pode uma criança de 5 anos ter feito para merecer esse tratamento?!

Eu chorava e sofria em silêncio. Pensava que se me portasse muito bem, os meus pais seriam bons para mim. Que me dariam o mesmo amor que davam aos meus irmãos (sei hoje que, apesar de eles não terem sofrido os maus-tratos que eu sofri, eles também não sofreram menos, porque era duro para eles verem-me assim, e por vezes era a minha irmã mais velha -apenas dois anos- quem me tentava salvar).

Como vedes, também aqui eu tenho autoridade para falar.
Só por isso torno público aquilo que eu passei na minha infância.
Eu, de nome Sara, vivi esta mesma experiência.

A maior parte de vós pode imaginar e indignar-se perante esta cena de horror. Mas só a conhece quem a viveu. Como eu.

Felizmente, fui salva a tempo.
Esta menina não...

Um tio meu disse-me, há pouco tempo, que até parecia sina tudo isto que eu tenho vivido. Sina ou não, estou disposta a trocar-lhe as voltas. Nem eu nem outras mães -e, sobretudo, os filhos- merecemos aquilo que nos fizeram e continuam a fazer.

Nunca a Justiça pode tirar uma criança de um meio onde se sente bem e é bem tratada, para a pôr num outro onde a espera os maus-tratos e morte certa!

Pergunto-me como estará a Maria, uma menina que vivia com a mãe e que foi posta numa instituição. O pai sutentava que a mãe exercia alienação parental sobre a miúda, tudo para dificultar o seu contacto com a filha. A Justiça optou por a institucionalizar, quase não lhe permitindo o contacto com a mãe. Será que esta menina ainda passa os dias e as noites a chorar?

A minha irmã costuma dizer que teria sido melhor se os meus pais se tivessem separado. Perguntei-lhe, há dias, se teriam conseguido exercer a guarda partilhada dos filhos, tendo o casamento deles sido sempre marcado por cenas de violência e de discussões (eis porque digo que os meus irmãos não sofreram menos, pois eu fui salva, mas eles tiveram de viver permanentemente nesse ambiente)

"De forma alguma!", respondeu-me.

sábado, 30 de janeiro de 2010

QUANDO NÃO TÊM POR ONDE PEGAR, PEGAM POR TUDO!

Topic: PROTESTO CONTRA A REPORTAGEM DO DIA 20 DE JANEIRO DE 2010 DO PROGRAMA LINHA DA FRENTE

JORNALISTA: José Ramos e Ramos ( http://www.joseramoseramos.com )
DATA DE EXIBIÇÃO: 20 DE JANEIRO DE 2010, 21H
REPORTAGEM:

http://tv1.rtp.pt/programas-rtp/index.php?p_id=25508&e_id=13&c_id=1&dif=tv&hora=21:00&dia=20-01-2010

CRITICAS:
- NÃO FOI OBSERVADO O DIREITO AO CONTRADITÓRIO (QUER NA AUDIÇÃO DOS AMBOS OS PROGENITORES, QUER NO EQUILÍBRIO DO NÚMERO DE ESPECIALISTAS ENTREVISTADOS COM DIFERENTES VISÕES SOBRE A MATÉRIA)
- NÃO FOI EXPLICADO CONVENIENTEMENTE O QUE É O SÍNDROME DE ALIENAÇÃO PARENTAL E O QUE É A ALIENAÇÃO PARENTAL, LEVANDO A ERROS NA DESIGNAÇÃO DESTES CONCEITOS POR PARTE DO JORNALISTA
- NÃO FORAM ENTREVISTADAS PESSOAS QUE TÊM REALIZADO TRABALHO RELEVANTE NO SUPERIOR INTERESSE DAS CRIANÇAS EM CASOS DE CONFLITO PARENTAL, COMO POR EXEMPLO A DRª MARIA SALDANHA DO INSTITUTO DE MEDIAÇÃO FAMILIAR OU UM SOCIÓLOGO QUE EXPLICASSE A RAZÃO DE SER DESTE TIPO DE CONFLITOS E A NECESSIDADE DOS TRIBUNAIS OLHAREM PARA ELES DE OUTRA FORMA
- A NÃO REFERÊNCIA A VÁRIOS COLÉGIOS DE PSICOLOGIA EM PAÍSES, COMO EM ESPANHA, QUE RECONHECEM O SÍNDROME DE ALIENAÇÃO PARENTAL;
- A INACEITÁVEL TENTATIVA DE DESCREDIBILIZAR O CONCEITO DE ALIENAÇÃO PARENTAL PARA CRITICAR UMA DECISÃO JUDICIAL, QUE TERÁ AS SUAS FALHAS, MAS QUE EM NADA PODE COLOCAR EM CAUSA O SOFRIMENTO DE MILHARES E MILHARES DE PAIS E FILHOS QUE SOFREM ESTE FENÓMENO SOCIAL.
- A INACEITÁVEL IDEIA QUE SE QUIS PASSAR QUE A UTILIZAÇÃO DO CONCEITO DE ALIENAÇÃO PARENTAL TEM LEVADO A ENTREGA DE CRIANÇAS A PAIS QUE PRATICAM O ABUSO SEXUAL COMPROVADO (ESTATISTICAMENTE TAL IDEIA É DESMENTIDA)


ENVIAR PROTESTO CONTRA A REPORTAGEM AO PROVEDOR DE TELESPECTADOR DA RTP

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

ESTE NATAL...

Este Natal ofereça ao seu filho/sobrinho/neto uma boneca ou um bébé chorão, para que ele se prepare para o seu futuro papel como homem e como pai, tal como o faz a sua filha/sobrinha/neta, que, nas suas brincadeiras de menina, se prepara para desempenhar, um dia, o seu papel de mulher e de mãe.



Porque se os homens e mulheres (e, consequentemente, pais e mães) são absolutamente iguais, porque não o são os meninos e as meninas?



Este Natal lembre à sua filha que ela não pode envolver-se assim tanto com o seu "bébé" (o bonequinho que ela gosta tanto de embalar, cuidando dele como se fosse um bébé de verdade!), que isso não é um comportamento normal de uma menina, e lembre-lhe que um dia ela será mãe, mas que não poderá ter as suas crias junto dela, tal como fazem as outras espécies, pois o bébé que ela teve também é do pai: PERTENCE ao dois.



Este Natal lembre ao seu filho que a vida não são só carrinhos e jogos de acção. Que ele tem agora, e terá sempre, 50% de responsabilidades em tudo.Que um dia ele será pai, e que tal como o fazem os progenitores das outras espécie, tem todo o direito de estar tempo igual (ou mesmo exclusivo, se ele ou a justiça bem entender) com as crias.



Peça aos seus filhos que observem a natureza... e que façam exactamente o contrário!



E diga-lhes que tudo isso é no seu superior interesse, e no interesse dos seus futuros netos.



Já agora, diga à sua filha que se um dia ela não suportar a dor de viver separada dos seus filhos que pode sempre contar com todo o seu amor e com toda a sua compreensão.



E, já agora, pense no que lhe irá responder quando ela lhe perguntar: Porquê?!



Ainda assim acha que tem razão? Fique na sua, então.



Para aqueles e aquelas que sabem que na natureza tudo funciona na perfeição, e querem agir de forma natural, esta é a petição:

http://www.peticaopublica.com/?pi=P2009N575

RECUSO-ME A SER BARRIGA DE ALUGUER!!!!!!!!!!!!!


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