quinta-feira, 28 de abril de 2011

NAZARÉ, O NOSSO PEQUENO PARAÍSO!

Tive umas férias fantásticas com as minhas garotas! Palavra!!!
Ficam aqui os melhores momentos, entre tantos outros que tivemos.


Numa loja da Nazaré, procuro uma toalha de praia para cada uma delas.
-Olha só esta -digo eu à minha mais velha- parece bem bonita!
Desdobro-a para a apreciarmos... e dou de caras com o desenho de uma mulher nua!!! Bleeeeeee!!!!!
Bem, só vos digo que a miúda e eu desatamos logo a rir.


Ligo para o telemóvel da mais velha (que estava com os vizinhos), mas ela não atende.
Depois de tocar umas quantas vezes, ouço um "Chegou à caixa postal de ÃO-ÃO ÃO ÃO! MANA, MANA!"
Ao que parece a mais nova havia pegado no telemóvel da irmã e gravado, sabe-se lá como, esta "interessante" mensagem. Só mesmo ela, que gosta de imitar um cão.


Passamos pela casa do Guilherme Azevedo (sim, o vencedor do concurso UMA CANÇÃO PARA TI, que até já tem CD!), e vira-se o Pedro, o neto dos meus "vizinhos":
- O Guilherme está?
- Eu estou [o Pedro confundira-o com o 'pai' dele, isto é, o padrasto].
Vira-se a minha mais velha, toda "descarada", como ela própria diz:
- Olha lá, lembras-te de mim?
- Lembro. Estiveste lá no Centro Comunitário.
- Queria falar contigo. Podes vir cá baixo?
- Eu já desço.
A minha mais velha não queria nada de mais. Apenas saber se iria haver um novo concurso, porque ela gostaria de participar. Ao que parece não irá haver, o que é pena. Mas haverá outros:)


Houve lá um campeonato de basquetebol, e a mais velha foi lá assistir com os vizinhos. Eu ia para casa com a mais nova, e atrás de nós vinham umas jogadoras (que eram estrangeiras) a cantar alto. A mais nova acenou-lhes, e confundiu uma delas com a irmã. Pôs-se, então, a chamá-la.
- Mana, mana!
E elas, sem perceberem nada, acenaram a gritar.

(a mim também me aconteceu uma cena semelhante, numa altura em que eu a queria chamar, lá na praia. Evidentemente, disfarcei)


A vir na urbana, pergunta a mais nova à irmã em francês:
- O que é que o Pai Natal te deu?
- Nada.
- E à tua mãe?

(Por mais que nós lhe expliquemos que eu sou a mãe das duas, na cabecinha dela a lógica é que se a irmã dela se vem embora para a casa dela, onde mora o pai, há-de lá ter a sua mãe também). É o que dá as irmãs viverem separadas. Mas nem a distância impede que se tornem unidas, como elas o são!


À vinda para cima, ouvimos qualquer coisa como isto:
- O autocarro com a destino a PRRRRR e ligação a PRRRR encontra-se na pista PRRRRR.

(Isto animou a mais velha, que vinha muito chorosa. Chorou também quando entrou na casa onde eu antes morava, e onde ela passava as férias. Já diz que irá morar para onde eu esteja, mas que der por onde der irá morar na Nazaré).


Diz a mais nova para a mais velha:
- Mana, não consigo dizer "Os coelhos mineiros".
- Mas tu acabas de dizer!
- Mas eu não consigo.
- Ora diz lá outra vez.
- Os coelhos mineiros. Vês, não consigo.


Se me lembrar de mais, volto cá para vos contar.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

SENHOR, AFASTA DE NÓS ESSE CÁLICE!

Se Jesus Cristo aceitou o seu sofrimento por todos nós, isso não significa que todo e qualquer sofrimento é aceitável.

Quando vejo alguns homens flagelar-se e serem pregados na cruz, tal como o foi Jesus Cristo, pergunto-me se é de facto isso que Deus quer.

Não quererá ele somente que vivamos em paz uns com os outros, e que nos amemos e respeitemos como Ele o fez connosco?

Quando eu era ainda miúda e vivia ainda no colégio, queria (eu e outras miúdas) fazer jejum nesta época, porque achava que assim era devido, mas a irmã não nos permitia. Esse sacrifício não nos era exigido, tanto mais que estávamos em período de crescimento, acrescido das exigências escolares.

Não, nada de jejum. Mas podìamos abstermo-nos de comer doces, de ver um programna que quisessemos tanto, ou coisas assim. Podíamos, e devíamos.

Sobretudo, a ideia era que fizessemos uma introspecção, e tentassemos corrigir aquilo que encontrassemos de mal em nós, de forma a nos tornarmos pessoas melhores.

Jesus Cristo nunca fez exigências. Sempre pediu que amassemos o próximo como a nós próprios.

Ele tinha um amor muito especial pelos mais pequeninos. "Deixai vir a mim as criancinhas", assim o disse.

Nunca, em tempo algum, Ele faria as exigências que hoje se fazem, em nome delas. Ele sim, teria sempre como princípio o Superior Interesse da Criança, em nada equiparável ao que é representado nas leis e ostentado pelos tribunais.

Há sacrifícios e sacrifícios.
Não se pede que os nossos filhos sejam os sacrificados.


