Ao contrário da espermatogênese, cada ovócito primário formará um só óvulo e não quatro. Na 1ª divisão meiótica o ovócito primário origina duas células de tamanhos diferentes. A maior se divide e a menor (corpúsculo polar) degenera. A divisão do ovócito secundário maior dá origem a duas células de tamanhos diferentes, onde a menor degenera, restando apenas a maior que é o próprio óvulo. Isto se justifica pelo fato de que o óvulo deve conter todo o material necessário à formação do novo ser, uma vez que o espermatozóide contribui apenas com a carga genética (cromossomos).
FONTE: http://biologiabio.blogspot.com
6- Anexos Embrionários
São estruturas anexas do embrião com origem materna e embrionária, com a função de proteger e alimentar o embrião.
-Saco vitelino ou vesícula vitelínica
Origem: endoderme
Definição: estrutura na forma de um saco ligada à região ventral do embrião.
Função: armazenar substâncias nutritivas, pouco desenvolvida nos mamíferos, pois, os mesmos são alimentados pela placenta. Nos mamíferos é responsável pela produção das primeiras hemácias do sangue.
Âmnio e fluido amniótico
Origem: ectodérmica e mesodérmica.
Definição: aparece no final da 1ª semana de desenvolvimento. É uma membrana fina que delimita uma bolsa repleta de líquido amniótico, provavelmente de origem materna.
Função:
- age como uma barreira contra infecções;
- impede a aderência do âmnio ao embrião;
- protege o embrião contra lesões;
- permite a livre movimentação do feto, ajudando, desta maneira, o desenvolvimento muscular;
- participa da manutenção da homeostasia dos fluidos e eletrólitos.
Alantóide
Origem: endodérmica e mesodérmica
Definição: é uma evaginação em forma de vesícula que ocorre na parte posterior do intestino do embrião.
Função:
- a formação de sangue ocorre em sua parede, da terceira à quinta semana do desenvolvimento.
- seus vasos sanguíneos tornam-se veias e artérias umbilicais (mamíferos)
Córion
Origem: trofobasto.
Definição: é uma fina camada que envolve os demais anexos.
Função: constitui as vilosidades cariônicas que, junto com a mucosa uterina, entra na formação da placenta.
Placenta
Origem: trofoblasto, no blastocisto. Origem mista, parte materna e parte fetal.
Definição: estrutura implantada na parede do útero e se comunica com o feto através do cordão umbilical.
Função: são três as funções principais da placenta: metabolismo (sintetiza glicogênio, colesterol e ácidos graxos), transporte de gases e secreção endócrina.
Cordão Umbilical
Origem: conjuntiva
Definição: Possui duas artérias que irrigam as vilosidades cariônicas. O retorna do sangue materno é feito através de uma única veia.
Função: estrutura que estabelece comunicação direta entre o corpo da mãe e do feto através da placenta.
FONTE: Noções de Embriologia
Teoria de Investimento Parental
O investimento parental pode ser definido como qualquer tempo, esforço ou energia gastos para garantir a sobrevivência de um filhote às custas de outras formas de investimento, incluindo esforços alocados para competição por outros parceiros. Nos mamíferos, particularmente nos seres humanos, os machos podem investir muito pouco na prole: apenas o esperma (produzido aos milhões), necessário para a inoculação e fertilização da fêmea. Já esta última faz um investimento bem mais significativo: tem poucos gametas e pode ter no máximo vinte e cinco filhotes durante toda a sua vida. Precisa manter-se por nove meses de gestação, além de investir em amamentação e desenvolvimento de cada filhote por alguns anos. Exatamente por esta assimetria é que o sexo que investir mais deve ser necessariamente mais discriminativo na seleção de seu par.
FONTE: http://www.scielo.br
SE SABE, RESPONDA:
Exercício 1: (PUC-RIO 2009)
A afirmação de que a herança mitocondrial humana é sempre materna:
A) procede porque as mitocôndrias do embrião são provenientes do espermatozóide.
B) procede porque somente o núcleo do espermatozóide penetra no óvulo.
C) não procede porque todo o corpo do espermatozóide penetra no óvulo.
D) não procede porque a célula ovo não contém mitocôndrias.
E) não procede porque o zigoto é formado somente pelos núcleos dos gametas.
--------------------------------------------------------------------------------
Exercício 2: (UFF 2009)
Os estudos de evolução humana utilizam freqüentemente como alvo para análise molecular o DNA mitocondrial, devido a sua herança exclusivamente materna. Assinale a alternativa que descreve o papel do DNA mitocondrial na fisiologia da célula.
A) Conter informações para a síntese de enzimas mitocondriais.
B) Fornecer informações para proteínas envolvidas na contração mitocondrial, durante a respiração celular.
C) Fornecer energia à célula pelo ciclo de Krebs.
D) Conter informações para a síntese de enzimas da via glicolítica.
E) Fornecer informações para a duplicação do DNA nuclear.
--------------------------------------------------------------------------------
Exercício 3: (UFPB 2009)
Graças ao desenvolvimento da Biologia Molecular, sabe-se que, no interior das mitocôndrias, existem moléculas de ácido desoxirribonucléico (DNA), com alguns genes relacionados à síntese de proteínas envolvidas nas etapas da respiração celular.
Mutações ocorridas nos genes mitocondriais estão associadas ao aparecimento de doenças humanas, como o mal de Alzheimer, diabetes melito e muitas outras enfermidades.
Nesses casos, essas doenças são transmitidas apenas pelas mães aos seus descendentes porque:
A) essas enfermidades só ocorrem no sexo feminino.
B) a quantidade de mitocôndrias é maior nos óvulos do que nos espermatozóides.
C) as mitocôndrias dos espermatozóides desintegram-se no citoplasma dos óvulos após a fecundação.
D) as mitocôndrias são responsáveis pela produção de energia nas células.
E) as mitocôndrias nos indivíduos do sexo masculino não possuem DNA.
respostas: 1-b; 2-a; 3-c
FONTE: http://www.infoescola.com
Nota: lembro que as mitocôndrias do espermatozóide, também elas evidentemente de origem materna, se encontram no flagelo, sendo responsáveis por lhe conferir energia para se locomover e pela sua subsistência enquanto não se dá a fusão entre o núcleo do gâmeta masculino com o núcleo do feminino. Pode-se, por aqui concluir que as mitocôndrias maternas vão ser, a partir de então, as únicas responsáveis pela subsistência da nova célula que acaba de se formar, aquela que se irá transformar no novo ser humano.
VAS-Y, ACCOUCHE! tem em si um duplo sentido: "accoucher" (parir, dar à luz) e "accoucher" (desembucha, fala).O Homem, quer ele queira quer não, é um animal como os outros, uma criatura da Natureza. Deve melhorar -pois que tem a faculdade de o fazer- a sua natureza, sem pôr em causa a natureza das coisas. Sou pelos valores da Monarquia, pelo Parto Activo e pela Amamentação. Em nome dos nossos filhos.
Petições e sondagens na margem direita
sábado, 19 de fevereiro de 2011
CONVÉM LEMBRAR QUE...
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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
UMA MÃE BRITÂNICA AMAMENTA AINDA O FILHO MAIS VELHO DE 6 ANOS!
Ela tentou desmamá-lo quando ele tinha cerca de 3 anos, mas a criança não aceitou bem esta privação. Então, a mãe decidiu continuar a amamentá-lo.
Fez ela bem?
No meu entender, sim, pois só uma mãe sabe como responder às necessidades de cada um dos seus filhos, e só ela sabe quando deve parar de o fazer.
Deve a sociedade intervir?
Não me parece, a menos que o caso seja verdadeiramente patológico.
Será assim, neste caso?
Não tenho tanta certeza disso...
Mas quando se separa uma criança da mãe, quando ainda precisa dela, não é, também aí, um caso patológico? Poder-se-ia mesmo dizer que estamos perante um caso de "rapto"...
Imaginem uma outra fêmea ou um macho arrancar uma cria do dorso da sua progenitora. Como achais que a cria reage? Será que essa outra fêmea ou esse macho age no Superior Interesse da cria?
Não é costume dizer-se que devemos respeitar o tempo de desenvolvimento de cada um? Pois bem, foi o que esta mãe fez, ao decidir continuar a amamentá-lo!
Eu amamentei a minha mais nova até aos 4 anos e meio (já passava) e não me arrependo, nem me parece que tenha de o justificar a quem quer que seja!
Aos 4 meses era suposto eu começar a introduzir-lhe um outro alimento, mas não o fiz.
A minha filha tinha um óptimo desenvolvimento, a todos os níveis, de modo que decidi amamentá-la em exclusivo até aos 6 meses.
Acho, agora, que poderia ter continuado a dar-lhe somente o peito por mais tempo, pois aos seis meses ela continuava em óptimo estado.
Não me arrependo da minha decisão na altura, mas sei que não me arrependeria se ela continuasse ao peito por mais algum tempo, mesmo alguns meses.
Que se ouça o médico, eu não sou contra.
Mas a mãe sou eu, e sou eu a ter a última palavra.
Sou eu que digo quando e como devo dar o peito, não ele.
Porventura alguém diz a qualquer outra progenitora o que fazer com as suas crias, e quanto tempo ela deve amamentá-las?
A única excepção que eu ponho é quando uma mãe não seja capaz de ver que o seu leite já não é suficiente.
Mas mesmo aí eu acho que se deve encorajar essa mãe a continuar a dar o peito, a par do outro ou dos alimentos introduzidos, e a fortalecê-lo quanto possa.
Quanto à mais velha, encorajaram-me a dar-lhe um outro leite quando ela tinha somente três meses e meio, sob pretexto de que o meu já não servia (seria, em parte, verdade, pois eu enfrentava uma depressão pós-parto, muito à conta de ter sofrido uma cesariana, coisa que não estava -bem de longe- nos meus planos), e nunca, em momento algum, me encorajaram a fortalecer o meu, que era o melhor para ela!
Fazer tudo para continuar a dar-lhe do meu leite, no seu Superior Interesse, eis o que eu devia ter feito então, e aquilo que me deviam ter encorajado a fazer!
Nem sempre a equipa médica tem em conta o verdadeiro Superior Interesse dos nossos filhos.
Sobretudo quando nos dizem o que fazer, quando isso vai de cada mãe e de cada criança.
Cabe, pois, à mãe perceber o que é melhor para o seu filho.
E os tribunais, será têm em conta esse mesmo Superior Interesse nas suas decisões?
Ultimamente, nem por isso...
Entretanto aconselho a leitura de um texto de informação (em francês) que se encontra em:
http://www.info-allaitement.org/avantages-de-l-a-m.html
Fez ela bem?
No meu entender, sim, pois só uma mãe sabe como responder às necessidades de cada um dos seus filhos, e só ela sabe quando deve parar de o fazer.
Deve a sociedade intervir?
Não me parece, a menos que o caso seja verdadeiramente patológico.
Será assim, neste caso?
Não tenho tanta certeza disso...
Mas quando se separa uma criança da mãe, quando ainda precisa dela, não é, também aí, um caso patológico? Poder-se-ia mesmo dizer que estamos perante um caso de "rapto"...
Imaginem uma outra fêmea ou um macho arrancar uma cria do dorso da sua progenitora. Como achais que a cria reage? Será que essa outra fêmea ou esse macho age no Superior Interesse da cria?
Não é costume dizer-se que devemos respeitar o tempo de desenvolvimento de cada um? Pois bem, foi o que esta mãe fez, ao decidir continuar a amamentá-lo!
Eu amamentei a minha mais nova até aos 4 anos e meio (já passava) e não me arrependo, nem me parece que tenha de o justificar a quem quer que seja!
Aos 4 meses era suposto eu começar a introduzir-lhe um outro alimento, mas não o fiz.
A minha filha tinha um óptimo desenvolvimento, a todos os níveis, de modo que decidi amamentá-la em exclusivo até aos 6 meses.
Acho, agora, que poderia ter continuado a dar-lhe somente o peito por mais tempo, pois aos seis meses ela continuava em óptimo estado.
Não me arrependo da minha decisão na altura, mas sei que não me arrependeria se ela continuasse ao peito por mais algum tempo, mesmo alguns meses.
Que se ouça o médico, eu não sou contra.
Mas a mãe sou eu, e sou eu a ter a última palavra.
Sou eu que digo quando e como devo dar o peito, não ele.
Porventura alguém diz a qualquer outra progenitora o que fazer com as suas crias, e quanto tempo ela deve amamentá-las?
A única excepção que eu ponho é quando uma mãe não seja capaz de ver que o seu leite já não é suficiente.
Mas mesmo aí eu acho que se deve encorajar essa mãe a continuar a dar o peito, a par do outro ou dos alimentos introduzidos, e a fortalecê-lo quanto possa.
Quanto à mais velha, encorajaram-me a dar-lhe um outro leite quando ela tinha somente três meses e meio, sob pretexto de que o meu já não servia (seria, em parte, verdade, pois eu enfrentava uma depressão pós-parto, muito à conta de ter sofrido uma cesariana, coisa que não estava -bem de longe- nos meus planos), e nunca, em momento algum, me encorajaram a fortalecer o meu, que era o melhor para ela!
Fazer tudo para continuar a dar-lhe do meu leite, no seu Superior Interesse, eis o que eu devia ter feito então, e aquilo que me deviam ter encorajado a fazer!
Nem sempre a equipa médica tem em conta o verdadeiro Superior Interesse dos nossos filhos.
Sobretudo quando nos dizem o que fazer, quando isso vai de cada mãe e de cada criança.
Cabe, pois, à mãe perceber o que é melhor para o seu filho.
E os tribunais, será têm em conta esse mesmo Superior Interesse nas suas decisões?
Ultimamente, nem por isso...
Entretanto aconselho a leitura de um texto de informação (em francês) que se encontra em:
http://www.info-allaitement.org/avantages-de-l-a-m.html
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
BÉBÉ MÉDICAMENT
Un bébé conçu pour sauver un des ses frères ou une de ses soeurs aîné(e)s.
Il est préparé en laboratoire.
A sa naissance, on prélève le sang du cordon ombillical et on le congèle (le sang, bien évidemment).
En France, le premier bébé médicament vient de naître.
Honnêtement, si l'une de mes filles était atteinte d'une grave maladie, je crois que je serais capable de faire le même, car on fait tout pour sauver un de nos fils.
Ce bébé (on parle d'un deuxième, mais est-ce possible que ce soit un troisième ou plus?!) serait spécial, et nous tous l'aimerions énormemment.
Ce que je n'accepterais pas c'est qu'il naisse pour qu'on le pique à tout instant, ou qu'on lui enlève un organe. Ça serait trôp.
On parle seulement du sang de son cordon ombillical, et on s'arrête là (j'espère...).
Bien sûr, il y a la question éthique, bien comme la question des droits de cet enfant. Qu'est-ce que vous en pensez?
Il est préparé en laboratoire.
A sa naissance, on prélève le sang du cordon ombillical et on le congèle (le sang, bien évidemment).
En France, le premier bébé médicament vient de naître.
Honnêtement, si l'une de mes filles était atteinte d'une grave maladie, je crois que je serais capable de faire le même, car on fait tout pour sauver un de nos fils.
Ce bébé (on parle d'un deuxième, mais est-ce possible que ce soit un troisième ou plus?!) serait spécial, et nous tous l'aimerions énormemment.
Ce que je n'accepterais pas c'est qu'il naisse pour qu'on le pique à tout instant, ou qu'on lui enlève un organe. Ça serait trôp.
On parle seulement du sang de son cordon ombillical, et on s'arrête là (j'espère...).
Bien sûr, il y a la question éthique, bien comme la question des droits de cet enfant. Qu'est-ce que vous en pensez?
QUELS SONT LES DROITS D'UN ENFANT NÉ SOUS X?
FONTE: http://www.parent-solo.fr
Les contacts :
(ADONX) Association pour le Droit aux Origines des enfants Nés sous X
600 résidence Parc des Eaux Vives
91120 PALAISEAU
Présidente : Maria Pia BRIFFAUT
Tél: 01 60 14 79 18
(CADCO) Coordination Des Actions Pour Le Droit A La Connaissance Des Origines
27 rue du Couëdic
75014 PARIS
Président : Pierre VERDIER
Tel : 01 43 22 05 48
A lire : "Enfant de personne " de Geneviève Delaisi de Parseval et Pierre Verdier
Les contacts :
(ADONX) Association pour le Droit aux Origines des enfants Nés sous X
600 résidence Parc des Eaux Vives
91120 PALAISEAU
Présidente : Maria Pia BRIFFAUT
Tél: 01 60 14 79 18
(CADCO) Coordination Des Actions Pour Le Droit A La Connaissance Des Origines
27 rue du Couëdic
75014 PARIS
Président : Pierre VERDIER
Tel : 01 43 22 05 48
A lire : "Enfant de personne " de Geneviève Delaisi de Parseval et Pierre Verdier
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
AMO-TE MUITO... JUSQU'À LA FIN DES CHOUX!
Hoje é dia de São Valentim.
Dia dos namorados.
Dos que se amam.
