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segunda-feira, 13 de junho de 2011

RESPOSTA A UM COMENTÁRIO

Recebi um comentário no post CHAQUE ENFANT APPREND PAR L'EXEMPLE, e ia responder a esse mesmo comentário, mas não sei porque obra de arte não consigo colar um comentário meu no meu próprio blog! De cada vez que selecciono o perfil 'Conta do Google', mandam-se abrir sessão, após o que eu vejo o meu comentário como anónimo. Para o publicar tenho de escrever as letras que se apresentam, mas após fazê-lo, acreditando que verei o meu comentário publicado sob o meu perfil, eis que me é pedido de novo que abra a sessão. E isto por duas ou três vezes! Aliás, qualquer que seja a operação que eu faça ou queira fazer, tenho de abrir sistematicamente sessão. Mal acabo de publicar um post, e o vou ler, para conferir que está tudo correcto, vejo sempre escrito 'iniciar sessão', o que significa que, uma vez mais, terei de o fazer.

Calha até bem ter por aqui a mulher de um informático, pois eu ando de facto às aranhas com isto, e não sei como hei-de resolver. Talvez ele me possa ajudar...

Única solução, por ora: copiar o que havia escrito (e reparem que surge ainda como ´'anónimo', apesar das minhas tentativas, infrutíferas, para o pôr sob o meu perfil) e pô-lo aqui. Talvez agora a pessoa que me respondeu (anonimamente) perceba que o aconteceu, aquilo de que me acusa, ultrapassa a minha compreensão, pelo que não sou, em nada, responsável.

Para uma melhor compreensão, terei que publicar também o comentário dela, que será o primeiro que vos aparece.


Anónimo disse...
O engraçado fazer comentários anónimos no blog dos outros nao è??

Pois a mim, parece-me que nao tem grande moral para falar de ninguem...há pessoas que escrevem bem, outras que escrevem mal, e outras assim assim...

Ha pessoas que morriam e matavam pelos filhos...outras que nem por isso...
doi?? pois se calhar doi...quando nos metem o "dedo na ferida"...a verdade è que não existe ninguem perfeito!!!

Olhe que mandar comentários anónimos para a mulher de um informatico...na na na ...nao è boa ideia!!!

12 de Junho de 2011 13:24






Anónimo disse...

Quando comento noutros blogs, tento que fique sempre o meu perfil (não gosto de o fazer anonimamente), mas acontece que muitas vezes não o consigo seleccionar, ou leva demasiado tempo, e acabo, então, por deixar um comentário anónimo. Se eu quisesse que fosse perfeitamente anónimo, não deixava o link do meu blog, não lhe parece? Senão, como teria chegado aqui?

Peço desculpa por não o ter explicado na altura. Se o tivesse feito, não teria sido mal interpretada.

De resto, eu nunca digo que as pessoas são perfeitas. Ninguém o é.

Acusar as pessoas a torto e a direito, sem primeiro indagar, não é bonito. Péssimo exemplo para os nossos filhos, futuros cidadãos.

Tanto mais que me acusa de uma coisa que eu não fiz intencionalmente, e você acaba de fazer o mesmo, deixando um comentário anónimo. Mas antes de a acusar a torto e a direito de o ter feito intencionalmente, deixo-lhe o benefício da dúvida, e o tempo de se explicar (porque se não o fez intencionalmente, parece então que também se esqueceu, como eu, de o frisar).

Respeitosamente.

13 de Junho de 2011 00:36


POST SCRIPTUM:

Visto que terei dificuldades, pelas razões que referi, em responder a um novo comentário deixado neste mesmo post como resposta ao mesmo, a minha resposta a esse comentário far-se-á aqui.

Aparentemente, assim o diz a cara anónima, também não lhe deixei qualquer link que lhe permitisse localizar-me. Não fora, deduzo eu, as artes do marido, dificilmente saberia de onde provinha o comentário que deixei no seu blog. Que falta me fazem tais artes, pois o problema que eu aqui vos relatei persiste. Uma dica seria muito benvinda.