NOTA:
Lembro que tenho petições nesta página, à vossa direita.
Em nome das nossas crianças.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

ENCORE UN MEURTRE DANS LE CADRE DE LA VIOLENCE DOMESTIQUE!

http://www.la-croix.com/afp.static/pages/110406170227.6ep29zsn.htm

ATTENTION:
Est-ce que celà ne nous aprend rien?
Va-t-on continuer à exiger l'obligation de rester sur place à un parent qui se sent toujours menacé, tenant compte que dans un bon nombre de cas on ne le croit pas?

quarta-feira, 6 de abril de 2011

AS PEDICULOSES DA FILHOTA... E AS DOS JUÍZES!

A minha filhota avisou-me ontem que teve um valente contágio de piolhos, que ainda os tem, e que terá de fazer o tratamento pelo menos mais uma vez.

Parece praga: quando a vou buscar de férias, ela vem carregada de piolhos!
Se o problema fosse esse...

A gente sabe que estas coisas acontecem, sobretudo em determinados meios, e mais frequentemente com meninas (se bem que mais frequentemente com crianças do que com adolescentes, sendo que nunca ela comigo teve assim tantos piolhos e tantas lêndeas).

O problema é que das outras vezes (foram pelo menos umas quatro em que eu a apanhei assim) nem se dignaram avisar-me, e eu e a irmã acabamos ambas infectadas. Tivemos que fazer as três um tratamento valente. Se me tivessem avisado, não teríamos chegado a tal ponto.

Problema maior é quando nos querem fazer crer que o contágio veio de nós, quando é o contrário. Pelo menos uma vez o fizeram.

Pelo menos desta vez vou bem avisada. Não por eles, mas pela miúda.
Aparentemente eles não queriam que ela me dissesse logo ali, ao telefone.
Se me contavam dizer.

Eu e a mais nova vamos fazer um tratamento de prevenção.
Esperando que resulte...



Eu sei o quanto pode ser difícil e constrangedora uma situação destas. Ninguém quer admitir que a sua filha/o seu filho (ou a criança que tem a cargo, como é o caso) tem piolhos, pois isso gera, regra geral, um mau julgamento da parte das pessoas. Muito provavelmente um juíz de família teria este dado em conta, nos casos em que se discute a quem deverá caber a guarda da criança e do adolescente.

Isso para mim conta pouco. Simplesmente porque, acontecendo quando ela está comigo, eu também não gostaria que me acusassem de não saber cuidar dela, e que usassem isso contra mim em tribunal. Tenho por princípio que não devo fazer aos outros aquilo que não gostaria que me fizessem a mim e levo-o à letra, mesmo quando mo fazem.

Só peço honestidade, nada mais. Que façam o seu melhor, que me avisem e que, sobretudo, assumam. Para um juíz isto deve -ou devia- interessar bem mais do que os frequentes contágios a que a miúda se encontra sujeita (há que redobrar os cuidados, ao que parece).

Mas não tanto quanto a palavra dos verdadeiros interessados, os nossos filhos. A sua Vontade expressa.

É aí que o tratamento se faz urgente. Que os juízes ouçam as nossas crianças, e deixem de lado essa história de "quem oferecer as melhores condições" e de manter a toda a força a ligação da criança ao local onde vive, à escola que frequenta e aos amigos que tem.

"Os meus amigos, eu não os perco!", assim o disse a minha filha quando tinha 10 anos (ela já vai a caminho dos 14). "Eu gosto de todos, mas quero ficar com a minha mãe!"

Esta é que é a verdadeira praga. Os juízes que julgam agir no interesse dos menores, e ignoram aquilo que estes dizem. Desde quando querer ficar com a mãe "é um capricho"?

Uma verdadeira praga, digo-vos eu.
Nem sei que tratamento há para isto.

Sei apenas que é urgente eliminar este modo de pensar e de agir que afecta, em muitos casos de forma dramática, as nossas crianças.




ASSINA:

http://www.lapetition.be/en-ligne/non-limposition-de-la-rsidence-alterne-par-dfaut--4045.html

http://www.peticaopublica.com/?pi=P2009N575

http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N1902

terça-feira, 5 de abril de 2011

UNE MÈRE EST CONDAMNÉE PARCE QUE SES ENFANTS NE VEULENT PAS VOIR LEUR PÈRE!

http://www.lepoint.fr/chroniques-ete-carnets-justice/ce-n-est-pas-en-envoyant-leur-mere-en-prison-qu-on-fera-comprendre-aux-enfants-qu-ils-doivent-voir-leur-pere-04-04-2011-1314806_195.php

Alors, la loi dit qu'ils doivent le voir, qu'ils le veulent ou pas. Et s'ils ne veulent pas, c'est surement la faute de leur mère. Donc, on la met en prison.

Et quand le père ne veut pas voir ses enfants, la Justice ne peut pas l'obliger. S'il ne veut pas les voir, c'est encore la faute de Madame.

Toujours les dérapages de la Justice (et aussi de la politique, avec ses lois incongruentes).

On aura encore d'autres cas.
Encore et encore.

domingo, 3 de abril de 2011

CHEIRAS A MÃE!