"Amo-te muito!", disse-me a minha mais velha no dia em que me fez saber que uma pessoa da família (um irmão da avó paterna) havia falecido.
"Mas mesmo mesmo muito!", frisou.
A minha filhota realizava, naquele momento, que me podia perder.
Desde então, ela vai-me repetindo esta fórmula mágica, que me envolve como um abraço (sabeis já que vivo, por ordem judicial, longe desta minha filha)
A mais nova, essa, diz-me todo o tempo "Oh, ma chérie, que je t'aime! On va se marier (marier = faire des câlins, explicou-me ela ontem) jusqu'à la fin des choux!"
Até ao fim dos nossos dias (jours), diz ela.
Mas nós não sabemos quando é o nosso fim...
Daí ser tão importante termos palavras e gestos de AMOR para com aqueles que nos são muito queridos, e mesmo para aqueles que pouco ou nada nos dizem.
Hoje o Amor acaba depressa, quando ainda mal despontou.
Porquê? Porque não se ama suficientemente.
Até onde podemos nós estar enamorados?
"Jusqu'à la fin des choux", se soubermos mostrar a essa pessoa, de forma muito sincera, o quanto a amamos!
SAINT VALENTIN
Come up to meet you, tell you I'm sorry
You don't know how lovely you are
I had to find you, tell you I need you
And tell you I set you apart
Tell me your secrets, and nurse me your questions
Oh lets go back to the start
Running in circles, coming in tails
Heads on a science apart
Nobody said it was easy
It's such a shame for us to part
Nobody said it was easy
No one ever said it would be this hard
Oh take me back to the start
I was just guessing at numbers and figures
Pulling the puzzles apart
Questions of science, science and progress
Do not speak as loud as my heart
And tell me you love me, come back and haunt me
Oh and I rush to the start
Running in circles, chasing tails
Coming back as we are
Nobody said it was easy
Oh it's such a shame for us to part
Nobody said it was easy
No one ever said it would be so hard
I'm going back to the start
Ooooohhhhhhh [x4]
Dia dos namorados.
Dos que se amam.
"Amo-te muito!", disse-me a minha mais velha no dia em que me fez saber que uma pessoa da família (um irmão da avó paterna) havia falecido.
"Mas mesmo mesmo muito!", frisou.
A minha filhota realizava, naquele momento, que me podia perder.
Desde então, ela vai-me repetindo esta fórmula mágica, que me envolve como um abraço (sabeis já que vivo, por ordem judicial, longe desta minha filha)
A mais nova, essa, diz-me todo o tempo "Oh, ma chérie, que je t'aime! On va se marier (marier = faire des câlins, explicou-me ela ontem) jusqu'à la fin des choux!"
Até ao fim dos nossos dias (jours), diz ela.
Mas nós não sabemos quando é o nosso fim...
Daí ser tão importante termos palavras e gestos de AMOR para com aqueles que nos são muito queridos, e mesmo para aqueles que pouco ou nada nos dizem.
Hoje o Amor acaba depressa, quando ainda mal despontou.
Porquê? Porque não se ama suficientemente.
Até onde podemos nós estar enamorados?
"Jusqu'à la fin des choux", se soubermos mostrar a essa pessoa, de forma muito sincera, o quanto a amamos!
SAINT VALENTIN
Come up to meet you, tell you I'm sorry
You don't know how lovely you are
I had to find you, tell you I need you
And tell you I set you apart
Tell me your secrets, and nurse me your questions
Oh lets go back to the start
Running in circles, coming in tails
Heads on a science apart
Nobody said it was easy
It's such a shame for us to part
Nobody said it was easy
No one ever said it would be this hard
Oh take me back to the start
I was just guessing at numbers and figures
Pulling the puzzles apart
Questions of science, science and progress
Do not speak as loud as my heart
And tell me you love me, come back and haunt me
Oh and I rush to the start
Running in circles, chasing tails
Coming back as we are
Nobody said it was easy
Oh it's such a shame for us to part
Nobody said it was easy
No one ever said it would be so hard
I'm going back to the start
Ooooohhhhhhh [x4]
domingo, 13 de fevereiro de 2011
LA VOIX DE L'ENFANT
La Voix de l'Enfant
Face aux enfants victimes de violences, Martine Brousse, directrice de l’association, refuse de se taire.
Par Patricia Khenouna
«Quand on est engagé, difficile de raccrocher !»
Lisez aussi
Carole Bouquet: «Je me mêle de ce qui ne me regarde pas»
Enfance maltraitée: brisons le tabou
Coup de fil contre coups de poing
La Voix de l’enfant a vu le jour le 20 juillet 1981. Elle supervise aujourd’hui des dizaines de missions menées dans 98 pays.
Son but : l’écoute et la défense de tout enfant en détresse, quel qu’il soit, ou qu’il soit, en France et dans le monde. Chacune des 76 associations membres de La Voix de l’enfant a son autonomie et ses actions spécifiques.
« Cette liberté, associée à un travail en équipe, est notre force», précise Martine Brousse, sa directrice depuis quinze ans. Les actions que défend l’association La Voix de l’enfant sont par ailleurs nombreuses : lutte contre la prostitution, la pornographie, les trafics d’enfants. L’association se porte aussi partie civile dans les affaires de pédophilie et d’inceste qui défraient régulièrement la chronique.
Les défis de l'association
Ouverte en janvier 2008, l’Unité d’accueil médico-judiciaire (UAMJ) de Creil a été initiée par La Voix de l’Enfant. La création de ces UAMJ est d’ailleurs une des priorités de Martine Brousse. Grâce à son partenaire, l’opérateur SFR, La Voix de l’enfant a ainsi déjà créé vingt et une unités d’accueil médico-judiciaire. Une dizaine d’autres devrait voir le jour d’ici la fin de cette année et le début 2009.
Le rêve de Martine Brousse ?
Multiplier les UAMJ et financer les nouveaux projets de création de salles d’audition protégées dans les tribunaux. Équipées de caméras reliées à des écrans, elles permettraient à l’enfant victime de témoigner, depuis une pièce isolée, sans être confronté à l’auteur présumé des faits. Une première salle d’audition sera inaugurée au tribunal de grande instance d’Angers ce mois-ci.
Au siège de La Voix de l’enfant, dans le centre de Paris, Martine Brousse retrouve avec plaisir ses huit jeunes collègues. L’avenir de l’association, ce sont eux. « Aujourd’hui, je veux prendre le temps de leur transmettre mon expérience, et demain je me verrais bien vivre dans un pays d’Afrique dont je partage beaucoup de valeurs. Quand on est engagé, difficile de raccrocher ! »
La Voix de l’enfant. BP 301 75 464. Paris cedex 10. 01 40 22 04 22
www.lavoixdelenfant.org
FONTE: http://www.selectionclic.com
Face aux enfants victimes de violences, Martine Brousse, directrice de l’association, refuse de se taire.
Par Patricia Khenouna
«Quand on est engagé, difficile de raccrocher !»
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Carole Bouquet: «Je me mêle de ce qui ne me regarde pas»
Enfance maltraitée: brisons le tabou
Coup de fil contre coups de poing
La Voix de l’enfant a vu le jour le 20 juillet 1981. Elle supervise aujourd’hui des dizaines de missions menées dans 98 pays.
Son but : l’écoute et la défense de tout enfant en détresse, quel qu’il soit, ou qu’il soit, en France et dans le monde. Chacune des 76 associations membres de La Voix de l’enfant a son autonomie et ses actions spécifiques.
« Cette liberté, associée à un travail en équipe, est notre force», précise Martine Brousse, sa directrice depuis quinze ans. Les actions que défend l’association La Voix de l’enfant sont par ailleurs nombreuses : lutte contre la prostitution, la pornographie, les trafics d’enfants. L’association se porte aussi partie civile dans les affaires de pédophilie et d’inceste qui défraient régulièrement la chronique.
Les défis de l'association
Ouverte en janvier 2008, l’Unité d’accueil médico-judiciaire (UAMJ) de Creil a été initiée par La Voix de l’Enfant. La création de ces UAMJ est d’ailleurs une des priorités de Martine Brousse. Grâce à son partenaire, l’opérateur SFR, La Voix de l’enfant a ainsi déjà créé vingt et une unités d’accueil médico-judiciaire. Une dizaine d’autres devrait voir le jour d’ici la fin de cette année et le début 2009.
Le rêve de Martine Brousse ?
Multiplier les UAMJ et financer les nouveaux projets de création de salles d’audition protégées dans les tribunaux. Équipées de caméras reliées à des écrans, elles permettraient à l’enfant victime de témoigner, depuis une pièce isolée, sans être confronté à l’auteur présumé des faits. Une première salle d’audition sera inaugurée au tribunal de grande instance d’Angers ce mois-ci.
Au siège de La Voix de l’enfant, dans le centre de Paris, Martine Brousse retrouve avec plaisir ses huit jeunes collègues. L’avenir de l’association, ce sont eux. « Aujourd’hui, je veux prendre le temps de leur transmettre mon expérience, et demain je me verrais bien vivre dans un pays d’Afrique dont je partage beaucoup de valeurs. Quand on est engagé, difficile de raccrocher ! »
La Voix de l’enfant. BP 301 75 464. Paris cedex 10. 01 40 22 04 22
www.lavoixdelenfant.org
FONTE: http://www.selectionclic.com
sábado, 12 de fevereiro de 2011
O CASO DAS GÉMEAS LIVIA E ALESSIA, AQUI EM FRANÇA
«Elles reposent désormais en paix, elles n'ont pas souffert. Tu ne les reverras plus». (Matthias Schepp, em carta escrita à ex-mulher).
Há cinco meses que Matthias Schepp e Irini Lucidi estavam separados.
Todos os fins-de-semana, Livia e Alessia -as filhas gémeas do casal, de 6 anos de idade- ficavam com o pai, que se havia comprometido a deixá-las no domingo à noite na casa da mãe.
Imaginando que a mãe trabalhava, calculo que passaria cerca de 5 horas diárias com as filhas. Em cinco dias, daria 25 horas. Vezes quatro semanas, cerca de 100 horas.
O pai, passando todos os fins de semana, teria -digamos- cerca de 10 horas diárias. Vezes 8 dias, daria 80.
Matthias Schepp e Irina Lucidi passariam, no fim de contas, um tempo relativamente equitativo com as filhas.
Mas eis que, num domingo, o pai passa uma mensagem à mãe das miúdas, dizendo que as irá guardar até ao dia seguinte, comprometendo-se a levá-las à escola.
Irina, embora algo enervada com esta mudança de planos, não se inquieta: Matthias Schepp é um verdadeiro pai-galinha (papa-poule), logo as miúdas estão bem entregues.
Mas ao reflectir melhor, ela apercebe-se que algo de estranho se passa.
Quando o tenta contactar uma primeira vez, Matthias Schepp responde-lhe que não pode falar, porque se encontra na casa de uns amigos.
Ora, conhecendo-o bem, ela sabia que ele não tinha muitos amigos.
Aliás, a verdade é que Matthias nem é pessoa de grandes convívios.
Nas próximas vezes que tenta falar com ele, este já não lhe responde.
O seu coração de mãe começa a entrar em sobressalto.
Ela pressente o pior.
E foi então que, num clique, lhe veio uma revelação: Matthias devia ter recebido os papéis de divórcio, e realizado, enfim, que a separação era definitiva. O que não era nada bom...
Ela dirige-se, de imediato, a casa dos poucos amigos do seu ex-marido, e nenhum sabe nada, nem o viu.
De seguida, ela dirige-se então a uma vivenda (que Irina deixou ao marido, sem qualquer oposição da parte dela), na esperança de os encontrar.
A casa estava vazia, mas ela acaba por descobrir, na cama das miúdas, os seus "doudous" preferidos. Elas nunca iam a lado nenhum sem eles.
Agora sim, ela tinha a certeza: o pai tinha levado as miúdas com ele.
Irini não perde tempo, e alerta a polícia, que, num primeiro momento, não crê que tenha ocorrido um rapto.
Mas quando, no dia seguinte, constatam que as miúdas não apareceram na escola, as buscas são iniciadas.
No passado dia 3 de Fevereiro, Irina recebe uma carta de Matthias.
Aí, ele declara a sua intenção de suicidar...
Coisa que, de facto, ele fez!
E as miúdas, onde estão?!
Até ao momento, as buscas continuam. Irini pede, incessantemente, que não deixem de procurar, pois sente que elas ainda estão vivas.
As esperanças, porém, são poucas, tanto mais que há uma outra carta em que o pai diz que, sem a guarda das miúdas, ele não podia continuar e que, portanto, as havia matado, garantindo -e sublinhando- que elas não haviam sentido dor.
Há também indícios de que ele procurara, na internet, informações sobre morte por veneno, armas de fogo, etc.
Este pai podia, talvez, estar desesperado.
Mas ele era, para todos os efeitos, violento, e foi isso que acabou com o casamento. Só que ele não aceitava a separação.
Desesperado?
Talvez.
Não se pode dizer, porém, que tenha agido no SUPERIOR INTERESSE das suas filhas...
"Quoi qu'il en soit, on est déjà certain d'une chose: Matthias Schepp, en dépit de l'amour qu'il avait, ou qu'il prétendait avoir pour ses deux filles, n'a pas hésité à sacrifier leur bonheur en les arrachant à leur mère et en faisant d'elles des orphelines.
Reste à savoir s'il a poussé l'horreur jusqu'à les tuer avant de se donner la mort, ou s'il les a simplement cachées dans le but de faire souffrir leur mère. Dans les deux cas de figure, il a atteint son oblectif. C'est une femme brisée, anéantie par le chagrin, qui attend aujourd'hui, à Saint-Sulpice, d'être fixée sur le sort de ses petites filles. Mais les enquêteurs, en aparté, ne cachent pas leur pessimisme. L'ultime lettre que Matthias a envoyé à Irini est lourde de menaces: "Je ne veux pas que les enfants vivent avec la douleur d'avoir perdu leur père".
FONTE: Le nouveau Detective, nº1482
*Les jumelles, qui mesurent 1m15, parlent couramment le français, le suisse-allemand et l'italien. Toute personne en possession de renseignements est invitée à composer le numéro suivant :
00.41.21.644.82.31.
(Le Figaro.fr)
Há cinco meses que Matthias Schepp e Irini Lucidi estavam separados.
Todos os fins-de-semana, Livia e Alessia -as filhas gémeas do casal, de 6 anos de idade- ficavam com o pai, que se havia comprometido a deixá-las no domingo à noite na casa da mãe.
Imaginando que a mãe trabalhava, calculo que passaria cerca de 5 horas diárias com as filhas. Em cinco dias, daria 25 horas. Vezes quatro semanas, cerca de 100 horas.
O pai, passando todos os fins de semana, teria -digamos- cerca de 10 horas diárias. Vezes 8 dias, daria 80.
Matthias Schepp e Irina Lucidi passariam, no fim de contas, um tempo relativamente equitativo com as filhas.
Mas eis que, num domingo, o pai passa uma mensagem à mãe das miúdas, dizendo que as irá guardar até ao dia seguinte, comprometendo-se a levá-las à escola.
Irina, embora algo enervada com esta mudança de planos, não se inquieta: Matthias Schepp é um verdadeiro pai-galinha (papa-poule), logo as miúdas estão bem entregues.
Mas ao reflectir melhor, ela apercebe-se que algo de estranho se passa.
Quando o tenta contactar uma primeira vez, Matthias Schepp responde-lhe que não pode falar, porque se encontra na casa de uns amigos.
Ora, conhecendo-o bem, ela sabia que ele não tinha muitos amigos.
Aliás, a verdade é que Matthias nem é pessoa de grandes convívios.
Nas próximas vezes que tenta falar com ele, este já não lhe responde.
O seu coração de mãe começa a entrar em sobressalto.
Ela pressente o pior.
E foi então que, num clique, lhe veio uma revelação: Matthias devia ter recebido os papéis de divórcio, e realizado, enfim, que a separação era definitiva. O que não era nada bom...
Ela dirige-se, de imediato, a casa dos poucos amigos do seu ex-marido, e nenhum sabe nada, nem o viu.
De seguida, ela dirige-se então a uma vivenda (que Irina deixou ao marido, sem qualquer oposição da parte dela), na esperança de os encontrar.
A casa estava vazia, mas ela acaba por descobrir, na cama das miúdas, os seus "doudous" preferidos. Elas nunca iam a lado nenhum sem eles.
Agora sim, ela tinha a certeza: o pai tinha levado as miúdas com ele.
Irini não perde tempo, e alerta a polícia, que, num primeiro momento, não crê que tenha ocorrido um rapto.
Mas quando, no dia seguinte, constatam que as miúdas não apareceram na escola, as buscas são iniciadas.
No passado dia 3 de Fevereiro, Irina recebe uma carta de Matthias.
Aí, ele declara a sua intenção de suicidar...
Coisa que, de facto, ele fez!
E as miúdas, onde estão?!
Até ao momento, as buscas continuam. Irini pede, incessantemente, que não deixem de procurar, pois sente que elas ainda estão vivas.
