segunda-feira, 2 de maio de 2011

JE VAIS PAS BIEN, JE SUIS MALHEUREUSE!

http://www.parismatch.com/Actu-Match/Societe/Actu/La-femme-de-Xavier-Dupont-de-Ligonnes-avait-confie-son-mal-etre-sur-des-forum-Internet-275821/

domingo, 1 de maio de 2011

DIA DA MÃE: OS FILHOS QUE VOS DEI!

Ser mãe é DAR.

Uma mãe DÁ à luz os seus filhos. É ela quem DÁ a vida.
Uma mãe DÁ os seus filhos ao mundo. Eles não lhe pertencem.
Uma mãe DÁ tudo o que tem e o que não tem, pelos seus filhos.

Para acréscimo, uma mãe separada é OBRIGADA A DAR os seus filhos muito antes do que a natureza determina. Os filhos só devem partir quando se sentem preparados. Não se deve nunca agir contra o processo natural da Vida.

A mãe DÁ, e fica sem nada.
Porque para ela, os filhos são tudo.





Desde já, que fique aqui claro que eu não me apaixonei pelas minhas filhas apenas no momento em que as pude ver. Eu APAIXONEI-ME por elas desde o momento em que soube que as trazia no meu ventre, sem mesmo saber o que eram e como eram.

Quando vi a minha mais velha pela primeira vez, fiquei deslumbrada: "Era esta coisa linda que eu tinha dentro de mim?!!!", pensei. Para mim, sim, ela era extremamente linda. Eu, que já estava apaixonada por ela desde o seu princípio, perdi-me completamente de amores.

A mais nova teve menos sorte. Não que eu a amasse menos. Mas a miúda tinha uns olhos tão grandes (toda a gente gaba os olhos dela!) numa cara tão miudinha que não pude deixar de exclamar: "Credo! Pareces uma extraterrestre!". E parecia mesmo.

Nenhuma delas é menos filha do que a outra. Aqui não há meio-irmãs. Ambas foram geradas no mesmo ventre, o meu. Eu as DEI à luz, e as DOU ao mundo. Fui FORÇADA a dar a mais velha à família paterna numa idade em que ela ainda precisava de mim. Os mimos que lhe negaram, ela pede-mos agora nos poucos momentos em que estamos juntas.

Ora, tendo em conta que fui eu quem lhes deu a FILHA, a NETA, e a SOBRINHA ((pois até hoje, já lá vão 14 anos, não existem outros para além da minha filha mais velha), acho que merecia um pouco mais de estimação e de gratidão. Vale-me o amor da minha filha, que tudo me faz esquecer, ainda que permaneça a dor e a lembrança do sofrimento porque passei.

Petição PELO DEVER DE PAGAR PENSÃO A QUEM SE COLOCA NO LUGAR DE UMA PROGENITORA!

Pela minha experiência, pela experiência de muitas mães que vivem o mesmo que eu e de tantas outras que perderam um filho, posso dizer-vos que é duro ser mãe. Muito duro. Sobretudo quando se perdem ou nos roubam um filho.

Quem disse que era fácil dar?
É mais fácil e agradável receber.

Ora, tirando a dádiva que uma mulher recebe da natureza, de poder gerar um filho, tudo o resto na sua vida se resume a DAR. E é duro dar o que temos de mais precioso na nossa vida, pois que o sentimos dentro de nós, e nos enamoramos desde esse primeiro momento. O momento em que o soubemos dentro de nós, fazendo-nos sentir bem-aventuradas.




Uma criança, sabemo-lo, nasce enamorada da sua mãe.
De ninguém mais.

A MÃE é o primeiro amor da nossa vida.
Um amor que permanece até à nossa morte.

O que quer que façais, por mais voltas que o mundo dê, esta VERDADE pemanecerá inalterável por todos os tempos. Até ao fim dos tempos.



E porque esse amor é fundamental, mas se rompe tão precocemente, é que se vê por aqui tantas crianças e adolescentes de dedo na boca...




MÃE, PRECISA-SE!!!!
URGENTEMENTE!!!!
Petição Mais cuidados maternais, por um Futuro melhor!




Se a mulher já se bateu por tanta coisa, é tempo de se bater pelo mais importante: os seus filhos!

Exigi que nos primeiros anos de vida dos vossos filhos não sejais obrigadas a voltar ao trabalho, e que nos anos que se seguem, enquanto eles precisarem de vós, o tempo de trabalho não seja superior a 4 ou 6 horas.

Não está certo que os vossos filhos passem tanto tempo longe de vós, por vezes desde muita tenra idade! O dedo na boca não é mais do que a falta da mãe. Eles precisam de uma mãe real que os acarinhe e lhes dê atenção.



Não é isso que um homem procura, quando diz a uma mulher "Quero que sejas a Mãe dos meus filhos"?




Todos nós temos um dom.
Toda a Mulher tem o dom de ser mãe.
Mas, como todo o dom, tem de ser trabalhado.
Com tempo, e muita paciência.

É um desperdício não o aproveitar, não tentar fazer em cada dia um pouco melhor do que fizemos. Porque dar à luz não é fácil, todas nós sabemos (raras são as mulheres que dão à luz sem qualquer dor, e com a maior das facilidades), mas ser Mãe ainda o é mais. E isso nós temos de o ser desde o primeiro dia, que é quando sabemos que já o somos. O dia em que descobrimos que estamos (nós, as mulheres) grávidas.

Não é por acaso que temos um umbigo! Somos todos filhos da mãe, bem mais do que do pai. Quer queiramos, quer não.

A menos que vos falte um umbigo...







Para Sempre

Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
— mistério profundo —
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.