Quando me levaram a minha menina (na altura pouco mais velha do que a minha mais nova), não tardou para que me viessem pedir o rádio que eu lhe dera e outros quantos brinquedos, também dados por mim. Era a minha filha que os pedia, assim mo disseram na altura.

E eu entregava-os, com um peso no coração. Sentia que me levavam tudo: a minha menina, e tudo o que me ligasse a ela. Sentia que me tiravam a esperança de a ter de novo comigo, muito em breve.

E a minha filha, que parecia querer os brinquedos, mais do que a mim...

Mas agora, com a distância que o tempo impôs, percebo que, afinal, a minha filha exigia aquilo que a ligava a mim. Eu não sei o quanto ela chorou, o quanto ela perguntou e o quanto pediu para voltar para mim. Era uma criança, e eu só a via repetir aquilo que ela ouvia, quando eu tentava repôr um pouco de verdade na história.

Eu sofria muito quando me vinham bater à porta a pedir isto ou aquilo (levaram quase tudo, só restando as fotos), e provavelmente do outro lado a minha menina também sofria, pedindo aquilo que a ligava a mim, já que não a deixavam voltar para casa.

Quando, muito mais tarde, pude privar com ela, sem os olhos e os ouvidos deles atentos ao que eu lhe dizia ou ao que eu fazia, é que eu finalmente me pude fazer entender. Eu não odiava ninguém, disse-lho eu e continuo a dizê-lo. Mas, sim, eles agiram mal. Muito mal. Não só para comigo, mas também para com ela. E fiquei por ali.

Se ela não o entende ainda na sua totalidade, estou certa que com o tempo o entenderá melhor.

O que me fez ver que, afinal, ela nunca me esqueceu (ela chegou a dizer-me "Mãe, eu sempre quis ficar contigo!"), foi as vezes em que me dizia que ainda sentia o meu cheiro, que eu havia esquecido na casa deles uma fita de cabelo e que ela reconhecia lá o meu cheiro. Quando me abraça, ela ainda me diz, com um sorriso, "Cheiras a mãe!"

Doeu-me tanto na altura tirarem-me a menina e as coisas delas. Mas com o tempo eu percebo que, no fim de contas, não me tiraram nada: a minha menina sempre pensou em mim, sempre desejou estar comigo. Sempre me amou, e ainda me ama.

Que bem isto faz ao coração de uma mãe que tanto sofreu, e ainda sofre!

sábado, 2 de abril de 2011

DEFENDERIEIS O VOSSO GENRO COMO DEFENDEIS O VOSSO FILHO?

Imaginando que terieis um filho cuja ex iria mudar-se para o local onde se encontrasse o seu novo companheiro, e uma filha cujo ex exigiria que permanecesse no lugar onde estivesse (ao invés de seguir o seu novo companheiro), qual seria a vossa posição, enquanto mãe?

Uma boa questão, tendo em conta que, na generalidade dos casos, é a mulher quem segue o homem, e também é ela quem, regra geral, abdica da carreira em prol da família e dos filhos...

Aguardo as vossas respostas.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

ESTARARÃO TODOS OS HOMENS DISPOSTOS A ABDICAR DOS SEUS HÁBITOS, EM NOME DA GUARDA COMPARTILHADA OBRIGATÓRIA?

Tem-se por princípio que mãe e pai exercem a guarda conjunta ou compartilhada durante a união, e que tal perdura após a separação, salvo casos excepcionais.

Tem-se por princípio que pai e mãe exercem, NA PRÁTICA, conjuntamente e em igualdade, tudo o que define este modo de guarda dito natural (será mesmo?).
Em teoria o princípio permanece inalterável, na prática -que é bem outra- também.

Regra geral, é a mulher quem dispensa os cuidados (senão todos, como no meu caso), e é ela quem toma a maioria das decisões, particularmente no que concerne a escola (como sucede no meu caso, pois que sou sempre eu quem leva a mais nova à escola e quem a vai buscar).

Tem-se por princípio que após a separação ambos os pais são igualmente responsáveis, com direitos e deveres iguais.

Ora tomando em conta que, regra geral, só um dos pais detém a guarda física -o justo é que seja aquele que, NA PRÁTICA, se ocupou dos filhos- sendo logicamente ele quem dispensa todos os cuidados à(s) criança(s), parece-me que será principalmente esse pai quem deverá tomar as decisões, sendo que o outro terá direito a ser consultado e/ou informado.

Só no caso da guarda alternada é que será viável (será mesmo?) haver duas pessoas a decidir... Enfim, no que for possível decidir a dois.

É parecer de muitos que este modo de guarda deve passar a ser obrigatório, salvo algumas excepões, tais como os casos de violência ou de abuso sexual comprovados.

Pergunto-me, e pergunto-o também a vós: será que os homens apegados a hábitos e pouco interessados em mudá-los -como o meu que, apesar de tudo, adora a filha- teriam obrigatoriamente de se submeter a este tipo de guarda que em nada lhes convém e que não desejam?

Tanto quanto sei, estes homens (que nem são assim tão poucos, repare-se) não constam das excepções...

quinta-feira, 31 de março de 2011

L'ÉLOIGNEMENT DU PARENT QUI A LA GARDE NE SUPPOSE PAS L'ENLÈVEMENT OU RAPT DES ENFANTS!!!

Au contraire de ce qui nous fait croire un papa solo! A moins qu'il ne sache où il(s) se trouve(nt).