As esperanças, porém, são poucas, tanto mais que há uma outra carta em que o pai diz que, sem a guarda das miúdas, ele não podia continuar e que, portanto, as havia matado, garantindo -e sublinhando- que elas não haviam sentido dor.
Há também indícios de que ele procurara, na internet, informações sobre morte por veneno, armas de fogo, etc.
Este pai podia, talvez, estar desesperado.
Mas ele era, para todos os efeitos, violento, e foi isso que acabou com o casamento. Só que ele não aceitava a separação.
Desesperado?
Talvez.
Não se pode dizer, porém, que tenha agido no SUPERIOR INTERESSE das suas filhas...
"Quoi qu'il en soit, on est déjà certain d'une chose: Matthias Schepp, en dépit de l'amour qu'il avait, ou qu'il prétendait avoir pour ses deux filles, n'a pas hésité à sacrifier leur bonheur en les arrachant à leur mère et en faisant d'elles des orphelines.
Reste à savoir s'il a poussé l'horreur jusqu'à les tuer avant de se donner la mort, ou s'il les a simplement cachées dans le but de faire souffrir leur mère. Dans les deux cas de figure, il a atteint son oblectif. C'est une femme brisée, anéantie par le chagrin, qui attend aujourd'hui, à Saint-Sulpice, d'être fixée sur le sort de ses petites filles. Mais les enquêteurs, en aparté, ne cachent pas leur pessimisme. L'ultime lettre que Matthias a envoyé à Irini est lourde de menaces: "Je ne veux pas que les enfants vivent avec la douleur d'avoir perdu leur père".
FONTE: Le nouveau Detective, nº1482
*Les jumelles, qui mesurent 1m15, parlent couramment le français, le suisse-allemand et l'italien. Toute personne en possession de renseignements est invitée à composer le numéro suivant :
00.41.21.644.82.31.
(Le Figaro.fr)
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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
HÁ UM ANJO QUE NOS DEIXOU, E UM OUTRO QUE AINDA DORME...
Eu já há algum tempo que tinha passado pelo blog dedicado à Flávia, mas só agora (sei lá eu porque razão!!!) me fiz sua seguidora.
A Flávia vive no coma há já 13 anos, desde que, em 1998 -tinha ela apenas 10 anos- o ralo de uma piscina a sugou pelos cabelos.
A Suzuki jamais foi condenada, e esta menina -hoje uma mulher- continua presa a uma cama, sabe-se lá por quanto tempo ainda! Talvez por toda a sua vida, se não mais voltar a acordar...
É preciso uma força sobrehumana para suportar ver um filho nosso (ou uma filha, como neste caso) em tais condições!
Depois, há o caso da Daniella, de que tanto ouvimos falar. Daniella, a filha da conhecida actriz Glória Perez.
Até hoje a sua mãe clama por justiça. Por essa filha que lhe foi roubada -melhor dizendo, assassinada- há 18 anos atrás.
Hoje ela teria 40 anos.
Quase a minha idade.
Fiz-me também seguidora deste blog, e far-me-ei seguidora de todos aqueles em que eu encontre uma mãe em enorme sofrimento.
O meu, por vezes difícil de suportar, não se compara em nada ao destas duas mães, que não mais podem ver o sorriso das suas filhas, nem ouvir a sua voz.
À mãe da Flávia ainda resta uma ténue esperança de que a filha um dia acorde, mas que vida terá ela, tendo em conta as graves lesões que sofreu?
..........................
BLOG DEDICADO À FLÁVIA:
http://flaviavivendoemcoma.blogspot.com
e
BLOG DEDICADO À DANIELA:
http://daniellaparasempre.blogspot.com
ATENÇÃO:
Nesta mesma página encontrareis informações relativas à Flávia (um vídeo e uma petição) e à Daniella (uma imagem que serve de link para o blog que lhe é dedicado).
Havendo uma petição nestes blogs, não deixe(s) de a assinar.
Obrigada, desde já.
.........................
ENTRETANTO ACABO DE SABER QUE O NOSSO ANJO GABRIEL (PORQUE O ERA DE TODOS NÓS), DE SEU NOME AFONSO GABRIEL, NOS DEIXOU NO PASSADO DIA 27 DE JANEIRO.
DEIXO AQUI UMA PALAVRA DE CONFORTO E DE GRANDE ADMIRAÇÃO AOS PAIS, QUE NUNCA DESISTIRAM DESTE FILHO, E SEMPRE LUTARAM POR ELE.
ACREDITO QUE, APESAR DE TUDO, ESTE MENINO VIVEU O CÉU AQUI NA TERRA, TAL O AMOR QUE RECEBEU DE SEUS PAIS.
POR ISSO, É MAIS QUE CERTO QUE, LÁ DE CIMA, ELE VELA POR AQUELES QUE TANTO O AMARAM E TUDO DERAM POR ELE.
UM ABRAÇO DESTA MÃE QUE TANTO VOS ADMIRA:)
A Flávia vive no coma há já 13 anos, desde que, em 1998 -tinha ela apenas 10 anos- o ralo de uma piscina a sugou pelos cabelos.
A Suzuki jamais foi condenada, e esta menina -hoje uma mulher- continua presa a uma cama, sabe-se lá por quanto tempo ainda! Talvez por toda a sua vida, se não mais voltar a acordar...
É preciso uma força sobrehumana para suportar ver um filho nosso (ou uma filha, como neste caso) em tais condições!
Depois, há o caso da Daniella, de que tanto ouvimos falar. Daniella, a filha da conhecida actriz Glória Perez.
Até hoje a sua mãe clama por justiça. Por essa filha que lhe foi roubada -melhor dizendo, assassinada- há 18 anos atrás.
Hoje ela teria 40 anos.
Quase a minha idade.
Fiz-me também seguidora deste blog, e far-me-ei seguidora de todos aqueles em que eu encontre uma mãe em enorme sofrimento.
O meu, por vezes difícil de suportar, não se compara em nada ao destas duas mães, que não mais podem ver o sorriso das suas filhas, nem ouvir a sua voz.
À mãe da Flávia ainda resta uma ténue esperança de que a filha um dia acorde, mas que vida terá ela, tendo em conta as graves lesões que sofreu?
..........................
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e
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Havendo uma petição nestes blogs, não deixe(s) de a assinar.
Obrigada, desde já.
.........................
ENTRETANTO ACABO DE SABER QUE O NOSSO ANJO GABRIEL (PORQUE O ERA DE TODOS NÓS), DE SEU NOME AFONSO GABRIEL, NOS DEIXOU NO PASSADO DIA 27 DE JANEIRO.
DEIXO AQUI UMA PALAVRA DE CONFORTO E DE GRANDE ADMIRAÇÃO AOS PAIS, QUE NUNCA DESISTIRAM DESTE FILHO, E SEMPRE LUTARAM POR ELE.
ACREDITO QUE, APESAR DE TUDO, ESTE MENINO VIVEU O CÉU AQUI NA TERRA, TAL O AMOR QUE RECEBEU DE SEUS PAIS.
POR ISSO, É MAIS QUE CERTO QUE, LÁ DE CIMA, ELE VELA POR AQUELES QUE TANTO O AMARAM E TUDO DERAM POR ELE.
UM ABRAÇO DESTA MÃE QUE TANTO VOS ADMIRA:)
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
NÓS, QUE PARIMOS TODOS OS MESES!
Clique aqui para enviar um recado!
Uma vez que a função principal (eu diria a única) do útero é a de desenvolver um novo ser, havendo uma gravidez real, ele terá cumprido essa função ao cabo de nove meses.
Não havendo, a mensagem recebida é que essa função está já cumprida, e, ao cabo de um mês, o seu conteúdo é expelido.
Para tal, o útero contrai-se, com a ajuda da preciosa oxitocina.
Tal como acontece no momento do parto, mas com uma dor relativamente diferente, é claro.
Pena que muitos - e muitas também- considerem "impuro" esse conteúdo, manifestando mesmo nojo.
Porém, esse é o mesmo conteúdo onde cada um de nós se desenvolve.
Sem ele, nunhum de nós estaria aqui.
É esse conteúdo que vos mantém bem aconchegados e confortáveis.
É ele que vos agarra à vida, para todos os efeitos. É, portanto, um conteúdo muito precioso, pois que todos nós lhe devemos a vida.
O facto de se tornar desagradável para a mulher "parir" todos os meses, tem muito a ver com a ideia que ela própria e os outros têm desse fenómeno.
Mas também tem a ver com o facto de todos saberem que, afinal, a verdadeira missão não foi cumprida, pois que não foi gerada, conforme previsto, uma nova vida.
Ainda hoje os especialistas se perguntam porque um bom número de mulheres passa tão mal nos dias que antecedem o período. Supõem que poderá dever-se a maus hábitos alimentares, ao stress e/ou a outras condicionantes.
O que os especialistas -na sua grande maioria- se esquecem de referir é que tal acontece porque o útero não cumpre a função que lhe era devida e, muito naturalmente, o corpo reage.
Imaginem que o coração continuava a funcionar, bombeando no vazio.
Ou os nossos rins, ou um outro orgão qualquer.
Ou melhor: imaginem que eu só me ponho a respirar quando bem me apetecer!
Ou que só como e só bebo na altura que mais me convier!
Com a crise que por aí anda, até dava jeito poupar na comida e no ar.
Está certo, o ar é gratuito, mas já está mais que saturado...
Posso até acabar com a vida a todo o momento, sem mais nem quê, não é assim?
E, no entanto, todos sabemos que, em situação de vida ou de morte, vem ao de cima o nosso instinto de sobrevivência.
Ainda há dias vi uma reportagem sobre um alpinista que, na ânsia de viver e de rever os seus seres mais amados, cortou o braço que se encontrava entalado numa grande rocha, impedindo-o de se soltar.
Sabemos, também, que em casos de suicídio uma pessoa arrepende-se de o fazer... quando já é tarde demais!
Sempre que um orgão não funciona normalmente, há uma série de sintomas que nos vêm alertar para o seu mau funcionamento.
É um pouco o que se passa com a mulher, pois que -já o vimos- o útero tem como função abrigar um novo ser. Não havendo nada, como era previsto, os sintomas (entre eles a dor) aparecem. ´
Não é doença, nós sabemo-lo.
Mas também não é sinal de que tudo está conforme devia estar.
O que a mulher passa todos os meses é um pouco como pôr um frigorífico a trabalhar permanentemente, sem ter nada lá dentro. Uma vez por outra, lá teremos de lhe tirar o gelo que se acumulou.
Parece-me um desperdício pô-lo a trabalhar em vão...
E a vós, não vos parece?
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
PAPAS POULES=MAMANS INDIGNES
C'est la nouvelle génération: celle des pères poules, prêts à remplacer à tout moment et en temps complet la mère. C'est l'ère des pères qui maternisent.
Les mamans, évidemment, se disent jugées par la société qui, du coup, les tiennent comme "indignes".
D'autres avouent que, dans ce "partage" elles ne touvent plus sa place.
Quelques-unes disent sentir qu'elles redeviennent des pères, au lieu d'être les mères.
Moi, en lisant tout ce qu'on dit à propos et tous ces commentaires, je ressents une forte compétition entre les hommes et les femmes, même au milieu familial.
J'ai l'impression que la femme, en demandant l'égalité -alors qu'elle voulait juste du respect et que le choix d'être mère et de rester au foyer pour s'occuper de ses enfants ne vienne que d'elle-même-, s'est masculinisée.
Puisque elle voulait prendre la place de l'homme, celui-ci a jugé qu'il pouvait aussi prendre sa place. Il se croit dans son bon droit.
Auparavant c'était la femme qui avait cette relation fusionnelle avec son bébé, l'homme se sentant écarté de cette fusion à deux. Maintenant c'est la femme qui se sent à l'écart, l'homme voulant se fusionner dès le début de la grossesse avec son bébé.
(ils sont fous, ou quoi?!!!).
Avant les femmes accouchaient sans avoir aucun besoin que le papa soit à leur côté. De nos jours on dirait que la femme ne peut plus s'en passer (il y a quelques jours, j'ai lu sur un forum un commentaire d'une femme qui disait que si son mari n'etait pas là, elle n'aurait pas été capable d'accoucher!)
Bon sang!!!
Autrefois le papa avait le rôle de "séparer" mère et son enfant, pour qu'il devienne indépendant.
Mais pas n'importe comment!!!
Car, de nos jours, les papas semblent vouloir couper cette liaison le plus tôt possible (ce sont eux qui coupent le cordon ombillicaire -alors que ça devrait être la mère- et ce sont eux qui donnent le premier bain et qui, dans les cas de césariennes avec anéstésie générale, les reçoivent en premier et qui les présentent à sa maman!).
Si les mamans se sentent "indignes", à mon avis ce n'est pas parce que la sociéte les jugent, mais parce que, au fond d'elles-mêmes, elles savent que ce n'est pas naturel que ça se passe comme ça! Il faut être aveugle pour ignorer que nous nous comportons de manière tout à fait contraire aux animaux qui nous ressemblent!
La question de l'allaitement, par exemple.
Quelques-unes déclarent que c'est bon d'avoir un papa qui se lève la nuit pour donner le bibéron à leur bébé et lui changer la couche.
Les papas, eux, acceptent bien ce nouveau rôle.
Enfin, ça devient un acte culturel, pris comme naturel (lire un de mes derniers posts)
Mais je suis sûre que, si la nature leur permettait de le faire, les papas allaiteraient. Ils ne seraient pour le bibéron.
Chacun fait son choix, certes.
Mais, disons-le, les papas-poules font les mamans indignes.
Et vice-versa.
La formule LES PAPAS=LES MAMANS n'existe pas.
Ils faut absolument que chacun reste dans son rôle, car chacun à sa place, et cette place, même si elle se fait en même temps, ne se fait pas au même degré.
Il y a un temps que l'enfant veut plutôt maman, et un autre, beaucoup plus tard, qu'il veut plutôt papa.
Au début il n'aime que maman, et commence à connaître son papa.
Quand il cherche son papa, il n'a pas céssé d'aimer maman.
C'est comme ça que les choses se passent.
Pas différement, et surtout pas comme on veut bien.
Il faut agir conformément aux besoin de nos enfants, pas aux nôtres.
C'est là le Supérieur Intérêt de l'Enfant.
Les mamans, évidemment, se disent jugées par la société qui, du coup, les tiennent comme "indignes".
D'autres avouent que, dans ce "partage" elles ne touvent plus sa place.
Quelques-unes disent sentir qu'elles redeviennent des pères, au lieu d'être les mères.
Moi, en lisant tout ce qu'on dit à propos et tous ces commentaires, je ressents une forte compétition entre les hommes et les femmes, même au milieu familial.
J'ai l'impression que la femme, en demandant l'égalité -alors qu'elle voulait juste du respect et que le choix d'être mère et de rester au foyer pour s'occuper de ses enfants ne vienne que d'elle-même-, s'est masculinisée.
Puisque elle voulait prendre la place de l'homme, celui-ci a jugé qu'il pouvait aussi prendre sa place. Il se croit dans son bon droit.
Auparavant c'était la femme qui avait cette relation fusionnelle avec son bébé, l'homme se sentant écarté de cette fusion à deux. Maintenant c'est la femme qui se sent à l'écart, l'homme voulant se fusionner dès le début de la grossesse avec son bébé.
(ils sont fous, ou quoi?!!!).
Avant les femmes accouchaient sans avoir aucun besoin que le papa soit à leur côté. De nos jours on dirait que la femme ne peut plus s'en passer (il y a quelques jours, j'ai lu sur un forum un commentaire d'une femme qui disait que si son mari n'etait pas là, elle n'aurait pas été capable d'accoucher!)
Bon sang!!!
Autrefois le papa avait le rôle de "séparer" mère et son enfant, pour qu'il devienne indépendant.
Mais pas n'importe comment!!!
Car, de nos jours, les papas semblent vouloir couper cette liaison le plus tôt possible (ce sont eux qui coupent le cordon ombillicaire -alors que ça devrait être la mère- et ce sont eux qui donnent le premier bain et qui, dans les cas de césariennes avec anéstésie générale, les reçoivent en premier et qui les présentent à sa maman!).
Si les mamans se sentent "indignes", à mon avis ce n'est pas parce que la sociéte les jugent, mais parce que, au fond d'elles-mêmes, elles savent que ce n'est pas naturel que ça se passe comme ça! Il faut être aveugle pour ignorer que nous nous comportons de manière tout à fait contraire aux animaux qui nous ressemblent!
La question de l'allaitement, par exemple.
Quelques-unes déclarent que c'est bon d'avoir un papa qui se lève la nuit pour donner le bibéron à leur bébé et lui changer la couche.
Les papas, eux, acceptent bien ce nouveau rôle.
Enfin, ça devient un acte culturel, pris comme naturel (lire un de mes derniers posts)
Mais je suis sûre que, si la nature leur permettait de le faire, les papas allaiteraient. Ils ne seraient pour le bibéron.
Chacun fait son choix, certes.
Mais, disons-le, les papas-poules font les mamans indignes.
Et vice-versa.
La formule LES PAPAS=LES MAMANS n'existe pas.