Erro meu, portanto, em não ter deixado o link (como julgava ter feito, pois, de regra, é o que faço sempre) ou não ter explicado no momento que o facto de o meu comentário ser anónimo não era intencional, longe disso. Pena é que não tenha procurado saber a razão antes de me querer provocar intencionalmente um mal (há males piores, infelizmente) quando, da minha parte, nunca houve -repito- intenção de lho provocar.

Não se trata de coragem, cara anónima. Sei bem que indo ao seu blog dificilmente conseguirei pôr o meu comentário sob o meu perfil, coisa que -repito uma vez mais- sempre tive intenção de fazer. Quem me diz que, desta vez, acreditará em mim?

Não é bom exemplo, a vingança. Do tipo "cá se fazem, cá se pagam".
Admirem-se que os nossos filhos façam o mesmo...


NOTA:

Para responder a um segundo comentário -continuo a fazê-lo por esta via porque receio bem não ter resolvido o meu problema informático-, esqueci-me de vos dizer que sou muito distraída, pelo que me escapou o facto da cara anónima se ter, entretanto, identificado. De facto, a única coisa que na altura registei foi o nome do blog, o blog das amas frustadas.

Não partilho de todo da sua concepção de Justiça.
Por estas e por outras é que o mundo anda no estado em que anda...

Parece cruel dizê-lo assim, mas é a dura realidade.

Embora parecendo pessimista, guardo sempre uma visão optimista, porque acredito -sempre- que as pessoas são, no fundo, boas e podem (basta querê-lo) mudar.

E porque não quero alongar mais este post, visto que me sirvo dele, pelas razões que já conheceis,para responder aos comentários, fico por aqui.

Seria óptimo que, num próximo comentário, me dissessem o que posso fazer para comentar no meu próprio blog e no blog dos outros sob o meu perfil. Ficava o problema resolvido, não havendo azo a próximos mal-entendidos.

Aos que me lêem, um abraço.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

AS BRUXAS DE TODOS OS TEMPOS: AFINAL, TODAS AS MÃES SÃO "MÁS"!

Texto Maria Ana Luz , in revista XIS - Público, 19/09/2005


"Não quero ouvir, não gosto da mãe, a mãe é má!" eis algumas das frases mais repetidas da história. Dizer que a mãe é má é um clássico de todos os tempos. Vala a pena desmontar esta chantagem emocional.


Todas as mães do mundo já ouviram, pelo menos uma vez na vida esta frase acusatória. Gritada, dita em tom zangado ou murmurada entre dentes, a frase quer dizer quase tudo menos que a mãe é má.
Muitos pais e mães sentem-se mais vulneráveis quando os filhos se mostram agressivos ou fazem chantagem emocional e, mesmo sem querer, acabam por responder de forma insegura ou pouco pedagógica.

Ao contrário do que parece, o facto de o filho gritar que a mãe ou o pai são maus, é bastante saudável. Quer dizer que está a testar o amor incondicional dos pais e, ao mesmo tempo, a testar alguns limites.

Se bem que o amor incondicional por um filho não passe nunca por ceder a todo o tipo de chantagens, pedidos ou súplicas, é importante que ele seja calibrado regularmente através de respostas securizantes e tranquilizadoras. Neste pode reforçar-se o humor e... o amor.

Quando o filho diz: " a mãe e má e quando eu tiver filhos não vou ser como como a mãe!" pode sempre haver uma resposta querida, tranquila e com sentido de humor que cada um encontrará à sua medida.

Choros e birras. As crianças inventam mil e uma maneiras de exprimir os seus sentimentos e, na verdade algumas resultam mais do que outras. As lendárias birras no supermercado, as vezes em que se atiram para o chão porque não conseguem o que querem ou porque choram e amuam por tudo e por nada, são sempre desconfortáveis para todos. Difíceis de aceitar para os pais, estas atitudes revelam-se negativas pois acabam por desgastar, enervar e gerar situações que, por vezes, culminam em palmadas ou castigos reactivos.