[Voir http://papasolo.blogspot.com]

Et puisque nous y sommes, je vous avoue que je n'ai point aimé la façon dont il parle de son ex-femme (la 2ème, je suppose).

S'il croit que l'enfant est vraiment mieux avec lui que avec sa mère, il n'a rien qu'à le prouver.

Il parle de mensonges et fausses accusations. Par expérience, ceux qui accusent sont plutôt les vrais coupables.

Ou peut-être que je me trompe...
N'êmpeche: sa manière de "parler" est vraiment dégeulasse!

quarta-feira, 30 de março de 2011

ELLE NE VOULAIT LUI FAIRE AUCUN MAL... MAIS ELLE L'A ABANDONNÉ!

http://actu.voila.fr/actualites/france/2011/03/29/abandonne-dans-un-sac-plastique-un-nouveau-ne-miracule-a-sucy-en-brie_20297.html

segunda-feira, 28 de março de 2011

NÃO QUERO QUE A CRIANÇA RESPIRE ESTE FUMO!

É o que eu ouço muitas mães dizerem, afastando o cigarro ou pedindo aos outros que afastem o seu.

E enquanto estavam grávidas, tiveram esse cuidado?

domingo, 27 de março de 2011

MATERNISER!

N'importe qui, dit-on, même le père, peut materniser un enfant. C'est-à-dire, n'importe qui peut s'occuper d'un enfant comme une mère le fait. C'est dire que n'importe qui peut la remplacer à n'importe quel moment, et donc, que la mère n'est pas essentielle, sauf au moment de la grossesse et de l'accouchement. Elle n'est qu'un ventre et des seins pour ceux qui croient pouvoir se mettre à sa place.

On dit pourtant, et on le repète toujours, que le père est absolument essentiel, et que la mère ne peut pas le remplacer, surtout à un moment - souvent l'adolescence- où l'enfant en a plutôt besoin.

Alors, si j'ai bien compris, le père peut remplacer la mère (lui aussi peut materniser), mais la mère ne peut pas remplacer le père, le rôle de celui-ci n'étant qu'à lui-même!

Pas pour l'enfant...

sábado, 26 de março de 2011

DO COMPLICADO AO SIMPLES!

Dei por mim a pensar: o homem desenrasca-se bem com coisas complicadas, mas vê-se à rasca com coisas simples; a mulher, o contrário.

Conclusão?

sexta-feira, 25 de março de 2011

LES ENFANTS D'UNE MÈRE VICTIME DE CANCER ONT ÉTÉ ENLEVÉS À LA FAMILLE D'ACCUEIL CHOISIE PAR CETTE MÈRE ELLE-MÊME AVANT DE MOURIR!

http://news.fr.msn.com/m6-actualite/france/article.aspx?cp-documentid=156649805

Il nous semble, par ce qu'on a compris, qu'il n'y a pas eu de maltraitances. Il est dit que, tout simplement, ces 4 enfants ne s'épanouissaient pas.

L'aînée a été placée dans une autre famille il y a un an, les autres trois enfants ont été placés il y a quelques jours dans un foyer. Loin de ses amis, de son école, de sa maison.

Le principe de la garde partagée est justement de ne pas déplacer les enfants du lieu où ils ont vécu, où ils ont leurs amis, son école et tout le reste qui les securisent. On ne sépare pas les enfants de leurs parents, on ne sépare non plus les frères et/ou les soeurs.

C'est un bon principe, mais il ne vaut pas toujours, l'intêret de l'enfant étant, à mon avis, de ne pas être séparé de quelqu'un qu'ils aiment bien. Les liens affectifs restent au dessus de tout le reste. Ce qui compte le plus c'est le lien, pas le lieu.

Cette mère, en choisissant une famille d'accueil pour ses enfants, avait pourtant respecté ce principe. Ils vivaient ensemble, fréquentaient la même école, les mêmes activités et ses amis de toujours. Je suppose qu'ils pouvaient toujours voir leur père. On vient d'annuler ce principe, lequel est considéré dans le Supérieur Intêret de l'Enfant dans la plupart des décisions qui concernent la garde. Par la loi, c'est le parent qui ne se déplace pas qui aura, à priori, la garde de ses enfants.

Les enfants ne s'épanouissent pas, on le dit.
Est-ce peut-être la mère qui leur manque?

Et le père, dans toute cette histoire?

On sait qu'il était séparé de la mère. Est-ce que son travail lui permet de s'occuper de ses 4 enfants comme il faut? Pourquoi n'a-t-il pas la garde, même si la mère avait décidé (peut-être avec l'accord du père, en dépit de ce que quelques-uns disent dans leur commentaire) de les confier à une famille d'accueil? Il a bien le droit, et je crois que rien ne l'empêche de le faire.

Un journal annonce qu'il avait signé un document, rénonçant à son pouvoir parental. Un autre dit qu'il est le seul à avoir ce pouvoir, et qu'il avait donné son accord pour que les enfants soyent placés ailleurs.

Comme dit "José" de la série de comédie SCÈNES DE MÉNAGE sur M6, "on ne sait pas, on ne sait plus!"

quinta-feira, 24 de março de 2011

UNE MÈRE D'ALGER PARLE!

