Os filósofos, com as suas permanentes questões, têm esse condão de complicar ainda mais aquilo que se apresenta de forma simples!
Felizmente para nós, quando nasceu esta ciência, já existia a maternidade!
Aliás, sem ela não estávamos cá.
Não estando cá, não haveria filósofos.
E isso, em certos casos, seria uma sorte.
A natureza sempre foi aquilo que é.
O Homem, com toda a sua filosofia e toda a sua cultura, é que a condiciona a seu bel-prazer.
Não tanto a natureza dos animais, mas a nossa.
Assim se explica que, em determinados lugares, a maternidade seja privilegiada, noutros não.
Todos concordam que o uso da burka não é natural.
Contudo, a mulher interiorizou o seu uso como algo natural.
Então, e a maternidade?
É natural amamentar?
É natural uma mãe cuidar dos filhos, tal como o vemos entre os outros mamíferos?
E. Badinter diz que não.
Contudo, tanto quanto sabemos, uma outra fêmea o faz muito naturalmente. Porque não nós?
Porque a sociedade (em determinadas culturas) nos diz que não é natural.
E. Badinter chega mesmo a referir o caso das mães do século XIX, que deixavam os filhos aos cuidados de amas, sendo mesmo estas quem os amamentavam.
Mas ela sabe (suponho que saiba...) que isso apenas sucedia nas classes sociais mais altas, pois nas mais baixas as crianças beneficiavam dos cuidados das suas próprias mães.
Ora eu acredito que, instintivamente, a mãe quereria ter o seu filho nos braços, , contudo essa mãe acreditaria que esse sentimento, essa vontade de pegar no seu filho, de ser ela a cuidar dele, não era natural.
Pelo menos não o era -assim acreditava essa mãe, porque a cultura da época lho impusera- para alguém da sua classe.
Por termos diferentes comportamentos, consoante as épocas, se conclui que a cultura consegue, se assim o determina, aprisionar os nossos instintos mais naturais.
Quantas dessas mulheres não invejariam a posição das mulheres do povo, muito mais livres do que elas próprias?
Quando E. Badinter se insurge contra a tirania da maternidade, eu dou-lhe uma certa razão.
Ainda que sendo a melhor pessoa para se ocupar dos filhos -nem Badinter nem qualquer outra pessoa me convencerão do contrário-
uma mãe não é perfeita.
Nem mesmo entre os mamíferos existe essa perfeição (já se viu fêmeas a abandonar as crias, embora seja raro, mas nem por isso o macho se impôs, querendo ocupar o seu lugar).
Que o pai se envolva, sim.
Que queira tomar o lugar da mãe, essencial para um recém-nascido e para a criança nos seus primeiros anos de vida, não.
Nenhuma mãe deve ser obrigada a amamentar, certo.
Dizer que ela é má mãe por decidir não o fazer, é ir longe demais.
Mas uma mãe que decide amamentar o seu filho é certamente melhor mãe.
Claro que haverá muitos outros gestos, para lá da amamentação, que farão da mulher uma boa ou má mãe. Mas aquela que decide pela amamentação, estreitando o vínculo com o seu filho,vínculo esse iniciado já durante a gravidez, demonstra que o é.
A proposta dos ecologistas agrada-me, ademais.
Portanto, Madame E. Badinter, faça-me um favor:
Deixe-nos pensar pela nossa cabeça!
Não queira que a maioria de nós pense pela sua!
Querer impôr-nos uma outra forma de pensar, é uma tirania.
Somos livres de agir de forma contrária à sua.
Estou certa que é o parecer da maioria de nós.
Prova, talvez, de que o nosso instinto (o instinto maternal que você tanto nega) se sobrepõe a qualquer nova imposição cultural.
Já é tempo de fazermos prevalecer o melhor da nossa natureza.
Já é tempo de homens e mulheres reconhecerem as suas diferenças, não impondo ao outro um comportamento contra natura.