Ils faut absolument que chacun reste dans son rôle, car chacun à sa place, et cette place, même si elle se fait en même temps, ne se fait pas au même degré.
Il y a un temps que l'enfant veut plutôt maman, et un autre, beaucoup plus tard, qu'il veut plutôt papa.
Au début il n'aime que maman, et commence à connaître son papa.
Quand il cherche son papa, il n'a pas céssé d'aimer maman.
C'est comme ça que les choses se passent.
Pas différement, et surtout pas comme on veut bien.
Il faut agir conformément aux besoin de nos enfants, pas aux nôtres.
C'est là le Supérieur Intérêt de l'Enfant.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
COMMENT PEUT-ON FAIRE AUTANT DE MAL À UNE FILLE QUI A DÉJÀ TANT SOUFFERT?!
Sarah Baker n'avait que 10 ans!
Sa mère l'a abandonnée quand elle était encore bébé.
Depuis, c'est son père qui l'a élevée.
Quand elle avait à peine 5 ans, on lui découvre un cancer des os.
Il a fallu l'amputer la jambe gauche et lui apprendre à marcher avec une prothèse.
Mais, quelque mois plus tard, c'est au poumon qu'on décèle une tumeur.
La chimiothérapie va endommager partiellemet l'appareil auditif de l'enfant, qui doit désormais s'équiper d'un appareil.
Mais le pire reste à venir.
Il y a deux ans, son père a rencontré quelqu'un sur internet, et a décidé de refaire sa vie.
Mais ce quelqu'un n'aime pas cette petite fille qui avait déjà tant souffert...
Sa belle-mère la maltraite, la renferme à clé dans sa chambre, parfois des journées entières.
On ne sait pas ce qui est arrivé vraiment à Sarah.
Mais c'est juste sa belle-mère qui va indiquer à la police l'endroit où l'on récupère les os de la fillette.
La femme dit que sa belle-fille serait morte dans son lit.
Qu'elle avait contracté un virus, ayant décédée après deux semaines d'agonie.
L'emmener à l'hôpital était hors de question, tenant compte leur situation -le père était en situation irrégulière, la belle-mère étant déjà signalée par les services sociaux- , donc, après le décès, ils avaient tous les deux, selon les paroles de cette femme, décidé de la couper et de faire disparaître le corps.
Même si c'était le cas, soit disant qu'ils étaient tous les deux dans une situation délicate, est-ce que la vie de cette pauvre fille ne vallait pas plus?
Est-ce que sa belle-mère est bien coupable, comme on le dit?
Et son père?
Cette fillette, après tout, voulait vivre.
Elle était râvie d'avoir trouvé, enfin, une maman.
Qu'a-t-elle fait pour mériter tout celà dans sa très courte vie?!
Sa mère l'a abandonnée quand elle était encore bébé.
Depuis, c'est son père qui l'a élevée.
Quand elle avait à peine 5 ans, on lui découvre un cancer des os.
Il a fallu l'amputer la jambe gauche et lui apprendre à marcher avec une prothèse.
Mais, quelque mois plus tard, c'est au poumon qu'on décèle une tumeur.
La chimiothérapie va endommager partiellemet l'appareil auditif de l'enfant, qui doit désormais s'équiper d'un appareil.
Mais le pire reste à venir.
Il y a deux ans, son père a rencontré quelqu'un sur internet, et a décidé de refaire sa vie.
Mais ce quelqu'un n'aime pas cette petite fille qui avait déjà tant souffert...
Sa belle-mère la maltraite, la renferme à clé dans sa chambre, parfois des journées entières.
On ne sait pas ce qui est arrivé vraiment à Sarah.
Mais c'est juste sa belle-mère qui va indiquer à la police l'endroit où l'on récupère les os de la fillette.
La femme dit que sa belle-fille serait morte dans son lit.
Qu'elle avait contracté un virus, ayant décédée après deux semaines d'agonie.
L'emmener à l'hôpital était hors de question, tenant compte leur situation -le père était en situation irrégulière, la belle-mère étant déjà signalée par les services sociaux- , donc, après le décès, ils avaient tous les deux, selon les paroles de cette femme, décidé de la couper et de faire disparaître le corps.
Même si c'était le cas, soit disant qu'ils étaient tous les deux dans une situation délicate, est-ce que la vie de cette pauvre fille ne vallait pas plus?
Est-ce que sa belle-mère est bien coupable, comme on le dit?
Et son père?
Cette fillette, après tout, voulait vivre.
Elle était râvie d'avoir trouvé, enfin, une maman.
Qu'a-t-elle fait pour mériter tout celà dans sa très courte vie?!
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
QUANDO UM(A) IRMÃ(O) MAIS VELHA(O) TEM DE CUIDAR DA(O) MAIS NOVA(O)!
Anteontem fui ao aniversário de uma sobrinha -da parte do meu actual companheiro- que havia completado, no passado dia 5, onze anos. Há cerca de um ano, morreu-lhes a mãe, e é a sua meia-irmã mais velha, que tem apenas 20 anos, quem se ocupa dela. É a sua única irmã. A mãe delas foi mãe de uma e de outra mais ou menos na altura em que eu fui mãe de ambas as minhas. Ela tinha uma diferença de quase seis anos de idade para mim.
Imaginei que, um dia destes, eu podia também desaparecer. Sei bem que a minha mais nova tem um pai, e que este até daria bem conta do recado, pelo menos no que diz respeito à alimentação, pois o meu companheiro cozinha, e muito bem... aliás, muito melhor do que eu!
No resto, seria mais difícil, pois ele está habituado a uma certa liberdade, que deixaria de ter.
E foi então que eu imaginei que, numa circunstância semelhante (ninguém está livre, e ninguém sabe o que nos reserva o dia de amanhã!), caberia à minha filhota, à minha Isabelinha, cuidar da sua mana mais nova.
A diferença de idade é quase aquela que separa estas duas irmãs: oito anos e três meses e tal, entre as minhas duas filhas.
Sei lá eu se, de hoje para amanhã, não tenho a minha mais velha incumbida de terminar a educação que eu, mal ou bem, tentei dar à mais nova?
É verdade, que, por força do destino, a minha mais velha teve de se tornar quase adulta... mas não passa de uma miúda que ainda vai fazer 14 anos!
Por incrível que pareça, a última vez que eu vi estas minhas sobrinhas, tinha a mais nova acabado de fazer 5 anos ( a idade da minha mais nova), e a mais velha tinha 14 ( a idade que, dentro de alguns meses, terá a minha mais velha).
Coisas do destino que, sei lá eu, me podem também estar destinadas.
Mas eu confio no meu companheiro (jamais lhe deixaria uma lista de coisas para fazer, como lhe deixou uma outra mãe, mas provavelmente lhe deixaria algumas recomendações verbais...), e sei que a minha filhota, aquela que eu trago ainda hoje no meu coração, se ocuparia muito bem da irmã!
Ainda há pouco tempo ela me dizia: ai de quem queira fazer mal à minha irmãzinha: há-de ter de se haver comigo!
E são apenas meias-irmãs, que apenas se vêem de tempos a outros...
em tempos de férias!
O sangue puxa, e como eu o sei!
Era eu ainda pequena -isto é o que me contaram- quando, estando eu no hospital para tratamentos, me aproximei de um miúdo que me fazia lembrar o meu irmãozinho mais novo. As enfermeiras quiseram afastar-me do rapazito, assim que viram a mãe aproximar-se, mas eu não arredava pé (enfim, eu não podia andar, pois sofria de raquitismo; o meu irmão, coitado, estava lá para ser operado ao coração).
Eis, então, que a mãe lhes diz:
"Não, deixem-na ficar. É a minha filha".
A senhora era, no fim de contas, a minha mãe.
Há algum tempo que não vivíamos juntas, mas era impossível esquecer que éramos, afinal, todos do mesmo sangue.
Aos que me me são fiéis e que me seguem, deixo aqui um abraço e uma mensagem: jamais renegueis aqueles que são do vosso próprio sangue, por pior que tenha sido o mal que essa pessoa vos tenha feito!
Bjs:)
Imaginei que, um dia destes, eu podia também desaparecer. Sei bem que a minha mais nova tem um pai, e que este até daria bem conta do recado, pelo menos no que diz respeito à alimentação, pois o meu companheiro cozinha, e muito bem... aliás, muito melhor do que eu!
No resto, seria mais difícil, pois ele está habituado a uma certa liberdade, que deixaria de ter.
E foi então que eu imaginei que, numa circunstância semelhante (ninguém está livre, e ninguém sabe o que nos reserva o dia de amanhã!), caberia à minha filhota, à minha Isabelinha, cuidar da sua mana mais nova.
A diferença de idade é quase aquela que separa estas duas irmãs: oito anos e três meses e tal, entre as minhas duas filhas.
Sei lá eu se, de hoje para amanhã, não tenho a minha mais velha incumbida de terminar a educação que eu, mal ou bem, tentei dar à mais nova?
É verdade, que, por força do destino, a minha mais velha teve de se tornar quase adulta... mas não passa de uma miúda que ainda vai fazer 14 anos!
Por incrível que pareça, a última vez que eu vi estas minhas sobrinhas, tinha a mais nova acabado de fazer 5 anos ( a idade da minha mais nova), e a mais velha tinha 14 ( a idade que, dentro de alguns meses, terá a minha mais velha).
Coisas do destino que, sei lá eu, me podem também estar destinadas.
Mas eu confio no meu companheiro (jamais lhe deixaria uma lista de coisas para fazer, como lhe deixou uma outra mãe, mas provavelmente lhe deixaria algumas recomendações verbais...), e sei que a minha filhota, aquela que eu trago ainda hoje no meu coração, se ocuparia muito bem da irmã!
Ainda há pouco tempo ela me dizia: ai de quem queira fazer mal à minha irmãzinha: há-de ter de se haver comigo!
E são apenas meias-irmãs, que apenas se vêem de tempos a outros...
em tempos de férias!
O sangue puxa, e como eu o sei!
Era eu ainda pequena -isto é o que me contaram- quando, estando eu no hospital para tratamentos, me aproximei de um miúdo que me fazia lembrar o meu irmãozinho mais novo. As enfermeiras quiseram afastar-me do rapazito, assim que viram a mãe aproximar-se, mas eu não arredava pé (enfim, eu não podia andar, pois sofria de raquitismo; o meu irmão, coitado, estava lá para ser operado ao coração).
Eis, então, que a mãe lhes diz:
"Não, deixem-na ficar. É a minha filha".
A senhora era, no fim de contas, a minha mãe.
Há algum tempo que não vivíamos juntas, mas era impossível esquecer que éramos, afinal, todos do mesmo sangue.
Aos que me me são fiéis e que me seguem, deixo aqui um abraço e uma mensagem: jamais renegueis aqueles que são do vosso próprio sangue, por pior que tenha sido o mal que essa pessoa vos tenha feito!
Bjs:)
domingo, 6 de fevereiro de 2011
ET C'EST ENCORE "MADAME" QUI DOIT SE SACRIFIER!
* 40 % des enfants N’ONT PAS MAINTENU DE LIENS réguliers avec le parent
qui n’avait pas la garde, à savoir le plus souvent LE PERE. 90% l’ont toutefois retrouvé plus tard.
* Après la séparation, le père ou la mère ont retrouvé UN PARTENAIRE, avec qui ils étaient d’ailleurs souvent déjà avant la séparation... Toutefois, beaucoup plus de MERES (34%) que de pères (16%) RESTENT SEULES après la séparation, afin de protéger les enfants ou par fidélité pour l’ex-mari. Beaucoup plus de mères encore que de pères n’ont pas eu d’autres enfants après la séparation.
* Le nouveau partenaire n’est pas facilement et rapidement accepté. Qu’il s’agisse d’un beau-père (46% d’opinions négatives) ou d’une belle-mère (58% d’opinion négatives) , tout contact est souvent catégoriquement refusé par l’enfant ou lorsqu’il y a contact, celui-ci est mauvais. La belle-mère … profite financièrement de la situation du père ou ne supporte pas que le père ait eu une vie familiale avant elle… Les rapports avec le beau-père ou la belle-mère peuvent pourtant être bons : « Il prend soin
de ma mère et se comporte comme un vrai papa avec mon petit frère qui ne connait pas notre père, et c'est un ami pour nous ».
FONTE: http://www.parent-solo.fr/
Eh bien, si 40% n'ont pas eu un contact régulier avec le parent qui n'avait pas la garde, ça veut dire -c'est notre conclusion- que 60% l'avaient! La réalité n'est pas donc ce qu'on en dit!
On le savait déjà, ce sont les hommes qui se remettent plus souvent et plus rapidement en couple. J'ai pourtant, lu quelque part que, de nos jours, ce sont plutôt les femmes qui demandent le divorce. Or, si ce n'est pas pour se remettre en couple avec quelqu'un d'autre, il se peut que ce soit parce que les choses n'allaient plus très bien dans le couple. Il se peut que ce soit la faute à tous les deux, mais il se peut aussi -dans un bon nombre de cas- que ce soit l'homme à donner le pretexte.
C'est au moment que l'homme se remet en couple, qu'il demande la garde partagée. Si ce n'est pas sur sa nouvelle compagne,l'homme peut toujours compter sur sa famille, particulièrement sa mère.
En regardant cette entrevue, si d'une part les enquêtés aimeraient que ses
parents ne s'etaient jamais séparés, d'une autre part ils estiment qu'ils ne doivent pas rester seuls. Pourtant, ils ont du mal à accepter leur beau-père ou belle-mère, et aimeraient que ses parents -souvent le père- ne se remettent tout de suite en couple.
Quoi que se soit, ils estiment qu'il serait bien de faire la garde alternée, les parents vivant dans la même ville. N'oublions pas que la plupart de ses enfants de parents divorcés avoue avoir toujours rêvé, au moins pendants quelques années, que ses parents se remettent en couple, donc c'est naturel qu'ils soient en accord avec cette modalité de garde.
Un bon nombre de femmes enquêtées, déjà mamans (elles-mêmes filles de parents divorcés) se dit pour la garde alternée. C'est bien intéressant, car on généralise l'idée que les mamans sont, dans la plupart des cas, contre, alors que ce n'est pas vrai.
Mais, on le sait bien, la garde alternée demande une bonne entente et que les deux se trouvent en proximité l'un de l'autre.
Je lis souvent bien de commentaires ou les nouvelles compagnes d'un homme disent que "madame" veut ceci et "madame" veut celà. Ces belles-mères se demandent pourquoi "madame" ne reste pas, son nouveau compagnon devant venir la rejoindre.
La loi dit que si un des parents démenage, les enfants seront à la garde de celui qui reste. Sachant que, dans la plupart des cas, c'est la femme qui accompagne l'homme, et très rarement le contraire, ça sera à "madame" de se sacrifier.
Et c'est "madame" -elle qui, dans d'autres cas bien connus, avait déjà sacrifié une carrière pour se dévouer à sa famille- qui doit retrouver le travail, parfois deux ou trois, pour permettre à ses enfants la vie qu'ils méritent. "Madame" n'a pas le temps de se remettre en couple, et même si elle le fait, elle n'a pas une vie aussi facile que monsieur.
Et cette vie, chère belle-mère, pourra bientôt être la vôtre.
Quelqu'une d'autre vous rapprochera ceci et cela, vous demandera ce qu'elle même ne veut pas faire. Eh oui, à vous "madame"!
On ne le sait jamais...
qui n’avait pas la garde, à savoir le plus souvent LE PERE. 90% l’ont toutefois retrouvé plus tard.
* Après la séparation, le père ou la mère ont retrouvé UN PARTENAIRE, avec qui ils étaient d’ailleurs souvent déjà avant la séparation... Toutefois, beaucoup plus de MERES (34%) que de pères (16%) RESTENT SEULES après la séparation, afin de protéger les enfants ou par fidélité pour l’ex-mari. Beaucoup plus de mères encore que de pères n’ont pas eu d’autres enfants après la séparation.
* Le nouveau partenaire n’est pas facilement et rapidement accepté. Qu’il s’agisse d’un beau-père (46% d’opinions négatives) ou d’une belle-mère (58% d’opinion négatives) , tout contact est souvent catégoriquement refusé par l’enfant ou lorsqu’il y a contact, celui-ci est mauvais. La belle-mère … profite financièrement de la situation du père ou ne supporte pas que le père ait eu une vie familiale avant elle… Les rapports avec le beau-père ou la belle-mère peuvent pourtant être bons : « Il prend soin
de ma mère et se comporte comme un vrai papa avec mon petit frère qui ne connait pas notre père, et c'est un ami pour nous ».
FONTE: http://www.parent-solo.fr/
Eh bien, si 40% n'ont pas eu un contact régulier avec le parent qui n'avait pas la garde, ça veut dire -c'est notre conclusion- que 60% l'avaient! La réalité n'est pas donc ce qu'on en dit!
On le savait déjà, ce sont les hommes qui se remettent plus souvent et plus rapidement en couple. J'ai pourtant, lu quelque part que, de nos jours, ce sont plutôt les femmes qui demandent le divorce. Or, si ce n'est pas pour se remettre en couple avec quelqu'un d'autre, il se peut que ce soit parce que les choses n'allaient plus très bien dans le couple. Il se peut que ce soit la faute à tous les deux, mais il se peut aussi -dans un bon nombre de cas- que ce soit l'homme à donner le pretexte.