Je viens de lire RENDEZ-MOI MES ENFANTS, de Marie-Noëlle Dupont, un récit de sa véritable histoire, passée dans les années 80.

Il y a une partie (parmi d'autres) que j'ai soulignée et que je reproduit ici. Je vous propose de trouver les différences (s'il y en a...) entre ce qui est écrit dans cet extrait du livre et la garde partagée (sourtout celle qui est imposée),car il y a, par contre, des remarquables simillitudes.



"Vérité en deçà de la Méditerranée, erreur au-delà: le "fiqh", ou dogme, qui régit tous les raports individuels et sociaux en terre d'islam consacre l'inégalité de l'homme et de la femme. En cas de séparation, une
épouse musulmane ne peut obtenir la garde de ses enfants qu'à la condition de ne pas se remarier, de résider dans la commune de son ex-mari, et de ne jamais s'en éloigner en compagnie de ses enfants de plus de six "buruds", soit moins de quatre-vingts kilomètres... En outre, les maris divorcés ne versent jamais des pensions alimentaires, et il n'existe pratiquement aucun moyen de les y contraindre."

(RENDEZ-MOI MES ENFANTS, ch 7, page 128)



Un deuxième extrait, encore actuel:

"Il y des scènes déjà vécues, des éclats de rire, des baisers, des pleurs, des caméras pour les filmer [ c'est la partie où l'auteure nous raconte la rencontre entre les mères et leurs enfants kidnappés par leur père, avec le compromis de les leur rendre dans quelques jours],et, fait nouveau, des mères qui refusent la loi des pères, car ces derniers gardent, en dernier ressort, le pouvoir de tourner la roue dans l'un ou l'autre sens. Neuf d'entre elles, dont je suis, se rabiffent" [ch 13, page 230]

Marie-Noëlle et d'autres mères ne sortiront de l'aéroport tant que leurs enfants ne les rejoingnent, mais elle sera la seule à ne pas rendre son fils survivant -l'autre, Medhi, est mort en Algérie, car "Ce 'contrat sur honneur' est parfaitement contraditoire avec la décision du tribunal de N., jamais annulée, qui m'avait accordé en 1979 la garde de mes enfants" [ch 13, page 227]




Je ne peux pas m'empêcher de vous signaler encore une autre partie, presque à la fin de ce livre:

"Le 21 juin 1988, une convention bilatérale réglementant la libre circulation des enfants franco-algériens séparés est signée à Alger. C'est un terme d'une négociation engagée depuis 1980. (...)

Ce traité aura un effet dissuasif sur les pères algériens jusqu'alors tentés, après un divorce, de kidnapper des enfants dont ils n'avaient pas la garde. De plusiers centaines par an au milieu des années quatre-vingt, les enlèvements vont tomber à quelques dizaines et, pour l'année 1992, à moins de dix. (...)

(...)

S'il a pu exister des pères algériens qui, s'estimant lésés, ont agi de bonne foi, ces cas sont restés l'exception. La plupart des enfants enlevés ont très mal vécu leur "détention": celle-ci a causé des traumatismes profonds, parfois irréparables."

(RENDEZ-MOI MES ENFANTS, ch 13, pages 247-248)



POUR MIEUX COMPRENDRE:
http://marievictoirelouis.net/document.php?id=403&themeid=

quarta-feira, 23 de março de 2011

QUI SONT CES PÈRES QUI PARTENT SANS SE RETOURNER?

http://toute-une-histoire.france2.fr

MON COMMENTAIRE:

Voilà un programme qui nous devoile une vérité, même si ce n'était pas son but. Le fait qu' une bonne partie de ses "papas" -dont quelques-uns ne méritent pas qu'on les appelle comme ça- disparait volontairement de la vie de ses enfants, sans rien dire et sans donner des explications, et reviennent plus tard pour les revoir et demander leur droit!

C'est le cas de "William" (si c'était son vrai nom, puisqu'il portait des lunettes et une perruque pour ne pas être reconnu), qui a disparu quand sa fille n'était pas encore née, par ce que j'ai compris. Il n'a pas assumé ses responsabilités, ses devoirs. Seule la maman l'a fait, et s'est cru dans le devoir de présenter la fille, âgée de 10 ans, à son père. Elle a bien fait cette maman.

Mais ce père, qui dit qu'il faut aller doucement après tant de temps d'absence, a décidé de proposer la médiation et de demander un droit de visite et de garde. Depuis il ne voit pas sa fille, et on dit que c'est la mère, celle qui la lui a presenté -lui n'a jamais pris ce premier pas-, c'est elle la coupable!!! Pour quelqu'un qui dit qu'il veut faire les choses petit à petit, quelqu'un qui n'a rien fait pour cette fille dès son naissance, il va trop vite!

Voilà une question qui se pose: si un père peut abandonner sa famille et ses enfants, et rien ni personne peut l'obliger de revenir, d'assumer ses devoirs, comment un enfant est il obligé de voir quelqu'un qu'il ne veut pas, quelqu'un que dans un bon nombre des cas, lui est bien étrange? Et pourquoi bien d'autres sont obligés de rester à la garde d'un parent s'ils préfèrent être avec l'autre?