Todas as famílias com crianças pequenas acabam por atravessar períodos mais tensos em que aparentemente as coisas não encaixam bem. É nestas alturas que, muitas vezes, os filhos acusam os pais de serem maus.

Dizem os especialistas em comportamento infantil que vale a pena perder algum tempo sempre que um filho faz este tipo de acusações. Por uma questão pedagógica mas, também, por uma questão de segurança e equilíbrio interior, dos pais e filhos.

Devolver a questão. Sempre que a mãe ou o pai respondem de forma agressiva à provocação de um filho estão a contribuir para endurecer um braço-de-ferro que, em muitos casos, pode ameaçar ou desequilibrar a relação. Ou seja, pode eternizar-se e criar uma espécie de padrão em que os filhos se habituam a chantagear e a deixá-los sem margem para resposta ou atitudes mais calorosas e construtivas. Convém abrir aqui um parêntesis para sublinhar que os filhos têm uma arte especial para ganhar quase todos os braços-de-ferro que fazem com os pais e, por isso, a estratégia mais eficaz é evitá-los sempre que puderem ser evitados.

Dizer que a mãe é má também é dizer que a mãe tem que dar mais provas de amor. Se, por um lado, isto demonstra alguma necessidade de atenção ou de mimos extra, por outro é um terreno pantanoso que convém saber contornar.

A maior parte dos pais lida mal com a verbalização negativa de sentimentos dos filhos. Ficam apreensivos, ou mesmo magoados, sempre que lhes dizem alguma coisa mais violenta ou fazem um desenho mais agressivo que os represente. Ressentem-se das expressões duras que usam.

No entanto, é importante perceber que a expressão de sentimentos, seja através dos desenhos (excelentes formas de comunicar, de projectar e de verbalizar, aliás) ou através de frases acusatórias, é essencial até para fazer pequenos e médios ajustes nas relações.

O pai também é mau. Uma criança que se sinta desconfortável na sua relação com o pai ou a mãe, que viva numa situação de pais negligentes ou seja vítima de um pai mais agressivo ou tirano pode perfeitamente exteriorizar os seus sentimentos íntimos a través do desenho. Desenhar um cão feio e agressivo a ladrar e dizer que é o pai em casa a gritar pode chocar mas é eloquente de um sentimento verdadeiro. Alguns psicólogos consideram até muito mais saudável que esta criança exprima através do desenho aquilo que sente (embora isso possa chocar os pais) do que guarde dentro de si esses sentimentos negativos.

Através dos desenhos ou das acusações as crianças interpelam os pais e pedem demonstrações de afecto.

No caso mais recorrente em que dizem que a mãe ou o pai são maus convém verificar se é uma frase muito frequente, se equivale a algum sentimento mais profundo ou se é apenas uma reacção do momento. Muitas vezes as crianças acusam os pais de serem maus e compararam-nos com a tia, o tio, os avós ou alguém que garantem que é muito melhor que eles e, desta forma, ampliam o efeito da chantagem emocional.

Existem duas formas negativas de responder a esta interpelação: uma é dizer que os filhos também são maus, usando o mesmo tem agressivo e outra passa por ceder à chantagem para evitar conflitos. Nenhuma destas respostas neutraliza a necessidade de atenção ou de provas de amor.

Assim sendo, e de acordo com o que dizem os especialistas em comportamento infantil, o ideal é não prolongar os estados de agressividade ou ansiedade.

Dizer a um filho qualquer coisa como: "se a mãe é má e os avós é que são bons, então vai viver com os avós!" é descer ao nível das crianças e eternizar o estado de conflito interior. É uma tentação a evitar, portanto. Mais vale retomar a frase e dizer qualquer coisa do género: "está bem, tu dizes que a mãe é má mas eu estou a fazer isto porque gosto muito de ti e porque não se pode ter tudo". Claro que cada um improvisa a resposta conforme o seu estilo parental pois, nesta matéria, como em tudo na vida, não há regras nem soluções. Existem caminhos e cada um deve tentar encontrar o que é melhor e mais adequado para si e para as circunstâncias do momento.