Carlos Drummond de Andrade, in 'Lição de Coisas'









Em Portugal festeja-se o Dia da Mãe no primeiro domingo de Maio.
1 de Maio de 2011 - Dia da Mãe, aqui em Portugal.

E noutros países, como é?
Dates des prochaines fêtes - Quel jour tombe la fête des mères en 2011, 2012 ou 2013? Voici les dates pour les prochaines années : le 29 mai 2011, le 3 Juin 2012, le 26 Mai 2013...
Date - jour à l'étranger
Chaque pays possède sa propre date et il peut y avoir beaucoup d'écart d'un état à l'autre. Ainsi en voyageant un peu il est possible de célébrer les mères de février à décembre ...

- 2ème dimanche de février : Norvège
- 4ème Dimanche de Carême : UK et Irlande
- Equinoxe Printemps : Une grande majorité des pays du golfe - Qatar, Arabie Saoudite, Liban...
- 2ème dimanche de Mai : Allemagne, Australie, Belgique, Chine, Etats Unis, Italie, Suisse...
- Dernier dimanche de Mai : Pays du Maghreb dont Algérie, Tunisie, Maroc...
- Dernier dimanche de Novembre : Russie
- 22 Décembre : Indonésie

FONTE: http://www.fete-meres.fr/date-jour.htm

sexta-feira, 29 de abril de 2011

ATÉ QUE O DIVÓRCIO OS SEPARE!

Nos tempos que correm, o divórcio tornou-se uma normalidade. Os "anormais" são aqueles que ficam junto "até que a morte nos separe"!

Talvez me engane, mas estou em crer que a Kate (perdão, Catherine) não conseguirá levar avante o voto de fidelidade que hoje fez ao seu príncipe. Depois do casamento real, é tempo de cair na realidade.

Oxalá me engane...

E o que acontece, se o casamento se desfizer?
Dá os filhos que deu.

É a mulher que dá os filhos ao homem, e não ao contrário. Ora, se Kate se separar de William, os filhos que ela lhe deu ficarão com o pai. Dá-os, literalmente. Definitivamente. Poderá visitá-los e estar com eles, mas não poderá tê-los consigo. Para ela não há outra opção.

Se isso lhe traz algum consolo, para muitas de nós também não. É ver os quantos casos de pais que, por meios nunca dantes utilizados, dê por onde der, conseguem a guarda dos filhos.

Eu aqui não me engano, nem vos quero enganar.
É a mais pura verdade.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

NAZARÉ, O NOSSO PEQUENO PARAÍSO!

Tive umas férias fantásticas com as minhas garotas! Palavra!!!
Ficam aqui os melhores momentos, entre tantos outros que tivemos.


Numa loja da Nazaré, procuro uma toalha de praia para cada uma delas.
-Olha só esta -digo eu à minha mais velha- parece bem bonita!
Desdobro-a para a apreciarmos... e dou de caras com o desenho de uma mulher nua!!! Bleeeeeee!!!!!
Bem, só vos digo que a miúda e eu desatamos logo a rir.


Ligo para o telemóvel da mais velha (que estava com os vizinhos), mas ela não atende.
Depois de tocar umas quantas vezes, ouço um "Chegou à caixa postal de ÃO-ÃO ÃO ÃO! MANA, MANA!"
Ao que parece a mais nova havia pegado no telemóvel da irmã e gravado, sabe-se lá como, esta "interessante" mensagem. Só mesmo ela, que gosta de imitar um cão.


Passamos pela casa do Guilherme Azevedo (sim, o vencedor do concurso UMA CANÇÃO PARA TI, que até já tem CD!), e vira-se o Pedro, o neto dos meus "vizinhos":
- O Guilherme está?
- Eu estou [o Pedro confundira-o com o 'pai' dele, isto é, o padrasto].
Vira-se a minha mais velha, toda "descarada", como ela própria diz:
- Olha lá, lembras-te de mim?
- Lembro. Estiveste lá no Centro Comunitário.
- Queria falar contigo. Podes vir cá baixo?
- Eu já desço.
A minha mais velha não queria nada de mais. Apenas saber se iria haver um novo concurso, porque ela gostaria de participar. Ao que parece não irá haver, o que é pena. Mas haverá outros:)


Houve lá um campeonato de basquetebol, e a mais velha foi lá assistir com os vizinhos. Eu ia para casa com a mais nova, e atrás de nós vinham umas jogadoras (que eram estrangeiras) a cantar alto. A mais nova acenou-lhes, e confundiu uma delas com a irmã. Pôs-se, então, a chamá-la.
- Mana, mana!
E elas, sem perceberem nada, acenaram a gritar.

(a mim também me aconteceu uma cena semelhante, numa altura em que eu a queria chamar, lá na praia. Evidentemente, disfarcei)


A vir na urbana, pergunta a mais nova à irmã em francês:
- O que é que o Pai Natal te deu?
- Nada.
- E à tua mãe?

(Por mais que nós lhe expliquemos que eu sou a mãe das duas, na cabecinha dela a lógica é que se a irmã dela se vem embora para a casa dela, onde mora o pai, há-de lá ter a sua mãe também). É o que dá as irmãs viverem separadas. Mas nem a distância impede que se tornem unidas, como elas o são!


À vinda para cima, ouvimos qualquer coisa como isto:
- O autocarro com a destino a PRRRRR e ligação a PRRRR encontra-se na pista PRRRRR.

(Isto animou a mais velha, que vinha muito chorosa. Chorou também quando entrou na casa onde eu antes morava, e onde ela passava as férias. Já diz que irá morar para onde eu esteja, mas que der por onde der irá morar na Nazaré).


Diz a mais nova para a mais velha:
- Mana, não consigo dizer "Os coelhos mineiros".
- Mas tu acabas de dizer!
- Mas eu não consigo.
- Ora diz lá outra vez.
- Os coelhos mineiros. Vês, não consigo.