Où sont finalement les droits des enfants, soumis au droits de ces adultes qui n'ont jamais voulu d'eux ou qui les ont abandonnés?

terça-feira, 22 de março de 2011

SAUVEZ RONITE BITTON!

Connaissez l'histoire de cette mère, et signez la pétition qui est en anglais et traduite en français:



To: Public At Large

Ronite Bitton, a mother, is facing the possibility of 20 years in prison in Israel because of a fierce custody battle for her son waged by her ex-husband. This 8 year long battle has involved violence, deception, political pressure and multiple perversions of justice. The traditionally applied standard of "the child's best interest" has taken a back seat to one man's insatiable vindictiveness and desire to exercise complete control over his victims. To find out more please visit http://www.solalgeoris.com and sign this petition to let Ronite know that she is not alone.

Une mère, Ronite Bitton, risque une peine pouvant aller jusqu'à 20 ans de prison en Israël dans le cadre d’une virulente bataille pour la garde de son enfant, menée depuis 8 ans par son ex-mari. Cette vindicte, par justice interposée, implique la violence conjugale, de nombreuses tricheries, des pressions politiques et autres multiples perversions de la Justice. Les exigences habituellement de mises en vue de privilégier « l’intérêt supérieur de l’enfant » ont été relégués au rang d’alibi pour faire voie à l’insatiable vindicte d’un homme et sa volonté de contrôle total sur ses victimes. Pour en savoir plus, rendez-vous sur le site http://www.solalgeoris.com et signez la pétition pour que Ronite sache qu’elle n’est pas toute seule.

Sincerely,

The Undersigned




http://www.petitiononline.com/mod_perl/signed.cgi?ohsolal

JE SUIS DEBUT!, DIT UNE VICTIME DE L'AFFAIRE D'OUTREAU

http://www.lepost.fr/article/2011/03/21/2441458_affaire-d-outreau-une-victime-prend-la-parole-pour-la-premiere-fois.html#xtor=AL-235

segunda-feira, 21 de março de 2011

CHARLIE SHEEN DÉCLARE LA GUERRE, POUR GAGNER SES ENFANTS!

http://www.parismatch.com/People-Match/Television/Actu/Charlie-Sheen-perd-la-garde-de-ses-enfants-256977/


Il avait déjà perdu la garde de ses deux filles et avait été violent envers leur mère, sa première femme. L'histoire se répète. Il veut pas changer (il dit qu'il ne le fera pas à 45 ans), et qu'il n'a pas dit son dernier mot.

Il a même tatoué "Winning" sur son poignet droit (si je ne me trompe pas).
Il veut gagner le premier prix: ses enfants!

Un père comme ça, on ne le veut pas!

Et dire que d'autres le prennent comme exemple, et se sont fait tatouer le mot "Winning"...

domingo, 20 de março de 2011

ENFANT MARTYR - CRIANÇA MÁRTIR

Pour connaître toute son histoire, consultez:
Para conhecer a sua história, consulte:

http://www.pierre-enfant-martyr.org


Il y a deux pétitions pour cet enfant. Signez-les.
Há duas petições em defesa desta criança. Assinem.

sábado, 19 de março de 2011

SER PAI PASSA POR PERCEBER E ACEITAR O PAPEL FUNDAMENTAL DA MÃE!

INSTINCT PATERNEL...


"Dix futurs pères ont accepté de se prêter à une expérience dans un centre néonatal de Xiamen, en Chine. Généreusement dotés d'un faux sein, ces papas appliqués ont participé à un PETIT JEU DE RÔLE VISANT À LEUR FAIRE COMPRENDRE LA RELATION PARTICULIÈRE QUI VA UNIR LA MAMAN À SON BÉBÉ. Gageons que l'expérience leur sera profitable!"

C'EST DIT, nº 9 avril-mai 2011

A parte em destaque foi ideia minha, para ressaltar o intuito desta experiência, que eu considero de suma importância.

Seria bom, aliás, que os pais experimentassem um falso ventre durante os nove meses, para entenderem que essa relação particular que une uma mamã ao seu bébé se inicia muito antes do nascimento da criança.

Uma mãe não se limita a transportar um filho no ventre, e a amamentá-lo durante um X de tempo. Desde o início estabelece-se uma relação muito estreita, que faz lembrar a relação entre gémeos idênticos: é uma relação muito forte, que permanece por toda a vida.

Não compreender isto é sinal de IMATURIDADE. Forçar uma separação entre duas pessoas que se encontram intimamente ligadas, sendo que uma (o filho) depende essencialmente da presença constante da outra (a mãe), nos primeiros anos de vida, por vezes até por mais tempo, é claro sinal de ESTUPIDEZ e de EGOÍSMO.

Felizmente há pais que não são nem imaturos, nem egoístas, e muito menos estúpidos. Esses sim, põem o bem-estar do filho (ou filha) acima de qualquer coisa, e de tudo.

Há que entender que um filho ou uma filha distancia-se, a dada altura, da sua relação fusional (que nada tem de negativo, pois que normal) com a mãe, mas jamais se separa desta. Nada pode ser forçado, tudo tem o seu tempo.

Como diz a mensagem deste blog "o respeito pelos pais só resiste enquanto os pais respeitem o interesse dos filhos" (Raoul Brandão). É preciso saber ESCUTAR as nossas crianças, mesmo quando estas ainda não falam. Quem os escuta, sabe certamente o que é melhor para elas. E agirá conforme.