Sobretudo, já é tempo de agirmos em benefício dos nossos filhos, e não no nosso.
Quer isto dizer que nenhum homem tem o direito de aprisionar uma mulher (sua ex-mulher, para ser exacta) à sua vontade, e que a mulher, sendo livre de refazer a sua vida onde queira e com quem queira, não esqueça (estou certa que a maioria tem isso em consideração, ao contrário do que se diz por aí) os direitos do pai dos seus filhos, e, principalmente, os direitos destes.
"Com boa vontade, tudo se faz!", dizia-nos ( a mim e ao meu ex) uma juíza.
Devíamos seguir esta filosofia de vida, e não outras que eu considero baratas.
VAS-Y, ACCOUCHE! tem em si um duplo sentido: "accoucher" (parir, dar à luz) e "accoucher" (desembucha, fala).O Homem, quer ele queira quer não, é um animal como os outros, uma criatura da Natureza. Deve melhorar -pois que tem a faculdade de o fazer- a sua natureza, sem pôr em causa a natureza das coisas. Sou pelos valores da Monarquia, pelo Parto Activo e pela Amamentação. Em nome dos nossos filhos.
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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
sábado, 15 de janeiro de 2011
SAP - IÊNCIA
NOTA: Volto a chamar a atenção para a sondagem e as petições que se encontram na margem direita deste blog.
Se este assunto te diz particularmente, e concordas com o que aqui foi dito, não ignores.
Vota na sondagem (se for o teu caso) e assina as petições, particularmente a primeira.
Divulga este blog, para que outros possam também ler, votar e assinar.
Obrigada.
EXTRATO DE UM TEXTO QUE ENCONTREI EM http://virtualpsy.locaweb.com.br/
(Crianças adotadas e de orfanato)
Para uma criança muito nova, pode ser prejudicial a falta de ligação afetiva com uma pessoa que conviva com ela. Segundo a teoria de John Bowlby (8), a privação prolongada de cuidados maternos para uma criança muito nova pode causar efeitos de graves conseqüências no caráter, efeitos esses que podem se prolongar por toda a sua vida futura. E isso tanto se relaciona à crianças de orfanato, àquelas que sofrem separações dos pais, ou mesmo para aquelas que, apesar de viverem em seus lares, são abandonadas por negligência ou omissão.
Este último caso é quando a mãe se encontra fisicamente presente e emocionalmente distante.
Muitos acreditam que atender imediatamente a um choro de bebê pode transformá-lo numa criança mimada mas, por outro lado, sabe-se que nenhum tipo de cuidado infantil acompanhado de carinho materno poderá resultar em insegurança.
EXTRAIT D'UN TEXTE PARU DANS LE SITE http://www.maieuthesie.com/
(La mère et l'enfant)
La déprime de l’enfant
Si la dépression de la mère est connue (bien que souvent mal prise en charge, psychologiquement), la déprime de l’enfant n’effleure généralement même pas les consciences. L’enfant, lors de ce passage du monde de continuité vers le monde de discontinuité se retrouve séparé, seul, en attente de la suite… Ce passage est un changement d’univers radical et sans retour.
Venant de quitter le nid physiologique, il lui faudra apprendre à vivre de cette façon nouvelle. Pour y parvenir, il a encore besoin du nid psychologique de sa mère.
J’ai déjà entendu dans une maternité une puéricultrice dire à une mère "ne le prenez pas autant, vous allez lui donner de mauvaises habitudes!"
Craindre qu’à cet âge un enfant prenne de mauvaises habitudes est aussi ridicule que si on avait cru que le ventre de la mère est une mauvaise habitude entre 0 et 9 mois. Il y a un temps pour chaque étape de la vie. Celle-ci requiert la présence de la mère qu’il est maladroit de réglementer… car elle est la mieux placée pour en ressentir l’équilibre adapté à son enfant.