Se me lembrar de mais, volto cá para vos contar.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

SENHOR, AFASTA DE NÓS ESSE CÁLICE!

Se Jesus Cristo aceitou o seu sofrimento por todos nós, isso não significa que todo e qualquer sofrimento é aceitável.

Quando vejo alguns homens flagelar-se e serem pregados na cruz, tal como o foi Jesus Cristo, pergunto-me se é de facto isso que Deus quer.

Não quererá ele somente que vivamos em paz uns com os outros, e que nos amemos e respeitemos como Ele o fez connosco?

Quando eu era ainda miúda e vivia ainda no colégio, queria (eu e outras miúdas) fazer jejum nesta época, porque achava que assim era devido, mas a irmã não nos permitia. Esse sacrifício não nos era exigido, tanto mais que estávamos em período de crescimento, acrescido das exigências escolares.

Não, nada de jejum. Mas podìamos abstermo-nos de comer doces, de ver um programna que quisessemos tanto, ou coisas assim. Podíamos, e devíamos.

Sobretudo, a ideia era que fizessemos uma introspecção, e tentassemos corrigir aquilo que encontrassemos de mal em nós, de forma a nos tornarmos pessoas melhores.

Jesus Cristo nunca fez exigências. Sempre pediu que amassemos o próximo como a nós próprios.

Ele tinha um amor muito especial pelos mais pequeninos. "Deixai vir a mim as criancinhas", assim o disse.

Nunca, em tempo algum, Ele faria as exigências que hoje se fazem, em nome delas. Ele sim, teria sempre como princípio o Superior Interesse da Criança, em nada equiparável ao que é representado nas leis e ostentado pelos tribunais.

Há sacrifícios e sacrifícios.
Não se pede que os nossos filhos sejam os sacrificados.


NOTA:
Lembro que tenho petições nesta página, à vossa direita.
Em nome das nossas crianças.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

ENCORE UN MEURTRE DANS LE CADRE DE LA VIOLENCE DOMESTIQUE!

http://www.la-croix.com/afp.static/pages/110406170227.6ep29zsn.htm

ATTENTION:
Est-ce que celà ne nous aprend rien?
Va-t-on continuer à exiger l'obligation de rester sur place à un parent qui se sent toujours menacé, tenant compte que dans un bon nombre de cas on ne le croit pas?

quarta-feira, 6 de abril de 2011

AS PEDICULOSES DA FILHOTA... E AS DOS JUÍZES!

A minha filhota avisou-me ontem que teve um valente contágio de piolhos, que ainda os tem, e que terá de fazer o tratamento pelo menos mais uma vez.

Parece praga: quando a vou buscar de férias, ela vem carregada de piolhos!
Se o problema fosse esse...

A gente sabe que estas coisas acontecem, sobretudo em determinados meios, e mais frequentemente com meninas (se bem que mais frequentemente com crianças do que com adolescentes, sendo que nunca ela comigo teve assim tantos piolhos e tantas lêndeas).

O problema é que das outras vezes (foram pelo menos umas quatro em que eu a apanhei assim) nem se dignaram avisar-me, e eu e a irmã acabamos ambas infectadas. Tivemos que fazer as três um tratamento valente. Se me tivessem avisado, não teríamos chegado a tal ponto.

Problema maior é quando nos querem fazer crer que o contágio veio de nós, quando é o contrário. Pelo menos uma vez o fizeram.

Pelo menos desta vez vou bem avisada. Não por eles, mas pela miúda.
Aparentemente eles não queriam que ela me dissesse logo ali, ao telefone.
Se me contavam dizer.

Eu e a mais nova vamos fazer um tratamento de prevenção.
Esperando que resulte...



Eu sei o quanto pode ser difícil e constrangedora uma situação destas. Ninguém quer admitir que a sua filha/o seu filho (ou a criança que tem a cargo, como é o caso) tem piolhos, pois isso gera, regra geral, um mau julgamento da parte das pessoas. Muito provavelmente um juíz de família teria este dado em conta, nos casos em que se discute a quem deverá caber a guarda da criança e do adolescente.

Isso para mim conta pouco. Simplesmente porque, acontecendo quando ela está comigo, eu também não gostaria que me acusassem de não saber cuidar dela, e que usassem isso contra mim em tribunal. Tenho por princípio que não devo fazer aos outros aquilo que não gostaria que me fizessem a mim e levo-o à letra, mesmo quando mo fazem.

Só peço honestidade, nada mais. Que façam o seu melhor, que me avisem e que, sobretudo, assumam. Para um juíz isto deve -ou devia- interessar bem mais do que os frequentes contágios a que a miúda se encontra sujeita (há que redobrar os cuidados, ao que parece).

Mas não tanto quanto a palavra dos verdadeiros interessados, os nossos filhos. A sua Vontade expressa.

É aí que o tratamento se faz urgente. Que os juízes ouçam as nossas crianças, e deixem de lado essa história de "quem oferecer as melhores condições" e de manter a toda a força a ligação da criança ao local onde vive, à escola que frequenta e aos amigos que tem.

"Os meus amigos, eu não os perco!", assim o disse a minha filha quando tinha 10 anos (ela já vai a caminho dos 14). "Eu gosto de todos, mas quero ficar com a minha mãe!"

Esta é que é a verdadeira praga. Os juízes que julgam agir no interesse dos menores, e ignoram aquilo que estes dizem. Desde quando querer ficar com a mãe "é um capricho"?

Uma verdadeira praga, digo-vos eu.
Nem sei que tratamento há para isto.

Sei apenas que é urgente eliminar este modo de pensar e de agir que afecta, em muitos casos de forma dramática, as nossas crianças.