Voltando à acusação concreta e à resposta que se dá, os especialistas aconselham a usar aquilo a que chamam a "táctica do endredon", ou seja tentando dobrar e desdobrar a questão de uma forma suave, doce e calorosa. Tudo a bem da saúde mental dos filhos e do equilíbrio da família, claro.


Fonte: http://www.agrupamentoportel.netvisão.pt/pais/paisma.html



CUIDADO, MUITO CUIDADO COM AS BRUXAS! ELAS ANDAM À SOLTA EM

http://srevoredo.blogspot.com/, o blog dos ditos "alienadores".

Vota na sondagem que encontras no topo da página do blog, à direita. É preciso denunciar as falsas acusações de alienar o outro progenitor, de que muitos(as) são alvo, antes que os mandem para a fogueira!

ATENÇÃO:

NÃO PERCAS O MEU PRÓXIMO POST!
ELE SERÁ B-O-M-B-Á-S-T-I-C-O!!!!!

TODA A VERDADE, E NADA MAIS DO QUE A VERDADE.

ESTÁ PARA BREVE...

terça-feira, 26 de outubro de 2010

E ASSIM ME RESPONDEM OS SENHORES...

luis dit :
é incrivel nao estares a aceitar mensagem e enches a caixa do correio aos outros.
pára com essa mensagem sem nexo porque eu já estou cheio disso!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
não sou como as criancinha a bricar ás mensagens nem perco tempo com circulares!!!!!!!!!!!

Porfirio dit :
amiguinha com td respeito e salvo melhor opinião, não será de consultares um psicologo psara melhorar a situação do teu problema





Pergunto-me porque cargas de água hei-de eu precisar de um psicólogo?

Será porque não sei brincar como os crescidos, esses CRESCIDOS que têm mulher e filhos em casa?

Talvez queiram que eu me comporte como uma menina crescida, e encha o hi5 de imagens de homens e mulheres nus. Como eles, os crescidos, fazem.

Não me interessa esse tipo de brincadeiras. Sou mãe de família, e tenho companheiro. Por sinal, um bom homem. Não há muitos assim por aí. Só crescidos.

Dou-vos um bom exemplo das conversas que os "crescidos" me fazem:

"Tente
Linda de mais es uma Bebe muito linda!!!"


Lamento, mas prefiro falar de coisas sérias.
Sou muito terra a terra.
Com a cabeça na lua.

Falo, e falarei sempre de coisas sérias.
Permito-me sonhar.
O sonho, assim diz o poema, comanda a vida.

Sou assim, um pouco criança.
Prefiro ser assim.


Se não se importam.


NOTA:

Eu trarei outros comentários que os senhores me venham a fazer (eles e elas, embora eu espere mais comentários deste estilo da parte deles) nos próximos tempos. Estes que eu aqui pus, eu deixei passar. Não vi porque não.Outros virão.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

RESPOSTA AO AUTOR DO BLOG "FILHO PARA SEMPRE!"

Sérgio, podia ter-me respondido no local dos comentários.
Mas pronto...

Se um filho é, como diz, tanto do pai como da mãe, porque é que nas outras espécies da classe dos mamíferos -por favor, não nos comparem às aves nem a peixes, pois, tanto quanto me lembro, eu não pus nem choquei ovo algum- não é assim?!
Porque é que ainda são as fêmeas que cuidam das crias?
Que têm elas mais do que nós, as mães humanas?

Respeito a sua posição, tal como certamente o Sérgio respeitará a minha:

Em primeiro lugar, que seja feita a vontade da criança. Uma boa mãe, por amor a um filho, saberá entregá-lo ao pai, se for da vontade deste (da vontade do filho, claro, não do pai).
Quero acreditar -ou assim o espero, pois tal ainda não aconteceu comigo- que um pai fará o mesmo!