O MEU COMENTÁRIO
Posto isto, uma criança separada da mãe irá apresentar uma série de sintomas, muitos dos quais até referidos na tão proclamada Síndrome de Alienação Parental (SAP).
Não há nada pior do que uma criança sentir-se abandonada por um pai, ESPECIALMENTE QUANDO SE TRATA DA MÃE.
Uma criança muito pequena que seja separada da mãe, sujeita a um tipo de guarda que estipula que o pai tem direito a um igual número de horas ou de dias, sofre daquilo que eu chamaria de SÍNDROME DE ABANDONO.
Ainda que o pai esteja ali, a criança sente-se abandonada pela mãe.
Ora nestas idades a criança, à semelhança do que acontece com os animais, precisa ESSENCIALMENTE DA MÃE.
Ainda há bocadinho eu li um comentário de um pai, perguntando se por acaso ele era menos do que a mãe. Pode parecer estranha a minha resposta, mas não se trata de ele ser menos, mas do facto de que, PARA UMA CRIANÇA (tal como para qualquer cria) A MÃE É MAIS.
Tomemos por exemplo os cangurus. Por nascerem ainda muito imaturas, as crias deverão passar algum tempo na bolsa da mãe. Os machos não a possuem. Não é a eles que compete prolongar a gravidez, mas às fêmeas. O mesmo se passa com os restantes mamíferos, incluindo a espécie humana.
Estas "vinganças" dos pais contra a mães, muito mais do que atingir aquela que gerou e deu à luz os seus filhos, atingem principalmente as crianças. O mal que fazeis à mãe do(s) vosso(s) filho(s), fazei-lo mais a ele (s), não vos esqueçais disso.
"A coisa mais importante que um pai pode fazer por seus filhos é amar a mãe deles."
( Theodore Hesburgh )
O mesmo, claro, para uma mãe.
Sempre digo que o pai deve estar presente no discurso da mãe, e que esta deve facilitar o encontro de um pai com os seus filhos.
Mas facilitar não significa separar, como também não significa obrigar uma mãe a não se distanciar muito do pai. O equilíbrio psicológico de uma mãe é fundamental para a criança.
Daí eu dizer que o mal que fazemos a uma mãe, fazemo-lo aos filhos.
Daí a importância desta citação de Theodore Hesburgh.
Eu nem quero perder demasiado tempo com essa síndrome vinda da boca de quem nunca pôs os interesses da criança à frente dos seus (Richard Gardner, como sabeis, defendia a pedofilia).
Prefiro centrar-me nesta outra síndrome, bem mais evidente, que é a do abandono. Não há pior para uma criança do que se sentir abandonada por um pai, PRINCIPALMENTE PELA MÃE.
Sabeis que a pior forma de abandono é aquela em que, tendo ambos os pais presentes, a criança não os sente presentes?
Quer isto dizer que os pais podem lhe dar o conforto e os cuidados de que necessita, mas não lhe dão a devida atenção. Um pai (que seja pai ou mãe) faz por entender as verdadeiras necessidades do(s) seu(s) filho(s) e age em conformidade, nunca contra.
Temos que viver ao ritmo dos nossos filhos, nunca obrigá-los a viver ao nosso ritmo. Sob risco de estarmos a criar futuros homens e mulheres incapazes de se darem, mais voltados para eles próprios.
Em nome dos nossos filhos, não perpectueis o mal.
Por uma vez, pensemos realmente neles.

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Obrigada.
EXTRATO DE UM TEXTO QUE ENCONTREI EM http://virtualpsy.locaweb.com.br/
(Crianças adotadas e de orfanato)
Para uma criança muito nova, pode ser prejudicial a falta de ligação afetiva com uma pessoa que conviva com ela. Segundo a teoria de John Bowlby (8), a privação prolongada de cuidados maternos para uma criança muito nova pode causar efeitos de graves conseqüências no caráter, efeitos esses que podem se prolongar por toda a sua vida futura. E isso tanto se relaciona à crianças de orfanato, àquelas que sofrem separações dos pais, ou mesmo para aquelas que, apesar de viverem em seus lares, são abandonadas por negligência ou omissão.