ASSINA:

http://www.lapetition.be/en-ligne/non-limposition-de-la-rsidence-alterne-par-dfaut--4045.html

http://www.peticaopublica.com/?pi=P2009N575

http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N1902

terça-feira, 5 de abril de 2011

UNE MÈRE EST CONDAMNÉE PARCE QUE SES ENFANTS NE VEULENT PAS VOIR LEUR PÈRE!

http://www.lepoint.fr/chroniques-ete-carnets-justice/ce-n-est-pas-en-envoyant-leur-mere-en-prison-qu-on-fera-comprendre-aux-enfants-qu-ils-doivent-voir-leur-pere-04-04-2011-1314806_195.php

Alors, la loi dit qu'ils doivent le voir, qu'ils le veulent ou pas. Et s'ils ne veulent pas, c'est surement la faute de leur mère. Donc, on la met en prison.

Et quand le père ne veut pas voir ses enfants, la Justice ne peut pas l'obliger. S'il ne veut pas les voir, c'est encore la faute de Madame.

Toujours les dérapages de la Justice (et aussi de la politique, avec ses lois incongruentes).

On aura encore d'autres cas.
Encore et encore.

domingo, 3 de abril de 2011

CHEIRAS A MÃE!

Quando me levaram a minha menina (na altura pouco mais velha do que a minha mais nova), não tardou para que me viessem pedir o rádio que eu lhe dera e outros quantos brinquedos, também dados por mim. Era a minha filha que os pedia, assim mo disseram na altura.

E eu entregava-os, com um peso no coração. Sentia que me levavam tudo: a minha menina, e tudo o que me ligasse a ela. Sentia que me tiravam a esperança de a ter de novo comigo, muito em breve.

E a minha filha, que parecia querer os brinquedos, mais do que a mim...

Mas agora, com a distância que o tempo impôs, percebo que, afinal, a minha filha exigia aquilo que a ligava a mim. Eu não sei o quanto ela chorou, o quanto ela perguntou e o quanto pediu para voltar para mim. Era uma criança, e eu só a via repetir aquilo que ela ouvia, quando eu tentava repôr um pouco de verdade na história.

Eu sofria muito quando me vinham bater à porta a pedir isto ou aquilo (levaram quase tudo, só restando as fotos), e provavelmente do outro lado a minha menina também sofria, pedindo aquilo que a ligava a mim, já que não a deixavam voltar para casa.

Quando, muito mais tarde, pude privar com ela, sem os olhos e os ouvidos deles atentos ao que eu lhe dizia ou ao que eu fazia, é que eu finalmente me pude fazer entender. Eu não odiava ninguém, disse-lho eu e continuo a dizê-lo. Mas, sim, eles agiram mal. Muito mal. Não só para comigo, mas também para com ela. E fiquei por ali.

Se ela não o entende ainda na sua totalidade, estou certa que com o tempo o entenderá melhor.

O que me fez ver que, afinal, ela nunca me esqueceu (ela chegou a dizer-me "Mãe, eu sempre quis ficar contigo!"), foi as vezes em que me dizia que ainda sentia o meu cheiro, que eu havia esquecido na casa deles uma fita de cabelo e que ela reconhecia lá o meu cheiro. Quando me abraça, ela ainda me diz, com um sorriso, "Cheiras a mãe!"

Doeu-me tanto na altura tirarem-me a menina e as coisas delas. Mas com o tempo eu percebo que, no fim de contas, não me tiraram nada: a minha menina sempre pensou em mim, sempre desejou estar comigo. Sempre me amou, e ainda me ama.

Que bem isto faz ao coração de uma mãe que tanto sofreu, e ainda sofre!

sábado, 2 de abril de 2011

DEFENDERIEIS O VOSSO GENRO COMO DEFENDEIS O VOSSO FILHO?

Imaginando que terieis um filho cuja ex iria mudar-se para o local onde se encontrasse o seu novo companheiro, e uma filha cujo ex exigiria que permanecesse no lugar onde estivesse (ao invés de seguir o seu novo companheiro), qual seria a vossa posição, enquanto mãe?

Uma boa questão, tendo em conta que, na generalidade dos casos, é a mulher quem segue o homem, e também é ela quem, regra geral, abdica da carreira em prol da família e dos filhos...

Aguardo as vossas respostas.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

ESTARARÃO TODOS OS HOMENS DISPOSTOS A ABDICAR DOS SEUS HÁBITOS, EM NOME DA GUARDA COMPARTILHADA OBRIGATÓRIA?

Tem-se por princípio que mãe e pai exercem a guarda conjunta ou compartilhada durante a união, e que tal perdura após a separação, salvo casos excepcionais.

Tem-se por princípio que pai e mãe exercem, NA PRÁTICA, conjuntamente e em igualdade, tudo o que define este modo de guarda dito natural (será mesmo?).
Em teoria o princípio permanece inalterável, na prática -que é bem outra- também.

Regra geral, é a mulher quem dispensa os cuidados (senão todos, como no meu caso), e é ela quem toma a maioria das decisões, particularmente no que concerne a escola (como sucede no meu caso, pois que sou sempre eu quem leva a mais nova à escola e quem a vai buscar).

Tem-se por princípio que após a separação ambos os pais são igualmente responsáveis, com direitos e deveres iguais.

Ora tomando em conta que, regra geral, só um dos pais detém a guarda física -o justo é que seja aquele que, NA PRÁTICA, se ocupou dos filhos- sendo logicamente ele quem dispensa todos os cuidados à(s) criança(s), parece-me que será principalmente esse pai quem deverá tomar as decisões, sendo que o outro terá direito a ser consultado e/ou informado.