C'est au moment que l'homme se remet en couple, qu'il demande la garde partagée. Si ce n'est pas sur sa nouvelle compagne,l'homme peut toujours compter sur sa famille, particulièrement sa mère.
En regardant cette entrevue, si d'une part les enquêtés aimeraient que ses
parents ne s'etaient jamais séparés, d'une autre part ils estiment qu'ils ne doivent pas rester seuls. Pourtant, ils ont du mal à accepter leur beau-père ou belle-mère, et aimeraient que ses parents -souvent le père- ne se remettent tout de suite en couple.
Quoi que se soit, ils estiment qu'il serait bien de faire la garde alternée, les parents vivant dans la même ville. N'oublions pas que la plupart de ses enfants de parents divorcés avoue avoir toujours rêvé, au moins pendants quelques années, que ses parents se remettent en couple, donc c'est naturel qu'ils soient en accord avec cette modalité de garde.
Un bon nombre de femmes enquêtées, déjà mamans (elles-mêmes filles de parents divorcés) se dit pour la garde alternée. C'est bien intéressant, car on généralise l'idée que les mamans sont, dans la plupart des cas, contre, alors que ce n'est pas vrai.
Mais, on le sait bien, la garde alternée demande une bonne entente et que les deux se trouvent en proximité l'un de l'autre.
Je lis souvent bien de commentaires ou les nouvelles compagnes d'un homme disent que "madame" veut ceci et "madame" veut celà. Ces belles-mères se demandent pourquoi "madame" ne reste pas, son nouveau compagnon devant venir la rejoindre.
La loi dit que si un des parents démenage, les enfants seront à la garde de celui qui reste. Sachant que, dans la plupart des cas, c'est la femme qui accompagne l'homme, et très rarement le contraire, ça sera à "madame" de se sacrifier.
Et c'est "madame" -elle qui, dans d'autres cas bien connus, avait déjà sacrifié une carrière pour se dévouer à sa famille- qui doit retrouver le travail, parfois deux ou trois, pour permettre à ses enfants la vie qu'ils méritent. "Madame" n'a pas le temps de se remettre en couple, et même si elle le fait, elle n'a pas une vie aussi facile que monsieur.
Et cette vie, chère belle-mère, pourra bientôt être la vôtre.
Quelqu'une d'autre vous rapprochera ceci et cela, vous demandera ce qu'elle même ne veut pas faire. Eh oui, à vous "madame"!
On ne le sait jamais...
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
SI UN JOUR TU TE TROUVES EN PRISON, TU NE T'EN SORTIRAS PLUS!
CAR LES PAPIERS ADMINISTRATIFS TE LE DEMANDENT:
Situations particulières
* Etes-vous dans une des situations suivantes ?
- Artiste non salarié
- Marin pêcheur sur un bateau de moins de 50 tonneaux ou de 25 mètres (ou moins)
- Expatrié non affilié au régime d’assurance chômage
- Docker occasionnel justifant de 130 à 173 vacations
- Détenu récemment libéré
(inscription sur le site Pôle Emploi)
ET IL Y EN A PLEIN D'AUTRES EXEMPLES!
Situations particulières
* Etes-vous dans une des situations suivantes ?
- Artiste non salarié
- Marin pêcheur sur un bateau de moins de 50 tonneaux ou de 25 mètres (ou moins)
- Expatrié non affilié au régime d’assurance chômage
- Docker occasionnel justifant de 130 à 173 vacations
- Détenu récemment libéré
(inscription sur le site Pôle Emploi)
ET IL Y EN A PLEIN D'AUTRES EXEMPLES!
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
O ESTIGMA DAS FAMÍLIAS MONOPARENTAIS
As famílias monoparentais, regra geral compostas por uma mulher e os seus filhos, são tidas como famílias desestruturadas.
Porém, muitas são as crianças criadas e educadas somente pelas mães que, à custa de muitos sacrifícios e de muito suor da parte desta, se fizeram cidadãos e cidadãs honestos(as) e trabalhadores(as).
Não se poderá dizer o mesmo de umas quantas crianças que viveram no seio de famílias ditas "normais", em que ambos os pais estavam presentes.
Acreditar que a guarda conjunta, contrapondo-se à guarda exclusiva, é a única que garante um desenvolvimento saudável da criança é ser demasiado ingènuo. Já se percebeu que, em muitos casos, a sua aplicação -sobretudo quando imposta- redunda num enorme fracasso.
Hoje temos crianças oriundas dos mais variados meios desestruturados, não necessariamente de famílias monogâmicas. Estou mesmo em crer que poucas serão aquelas que se enquadram neste grupo.
Até porque, na natureza, o que vemos mais é crias que são cuidadas e educadas somente pelas progenitoras, e ninguém nunca pôs -nem põe- em causa as competências destas.
Não vejo, pois, razão para estigmatizar as mães que vivam sozinhas com os filhos. Serão elas menos competentes que as suas congéneres?
No fim de contas, tudo parte da educação e do amor que damos aos nossos filhos. Do quanto privilegiamos, de facto, o seu superior interesse.
E isso as outras progenitoras fazem-no maravilhosamente bem.
Estou certa que a progenitora humana também.
Porém, muitas são as crianças criadas e educadas somente pelas mães que, à custa de muitos sacrifícios e de muito suor da parte desta, se fizeram cidadãos e cidadãs honestos(as) e trabalhadores(as).
Não se poderá dizer o mesmo de umas quantas crianças que viveram no seio de famílias ditas "normais", em que ambos os pais estavam presentes.
Acreditar que a guarda conjunta, contrapondo-se à guarda exclusiva, é a única que garante um desenvolvimento saudável da criança é ser demasiado ingènuo. Já se percebeu que, em muitos casos, a sua aplicação -sobretudo quando imposta- redunda num enorme fracasso.
Hoje temos crianças oriundas dos mais variados meios desestruturados, não necessariamente de famílias monogâmicas. Estou mesmo em crer que poucas serão aquelas que se enquadram neste grupo.
Até porque, na natureza, o que vemos mais é crias que são cuidadas e educadas somente pelas progenitoras, e ninguém nunca pôs -nem põe- em causa as competências destas.
Não vejo, pois, razão para estigmatizar as mães que vivam sozinhas com os filhos. Serão elas menos competentes que as suas congéneres?
No fim de contas, tudo parte da educação e do amor que damos aos nossos filhos. Do quanto privilegiamos, de facto, o seu superior interesse.
E isso as outras progenitoras fazem-no maravilhosamente bem.
Estou certa que a progenitora humana também.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
IRS: PARA AS FINANÇAS, UMA CRIANÇA NÃO PODE FAZER PARTE, SIMULTANEAMENTE, DE DOIS AGREGADOS FAMILIARES!
Faz sentido, a bem da verdade!!!!
Pois é, as coisas não são tão simples assim...
Partilhada mas não tanto
2008-04-13
Inês Cardoso, e Lucília Tiago
Quando se dirigiu às Finanças, no final do ano passado, Júlio S. contava resolver rapidamente uma rotina comum após a compra de casa pedir isenção do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI). A resposta que ouviu, contudo, deixou-o surpreendido. Não lhe concederam o benefício fiscal, explicando-lhe que tinha irregularidades no IRS. Só dois anos depois de se ter divorciado Júlio descobriu que, apesar da figura da guarda conjunta dos filhos estar consagrada juridicamente, a Administração Fiscal não a reconhece.
"Para a máquina fiscal, não é possível ambos termos os filhos como dependentes, mesmo havendo uma decisão do tribunal que consagra a plena partilha de despesas", explica. O acordo de regulação do poder paternal sobre os dois filhos de Júlio, hoje com nove e seis anos, atribui exactamente metade do tempo com cada um dos pais. E também as despesas são repartidas o documento especifica ao pormenor qual o montante das prestações da escola e actividades extracurriculares que cada um paga. Por isso mesmo não foi atribuída - e para Júlio "não faria sentido" - qualquer pensão de alimentos.
Da parte das Finanças, recebeu o "conselho" de fazer uma "divisão" dos filhos, apenas para efeitos fiscais. Entende que essa não é a solução e que se trata de uma questão de princípio. "E os casais que têm apenas um filho, como fazem?", questiona.
"Não queremos ser beneficiamos nem ter deduções superiores às de outros contribuintes", esclarece Júlio. "Apenas ver reconhecida, nem que seja através da criação de um escalão específico, uma situação de facto consagrada pelo tribunal".
Do lado da Administração Fiscal, contudo, a realidade é diferente, não havendo ainda respostas tão flexíveis. Independentemente de partilharem ou não despesas, o Código do IRS é claro ao definir que os dependentes "não podem simultaneamente fazer parte de mais de um agregado familiar". Ou seja, na prática os filhos só podem constar da declaração de rendimentos de um dos pais, assim como a totalidade das despesas que lhes digam respeito.
FONTE: http://www.jn.pt/paginainicial/interior.aspx?content_id=931963&page=2
Pois é, as coisas não são tão simples assim...
Partilhada mas não tanto
2008-04-13
Inês Cardoso, e Lucília Tiago
Quando se dirigiu às Finanças, no final do ano passado, Júlio S. contava resolver rapidamente uma rotina comum após a compra de casa pedir isenção do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI). A resposta que ouviu, contudo, deixou-o surpreendido. Não lhe concederam o benefício fiscal, explicando-lhe que tinha irregularidades no IRS. Só dois anos depois de se ter divorciado Júlio descobriu que, apesar da figura da guarda conjunta dos filhos estar consagrada juridicamente, a Administração Fiscal não a reconhece.
"Para a máquina fiscal, não é possível ambos termos os filhos como dependentes, mesmo havendo uma decisão do tribunal que consagra a plena partilha de despesas", explica. O acordo de regulação do poder paternal sobre os dois filhos de Júlio, hoje com nove e seis anos, atribui exactamente metade do tempo com cada um dos pais. E também as despesas são repartidas o documento especifica ao pormenor qual o montante das prestações da escola e actividades extracurriculares que cada um paga. Por isso mesmo não foi atribuída - e para Júlio "não faria sentido" - qualquer pensão de alimentos.
Da parte das Finanças, recebeu o "conselho" de fazer uma "divisão" dos filhos, apenas para efeitos fiscais. Entende que essa não é a solução e que se trata de uma questão de princípio. "E os casais que têm apenas um filho, como fazem?", questiona.
"Não queremos ser beneficiamos nem ter deduções superiores às de outros contribuintes", esclarece Júlio. "Apenas ver reconhecida, nem que seja através da criação de um escalão específico, uma situação de facto consagrada pelo tribunal".
Do lado da Administração Fiscal, contudo, a realidade é diferente, não havendo ainda respostas tão flexíveis. Independentemente de partilharem ou não despesas, o Código do IRS é claro ao definir que os dependentes "não podem simultaneamente fazer parte de mais de um agregado familiar". Ou seja, na prática os filhos só podem constar da declaração de rendimentos de um dos pais, assim como a totalidade das despesas que lhes digam respeito.
FONTE: http://www.jn.pt/paginainicial/interior.aspx?content_id=931963&page=2
ELES PARTILHARAM, E FORAM FELIZES PARA SEMPRE!
Era uma vez...
Um homem e uma mulher.
Num belo dia (belo como quem diz) esse homem e essa mulher encontraram-se, e logo à 1ª, conheceram-se*.
Passado muito pouco tempo, decidiram viver juntos.
Eles tinham tudo em comum.
Algum tempo depois, nasceu o fruto do seu amor.
Mas, não muito tempo depois, ainda o fruto era tão verdinho, o homem e a mulher decidiram separar-se.
Um e outro se recompuseram ** e, de acordo com as normas e as leis vigentes, resolveram encurtar ao máximo as distâncias, em prol do superior interesse do fruto que haviam tido.
Assim, passaram todos a viver na mesma casa, juntando os frutos de uns e de outros numa bela salada russa.
E viveram todos muito felizes.
* descobriram as afinidades sexuais
** formaram uma nova família
Um homem e uma mulher.
Num belo dia (belo como quem diz) esse homem e essa mulher encontraram-se, e logo à 1ª, conheceram-se*.
Passado muito pouco tempo, decidiram viver juntos.
Eles tinham tudo em comum.
Algum tempo depois, nasceu o fruto do seu amor.
Mas, não muito tempo depois, ainda o fruto era tão verdinho, o homem e a mulher decidiram separar-se.
Um e outro se recompuseram ** e, de acordo com as normas e as leis vigentes, resolveram encurtar ao máximo as distâncias, em prol do superior interesse do fruto que haviam tido.
Assim, passaram todos a viver na mesma casa, juntando os frutos de uns e de outros numa bela salada russa.
E viveram todos muito felizes.
* descobriram as afinidades sexuais
** formaram uma nova família
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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
O NOVO PAI: UM PAPEL NATURAL, OU CULTURAL?
Dizem os homens - e acreditam mesmo- que uma mãe só tem vantagem sobre o pai durante o período da gravidez e o período da amamentação (muitos preferem substituir este último período pelo biberão, de forma a encurtar essa vantagem). A partir daí, dizem eles, ambos estão em igualdade.
Santa ignorância!
Nos últimos tempos tem-se questionado o papel da mãe.
Muitos são os que acreditam que não existe nenhum instinto maternal, tão pouco existe um vínculo inicial.
Então, e o novo pai?
Será ele um produto 100& natural, ou imposto pela nova ordem social?
Não é difícil saber a resposta: basta olhar para as restantes espécies (deixem os peixinhos e as aves em paz, sim?), para perceber qual dos nossos comportamentos é natural, e qual o que é artificial.
Machos e fêmeas têm um comportamento diferente.
Sobretudo em relação às crias que se encontram, maioritariamente, aos cuidados da progenitora.
Na natureza, persiste a ordem natural.
E connosco, como é que se passa?
Num dos meus últimos posts, percebemos que a maioria dos homens acompanha a mulher durante a gravidez e o trabalho de parto não por uma vontade vinda deles próprios, mas mais porque a própria mulher lhes pediu (ou exigiu!) e a sociedade -equipa médica, família e outros quantos- lhes cobra esse comportamento.
Ora eu pergunto: será natural, tanto mais que a mulher, à semelhança do que acontece nas demais espécies que nos são semelhantes, prefere dar à luz num meio isolado, no qual ela terá um total contrôle?
E depois dizem que a criança nasceu de parto normal, quando o parto nada teve de normal!!! E quem fala no parto, fala no resto...
Diz-se, por aí, que as mulheres, enquanto mães, carregam uma herança cultural, que ainda persiste e que as penaliza.
A crer no que dizem, nada nelas é natural.
Forçosamente terão de adoptar um outro comportamento.
Uma mulher que se desprenda do seu filho (quanto mais cedo melhor!) é considerada uma mulher amadurecida, moderna, dos nossos dias.
Pelo contrário, pede-se ao pai moderno que se prenda mais.
A cultura do novo pai ganha uma falsa naturalidade.
A questão que se impõe é:
Até onde podemos nós alterar a nossa natureza?
E que consequências isso nos traz?
Principalmente importa perceber até que ponto os nossos filhos suportam o papel da mãe desprendida, e do pai que lhe toma o lugar.
Será que outras crias, habituadas a uma outra ordem natural, o suportariam?
"De plus en plus souvent, l’implication est tellement forte que dès la naissance du premier enfant, le père referme la porte de sa jeunesse, tous les espaces "masculins" qu'il avait réussi à préserver même pendant sa vie de couple, disparaissent... l'homme impliqué dans la vie au quotidien avec bébé, n'a plus le temps de voir ses copains, de pratiquer un sport, d'assouvir sa passion.
Et beaucoup d'hommes en souffrent en secret.
La conséquence se traduit en chiffres par une augmentation des séparations des couples peu après la naissance du premier enfant.
Il est ainsi capital que l’homme tout en s’investissant dans son rôle de père, parvienne à conserver son identité propre, ses loisirs… un homme ne peut sur le long terme aller contre sa nature, s'il a besoin de s'évader un peu de temps à autres, la venue d'un enfant ne doit pas mettre définitivement un terme à cela.(...)"
(ver o meu post SÍNDROME DE COUVADE)
LEITURA ACONSELHADA:
« Mise en garde contre la systématisation du « faire » », Spirale 4/2006 (no 40), p. 117-120.
Santa ignorância!
Nos últimos tempos tem-se questionado o papel da mãe.
Muitos são os que acreditam que não existe nenhum instinto maternal, tão pouco existe um vínculo inicial.
Então, e o novo pai?
Será ele um produto 100& natural, ou imposto pela nova ordem social?
Não é difícil saber a resposta: basta olhar para as restantes espécies (deixem os peixinhos e as aves em paz, sim?), para perceber qual dos nossos comportamentos é natural, e qual o que é artificial.
Machos e fêmeas têm um comportamento diferente.
Sobretudo em relação às crias que se encontram, maioritariamente, aos cuidados da progenitora.
Na natureza, persiste a ordem natural.