Este último caso é quando a mãe se encontra fisicamente presente e emocionalmente distante.
Muitos acreditam que atender imediatamente a um choro de bebê pode transformá-lo numa criança mimada mas, por outro lado, sabe-se que nenhum tipo de cuidado infantil acompanhado de carinho materno poderá resultar em insegurança.
EXTRAIT D'UN TEXTE PARU DANS LE SITE http://www.maieuthesie.com/
(La mère et l'enfant)
La déprime de l’enfant
Si la dépression de la mère est connue (bien que souvent mal prise en charge, psychologiquement), la déprime de l’enfant n’effleure généralement même pas les consciences. L’enfant, lors de ce passage du monde de continuité vers le monde de discontinuité se retrouve séparé, seul, en attente de la suite… Ce passage est un changement d’univers radical et sans retour.
Venant de quitter le nid physiologique, il lui faudra apprendre à vivre de cette façon nouvelle. Pour y parvenir, il a encore besoin du nid psychologique de sa mère.
J’ai déjà entendu dans une maternité une puéricultrice dire à une mère "ne le prenez pas autant, vous allez lui donner de mauvaises habitudes!"
Craindre qu’à cet âge un enfant prenne de mauvaises habitudes est aussi ridicule que si on avait cru que le ventre de la mère est une mauvaise habitude entre 0 et 9 mois. Il y a un temps pour chaque étape de la vie. Celle-ci requiert la présence de la mère qu’il est maladroit de réglementer… car elle est la mieux placée pour en ressentir l’équilibre adapté à son enfant.
O MEU COMENTÁRIO
Posto isto, uma criança separada da mãe irá apresentar uma série de sintomas, muitos dos quais até referidos na tão proclamada Síndrome de Alienação Parental (SAP).
Não há nada pior do que uma criança sentir-se abandonada por um pai, ESPECIALMENTE QUANDO SE TRATA DA MÃE.
Uma criança muito pequena que seja separada da mãe, sujeita a um tipo de guarda que estipula que o pai tem direito a um igual número de horas ou de dias, sofre daquilo que eu chamaria de SÍNDROME DE ABANDONO.
Ainda que o pai esteja ali, a criança sente-se abandonada pela mãe.
Ora nestas idades a criança, à semelhança do que acontece com os animais, precisa ESSENCIALMENTE DA MÃE.
Ainda há bocadinho eu li um comentário de um pai, perguntando se por acaso ele era menos do que a mãe. Pode parecer estranha a minha resposta, mas não se trata de ele ser menos, mas do facto de que, PARA UMA CRIANÇA (tal como para qualquer cria) A MÃE É MAIS.
Tomemos por exemplo os cangurus. Por nascerem ainda muito imaturas, as crias deverão passar algum tempo na bolsa da mãe. Os machos não a possuem. Não é a eles que compete prolongar a gravidez, mas às fêmeas. O mesmo se passa com os restantes mamíferos, incluindo a espécie humana.
Estas "vinganças" dos pais contra a mães, muito mais do que atingir aquela que gerou e deu à luz os seus filhos, atingem principalmente as crianças. O mal que fazeis à mãe do(s) vosso(s) filho(s), fazei-lo mais a ele (s), não vos esqueçais disso.
"A coisa mais importante que um pai pode fazer por seus filhos é amar a mãe deles."
( Theodore Hesburgh )
O mesmo, claro, para uma mãe.
Sempre digo que o pai deve estar presente no discurso da mãe, e que esta deve facilitar o encontro de um pai com os seus filhos.
Mas facilitar não significa separar, como também não significa obrigar uma mãe a não se distanciar muito do pai. O equilíbrio psicológico de uma mãe é fundamental para a criança.
Daí eu dizer que o mal que fazemos a uma mãe, fazemo-lo aos filhos.