Só no caso da guarda alternada é que será viável (será mesmo?) haver duas pessoas a decidir... Enfim, no que for possível decidir a dois.

É parecer de muitos que este modo de guarda deve passar a ser obrigatório, salvo algumas excepões, tais como os casos de violência ou de abuso sexual comprovados.

Pergunto-me, e pergunto-o também a vós: será que os homens apegados a hábitos e pouco interessados em mudá-los -como o meu que, apesar de tudo, adora a filha- teriam obrigatoriamente de se submeter a este tipo de guarda que em nada lhes convém e que não desejam?

Tanto quanto sei, estes homens (que nem são assim tão poucos, repare-se) não constam das excepções...

quinta-feira, 31 de março de 2011

L'ÉLOIGNEMENT DU PARENT QUI A LA GARDE NE SUPPOSE PAS L'ENLÈVEMENT OU RAPT DES ENFANTS!!!

Au contraire de ce qui nous fait croire un papa solo! A moins qu'il ne sache où il(s) se trouve(nt).

[Voir http://papasolo.blogspot.com]

Et puisque nous y sommes, je vous avoue que je n'ai point aimé la façon dont il parle de son ex-femme (la 2ème, je suppose).

S'il croit que l'enfant est vraiment mieux avec lui que avec sa mère, il n'a rien qu'à le prouver.

Il parle de mensonges et fausses accusations. Par expérience, ceux qui accusent sont plutôt les vrais coupables.

Ou peut-être que je me trompe...
N'êmpeche: sa manière de "parler" est vraiment dégeulasse!

quarta-feira, 30 de março de 2011

ELLE NE VOULAIT LUI FAIRE AUCUN MAL... MAIS ELLE L'A ABANDONNÉ!

http://actu.voila.fr/actualites/france/2011/03/29/abandonne-dans-un-sac-plastique-un-nouveau-ne-miracule-a-sucy-en-brie_20297.html

segunda-feira, 28 de março de 2011

NÃO QUERO QUE A CRIANÇA RESPIRE ESTE FUMO!

É o que eu ouço muitas mães dizerem, afastando o cigarro ou pedindo aos outros que afastem o seu.

E enquanto estavam grávidas, tiveram esse cuidado?

domingo, 27 de março de 2011

MATERNISER!

N'importe qui, dit-on, même le père, peut materniser un enfant. C'est-à-dire, n'importe qui peut s'occuper d'un enfant comme une mère le fait. C'est dire que n'importe qui peut la remplacer à n'importe quel moment, et donc, que la mère n'est pas essentielle, sauf au moment de la grossesse et de l'accouchement. Elle n'est qu'un ventre et des seins pour ceux qui croient pouvoir se mettre à sa place.

On dit pourtant, et on le repète toujours, que le père est absolument essentiel, et que la mère ne peut pas le remplacer, surtout à un moment - souvent l'adolescence- où l'enfant en a plutôt besoin.

Alors, si j'ai bien compris, le père peut remplacer la mère (lui aussi peut materniser), mais la mère ne peut pas remplacer le père, le rôle de celui-ci n'étant qu'à lui-même!

Pas pour l'enfant...

sábado, 26 de março de 2011

DO COMPLICADO AO SIMPLES!

Dei por mim a pensar: o homem desenrasca-se bem com coisas complicadas, mas vê-se à rasca com coisas simples; a mulher, o contrário.

Conclusão?

sexta-feira, 25 de março de 2011

LES ENFANTS D'UNE MÈRE VICTIME DE CANCER ONT ÉTÉ ENLEVÉS À LA FAMILLE D'ACCUEIL CHOISIE PAR CETTE MÈRE ELLE-MÊME AVANT DE MOURIR!

http://news.fr.msn.com/m6-actualite/france/article.aspx?cp-documentid=156649805

Il nous semble, par ce qu'on a compris, qu'il n'y a pas eu de maltraitances. Il est dit que, tout simplement, ces 4 enfants ne s'épanouissaient pas.

L'aînée a été placée dans une autre famille il y a un an, les autres trois enfants ont été placés il y a quelques jours dans un foyer. Loin de ses amis, de son école, de sa maison.

Le principe de la garde partagée est justement de ne pas déplacer les enfants du lieu où ils ont vécu, où ils ont leurs amis, son école et tout le reste qui les securisent. On ne sépare pas les enfants de leurs parents, on ne sépare non plus les frères et/ou les soeurs.

C'est un bon principe, mais il ne vaut pas toujours, l'intêret de l'enfant étant, à mon avis, de ne pas être séparé de quelqu'un qu'ils aiment bien. Les liens affectifs restent au dessus de tout le reste. Ce qui compte le plus c'est le lien, pas le lieu.

Cette mère, en choisissant une famille d'accueil pour ses enfants, avait pourtant respecté ce principe. Ils vivaient ensemble, fréquentaient la même école, les mêmes activités et ses amis de toujours. Je suppose qu'ils pouvaient toujours voir leur père. On vient d'annuler ce principe, lequel est considéré dans le Supérieur Intêret de l'Enfant dans la plupart des décisions qui concernent la garde. Par la loi, c'est le parent qui ne se déplace pas qui aura, à priori, la garde de ses enfants.

Les enfants ne s'épanouissent pas, on le dit.
Est-ce peut-être la mère qui leur manque?

Et le père, dans toute cette histoire?

On sait qu'il était séparé de la mère. Est-ce que son travail lui permet de s'occuper de ses 4 enfants comme il faut? Pourquoi n'a-t-il pas la garde, même si la mère avait décidé (peut-être avec l'accord du père, en dépit de ce que quelques-uns disent dans leur commentaire) de les confier à une famille d'accueil? Il a bien le droit, et je crois que rien ne l'empêche de le faire.