Em segundo, se nada houver contra a mãe, prevalece -de acordo com as leis da natureza ainda vigentes e bem presentes em nós-próprios, quer assim o queirais ou não- a mãe!

De resto, quanto ao seu caso, ninguém melhor que o G. para vos julgar, a si e à mãe. Tal como a minha filha mais velha o fará com quem quer que seja que tenha procedido mal. Até porque se há algo que eu faça de incorrecto, ela diz-me logo.


Há que pôr a mão na conciência, e ver se é apenas o outro quem tem agido mal. Eu não o estou a criticar, nem à mãe. Como disse, apenas sei aquilo que me diz o Sérgio, nada mais.

Nada obriga a que os outros acreditem no que lhes conto.
Mas, repare, eu também aponto os meus aspectos negativos.
Também errei.
Mas soube voltar à estaca zero, assim que me libertei definitivamente do contrôle do meu ex.
Não sendo má pessoa, que não é, não era a pessoa certa para mim. Nem eu para ele, pois não o soube afastar do vício que ele adquirira na juventude (falo, claro, da droga).

O meu maior erro, digo-lho agora, for ter tomado uma decisão favorável ao pai, a de permanecer perto dele, depois da nossa separação, para lhe permitir o convívio com a filha, tempo em que, afinal, ele aproveitava para me pedir, uma vez mais, dinheiro emprestado.
Uma decisão que, evidentemente, me prejudicou a mim e à minha filha.


Não me arrependo de a ter tomado, pois fi-lo num acto altruísta. Como muitas mães o fazem, aliás, ao contrário do que dizem por aí. Mas, se voltasse atrás, agiria de outra forma, garantindo ao pai e à menina, pelos meios que me fossem possíveis, o convívio.

Na altura, ao cabo de dois anos de sacrifício, resolvi partir.
Pelo meu bem, e pelo bem da minha filha.
Aparentemente, eu não tinha o direito de me restaurar física e psicologicamente, de agir no meu interesse, em benefício da minha filha, que tinha todo o interesse em ver a mãe bem.

Castigaram-nos, às duas.
Separaram-nos, para que não nos fosse possível "fugir".

O pai passou a ter direito à filha, e, sem qualquer pudor, sabendo-me ali perto -não suportando a separação, vim atrás da minha filha, sendo obrigada a viver num lugar que me deprimia- continuou a pedir-me dinheiro. Arrastou-me, de novo, com ele.

Mas hoje, meu caro amigo, estou definitivamente livre dele, e de tudo quanto prejudicou a minha vida. Voltei a ser a pessoa que eu era, antes de o conhecer.Venci.




E aqui fica a resposta ao comentário da Ana, num dos seus tópicos. Espero que o autor a aceite. Normalmente ele coloca todas as respostas, embora ainda não tenha aceite -coisa que achei estranha- um comentário que eu fiz anteriormente. Ressalvo que eu nunca falto ao respeito a ninguém, simplesmente digo o que penso.Falar não ofende, julgo eu.

Ei-lo, então:

"Eu jamais falei de privar um filho do contacto com o pai!!!
O que eu digo sempre é que não se deve separar um filho da mãe, sem justa causa!

A ver se nos entendemos de uma vez por todas: quando comparo a espécie humana a outras que, como a nossa, carregam o filho no ventre e o amamentam, falo do papel da mãe, que se diferencia em tudo do do pai.
Aconselho -para quem souber francês- a leitura de uma carta de Daniel Pendanx, em resposta à carta que lhe fora enviada por um pai.

E tem TODA a razão quando diz que, ao contrário dos outros mamíferos, os humanos estabelecem laços, o que faz com que a fusão mãe-filho, que se inicia na gravidez, seja bem maior entre os humanos do que nas outras espécies."


