Com esclerose múltipla, ex-paquita luta pela guarda do filho
7 de dezembro de 2010 11:08 Vanessa Correia
No Mais Você dessa terça-feira, 7 de dezembro, Ana Maria conversou com Louise Wischermann, a ex-paquita Pituxa do Xou da Xuxa, no fim da década de 80. Depois de 18 anos morando no Canadá, ela está de volta ao Brasil e enfrenta uma briga na Justiça canadense para ter o direito de morar aqui com seu filho Oliver, de 4 anos.
Louise, que possui esclerose múltipla, contou que durante a gravidez não teve o apoio do marido. “Ele não queria que eu engravidasse, pra tratar a doença, mas eu queria ser mãe mesmo assim”, revelou. Ainda sobre a doença, ela explica que seu tratamento é pago pelo SUS, Sistema Único de Saude, e por isso precisa morar aqui no Brasil. “Aqui eu tenho tratamento de graça. Lá não, eu pago por todos os remédios”.
A ex-paquita desabafou com Ana Maria. “Eu quero recomeçar minha vida no Brasil. Quero que o meu filho venha morar comigo aqui. Em momento nenhum quero afastá-lo do pai. Vou deixá-lo passar todas as férias com ele, mas quero o meu direito de mãe. Está tudo muito difícil… estou aqui há 15 dias e só consegui falar com o Oliver uma vez”, contou Louise.
Para dar mais detalhes sobre o assunto, a ex-paquita foi acompanhada do seu advogado, Bernardo Garcia, que está cuidando do caso aqui no Brasil. Bernardo explica que só o juiz canadense pode resolver o caso. “O Oliver é residente no Canadá, e nós não podemos fazer nada aqui, apenas acompanhar e trabalhar junto com eles. Espero que o juiz reconheça que o melhor para a criança é ficar com a mãe.”
FONTE: http://www.consuladosocial.com.br/?p=51830
Agora, eu pergunto:
No vosso entender, qual a melhor decisão num caso destes?
VAS-Y, ACCOUCHE! tem em si um duplo sentido: "accoucher" (parir, dar à luz) e "accoucher" (desembucha, fala).O Homem, quer ele queira quer não, é um animal como os outros, uma criatura da Natureza. Deve melhorar -pois que tem a faculdade de o fazer- a sua natureza, sem pôr em causa a natureza das coisas. Sou pelos valores da Monarquia, pelo Parto Activo e pela Amamentação. Em nome dos nossos filhos.
Petições e sondagens na margem direita
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
MÃE COM ESCLEROSE MÚLTIPLA LUTA PELA GUARDA DO FILHO!
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O DECRETO DO REI LEÃO!
Eu, rei de todos os animais e de todas as bestas (Homem incluído), ordeno que, a partir de hoje, se institua a Guarda Compartilhada como regra.
É sabido que a maior parte das nossas fêmeas fazem o grosso do trabalho, sendo elas a providenciar a caça e a ensinar as nossas crias a fazê-lo.
Quando estas são ainda demasiado pequenas, somos nós a fazer de babysiting (tal como se passa com a espécie humana) e, não estando o pai, a cria é deixada com outros elementos do bando ou da manada (tal como as crias dos humanos, que são deixadas em creches, a cargo de amas, ou mesmo, dos avós).
É tempo da mudança.
Doravante eu determino que as crias tenham dois ninhos ou duas tocas, consoante o caso. Enfim, dois lares.
Porque entendo que as crias precisam de ambos os progenitores, e não está escrito na Natureza que é a fêmea quem as deve guardar e educar.
Embora sendo eu um animal muito fiel, estou consciente dos casos em que as crias nem chegam a conhecer o seu progenitor, e está claro que essas crias correm um sério risco de não se desenvolverem de forma apropriada, guardando traumas que podem invalidar a sua vida futura.
É de todo o interesse, pois, que se faça essa mudança.
Sigamos o exemplo do Homem, bestial nas suas ideias e invenções.
Nós também podemos subverter a nossa natureza.
Melhor, podemos acabar com ela.
Assim vos fala o vosso rei.
Quem de vós ousar desobedecer, será punido.
[link=http://www.gifspiquis.com]
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[b]Mais recados? http://www.gifspiquis.com[/b]
É sabido que a maior parte das nossas fêmeas fazem o grosso do trabalho, sendo elas a providenciar a caça e a ensinar as nossas crias a fazê-lo.
Quando estas são ainda demasiado pequenas, somos nós a fazer de babysiting (tal como se passa com a espécie humana) e, não estando o pai, a cria é deixada com outros elementos do bando ou da manada (tal como as crias dos humanos, que são deixadas em creches, a cargo de amas, ou mesmo, dos avós).
É tempo da mudança.
Doravante eu determino que as crias tenham dois ninhos ou duas tocas, consoante o caso. Enfim, dois lares.
Porque entendo que as crias precisam de ambos os progenitores, e não está escrito na Natureza que é a fêmea quem as deve guardar e educar.
Embora sendo eu um animal muito fiel, estou consciente dos casos em que as crias nem chegam a conhecer o seu progenitor, e está claro que essas crias correm um sério risco de não se desenvolverem de forma apropriada, guardando traumas que podem invalidar a sua vida futura.
É de todo o interesse, pois, que se faça essa mudança.
Sigamos o exemplo do Homem, bestial nas suas ideias e invenções.
Nós também podemos subverter a nossa natureza.
Melhor, podemos acabar com ela.
Assim vos fala o vosso rei.
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