Un journal annonce qu'il avait signé un document, rénonçant à son pouvoir parental. Un autre dit qu'il est le seul à avoir ce pouvoir, et qu'il avait donné son accord pour que les enfants soyent placés ailleurs.

Comme dit "José" de la série de comédie SCÈNES DE MÉNAGE sur M6, "on ne sait pas, on ne sait plus!"

quinta-feira, 24 de março de 2011

UNE MÈRE D'ALGER PARLE!

Je viens de lire RENDEZ-MOI MES ENFANTS, de Marie-Noëlle Dupont, un récit de sa véritable histoire, passée dans les années 80.

Il y a une partie (parmi d'autres) que j'ai soulignée et que je reproduit ici. Je vous propose de trouver les différences (s'il y en a...) entre ce qui est écrit dans cet extrait du livre et la garde partagée (sourtout celle qui est imposée),car il y a, par contre, des remarquables simillitudes.



"Vérité en deçà de la Méditerranée, erreur au-delà: le "fiqh", ou dogme, qui régit tous les raports individuels et sociaux en terre d'islam consacre l'inégalité de l'homme et de la femme. En cas de séparation, une
épouse musulmane ne peut obtenir la garde de ses enfants qu'à la condition de ne pas se remarier, de résider dans la commune de son ex-mari, et de ne jamais s'en éloigner en compagnie de ses enfants de plus de six "buruds", soit moins de quatre-vingts kilomètres... En outre, les maris divorcés ne versent jamais des pensions alimentaires, et il n'existe pratiquement aucun moyen de les y contraindre."

(RENDEZ-MOI MES ENFANTS, ch 7, page 128)



Un deuxième extrait, encore actuel:

"Il y des scènes déjà vécues, des éclats de rire, des baisers, des pleurs, des caméras pour les filmer [ c'est la partie où l'auteure nous raconte la rencontre entre les mères et leurs enfants kidnappés par leur père, avec le compromis de les leur rendre dans quelques jours],et, fait nouveau, des mères qui refusent la loi des pères, car ces derniers gardent, en dernier ressort, le pouvoir de tourner la roue dans l'un ou l'autre sens. Neuf d'entre elles, dont je suis, se rabiffent" [ch 13, page 230]

Marie-Noëlle et d'autres mères ne sortiront de l'aéroport tant que leurs enfants ne les rejoingnent, mais elle sera la seule à ne pas rendre son fils survivant -l'autre, Medhi, est mort en Algérie, car "Ce 'contrat sur honneur' est parfaitement contraditoire avec la décision du tribunal de N., jamais annulée, qui m'avait accordé en 1979 la garde de mes enfants" [ch 13, page 227]




Je ne peux pas m'empêcher de vous signaler encore une autre partie, presque à la fin de ce livre:

"Le 21 juin 1988, une convention bilatérale réglementant la libre circulation des enfants franco-algériens séparés est signée à Alger. C'est un terme d'une négociation engagée depuis 1980. (...)

Ce traité aura un effet dissuasif sur les pères algériens jusqu'alors tentés, après un divorce, de kidnapper des enfants dont ils n'avaient pas la garde. De plusiers centaines par an au milieu des années quatre-vingt, les enlèvements vont tomber à quelques dizaines et, pour l'année 1992, à moins de dix. (...)

(...)

S'il a pu exister des pères algériens qui, s'estimant lésés, ont agi de bonne foi, ces cas sont restés l'exception. La plupart des enfants enlevés ont très mal vécu leur "détention": celle-ci a causé des traumatismes profonds, parfois irréparables."

(RENDEZ-MOI MES ENFANTS, ch 13, pages 247-248)



POUR MIEUX COMPRENDRE:
http://marievictoirelouis.net/document.php?id=403&themeid=

quarta-feira, 23 de março de 2011

QUI SONT CES PÈRES QUI PARTENT SANS SE RETOURNER?

http://toute-une-histoire.france2.fr

MON COMMENTAIRE:

Voilà un programme qui nous devoile une vérité, même si ce n'était pas son but. Le fait qu' une bonne partie de ses "papas" -dont quelques-uns ne méritent pas qu'on les appelle comme ça- disparait volontairement de la vie de ses enfants, sans rien dire et sans donner des explications, et reviennent plus tard pour les revoir et demander leur droit!

C'est le cas de "William" (si c'était son vrai nom, puisqu'il portait des lunettes et une perruque pour ne pas être reconnu), qui a disparu quand sa fille n'était pas encore née, par ce que j'ai compris. Il n'a pas assumé ses responsabilités, ses devoirs. Seule la maman l'a fait, et s'est cru dans le devoir de présenter la fille, âgée de 10 ans, à son père. Elle a bien fait cette maman.

Mais ce père, qui dit qu'il faut aller doucement après tant de temps d'absence, a décidé de proposer la médiation et de demander un droit de visite et de garde. Depuis il ne voit pas sa fille, et on dit que c'est la mère, celle qui la lui a presenté -lui n'a jamais pris ce premier pas-, c'est elle la coupable!!! Pour quelqu'un qui dit qu'il veut faire les choses petit à petit, quelqu'un qui n'a rien fait pour cette fille dès son naissance, il va trop vite!

Voilà une question qui se pose: si un père peut abandonner sa famille et ses enfants, et rien ni personne peut l'obliger de revenir, d'assumer ses devoirs, comment un enfant est il obligé de voir quelqu'un qu'il ne veut pas, quelqu'un que dans un bon nombre des cas, lui est bien étrange? Et pourquoi bien d'autres sont obligés de rester à la garde d'un parent s'ils préfèrent être avec l'autre?