Daí a importância desta citação de Theodore Hesburgh.
Eu nem quero perder demasiado tempo com essa síndrome vinda da boca de quem nunca pôs os interesses da criança à frente dos seus (Richard Gardner, como sabeis, defendia a pedofilia).
Prefiro centrar-me nesta outra síndrome, bem mais evidente, que é a do abandono. Não há pior para uma criança do que se sentir abandonada por um pai, PRINCIPALMENTE PELA MÃE.
Sabeis que a pior forma de abandono é aquela em que, tendo ambos os pais presentes, a criança não os sente presentes?
Quer isto dizer que os pais podem lhe dar o conforto e os cuidados de que necessita, mas não lhe dão a devida atenção. Um pai (que seja pai ou mãe) faz por entender as verdadeiras necessidades do(s) seu(s) filho(s) e age em conformidade, nunca contra.
Temos que viver ao ritmo dos nossos filhos, nunca obrigá-los a viver ao nosso ritmo. Sob risco de estarmos a criar futuros homens e mulheres incapazes de se darem, mais voltados para eles próprios.
Em nome dos nossos filhos, não perpectueis o mal.
Por uma vez, pensemos realmente neles.
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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
E SE FOSSE O MACHO A PARIR?
Vamos supôr que assim era.
Que tudo o que pertence à fêmea cumprir, pertenceria ao macho.
Suponhamos, pois, que o homem, há semelhança do que se passaria na maioria das espécies, carregaria no ventre a sua cria por nove meses, estabelecendo-se, desde então, um vínculo que os uniria por toda a vida.
Suponhamos que a cria, depois de nascer, ficaria dependente do ser que a transportou (no nosso exemplo, o homem), necessitando do seu alimento e, acima de tudo, dos seus cuidados e do seu afecto.
Suponhamos que uma cria assim tão pequena não possa passar muito tempo distante desta figura, entrando logo em stress (tal como se verifica, aliás, na Natureza).
Suponhamos que assim era.
Mas a mulher, sentindo-se discriminada, impunha-se.
Não é ela também progenitora?
Não é a cria 50% mãe?
Que culpa tem ela de ter nascido mulher, e de a natureza ter escolhido o homem para cumprir essa função?
Quem diz que as crias precisam mais do pai do que da mãe?
O que dirieis vós, senhores, sabendo que neste exemplo que vos dou a natureza mostraria que, apesar das fêmeas também serem progenitoras, nunca uma cria havia sido deliberadamente separada do macho, sob risco de lhe causar enormes traumas?
Suponho que o vosso discurso seria outro.
E se me garantis que não, estou certa que mentis.
Que tudo o que pertence à fêmea cumprir, pertenceria ao macho.
Suponhamos, pois, que o homem, há semelhança do que se passaria na maioria das espécies, carregaria no ventre a sua cria por nove meses, estabelecendo-se, desde então, um vínculo que os uniria por toda a vida.
Suponhamos que a cria, depois de nascer, ficaria dependente do ser que a transportou (no nosso exemplo, o homem), necessitando do seu alimento e, acima de tudo, dos seus cuidados e do seu afecto.
Suponhamos que uma cria assim tão pequena não possa passar muito tempo distante desta figura, entrando logo em stress (tal como se verifica, aliás, na Natureza).
Suponhamos que assim era.
Mas a mulher, sentindo-se discriminada, impunha-se.
Não é ela também progenitora?
Não é a cria 50% mãe?
Que culpa tem ela de ter nascido mulher, e de a natureza ter escolhido o homem para cumprir essa função?
Quem diz que as crias precisam mais do pai do que da mãe?
O que dirieis vós, senhores, sabendo que neste exemplo que vos dou a natureza mostraria que, apesar das fêmeas também serem progenitoras, nunca uma cria havia sido deliberadamente separada do macho, sob risco de lhe causar enormes traumas?
Suponho que o vosso discurso seria outro.
E se me garantis que não, estou certa que mentis.
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