Há uma outra frase célebre que diz que "a coisa mais importante que um pai pode fazer pelos seus filhos é amar a mãe deles." (Autor desconhecido). O mal que lhe fizerdes, repercuterá nos vossos filhos, tal como a dor e o sofrimento de um gémeo se repercute no outro.

Bem hajam os pais que o sabem ser de verdade!
FELIZ DIA DO PAI.

sexta-feira, 18 de março de 2011

EXIGEZ LA GARDE PARTAGÉE DE VOS ASCENDANTS, TOUT DE SUITE! - GUARDA ALTERNADA DOS VOSSOS ASCENDENTES, JÁ!

Puisque un père a les mêmes droits qu'une mère, et peut, lui aussi, materniser ses enfants, je crois bien qu'un frère n'est pas moins qu'une soeur, et peut, lui aussi, s'occuper de ses parents âgés ou malades, les lavant, leur changeant la couche, etc.

La logique se pose, et s'impose: si la femme n'est pas la meilleure placée pour s'occuper des enfants, elle n'est pas non plus la meilleure placée pour s'occuper des plus vieux!

Donc, au même titre que la garde partagée de nos enfants, je propose une loi qui IMPOSE aussi la garde partagée des nos parents. Partagée entre frères et soeurs, à l'égalité. Une égalité TOTALE.

Les beaux-fils et les belles-filles auront ses droits, son mot à dire, mais ne remplaceront les fils et les filles. Tel comme un beau-père ne remplace le père et la belle-mère ne remplace pas la mère.

Celà dit, c'est l'homme qui doit s'occuper de ses parents, pas sa femme! Partagée avec son/ses autre(s) soeur(s) et frère(s). C'est son DROIT!

Rien de plus juste, il me semble. 50/50 entre frères et soeurs!
EXIGEZ LA GARDE PARTAGÉE DE VOS ASCENDANTS, TOUT DE SUITE!!!






Pois se o homem insiste que sabe cuidar dos filhos tão bem como a mulher, nada mais justo e mais certo que ele também cuide da sua mãe ou do seu pai quando estes precisarem de alguém que cuide deles.

Que lhes dê banho, que os vista e que lhes mude a fralda, tal como fez (ou faz) ao seu bébé.

Nâo dizeis que a mulher não é a única nem a que melhor sabe cuidar dos vossos filhos? Pois bem, o mesmo princípio se estende aos nossos ascendentes. Enfim, a quem precise de cuidados, coisa que ainda hoje é assegurado principalmente pelas mulheres.

E já que as sogras exigem que os filhos tenham exactamente os mesmos direitos que as noras -esquecendo-se, tal como se esquecem as vossas actuais companheiras, de que também elas são mães e do que sofreriam os seus filhos se noutros tempos tivessem sido ou fossem num futuro muito próximo brutalmente separados delas-, espero que estas mães não se esqueçam de exigir o mesmo para elas, isto é, que um dia os filhos cuidem delas tanto tempo e da mesma forma que o fazem as filhas ou as noras. Fifty fifty.


Tanto quanto sei, a senhora é tanto vossa mãe como da(s) vossa(s) irmã(s). 50/50, como dizeis.

Não havendo quem possa ou queira cuidar dela, tendes direito a 100%, pois que a senhora vossa mãe não é nada à senhora vossa esposa ou actual companheira. Nem uma (esposa) nem outra (actual companheira) terá o direito -muito menos o dever- de cuidar da senhora vossa mãe.
Apenas vós, que sois o filho.

Não vos esqueçais do quanto ela vos amou e o quanto vos defendeu contra tudo e contra todos, incluindo uma outra mãe (a saber, a vossa mulher ou, como acontece na generalidade dos casos, a vossa ex-mulher).

EXIGI A GUARDA COMPARTILHADA E PARTILHADA DA VOSSA MÃE, JÁ!!!!!

A vós o direito de decidir sim (ou de mandar, que é o termo certo), mas também de fazer!

Toca a arregaçar as mangas! Não é assim tão complicado mudar uma fralda ou dar banho! Já tendes a experiência com os pequenos, toca a fazê-lo com os grandes! Qual é a diferença?

Eu sei, eu sei! Não tem assim tanta graça...
Mas, meus senhores, tem de se fazer! De igual para igual.

Não a mandeis para o lar! Vós sabeis cuidar dela tão bem quanto as vossas irmãs ou as vossas mulheres! Até melhor!

NÃO À DISCRIMINAÇÃO!
Exigi, porque é o vosso direito de filhos!

Ou serão só elas que sabem cuidar dos mais novos e dos mais velhos? Serão só elas a ter paciência para essas pequenas coisas que nos acupam boa parte do tempo, ou mesmo o tempo todo? Quem disse que o homem não é capaz de o fazer? Não sois vós também O HERÓI dos vossos pais, o filho com o qual poderão sempre contar, tal como pretendeis ser o HERÓI dos vossos filhos?

Os tempos são outros, e há que mudar as mentalidades. Para provar que sois igualmente capazes, sugiro mesmo que cuideis EXCLUSIVAMENTE do vosso pai ou da vossa mãe no momento em que eles se encontrem mais fragilizados.