Où sont finalement les droits des enfants, soumis au droits de ces adultes qui n'ont jamais voulu d'eux ou qui les ont abandonnés?

terça-feira, 22 de março de 2011

SAUVEZ RONITE BITTON!

Connaissez l'histoire de cette mère, et signez la pétition qui est en anglais et traduite en français:



To: Public At Large

Ronite Bitton, a mother, is facing the possibility of 20 years in prison in Israel because of a fierce custody battle for her son waged by her ex-husband. This 8 year long battle has involved violence, deception, political pressure and multiple perversions of justice. The traditionally applied standard of "the child's best interest" has taken a back seat to one man's insatiable vindictiveness and desire to exercise complete control over his victims. To find out more please visit http://www.solalgeoris.com and sign this petition to let Ronite know that she is not alone.

Une mère, Ronite Bitton, risque une peine pouvant aller jusqu'à 20 ans de prison en Israël dans le cadre d’une virulente bataille pour la garde de son enfant, menée depuis 8 ans par son ex-mari. Cette vindicte, par justice interposée, implique la violence conjugale, de nombreuses tricheries, des pressions politiques et autres multiples perversions de la Justice. Les exigences habituellement de mises en vue de privilégier « l’intérêt supérieur de l’enfant » ont été relégués au rang d’alibi pour faire voie à l’insatiable vindicte d’un homme et sa volonté de contrôle total sur ses victimes. Pour en savoir plus, rendez-vous sur le site http://www.solalgeoris.com et signez la pétition pour que Ronite sache qu’elle n’est pas toute seule.

Sincerely,

The Undersigned




http://www.petitiononline.com/mod_perl/signed.cgi?ohsolal

JE SUIS DEBUT!, DIT UNE VICTIME DE L'AFFAIRE D'OUTREAU

http://www.lepost.fr/article/2011/03/21/2441458_affaire-d-outreau-une-victime-prend-la-parole-pour-la-premiere-fois.html#xtor=AL-235

segunda-feira, 21 de março de 2011

CHARLIE SHEEN DÉCLARE LA GUERRE, POUR GAGNER SES ENFANTS!

http://www.parismatch.com/People-Match/Television/Actu/Charlie-Sheen-perd-la-garde-de-ses-enfants-256977/


Il avait déjà perdu la garde de ses deux filles et avait été violent envers leur mère, sa première femme. L'histoire se répète. Il veut pas changer (il dit qu'il ne le fera pas à 45 ans), et qu'il n'a pas dit son dernier mot.

Il a même tatoué "Winning" sur son poignet droit (si je ne me trompe pas).
Il veut gagner le premier prix: ses enfants!

Un père comme ça, on ne le veut pas!

Et dire que d'autres le prennent comme exemple, et se sont fait tatouer le mot "Winning"...

domingo, 20 de março de 2011

ENFANT MARTYR - CRIANÇA MÁRTIR

Pour connaître toute son histoire, consultez:
Para conhecer a sua história, consulte:

http://www.pierre-enfant-martyr.org


Il y a deux pétitions pour cet enfant. Signez-les.
Há duas petições em defesa desta criança. Assinem.

sábado, 19 de março de 2011

SER PAI PASSA POR PERCEBER E ACEITAR O PAPEL FUNDAMENTAL DA MÃE!

INSTINCT PATERNEL...


"Dix futurs pères ont accepté de se prêter à une expérience dans un centre néonatal de Xiamen, en Chine. Généreusement dotés d'un faux sein, ces papas appliqués ont participé à un PETIT JEU DE RÔLE VISANT À LEUR FAIRE COMPRENDRE LA RELATION PARTICULIÈRE QUI VA UNIR LA MAMAN À SON BÉBÉ. Gageons que l'expérience leur sera profitable!"

C'EST DIT, nº 9 avril-mai 2011

A parte em destaque foi ideia minha, para ressaltar o intuito desta experiência, que eu considero de suma importância.

Seria bom, aliás, que os pais experimentassem um falso ventre durante os nove meses, para entenderem que essa relação particular que une uma mamã ao seu bébé se inicia muito antes do nascimento da criança.

Uma mãe não se limita a transportar um filho no ventre, e a amamentá-lo durante um X de tempo. Desde o início estabelece-se uma relação muito estreita, que faz lembrar a relação entre gémeos idênticos: é uma relação muito forte, que permanece por toda a vida.

Não compreender isto é sinal de IMATURIDADE. Forçar uma separação entre duas pessoas que se encontram intimamente ligadas, sendo que uma (o filho) depende essencialmente da presença constante da outra (a mãe), nos primeiros anos de vida, por vezes até por mais tempo, é claro sinal de ESTUPIDEZ e de EGOÍSMO.

Felizmente há pais que não são nem imaturos, nem egoístas, e muito menos estúpidos. Esses sim, põem o bem-estar do filho (ou filha) acima de qualquer coisa, e de tudo.

Há que entender que um filho ou uma filha distancia-se, a dada altura, da sua relação fusional (que nada tem de negativo, pois que normal) com a mãe, mas jamais se separa desta. Nada pode ser forçado, tudo tem o seu tempo.

Como diz a mensagem deste blog "o respeito pelos pais só resiste enquanto os pais respeitem o interesse dos filhos" (Raoul Brandão). É preciso saber ESCUTAR as nossas crianças, mesmo quando estas ainda não falam. Quem os escuta, sabe certamente o que é melhor para elas. E agirá conforme.

Há uma outra frase célebre que diz que "a coisa mais importante que um pai pode fazer pelos seus filhos é amar a mãe deles." (Autor desconhecido). O mal que lhe fizerdes, repercuterá nos vossos filhos, tal como a dor e o sofrimento de um gémeo se repercute no outro.