ESTE POST FOI REESCRITO HOJE, DIA 28 DE OUTUBRO DE 2010. APENAS FOI MELHORADO, CONSERVANDO O SENTIDO ORIGINAL.
FORAM ACRESCENTADOS ALGUNS FACTOS, COM VISTA A UM MELHOR ENTENDIMENTO DO QUE DISSE, ENTÃO, E DO QUE MANTENHO AINDA.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

RESPOSTA A UM NOVO COMENTÁRIO PEJORATIVO DEIXADO (!!!) NA MINHA PETIÇÃO

Eis a minha resposta perante um comentário (novamente!!!) que eu vi na minha petição:

"156 passada dos carretos uma mãe nunca poderá ser um pai. Na edição da Review of General Psychology, cientistas informaram que o grau de aceitação ou rejeição que uma criança recebe - e percebe – do pai, afeta seu desenvolvimento de forma tão profunda quanto a presença ou ausência do amor materno. Deixem de acharem-se o centro do mundo! igualdade! "

Se alguém quiser conferir, só tem de entrar em:

http://www.peticaopublica.com/?pi=P2009N575

RESPOSTA:

1.Para que não haja mais dúvidas, eu não defendo que se faça uma desvinculação com a figura paterna-e, para tal, é preponderante a atitude da mãe- mas tão somente que apenas em casos excepcionais se separe as crianças de uma mãe. Queiram ou não, o vínculo materno é, por força da natureza, mais forte.A criança, ao nascer, tem como mundo somente a mãe, com quem estabeleceu uma ligação demasiado forte para ser destruída.E é através do olhar da mãe que ela percepciona o mundo. Não há como negar.

2.Há uma imensidão de estudos que dizem uma coisa, e outros que dizem o contrário. Não raras vezes, e quantas vezes pelos próprios, vemos ser desmentida uma teoria tomada como certa.Ou seja, não se chega a conclusão nenhuma.
Eu não me sigo por teorias. Sigo-me antes pela natureza, que é, como todos bem sabemos, um livro aberto. De tanto pensar, qualquer dia o Homem dá cabo dos seus fusíveis;)))
Assim afirmou Séneca: "Vive em harmonia com a natureza e nunca serás pobre. Vive em harmonia com as opiniões e nunca serás rico".

3.Li o referido artigo -aconselho a todos que o leiam na íntegra- e, ainda que o autor o negasse, não pude deixar de sentir que me apagavam, quase anulavam. A sensação que tive foi que o meu papel quase se resume a gerar e dar à luz, coisa que, evidentemente, eu não posso aceitar (e, tal como eu, a maioria das mãe, inclusive a mãe de quem me fez o dito comentário... se é que essa pessoa teve, de facto, mãe)
Concordo que se procure dar relevância ao papel de um pai na vida dos filhos. Mas nunca à custa do papel de uma mãe. E o que vemos é que, cada vez mais, se vai perdendo a noção do quanto é importante a figura materna! Chega a ser uma perseguição (veja-se o caso da miúda que foi institucionalizada porque não queria ver o pai, o que, no entender do juíz -quando a maioria dos psicólogos o negavam-, se devia a uma alienação exercida pela mãe)!

4.Nunca, em momento algum, falei mal de quem quer que fosse. Muito menos lhes chamei nomes -que, já agora, se aplicam a qualquer mulher que preze o seu papel de mãe, incluindo, claro está, a mãe de quem nos chamou assim (quero crer que quem o fez não teve mãe, e por tal, não tem qualquer respeito pela figura materna).
Conheço bem a petição feita pelos pais e, em boa verdade, já lá vi comentários que denotam, ao contrário dos que surgem na minha, muita raiva e pouco civismo. Há até mesmo um que diz "guarda compartilhada, já!!!". Enfim, o senhor manda... As leis sempre foram escritas por homens, e ainda hoje o é, na generalidade. E, contudo, Francis Bacon veio dizer-nos que "Para dar ordens à natureza é preciso saber obedecer-lhe"!
Se, por acaso, em algum momento eu ofendi alguém, desde já as minhas desculpas.
Certo é que nunca fiz comentários pejorativos na outra petição. Isto porque compreendo bem a outra posição. Só acho que não é por aí...

RECUSO-ME A SER BARRIGA DE ALUGUER!!!!!!!!!!!!!


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