E connosco, como é que se passa?
Num dos meus últimos posts, percebemos que a maioria dos homens acompanha a mulher durante a gravidez e o trabalho de parto não por uma vontade vinda deles próprios, mas mais porque a própria mulher lhes pediu (ou exigiu!) e a sociedade -equipa médica, família e outros quantos- lhes cobra esse comportamento.
Ora eu pergunto: será natural, tanto mais que a mulher, à semelhança do que acontece nas demais espécies que nos são semelhantes, prefere dar à luz num meio isolado, no qual ela terá um total contrôle?
E depois dizem que a criança nasceu de parto normal, quando o parto nada teve de normal!!! E quem fala no parto, fala no resto...
Diz-se, por aí, que as mulheres, enquanto mães, carregam uma herança cultural, que ainda persiste e que as penaliza.
A crer no que dizem, nada nelas é natural.
Forçosamente terão de adoptar um outro comportamento.
Uma mulher que se desprenda do seu filho (quanto mais cedo melhor!) é considerada uma mulher amadurecida, moderna, dos nossos dias.
Pelo contrário, pede-se ao pai moderno que se prenda mais.
A cultura do novo pai ganha uma falsa naturalidade.
A questão que se impõe é:
Até onde podemos nós alterar a nossa natureza?
E que consequências isso nos traz?
Principalmente importa perceber até que ponto os nossos filhos suportam o papel da mãe desprendida, e do pai que lhe toma o lugar.
Será que outras crias, habituadas a uma outra ordem natural, o suportariam?
"De plus en plus souvent, l’implication est tellement forte que dès la naissance du premier enfant, le père referme la porte de sa jeunesse, tous les espaces "masculins" qu'il avait réussi à préserver même pendant sa vie de couple, disparaissent... l'homme impliqué dans la vie au quotidien avec bébé, n'a plus le temps de voir ses copains, de pratiquer un sport, d'assouvir sa passion.
Et beaucoup d'hommes en souffrent en secret.
La conséquence se traduit en chiffres par une augmentation des séparations des couples peu après la naissance du premier enfant.
Il est ainsi capital que l’homme tout en s’investissant dans son rôle de père, parvienne à conserver son identité propre, ses loisirs… un homme ne peut sur le long terme aller contre sa nature, s'il a besoin de s'évader un peu de temps à autres, la venue d'un enfant ne doit pas mettre définitivement un terme à cela.(...)"
(ver o meu post SÍNDROME DE COUVADE)
LEITURA ACONSELHADA:
« Mise en garde contre la systématisation du « faire » », Spirale 4/2006 (no 40), p. 117-120.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
JE FAIS DES ENFANTS AVEC QUI JE VEUX, QUAND JE VEUX!
Ah, ça se sont les feministes qui le disent, vous me le direz.
Eh bien, vous vous trompez. Ça, se sont les hommes qui le disent.
Au moins ceux qui font partie d'une certaine association (pour les hommes, bien sûr), qui défend le droit de réjeter la paternité d'un enfant à venir.
Je crois que ce droit, ils l'ont déjà.
A moins qu'il veulent le droit de faire une femme avorter, s'ils sont bien décidés à ne pas avoir d'enfants à ce moment là...
Ce qui est en question pour eux, ce sont les femmes qui leurs disent qu'elles prennent la pilule, et qui tombent enceintes après une relation passagère, voire d'un soir.
Je suis d'accord: ce n'est pas bien de leur dire une chose, alors qu'elles veulent une autre. Mais, messieurs, notre nature n'est pas tout à fait la vôtre, bien au contraire. Donc c'est bien normal qu'on ait -nous, les femmes- ce désir de grossesse.
Un homme peut devenir père, tout aussi comme la femme peut devenir mère. Mais il ne peut pas avoir une grossesse. Même si on pretend que la grossesse se vit à deux, seule la femme la vit. L'homme vit la grossesse de sa femme, à sa manière. Mais il ne peut pas savoir ce que c'est de la vivre vraiment, d'en avoir le désir.
Alors, messieurs, si vous ne voulez pas qu'une femme -la vôtre ou une autre- tombe enceinte, mieux vaut que vous ne faites rien avec cette femme. Si vous ne voulez pas d'enfants, ne faites rien.
Car vous ne pouvez pas empêcher notre désir de grossesse. C'est dans notre nature. La plupart de nous pense à autre chose que le sexe, vous le saviez?
Si nous ne pensions qu'à ça, nous ne serions plus des femmes:
nous nous aurions transformé en hommes!
Si vous ne voulez que du sexe, vous n'avez qu'à trouver un autre homme.
Car. messieurs, la nature ça se change pas.
"Ao longo da nossa história evolucionária, homens e mulheres defrontaram diferentes oportunidades e constrangimentos. Para o homem o sexo casual com uma estranha representava um risco menor – infecção, descoberta pela mulher – e uma grande recompensa potencial: a adição a baixo custo de mais uma criança ao seu património genético. Os homens que agarraram tais oportunidades deixaram certamente mais descendentes do que os homens que o não fizeram. Por isso, e uma vez que por definição somos descendentes dos antepassados mais prolíficos, torna-se razoável defender que os homens modernos possuem traços de oportunismo sexual. Praticamente todos os machos mamíferos o possuem, mesmo aqueles que são predominantemente monogâmicos. O que não quer dizer que todos os homens sejam irremediavelmente promíscuos ou que todo o homem seja um potencial violador; apenas que os homens são mais facilmente tentados pelas oportunidades do sexo ocasional do que as mulheres."
Matt Ridley, Red Queen
(ver o post DIREITOS IGUAIS, CONSOANTE AS DIFERENÇAS E AS NECESSIDADES)
Eh bien, vous vous trompez. Ça, se sont les hommes qui le disent.
Au moins ceux qui font partie d'une certaine association (pour les hommes, bien sûr), qui défend le droit de réjeter la paternité d'un enfant à venir.
Je crois que ce droit, ils l'ont déjà.
A moins qu'il veulent le droit de faire une femme avorter, s'ils sont bien décidés à ne pas avoir d'enfants à ce moment là...
Ce qui est en question pour eux, ce sont les femmes qui leurs disent qu'elles prennent la pilule, et qui tombent enceintes après une relation passagère, voire d'un soir.
Je suis d'accord: ce n'est pas bien de leur dire une chose, alors qu'elles veulent une autre. Mais, messieurs, notre nature n'est pas tout à fait la vôtre, bien au contraire. Donc c'est bien normal qu'on ait -nous, les femmes- ce désir de grossesse.
Un homme peut devenir père, tout aussi comme la femme peut devenir mère. Mais il ne peut pas avoir une grossesse. Même si on pretend que la grossesse se vit à deux, seule la femme la vit. L'homme vit la grossesse de sa femme, à sa manière. Mais il ne peut pas savoir ce que c'est de la vivre vraiment, d'en avoir le désir.
Alors, messieurs, si vous ne voulez pas qu'une femme -la vôtre ou une autre- tombe enceinte, mieux vaut que vous ne faites rien avec cette femme. Si vous ne voulez pas d'enfants, ne faites rien.
Car vous ne pouvez pas empêcher notre désir de grossesse. C'est dans notre nature. La plupart de nous pense à autre chose que le sexe, vous le saviez?
Si nous ne pensions qu'à ça, nous ne serions plus des femmes:
nous nous aurions transformé en hommes!
Si vous ne voulez que du sexe, vous n'avez qu'à trouver un autre homme.
Car. messieurs, la nature ça se change pas.
"Ao longo da nossa história evolucionária, homens e mulheres defrontaram diferentes oportunidades e constrangimentos. Para o homem o sexo casual com uma estranha representava um risco menor – infecção, descoberta pela mulher – e uma grande recompensa potencial: a adição a baixo custo de mais uma criança ao seu património genético. Os homens que agarraram tais oportunidades deixaram certamente mais descendentes do que os homens que o não fizeram. Por isso, e uma vez que por definição somos descendentes dos antepassados mais prolíficos, torna-se razoável defender que os homens modernos possuem traços de oportunismo sexual. Praticamente todos os machos mamíferos o possuem, mesmo aqueles que são predominantemente monogâmicos. O que não quer dizer que todos os homens sejam irremediavelmente promíscuos ou que todo o homem seja um potencial violador; apenas que os homens são mais facilmente tentados pelas oportunidades do sexo ocasional do que as mulheres."
Matt Ridley, Red Queen
(ver o post DIREITOS IGUAIS, CONSOANTE AS DIFERENÇAS E AS NECESSIDADES)
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domingo, 30 de janeiro de 2011
UN PAPA PAUMÉ, LÂCHE ET ÉGOCENTRISTE, SELON XAVIER DE MOULINS
"J'adore les femmes enceintes"
(Xavier de Moulins)
Xavier De Moulins, présentateur du “19.45” sur M6 publie son premier roman, “Un coup à prendre”, narrant l’histoire d’un homme, séparé de sa femme et qui va devoir s’occuper une semaine sur deux de ses filles… Une réflexion sur la paternité inspiré de la vie du journaliste sans être autobiographique (“Cela reste une fiction” précise l’intéressé). Il décrit son personnage comme “un papa paumé, lâche et égocentrique.” (TRADUTION: "Um pai caloteiro, covarde e egoísta.")
FONTE: http://teleobs.nouvelobs.com/
L’histoire. Après dix ans de mariage, Antoine Duhamel a décidé de quitter sa femme...
Xavier de Moulins (© DR) (© DR)
L’histoire. Après dix ans de mariage, Antoine Duhamel a décidé de quitter sa femme. Depuis les naissances de leurs filles, sa relation avec Alice n’a plus grand-chose à voir avec le couple dynamique, sexy et amoureux des débuts. C’est pourtant bien par amour qu’il avait accepté de s’engouffrer dans « la spirale d’une paternité à rebrousse-poil ». Déplorable faiblesse. Alma et Claire l’ont relégué à l’arrière-plan, lui ont volé Alice. Pire, elles l’ont défigurée, obligeant leur papa à prendre une maîtresse – après tout, il ne s’était pas marié avec une grosse femme pleine de cernes. Il lui aura fallu plusieurs années avant d’oser mettre fin à la comédie du père modèle et du mari fidèle. Mais « les pires, ce sont les pères de famille respectables qui ont la trouille de quitter leur petit confort ». Voilà en tout cas ce dont Antoine a réussi à se convaincre, pour légitimer sa fuite. Sauf qu’il n’en reste pas moins père: une semaine sur deux, seul avec ses filles.
Sur le même sujet
28 janvier - Rencontre avec Xavier de Moulins (75009)
L’auteur. Xavier de Moulins est journaliste. Après avoir été pigiste pour « le Monde », « Vogue » ou « les Inrockuptibles », il apparaît à l'écran dans « Nulle Part ailleurs », « +Clair », « Nous ne sommes pas des anges » et enfin dans « Paris Dernière ». Il travaille aujourd'hui pour M6.
Notre avis. En se glissant dans la peau du méchant qui décoche, avec une délectation ostentatoire, une ribambelle de formules aussi croustillantes que provocatrices, Xavier de Moulins aurait pu manquer son coup, et réduire son roman à une joyeuse gaudriole sur le thème du divorce. Heureusement, sa gouaille sonne juste, pour dire l’amour en fuite et la déchéance affective de cet avatar d’Antoine Doisnel, mais aussi l’incompréhension mêlée de tristesse de ses filles. Un récit drôle et tendre sur une déchirure familiale tristement banale.
Jonathan Reymond
Un coup à prendre, par Xavier de Moulins,
Le Diable Vauvert, 196 p., 17 euros.
Source : «Le Nouvel Observateur» du 20 janvier 2011.
--------------------------------------------------------------------------
Description
« C'est pour rester proche de mes filles que je me suis installé à trois rues de leur mère, trois semaines tout juste après l’avoir quittée pour une autre.
Pourtant, j’ai toujours été contre la rupture de proximité. Plutôt du genre à penser que lorsqu’un couple se viande et enterre son histoire, il convient de séparer les tombes, ne pas faire cimetière commun. Je m’étais même toujours dit que, si un jour ça nous arrivait à Alice et moi, eh bien que j’irais me refaire à l’opposé, question de principes et de territoire. Bien sûr, j’ai fait l’inverse. Et j’ai cherché la bonne distance, pour installer un nouveau chez-moi.
La bonne distance, c’était la croisée des chemins entre vie d’avant et vie à venir, entre deux saisons, l’été et l’hiver. C’était simple en théorie, jeté comme ça sur le papier.
La bonne distance, c’était une sorte de Yalta, un partage sinon du monde, du moins d’un arrondissement, d’un quartier, d’une rue, sans casque bleu pour maintenir la paix, mais un processus, un accord tacite comme entre deux pays belligérants, entre deux bandes rivales au lycée. Avec Alice, on s’était mis d’accord dans l’intérêt des enfants. »
Antoine Duhamel, trentenaire parisien, est marié, et a jusque-là vécu la précarité de son métier d’auteur dans le confort matériel, grâce au salaire de sa femme. Seulement, après dix ans de mariage, il fait l’amer constat que « notre couple sonnait comme tous les couples. Loin des promesses de nos débuts, nous étions devenus des déchets radioactifs : narcissiquement morts, spirituellement éteints, physiquement à l’abandon, psychologiquement ratatinés, affectivement ruinés, vautrés dans un confort de routine. » Père de deux filles, lassé de vivre dans le mensonge conjugal, il prend la décision de quitter sa femme. D’emménagement en garde alternée, la solitude va le confronter à ses deux filles et à une paternité jamais encore totalement assumée. « J’ai attendu pour être Père de ne plus vivre avec ma femme et ça m’a pris du temps parce que comme beaucoup d’homme, j’ai du mal à faire deux choses en même temps. »
Xavier de Moulins a la formule qui fait mouche et le regard précis. Son roman a la tristesse élégante. À la première personne, avec humour, mais aussi une lucidité rehaussée des traits d’un satiriste, il se livre ici à l’observation d’un homme d’aujourd’hui qui apprend combien est douloureux le chemin « de la rupture à la séparation ». Après la misère sexuelle des romans de Houellebecq, c’est bien la misère affective que vient explorer ce court et émouvant roman.
Langue français
ISBN-10 2-84626-285-3
ISBN-13 978-2-84626-285-9
Année de publication janvier 2011
Prix recommandé 17,00 €
FONTE: http://www.audiable.com/
-------------------------------------------------------------------------
VOICI: Dis-nous, ça t'est venu comment, cette idée d'écrire un livre sur un père qui se met à aimer ses enfants seulement après avoir quitté sa femme?
XAVIER DE MOULINS: En regardant les pères seuls dans le parc. A l'époque, j'étais moi-même un père célibataire et je me suis demandé lesquels vivaient en famille, lesquels étaient déjà séparés, lesquels allaient bientôt l'être. A partir de là, mon roman s'est presque écrit tout seul.
(...)
VOICI: L'histoire semble très autobiographique. Or, au début, ton personnage est assez faible, voire lâche...
Mon livre pose la question de ce qu'est un bon père. Et moi, je n'en sais toujours rien! Contrairement à ce que vous pensez, ce type dont je raconte l'histoire est assez loin de ce que je suis, même si j'ai été moi aussi faible et lâche par moments. Mais qui ne l'a jamais été?
VOICI: Un homme doit nécessairement rompre pour devenir enfin un père responsable?
Non, mais on met plus souvent plus de temps que les femmes à comprendre ce qui implique l'arrivée d'un enfant. Devenir parent aujourd'hui c'est un sport de combat. Ça peut vraiment noyer sa vie de couple si on n'y prend pas garde.
VOICI: Du coup, tu proposes une super solution: "Si la vie était bien faite, les papas auraient plusieurs femmes, et les femmes plusieurs maris, mais en même temps". C'est une ode à la polygamie?
C'est mon personnage qui dit ça à travers sa propre souffrance. Mais non, personnellement, la polygamie n'est pas vraiment ma tasse de thé
(...)
FONTE: VOICI nº 1212
(Xavier de Moulins)
Xavier De Moulins, présentateur du “19.45” sur M6 publie son premier roman, “Un coup à prendre”, narrant l’histoire d’un homme, séparé de sa femme et qui va devoir s’occuper une semaine sur deux de ses filles… Une réflexion sur la paternité inspiré de la vie du journaliste sans être autobiographique (“Cela reste une fiction” précise l’intéressé). Il décrit son personnage comme “un papa paumé, lâche et égocentrique.” (TRADUTION: "Um pai caloteiro, covarde e egoísta.")
FONTE: http://teleobs.nouvelobs.com/
L’histoire. Après dix ans de mariage, Antoine Duhamel a décidé de quitter sa femme...