Sei que muitos de vós conseguiram na justiça a GUARDA EXCLUSIVA dos filhos. Estou certa de que sois vós quem, EXCLUSIVAMENTE, os lava e veste, lhes muda a fralda e outras coisas mais que antes -e ainda hoje- só as mulheres faziam.

Se conseguistes a guarda dos filhos, estais certamente aptos para cuidar também dos pais, se necessário em simultâneo (muitas mulheres o fazem, mas isso não vos assusta, pois SOIS EM TUDO IGUAIS a elas, IGUALMENTE CAPAZES)

Cuidar dos vossos pais é um direito vosso, meus senhores!
AGORA, E JÁ!!!!



(Com esta é que vós não contáveis, pois não?)

quinta-feira, 17 de março de 2011

CONTRE LA RÉDUCTION DE LA RETRAITE DES PARENTS DE FAMILLES NOMBREUSES!

J'ai reçu ce message par e-mail:


Grands-Parents, Parents, Chers Amis,

Une nouvelle réforme des retraites en préparation menace directement le pouvoir d´achat des familles.
Ce projet consiste à réduire drastiquement les majorations des retraites des cadres parents de famille nombreuse (3 enfants et plus). La baisse sera de 5 à 25%.

Nous savons que ce sont les enfants de ces familles nombreuses qui vont payer nos retraites.
Nous savons aussi que les familles qui font l´effort d´élever de nombreux enfants ne peuvent pas mettre beaucoup d´argent de côté et que les mères n´ont droit qu´à de toutes petites pensions.

Il y a donc une intolérable injustice à faire des économies sur ces familles là !

En 2009, notre mobilisation avait permis de repousser cette injustice.

IL EST URGENT DE SE MOBILISER A NOUVEAU pour faire en sorte que ce projet soit écarté.

Nous vous proposons donc de signer la pétition : http://www.uniondesfamilles.org/petition_allocation.htm
pour le maintien des majorations familiales des retraites et d´intervenir auprès des syndicats et du patronat qui négocient ce moment cet injuste projet.

Faites suivre ce message au maximum de personnes de votre entourage !

Ensemble nous serons plus fort pour faire renoncer à ce projet.

Cordialement
Hervé-Patrick Stella
Président de l´Union des Familles Pour les Retraites (UFP-Retraites)

terça-feira, 15 de março de 2011

TU L'AIMAIS QUAND TU M'AS FAIT?

http://www.france-info.com/chroniques-le-livre-du-jour-2011-03-09-tu-l-aimais-quand-tu-m-as-fait-de-helene-couturier-520627-36-39.html

sábado, 12 de março de 2011

IRS DOS PAIS CASADOS E DOS PAIS VIÚVOS!

Petição contra a discriminação

dos pais casados e viúvos em sede de IRS





Exmo Senhor Presidente da Assembleia da República

Exmo Senhor Primeiro-Ministro

Exmo Senhor Ministro das Finanças



O código do IRS penaliza fortemente os pais casados ou viúvos, ao não permitir que possam deduzir ao seu rendimento o valor de 6.000 Eur por filho, permitindo aos pais com qualquer outro estado civil fazê-lo através da pensão de alimentos, o que é uma inaceitável violação dos artigos 13º, 67º e 104º da Constituição da República Portuguesa, entre outros.



Considerando que:



1 –Sendo certo que o casamento goza de garantia institucional específica na nossa ordem constitucional, é verdade também que nenhum cidadão pode ser discriminado em função do seu estado civil;

2 – Por outro lado, verifica-se que o estado civil vem sendo tornado cada vez menos relevante em uma série de situações da vida, tendo mesmo sido eliminado no novo “Cartão do Cidadão”, que visa substituir o Bilhete de Identidade e outros cartões;

3 – A injustiça desta discriminação em sede de IRS foi já reconhecida publicamente pelo actual Ministro das Finanças no programa “Prós e Contras” promovido pela RTP1 no passado dia 6 de Novembro de 2006, como pode ser visto em http://www.youtube.com/watch?v=f-e5FtLczYU;

4 – Esta injustiça fiscal produz ainda efeitos sociais gravíssimos na medida em que é geradora de incentivos perversos sobre a estrutura familiar, potenciando a sua instabilidade.

5 – Esta situação afecta cidadãos independentemente da sua ideologia política e simpatia partidária, não tendo sido ainda resolvida pelos governos anteriores, de várias cores políticas, não sendo, portanto, uma questão de ordem ideológica ou político-partidária;

6 – Sendo, actualmente, o número de crianças e jovens filhos de pais casados ou viúvos igual a metade do seu número total, isto é, igual ao número de crianças e jovens de pais com outros estados civis, esta questão pode ser resolvida sem qualquer encargo adicional para o Estado, fazendo com que todos os pais, independentemente do seu estado civil, possam deduzir metade do valor actualmente permitido apenas para os pais não casados ou não viúvos;



Os cidadãos abaixo enumerados reclamam que:



- A partir do próximo Orçamento do Estado, os pais casados ou viúvos possam ter, relativamente aos encargos com filhos, o direito às mesmas deduções no IRS que os pais com outros estados civis.



http://www.forumdafamilia.com/peticao/

RECUSO-ME A SER BARRIGA DE ALUGUER!!!!!!!!!!!!!


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