Bem hajam os pais que o sabem ser de verdade!
FELIZ DIA DO PAI.

sexta-feira, 18 de março de 2011

EXIGEZ LA GARDE PARTAGÉE DE VOS ASCENDANTS, TOUT DE SUITE! - GUARDA ALTERNADA DOS VOSSOS ASCENDENTES, JÁ!

Puisque un père a les mêmes droits qu'une mère, et peut, lui aussi, materniser ses enfants, je crois bien qu'un frère n'est pas moins qu'une soeur, et peut, lui aussi, s'occuper de ses parents âgés ou malades, les lavant, leur changeant la couche, etc.

La logique se pose, et s'impose: si la femme n'est pas la meilleure placée pour s'occuper des enfants, elle n'est pas non plus la meilleure placée pour s'occuper des plus vieux!

Donc, au même titre que la garde partagée de nos enfants, je propose une loi qui IMPOSE aussi la garde partagée des nos parents. Partagée entre frères et soeurs, à l'égalité. Une égalité TOTALE.

Les beaux-fils et les belles-filles auront ses droits, son mot à dire, mais ne remplaceront les fils et les filles. Tel comme un beau-père ne remplace le père et la belle-mère ne remplace pas la mère.

Celà dit, c'est l'homme qui doit s'occuper de ses parents, pas sa femme! Partagée avec son/ses autre(s) soeur(s) et frère(s). C'est son DROIT!

Rien de plus juste, il me semble. 50/50 entre frères et soeurs!
EXIGEZ LA GARDE PARTAGÉE DE VOS ASCENDANTS, TOUT DE SUITE!!!






Pois se o homem insiste que sabe cuidar dos filhos tão bem como a mulher, nada mais justo e mais certo que ele também cuide da sua mãe ou do seu pai quando estes precisarem de alguém que cuide deles.

Que lhes dê banho, que os vista e que lhes mude a fralda, tal como fez (ou faz) ao seu bébé.

Nâo dizeis que a mulher não é a única nem a que melhor sabe cuidar dos vossos filhos? Pois bem, o mesmo princípio se estende aos nossos ascendentes. Enfim, a quem precise de cuidados, coisa que ainda hoje é assegurado principalmente pelas mulheres.

E já que as sogras exigem que os filhos tenham exactamente os mesmos direitos que as noras -esquecendo-se, tal como se esquecem as vossas actuais companheiras, de que também elas são mães e do que sofreriam os seus filhos se noutros tempos tivessem sido ou fossem num futuro muito próximo brutalmente separados delas-, espero que estas mães não se esqueçam de exigir o mesmo para elas, isto é, que um dia os filhos cuidem delas tanto tempo e da mesma forma que o fazem as filhas ou as noras. Fifty fifty.


Tanto quanto sei, a senhora é tanto vossa mãe como da(s) vossa(s) irmã(s). 50/50, como dizeis.

Não havendo quem possa ou queira cuidar dela, tendes direito a 100%, pois que a senhora vossa mãe não é nada à senhora vossa esposa ou actual companheira. Nem uma (esposa) nem outra (actual companheira) terá o direito -muito menos o dever- de cuidar da senhora vossa mãe.
Apenas vós, que sois o filho.

Não vos esqueçais do quanto ela vos amou e o quanto vos defendeu contra tudo e contra todos, incluindo uma outra mãe (a saber, a vossa mulher ou, como acontece na generalidade dos casos, a vossa ex-mulher).

EXIGI A GUARDA COMPARTILHADA E PARTILHADA DA VOSSA MÃE, JÁ!!!!!

A vós o direito de decidir sim (ou de mandar, que é o termo certo), mas também de fazer!

Toca a arregaçar as mangas! Não é assim tão complicado mudar uma fralda ou dar banho! Já tendes a experiência com os pequenos, toca a fazê-lo com os grandes! Qual é a diferença?

Eu sei, eu sei! Não tem assim tanta graça...
Mas, meus senhores, tem de se fazer! De igual para igual.

Não a mandeis para o lar! Vós sabeis cuidar dela tão bem quanto as vossas irmãs ou as vossas mulheres! Até melhor!

NÃO À DISCRIMINAÇÃO!
Exigi, porque é o vosso direito de filhos!

Ou serão só elas que sabem cuidar dos mais novos e dos mais velhos? Serão só elas a ter paciência para essas pequenas coisas que nos acupam boa parte do tempo, ou mesmo o tempo todo? Quem disse que o homem não é capaz de o fazer? Não sois vós também O HERÓI dos vossos pais, o filho com o qual poderão sempre contar, tal como pretendeis ser o HERÓI dos vossos filhos?

Os tempos são outros, e há que mudar as mentalidades. Para provar que sois igualmente capazes, sugiro mesmo que cuideis EXCLUSIVAMENTE do vosso pai ou da vossa mãe no momento em que eles se encontrem mais fragilizados.

Sei que muitos de vós conseguiram na justiça a GUARDA EXCLUSIVA dos filhos. Estou certa de que sois vós quem, EXCLUSIVAMENTE, os lava e veste, lhes muda a fralda e outras coisas mais que antes -e ainda hoje- só as mulheres faziam.

Se conseguistes a guarda dos filhos, estais certamente aptos para cuidar também dos pais, se necessário em simultâneo (muitas mulheres o fazem, mas isso não vos assusta, pois SOIS EM TUDO IGUAIS a elas, IGUALMENTE CAPAZES)

Cuidar dos vossos pais é um direito vosso, meus senhores!
AGORA, E JÁ!!!!



(Com esta é que vós não contáveis, pois não?)

RECUSO-ME A SER BARRIGA DE ALUGUER!!!!!!!!!!!!!


MusicPlaylist
Music Playlist at MixPod.com

Arquivo do blogue