Xavier de Moulins (© DR) (© DR)
L’histoire. Après dix ans de mariage, Antoine Duhamel a décidé de quitter sa femme. Depuis les naissances de leurs filles, sa relation avec Alice n’a plus grand-chose à voir avec le couple dynamique, sexy et amoureux des débuts. C’est pourtant bien par amour qu’il avait accepté de s’engouffrer dans « la spirale d’une paternité à rebrousse-poil ». Déplorable faiblesse. Alma et Claire l’ont relégué à l’arrière-plan, lui ont volé Alice. Pire, elles l’ont défigurée, obligeant leur papa à prendre une maîtresse – après tout, il ne s’était pas marié avec une grosse femme pleine de cernes. Il lui aura fallu plusieurs années avant d’oser mettre fin à la comédie du père modèle et du mari fidèle. Mais « les pires, ce sont les pères de famille respectables qui ont la trouille de quitter leur petit confort ». Voilà en tout cas ce dont Antoine a réussi à se convaincre, pour légitimer sa fuite. Sauf qu’il n’en reste pas moins père: une semaine sur deux, seul avec ses filles.
Sur le même sujet
28 janvier - Rencontre avec Xavier de Moulins (75009)
L’auteur. Xavier de Moulins est journaliste. Après avoir été pigiste pour « le Monde », « Vogue » ou « les Inrockuptibles », il apparaît à l'écran dans « Nulle Part ailleurs », « +Clair », « Nous ne sommes pas des anges » et enfin dans « Paris Dernière ». Il travaille aujourd'hui pour M6.
Notre avis. En se glissant dans la peau du méchant qui décoche, avec une délectation ostentatoire, une ribambelle de formules aussi croustillantes que provocatrices, Xavier de Moulins aurait pu manquer son coup, et réduire son roman à une joyeuse gaudriole sur le thème du divorce. Heureusement, sa gouaille sonne juste, pour dire l’amour en fuite et la déchéance affective de cet avatar d’Antoine Doisnel, mais aussi l’incompréhension mêlée de tristesse de ses filles. Un récit drôle et tendre sur une déchirure familiale tristement banale.
Jonathan Reymond
Un coup à prendre, par Xavier de Moulins,
Le Diable Vauvert, 196 p., 17 euros.
Source : «Le Nouvel Observateur» du 20 janvier 2011.
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Description
« C'est pour rester proche de mes filles que je me suis installé à trois rues de leur mère, trois semaines tout juste après l’avoir quittée pour une autre.
Pourtant, j’ai toujours été contre la rupture de proximité. Plutôt du genre à penser que lorsqu’un couple se viande et enterre son histoire, il convient de séparer les tombes, ne pas faire cimetière commun. Je m’étais même toujours dit que, si un jour ça nous arrivait à Alice et moi, eh bien que j’irais me refaire à l’opposé, question de principes et de territoire. Bien sûr, j’ai fait l’inverse. Et j’ai cherché la bonne distance, pour installer un nouveau chez-moi.
La bonne distance, c’était la croisée des chemins entre vie d’avant et vie à venir, entre deux saisons, l’été et l’hiver. C’était simple en théorie, jeté comme ça sur le papier.
La bonne distance, c’était une sorte de Yalta, un partage sinon du monde, du moins d’un arrondissement, d’un quartier, d’une rue, sans casque bleu pour maintenir la paix, mais un processus, un accord tacite comme entre deux pays belligérants, entre deux bandes rivales au lycée. Avec Alice, on s’était mis d’accord dans l’intérêt des enfants. »
Antoine Duhamel, trentenaire parisien, est marié, et a jusque-là vécu la précarité de son métier d’auteur dans le confort matériel, grâce au salaire de sa femme. Seulement, après dix ans de mariage, il fait l’amer constat que « notre couple sonnait comme tous les couples. Loin des promesses de nos débuts, nous étions devenus des déchets radioactifs : narcissiquement morts, spirituellement éteints, physiquement à l’abandon, psychologiquement ratatinés, affectivement ruinés, vautrés dans un confort de routine. » Père de deux filles, lassé de vivre dans le mensonge conjugal, il prend la décision de quitter sa femme. D’emménagement en garde alternée, la solitude va le confronter à ses deux filles et à une paternité jamais encore totalement assumée. « J’ai attendu pour être Père de ne plus vivre avec ma femme et ça m’a pris du temps parce que comme beaucoup d’homme, j’ai du mal à faire deux choses en même temps. »
Xavier de Moulins a la formule qui fait mouche et le regard précis. Son roman a la tristesse élégante. À la première personne, avec humour, mais aussi une lucidité rehaussée des traits d’un satiriste, il se livre ici à l’observation d’un homme d’aujourd’hui qui apprend combien est douloureux le chemin « de la rupture à la séparation ». Après la misère sexuelle des romans de Houellebecq, c’est bien la misère affective que vient explorer ce court et émouvant roman.
Langue français
ISBN-10 2-84626-285-3
ISBN-13 978-2-84626-285-9
Année de publication janvier 2011
Prix recommandé 17,00 €
FONTE: http://www.audiable.com/
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VOICI: Dis-nous, ça t'est venu comment, cette idée d'écrire un livre sur un père qui se met à aimer ses enfants seulement après avoir quitté sa femme?
XAVIER DE MOULINS: En regardant les pères seuls dans le parc. A l'époque, j'étais moi-même un père célibataire et je me suis demandé lesquels vivaient en famille, lesquels étaient déjà séparés, lesquels allaient bientôt l'être. A partir de là, mon roman s'est presque écrit tout seul.
(...)
VOICI: L'histoire semble très autobiographique. Or, au début, ton personnage est assez faible, voire lâche...
Mon livre pose la question de ce qu'est un bon père. Et moi, je n'en sais toujours rien! Contrairement à ce que vous pensez, ce type dont je raconte l'histoire est assez loin de ce que je suis, même si j'ai été moi aussi faible et lâche par moments. Mais qui ne l'a jamais été?
VOICI: Un homme doit nécessairement rompre pour devenir enfin un père responsable?
Non, mais on met plus souvent plus de temps que les femmes à comprendre ce qui implique l'arrivée d'un enfant. Devenir parent aujourd'hui c'est un sport de combat. Ça peut vraiment noyer sa vie de couple si on n'y prend pas garde.
VOICI: Du coup, tu proposes une super solution: "Si la vie était bien faite, les papas auraient plusieurs femmes, et les femmes plusieurs maris, mais en même temps". C'est une ode à la polygamie?
C'est mon personnage qui dit ça à travers sa propre souffrance. Mais non, personnellement, la polygamie n'est pas vraiment ma tasse de thé
(...)
FONTE: VOICI nº 1212
sábado, 29 de janeiro de 2011
MA CHÉRIE, JE T'AIME!
Ma petite, qui n'a que 5 ans, me le dit tout le temps. Et ceci, elle le fait même au milieu de la rue ou dans un magasin.
Hier, elle le disait, à haute voix (oh, la honte!), à l'Intermarché.
Les gens qui l'entendaient -forcément- souriaient.
Quesques-uns peuvent trouver ça anormal, étant donné que, d'habitude, une fille à cette âge se lie plutôt à son père. La mienne aussi, est liée à son père. Ils ont une relation très particuliaire.
On peut me juger comme "fusionnelle", mais je ne le suis pas. Le père a toujours existé dans mes discours et mon attitude, et si elle s'est raprochée de lui, c'est parce que je l'ai proportionné.
Même les filles qui s'attachent à leur père, et qui ne veulent que lui, restent toujours amoureuses, que ce soit dans son inconscient, de leur mère. En faite, toutes les filles, tout comme les garçons, aiment toujours sa mère, car la mère est notre premier et dernier amour.
L'exemple de ma fille aînée le démontre, car, même vivant séparée de moi il y a quelques années (à cause d'une décision de la justice qui disait que sa volonté de vivre avec moi n'était qu'un caprice!), elle reste encore attachée à moi. Même la justice ne peut pas couper le cordon ombilical qui nous attache l'une à l'autre.
Ma petite est, peut-être, encore plus attachée à moi, mais je sais qu'elle ressentirait beaucoup si elle n'avait plus son père. Je l'ai fait présent, dès le début, dans sa vie. Je ne peux pas le faire absent, car il fait déjà, il y a longtemps, partie de sa vie. Le perdre serait perdre une partie d'elle même.
Moi, je reste pour autant son monde.
Et ce n'est pas grave si je le reste pour toujours.
Celà ne l'empêche pas de grandir, d'avoir son indépendance.
Je sens que je ne mérite pas autant d'amour qu'elle éprouve pour moi, même parce que je ne suis pas aussi attachante qu'on me le croit.
Je l'aime, mais je suis humaine, très loin d'être une mère parfaite.
"Oh mon amour, ma belle, que je t'aime!", me dit-elle.
Il faut que je l'aime comme elle le mérite, sans l'éttouffer.
Je veux pas qu'un jour elle se sent tellement perdue, tellement abandonnée, qu'elle finisse par se donner la mort, comme on voit bien de jeunes enfants faire à présent.

Coloque uma linda página inicial no seu Internet Explorer!!!
Hier, elle le disait, à haute voix (oh, la honte!), à l'Intermarché.
Les gens qui l'entendaient -forcément- souriaient.
Quesques-uns peuvent trouver ça anormal, étant donné que, d'habitude, une fille à cette âge se lie plutôt à son père. La mienne aussi, est liée à son père. Ils ont une relation très particuliaire.
On peut me juger comme "fusionnelle", mais je ne le suis pas. Le père a toujours existé dans mes discours et mon attitude, et si elle s'est raprochée de lui, c'est parce que je l'ai proportionné.
Même les filles qui s'attachent à leur père, et qui ne veulent que lui, restent toujours amoureuses, que ce soit dans son inconscient, de leur mère. En faite, toutes les filles, tout comme les garçons, aiment toujours sa mère, car la mère est notre premier et dernier amour.
L'exemple de ma fille aînée le démontre, car, même vivant séparée de moi il y a quelques années (à cause d'une décision de la justice qui disait que sa volonté de vivre avec moi n'était qu'un caprice!), elle reste encore attachée à moi. Même la justice ne peut pas couper le cordon ombilical qui nous attache l'une à l'autre.
Ma petite est, peut-être, encore plus attachée à moi, mais je sais qu'elle ressentirait beaucoup si elle n'avait plus son père. Je l'ai fait présent, dès le début, dans sa vie. Je ne peux pas le faire absent, car il fait déjà, il y a longtemps, partie de sa vie. Le perdre serait perdre une partie d'elle même.
Moi, je reste pour autant son monde.
Et ce n'est pas grave si je le reste pour toujours.
Celà ne l'empêche pas de grandir, d'avoir son indépendance.
Je sens que je ne mérite pas autant d'amour qu'elle éprouve pour moi, même parce que je ne suis pas aussi attachante qu'on me le croit.
Je l'aime, mais je suis humaine, très loin d'être une mère parfaite.
"Oh mon amour, ma belle, que je t'aime!", me dit-elle.
Il faut que je l'aime comme elle le mérite, sans l'éttouffer.
Je veux pas qu'un jour elle se sent tellement perdue, tellement abandonnée, qu'elle finisse par se donner la mort, comme on voit bien de jeunes enfants faire à présent.
Coloque uma linda página inicial no seu Internet Explorer!!!
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
PERGUNTA CRUCIAL!
Desde quando existe assim tantos suícidios, seja de crianças (cada vez mais novas!), de adultos ou de idosos?
Reflictam bem.
Reflictam bem.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
CONTRA A TIRANIA DE MADAME E. BADINTER!
Os filósofos, com as suas permanentes questões, têm esse condão de complicar ainda mais aquilo que se apresenta de forma simples!
Felizmente para nós, quando nasceu esta ciência, já existia a maternidade!
Aliás, sem ela não estávamos cá.
Não estando cá, não haveria filósofos.
E isso, em certos casos, seria uma sorte.
A natureza sempre foi aquilo que é.
O Homem, com toda a sua filosofia e toda a sua cultura, é que a condiciona a seu bel-prazer.
Não tanto a natureza dos animais, mas a nossa.
Assim se explica que, em determinados lugares, a maternidade seja privilegiada, noutros não.
Todos concordam que o uso da burka não é natural.
Contudo, a mulher interiorizou o seu uso como algo natural.
Então, e a maternidade?
É natural amamentar?
É natural uma mãe cuidar dos filhos, tal como o vemos entre os outros mamíferos?
E. Badinter diz que não.
Contudo, tanto quanto sabemos, uma outra fêmea o faz muito naturalmente. Porque não nós?
Porque a sociedade (em determinadas culturas) nos diz que não é natural.
E. Badinter chega mesmo a referir o caso das mães do século XIX, que deixavam os filhos aos cuidados de amas, sendo mesmo estas quem os amamentavam.
Mas ela sabe (suponho que saiba...) que isso apenas sucedia nas classes sociais mais altas, pois nas mais baixas as crianças beneficiavam dos cuidados das suas próprias mães.
Ora eu acredito que, instintivamente, a mãe quereria ter o seu filho nos braços, , contudo essa mãe acreditaria que esse sentimento, essa vontade de pegar no seu filho, de ser ela a cuidar dele, não era natural.
Pelo menos não o era -assim acreditava essa mãe, porque a cultura da época lho impusera- para alguém da sua classe.
Por termos diferentes comportamentos, consoante as épocas, se conclui que a cultura consegue, se assim o determina, aprisionar os nossos instintos mais naturais.
Quantas dessas mulheres não invejariam a posição das mulheres do povo, muito mais livres do que elas próprias?
Quando E. Badinter se insurge contra a tirania da maternidade, eu dou-lhe uma certa razão.
Ainda que sendo a melhor pessoa para se ocupar dos filhos -nem Badinter nem qualquer outra pessoa me convencerão do contrário-
uma mãe não é perfeita.
Nem mesmo entre os mamíferos existe essa perfeição (já se viu fêmeas a abandonar as crias, embora seja raro, mas nem por isso o macho se impôs, querendo ocupar o seu lugar).
Que o pai se envolva, sim.
Que queira tomar o lugar da mãe, essencial para um recém-nascido e para a criança nos seus primeiros anos de vida, não.
Nenhuma mãe deve ser obrigada a amamentar, certo.
Dizer que ela é má mãe por decidir não o fazer, é ir longe demais.
Mas uma mãe que decide amamentar o seu filho é certamente melhor mãe.
Claro que haverá muitos outros gestos, para lá da amamentação, que farão da mulher uma boa ou má mãe. Mas aquela que decide pela amamentação, estreitando o vínculo com o seu filho,vínculo esse iniciado já durante a gravidez, demonstra que o é.
A proposta dos ecologistas agrada-me, ademais.
Portanto, Madame E. Badinter, faça-me um favor:
Deixe-nos pensar pela nossa cabeça!
Não queira que a maioria de nós pense pela sua!
Querer impôr-nos uma outra forma de pensar, é uma tirania.
Somos livres de agir de forma contrária à sua.
Estou certa que é o parecer da maioria de nós.
Prova, talvez, de que o nosso instinto (o instinto maternal que você tanto nega) se sobrepõe a qualquer nova imposição cultural.
Já é tempo de fazermos prevalecer o melhor da nossa natureza.
Já é tempo de homens e mulheres reconhecerem as suas diferenças, não impondo ao outro um comportamento contra natura.
Sobretudo, já é tempo de agirmos em benefício dos nossos filhos, e não no nosso.
Quer isto dizer que nenhum homem tem o direito de aprisionar uma mulher (sua ex-mulher, para ser exacta) à sua vontade, e que a mulher, sendo livre de refazer a sua vida onde queira e com quem queira, não esqueça (estou certa que a maioria tem isso em consideração, ao contrário do que se diz por aí) os direitos do pai dos seus filhos, e, principalmente, os direitos destes.
"Com boa vontade, tudo se faz!", dizia-nos ( a mim e ao meu ex) uma juíza.
Devíamos seguir esta filosofia de vida, e não outras que eu considero baratas.
Felizmente para nós, quando nasceu esta ciência, já existia a maternidade!
Aliás, sem ela não estávamos cá.
Não estando cá, não haveria filósofos.
E isso, em certos casos, seria uma sorte.
A natureza sempre foi aquilo que é.
O Homem, com toda a sua filosofia e toda a sua cultura, é que a condiciona a seu bel-prazer.
Não tanto a natureza dos animais, mas a nossa.
Assim se explica que, em determinados lugares, a maternidade seja privilegiada, noutros não.
Todos concordam que o uso da burka não é natural.
Contudo, a mulher interiorizou o seu uso como algo natural.
Então, e a maternidade?
É natural amamentar?
É natural uma mãe cuidar dos filhos, tal como o vemos entre os outros mamíferos?
E. Badinter diz que não.
Contudo, tanto quanto sabemos, uma outra fêmea o faz muito naturalmente. Porque não nós?
Porque a sociedade (em determinadas culturas) nos diz que não é natural.
E. Badinter chega mesmo a referir o caso das mães do século XIX, que deixavam os filhos aos cuidados de amas, sendo mesmo estas quem os amamentavam.
Mas ela sabe (suponho que saiba...) que isso apenas sucedia nas classes sociais mais altas, pois nas mais baixas as crianças beneficiavam dos cuidados das suas próprias mães.
Ora eu acredito que, instintivamente, a mãe quereria ter o seu filho nos braços, , contudo essa mãe acreditaria que esse sentimento, essa vontade de pegar no seu filho, de ser ela a cuidar dele, não era natural.
Pelo menos não o era -assim acreditava essa mãe, porque a cultura da época lho impusera- para alguém da sua classe.
Por termos diferentes comportamentos, consoante as épocas, se conclui que a cultura consegue, se assim o determina, aprisionar os nossos instintos mais naturais.
Quantas dessas mulheres não invejariam a posição das mulheres do povo, muito mais livres do que elas próprias?
Quando E. Badinter se insurge contra a tirania da maternidade, eu dou-lhe uma certa razão.
Ainda que sendo a melhor pessoa para se ocupar dos filhos -nem Badinter nem qualquer outra pessoa me convencerão do contrário-
uma mãe não é perfeita.
Nem mesmo entre os mamíferos existe essa perfeição (já se viu fêmeas a abandonar as crias, embora seja raro, mas nem por isso o macho se impôs, querendo ocupar o seu lugar).
Que o pai se envolva, sim.
Que queira tomar o lugar da mãe, essencial para um recém-nascido e para a criança nos seus primeiros anos de vida, não.
Nenhuma mãe deve ser obrigada a amamentar, certo.
Dizer que ela é má mãe por decidir não o fazer, é ir longe demais.
Mas uma mãe que decide amamentar o seu filho é certamente melhor mãe.
Claro que haverá muitos outros gestos, para lá da amamentação, que farão da mulher uma boa ou má mãe. Mas aquela que decide pela amamentação, estreitando o vínculo com o seu filho,vínculo esse iniciado já durante a gravidez, demonstra que o é.
A proposta dos ecologistas agrada-me, ademais.
Portanto, Madame E. Badinter, faça-me um favor:
Deixe-nos pensar pela nossa cabeça!
Não queira que a maioria de nós pense pela sua!
Querer impôr-nos uma outra forma de pensar, é uma tirania.
Somos livres de agir de forma contrária à sua.
Estou certa que é o parecer da maioria de nós.
Prova, talvez, de que o nosso instinto (o instinto maternal que você tanto nega) se sobrepõe a qualquer nova imposição cultural.
Já é tempo de fazermos prevalecer o melhor da nossa natureza.
Já é tempo de homens e mulheres reconhecerem as suas diferenças, não impondo ao outro um comportamento contra natura.
Sobretudo, já é tempo de agirmos em benefício dos nossos filhos, e não no nosso.
Quer isto dizer que nenhum homem tem o direito de aprisionar uma mulher (sua ex-mulher, para ser exacta) à sua vontade, e que a mulher, sendo livre de refazer a sua vida onde queira e com quem queira, não esqueça (estou certa que a maioria tem isso em consideração, ao contrário do que se diz por aí) os direitos do pai dos seus filhos, e, principalmente, os direitos destes.
"Com boa vontade, tudo se faz!", dizia-nos ( a mim e ao meu ex) uma juíza.
Devíamos seguir esta filosofia de vida, e não outras que eu considero baratas.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
PINÓQUIO: AQUILO QUE AINDA NÃO SE DISSE!
Já toda a gente se perguntou porque é que Pinóquio não tem mãe.
Calculo que, mesmo depois de se transformar num menino de verdade, Pinóquio era um menino diferente: ele não teria umbigo, já que nunca teve mãe.
Na altura em que a história foi escrita, prevalecia a autoridade do pai, e a ideia de que um filho era criação do homem, sendo a mulher um mero receptáculo.
O pai é o criador.
A mãe nada é.
Portanto, Pinóquio surge à imagem e semelhança do pai.
Nasce fantoche, não é gente ainda.
Deve, pois, submeter-se à autoridade paterna (a lei do pai) e às regras sociais.
Mas Pinóquio, ainda que seja um boneco, em tudo o mais é uma criança.
Os seus desejos não se coadunam com os imperativos da sociedade.
Poderíamos mesmo fazer uma analogia entre as várias partes da história, e aquilo que sucede nos nossos dias.
Prometendo uma vida melhor para estes meninos, a sociedade persiste em mantê-los num mundo de ilusão e de engano (o gato e a raposa podem muito bem representar todo aquele que tenta convencer o outro de que age para o bem dele, quando na verdade apenas age para seu próprio bem) e de opressão (acreditando que a vida lhes seria mais sorridente, os meninos, uma vez mais enganados, acabam à mercê de um homem que os explorava e maltratava).
A sociedade, com todas as suas regras e as suas leis, engole-nos (Gepetto fora engolido por uma baleia e, inconscientemente, ou inconsequentemente, arrastou o "filho" para esse mesmo destino).
Uma criança não é uma tábua rasa.
Muito menos a projecção do pai.
Hoje há imensos Pinóquios por aí.
Querem, a toda a força, cortar-lhes o cordão umbilical.
Crianças (meninos e meninas) que os pais, sob um pretenso direito, retiram dos braços das mães, e exibem como troféus.
Calculo que, mesmo depois de se transformar num menino de verdade, Pinóquio era um menino diferente: ele não teria umbigo, já que nunca teve mãe.
Na altura em que a história foi escrita, prevalecia a autoridade do pai, e a ideia de que um filho era criação do homem, sendo a mulher um mero receptáculo.
O pai é o criador.
A mãe nada é.
Portanto, Pinóquio surge à imagem e semelhança do pai.
Nasce fantoche, não é gente ainda.
Deve, pois, submeter-se à autoridade paterna (a lei do pai) e às regras sociais.
Mas Pinóquio, ainda que seja um boneco, em tudo o mais é uma criança.
Os seus desejos não se coadunam com os imperativos da sociedade.
Poderíamos mesmo fazer uma analogia entre as várias partes da história, e aquilo que sucede nos nossos dias.
Prometendo uma vida melhor para estes meninos, a sociedade persiste em mantê-los num mundo de ilusão e de engano (o gato e a raposa podem muito bem representar todo aquele que tenta convencer o outro de que age para o bem dele, quando na verdade apenas age para seu próprio bem) e de opressão (acreditando que a vida lhes seria mais sorridente, os meninos, uma vez mais enganados, acabam à mercê de um homem que os explorava e maltratava).
A sociedade, com todas as suas regras e as suas leis, engole-nos (Gepetto fora engolido por uma baleia e, inconscientemente, ou inconsequentemente, arrastou o "filho" para esse mesmo destino).
Uma criança não é uma tábua rasa.
Muito menos a projecção do pai.
Hoje há imensos Pinóquios por aí.
Querem, a toda a força, cortar-lhes o cordão umbilical.
Crianças (meninos e meninas) que os pais, sob um pretenso direito, retiram dos braços das mães, e exibem como troféus.
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terça-feira, 25 de janeiro de 2011
UM DIREITO IGUAL, CONSOANTE AS DIFERENÇAS E AS NECESSIDADES!
Proponho-vos a leitura deste texto, para que, num próximo post, tiremos as nossas conclusões:
Amor, Guerra de Sexos e Natureza Humana
Uma mulher sem um homem é como um peixe sem uma bicicleta.
Atribuído a Gloria Steinem, feminista americana.
As mulheres que procuram ser iguais aos homens, têm falta de ambição.
Timothy Leary, 1920-1996, escritor americano citado em www.womens.Net
Alguns homens são decentes, hoje em dia. Podemos gostar deles. Temos ainda que os manter na linha, claro está, mas já não é mais necessário abatê-los à primeira vista.
Cynthia Heimel, escritora americana, Sex Tips for Girls
Há uma guerra de sexos, por detrás das relações de amor – ou que deveriam ser de amor – entre homem e mulher?
A opressão a que as mulheres foram sujeitas em sociedades do passado, ou certas guerras de palavras e acusações presentes, parecem confirmá-lo. Há diferenças de natureza entre o homem e a mulher, a abrir uma base conflitual.
No entanto, contraditoriamente, muitas mulheres (algumas feministas), negam essas diferenças de natureza:
Não nascemos mulheres; tornamo-nos mulheres
Simone de Beauvoir
Não há um espírito feminino. O cérebro, como o fígado, não é um órgão sexual
Charlotte Gilman
A guerra, neste caso, teria pouco sentido. As diferenças entre sexos seriam uma questão cultural e acabariam com o aperfeiçoamento ético da espécie humana. Os progressos recentes apontariam aliás nesse sentido, como parece constatar Virgínia Woolf:
Todas essas pequenas coisas de sexo contra sexo, de qualidade contra qualidade, todas essas reclamações de superioridade ou inferioridade, pertencem ao estádio escolar da existência humana, em que havia dois lados, e era necessário um dos lados bater no outro.
Mas a questão parece ser bem mais complexa. A ciência tem vindo a constatar diferenças, e subjacente à grande literatura há essa mesma constatação. Não há apenas dimorfismo corporal. Há também dimorfismo mental entre homem e mulher:
Ao longo da nossa história evolucionária, homens e mulheres defrontaram diferentes oportunidades e constrangimentos. Para o homem o sexo casual com uma estranha representava um risco menor – infecção, descoberta pela mulher – e uma grande recompensa potencial: a adição a baixo custo de mais uma criança ao seu património genético. Os homens que agarraram tais oportunidades deixaram certamente mais descendentes do que os homens que o não fizeram. Por isso, e uma vez que por definição somos descendentes dos antepassados mais prolíficos, torna-se razoável defender que os homens modernos possuem traços de oportunismo sexual. Praticamente todos os machos mamíferos o possuem, mesmo aqueles que são predominantemente monogâmicos. O que não quer dizer que todos os homens sejam irremediavelmente promíscuos ou que todo o homem seja um potencial violador; apenas que os homens são mais facilmente tentados pelas oportunidades do sexo ocasional do que as mulheres.
Matt Ridley, Red Queen
As diferenças entre homens e mulheres não implicam, obviamente, que tenha que haver uma inevitável guerra de sexos, e que as aberrações do passado se tenham que repetir no presente. Significa apenas que devemos estar atentos a elas, e informados, sob pena de cairmos em conflitos e situações desagradáveis e mesmo aberrantes.
Citações
A natureza feminina: sim ou não?
A pretensa natureza feminina é uma coisa eminentemente artificial - o resultado de uma repressão forçada ou de estímulos numa certa direcção.
John Stuart Mill, 1806-1873, filósofo e político inglês, The Subjection of Women
Não há um homem inteiramente masculino nem uma mulher inteiramente feminina.
Margaret Fuller, 1810 - 1850, escritora americana, Woman in the Nineteenth Century
Tenho os dois sexos do espírito.
Michelet, 1798-1874, escritor e historiador francês, Les Deux sexes de l'esprit
A nossa civilização favorece no homem a emergência de sentimentos e sensibilidades considerados femininos, e favorece na mulher a expressão de qualidades organizadoras consideradas masculinas.
E. Morin, sociólogo e filósofo francês, Método V
O unissexo significa não a abolição da diferença dos sexos, mas o reconhecimento da sua parte comum.
E. Morin, sociólogo e filósofo francês, Método V
Cada humano, homem ou mulher, traz consigo a presença mais ou menos abafada, mais ou menos forte, do outro sexo.
E. Morin, sociólogo e filósofo francês, Método V
Há homens mais ou menos efeminados e mulheres mais ou menos virilizadas, e toda a gama dos bissexuais, homossexuais e transexuais que escapam à alternativa simplificadora.
E. Morin, sociólogo e filósofo francês, Método V
É quase sempre o lado feminino do homem que o livra do pior.
A. Comte-Sponville, filósofo francês, Pequeno Tratado das Grandes Virtudes
As mulheres são menos enganadas pelas ideias do que os homens, e isso é, claro está, uma vantagem.
A. Comte-Sponville, filósofo francês, Pequeno Tratado das Grandes Virtudes
Amor e Casamento? Ver também:
Revolta Feminina e Queixas da Mulher
Pensamento tradicional do Homem sobre a mulher
Prisão e desilusão na casamento
Opressão das mulheres e genes masculinos
Amor feminino e jogos de sedução
Machismo do homem e feminismo radical
O casamento é uma decisão irracional
Casamento como o túmulo do amor
FONTE: http://www.lovessaysbook.com/
Amor, Guerra de Sexos e Natureza Humana
Uma mulher sem um homem é como um peixe sem uma bicicleta.
Atribuído a Gloria Steinem, feminista americana.
As mulheres que procuram ser iguais aos homens, têm falta de ambição.
Timothy Leary, 1920-1996, escritor americano citado em www.womens.Net
Alguns homens são decentes, hoje em dia. Podemos gostar deles. Temos ainda que os manter na linha, claro está, mas já não é mais necessário abatê-los à primeira vista.
Cynthia Heimel, escritora americana, Sex Tips for Girls
Há uma guerra de sexos, por detrás das relações de amor – ou que deveriam ser de amor – entre homem e mulher?
A opressão a que as mulheres foram sujeitas em sociedades do passado, ou certas guerras de palavras e acusações presentes, parecem confirmá-lo. Há diferenças de natureza entre o homem e a mulher, a abrir uma base conflitual.
No entanto, contraditoriamente, muitas mulheres (algumas feministas), negam essas diferenças de natureza:
Não nascemos mulheres; tornamo-nos mulheres
Simone de Beauvoir
Não há um espírito feminino. O cérebro, como o fígado, não é um órgão sexual
Charlotte Gilman
A guerra, neste caso, teria pouco sentido. As diferenças entre sexos seriam uma questão cultural e acabariam com o aperfeiçoamento ético da espécie humana. Os progressos recentes apontariam aliás nesse sentido, como parece constatar Virgínia Woolf:
Todas essas pequenas coisas de sexo contra sexo, de qualidade contra qualidade, todas essas reclamações de superioridade ou inferioridade, pertencem ao estádio escolar da existência humana, em que havia dois lados, e era necessário um dos lados bater no outro.
Mas a questão parece ser bem mais complexa. A ciência tem vindo a constatar diferenças, e subjacente à grande literatura há essa mesma constatação. Não há apenas dimorfismo corporal. Há também dimorfismo mental entre homem e mulher:
Ao longo da nossa história evolucionária, homens e mulheres defrontaram diferentes oportunidades e constrangimentos. Para o homem o sexo casual com uma estranha representava um risco menor – infecção, descoberta pela mulher – e uma grande recompensa potencial: a adição a baixo custo de mais uma criança ao seu património genético. Os homens que agarraram tais oportunidades deixaram certamente mais descendentes do que os homens que o não fizeram. Por isso, e uma vez que por definição somos descendentes dos antepassados mais prolíficos, torna-se razoável defender que os homens modernos possuem traços de oportunismo sexual. Praticamente todos os machos mamíferos o possuem, mesmo aqueles que são predominantemente monogâmicos. O que não quer dizer que todos os homens sejam irremediavelmente promíscuos ou que todo o homem seja um potencial violador; apenas que os homens são mais facilmente tentados pelas oportunidades do sexo ocasional do que as mulheres.
Matt Ridley, Red Queen
As diferenças entre homens e mulheres não implicam, obviamente, que tenha que haver uma inevitável guerra de sexos, e que as aberrações do passado se tenham que repetir no presente. Significa apenas que devemos estar atentos a elas, e informados, sob pena de cairmos em conflitos e situações desagradáveis e mesmo aberrantes.
Citações
A natureza feminina: sim ou não?
A pretensa natureza feminina é uma coisa eminentemente artificial - o resultado de uma repressão forçada ou de estímulos numa certa direcção.
John Stuart Mill, 1806-1873, filósofo e político inglês, The Subjection of Women
Não há um homem inteiramente masculino nem uma mulher inteiramente feminina.
Margaret Fuller, 1810 - 1850, escritora americana, Woman in the Nineteenth Century
Tenho os dois sexos do espírito.
Michelet, 1798-1874, escritor e historiador francês, Les Deux sexes de l'esprit
A nossa civilização favorece no homem a emergência de sentimentos e sensibilidades considerados femininos, e favorece na mulher a expressão de qualidades organizadoras consideradas masculinas.
E. Morin, sociólogo e filósofo francês, Método V
O unissexo significa não a abolição da diferença dos sexos, mas o reconhecimento da sua parte comum.
E. Morin, sociólogo e filósofo francês, Método V
Cada humano, homem ou mulher, traz consigo a presença mais ou menos abafada, mais ou menos forte, do outro sexo.
E. Morin, sociólogo e filósofo francês, Método V
Há homens mais ou menos efeminados e mulheres mais ou menos virilizadas, e toda a gama dos bissexuais, homossexuais e transexuais que escapam à alternativa simplificadora.
E. Morin, sociólogo e filósofo francês, Método V
É quase sempre o lado feminino do homem que o livra do pior.
A. Comte-Sponville, filósofo francês, Pequeno Tratado das Grandes Virtudes
As mulheres são menos enganadas pelas ideias do que os homens, e isso é, claro está, uma vantagem.
A. Comte-Sponville, filósofo francês, Pequeno Tratado das Grandes Virtudes
Amor e Casamento? Ver também:
Revolta Feminina e Queixas da Mulher
Pensamento tradicional do Homem sobre a mulher
Prisão e desilusão na casamento
Opressão das mulheres e genes masculinos
Amor feminino e jogos de sedução
Machismo do homem e feminismo radical
O casamento é uma decisão irracional
Casamento como o túmulo do amor
FONTE: http://www.lovessaysbook.com/
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