Isabella foi morta num fim de semana que passava com o pai e a madrasta.
Esta não a queria lá. Ele não aguentou a pressão.
Se esta madrasta não aguentou dois dias, o que irá acontecer a umas quantas crianças que sejam obrigadas a passar mais do que dois dias com pessoas que não os querem lá, nem sequer têm competência para as ter consigo?
Em que é que a lei da guarda compartilhada (e outras leis que tais, como a de dar a guarda ao progenitor que apresentar melhores condições ou aquela que penaliza a criança que sofrer da suposta Síndrome de Alienação Parental) irá beneficiar estas crianças, salvaguardando-as do perigo?
Imaginem agora os casos em que a guarda da criança é revertida a favor do pai, ficando a criança a cargo de quem não é capaz de os amar, esse pai e a madrasta (pode também ser a mãe e o padrasto). Quem as protege?
Os casos que eu tenho visto -infelizmente esses casos vão crescendo de dia para dia- é de mães que são acusadas de alienadoras (regra geral quando denunciam o pai por prática de actos violentos sobre a criança), sendo impedidas de contactar com os filhos, cuja guarda acaba sendo revertida a favor do pai.
Na maior parte destes casos, a criança, quando separada da mãe, sofre um enorme trauma emocional. Algumas acabaram por ser mortas, às mãos do próprio pai e da madrasta. Os casos que conhecemos não me desmentem.
Eu condeno toda a mãe que maltrate os seus filhos. Se não os quer, se acha que estes são um impecilho, então que os deixe com o pai (se merecedor) ou com outra pessoa (seja da família, seja uma 3ª pessoa). É a atitude mais digna que essa mãe pode ter.
Outras mães deixam os filhos, não porque não os amem, mas porque consideram que estão melhor entregues a essa pessoa. Louvo-as, por tamanho sacrifício.
Este blog existe para defender as mães que amam e que protegem os seus filhos. Mães que não merecem aquilo que a justiça lhes está a fazer, a elas e aos seus filhos.
Serve este blog para denunciar os casos de justiça em que mães e filhos (principalmente estes) foram os maiores prejudicados pela decisão de quem supostamente pretende defender o Superior Interesse das Crianças.
Serve este blog para abrir os olhos de quem ainda julga que os interesses das nossas crianças passa por separá-las da mãe, porque o pai terá melhores condições para criá-las.
Não é por aí, e vós bem o sabeis.
VAS-Y, ACCOUCHE! tem em si um duplo sentido: "accoucher" (parir, dar à luz) e "accoucher" (desembucha, fala).O Homem, quer ele queira quer não, é um animal como os outros, uma criatura da Natureza. Deve melhorar -pois que tem a faculdade de o fazer- a sua natureza, sem pôr em causa a natureza das coisas. Sou pelos valores da Monarquia, pelo Parto Activo e pela Amamentação. Em nome dos nossos filhos.
Petições e sondagens na margem direita
sábado, 4 de dezembro de 2010
O CASO ISABELLA É APENAS UM DOS MUITOS CASOS QUE EXISTEM!
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O CÚMULO DOS CÚMULOS!
Esta cena é apenas fictícia.
Qualquer semelhança com a realidade, é pura coincidência.
Num tribunal apresenta-se uma mulher, que acaricia o seu ventre grávido, e o seu ex-companheiro, pai da criança que irá nascer. Procuram saber, junto do juíz, a quem caberá a guarda da criança.
Assim fala o magistrado:
-Determino que a criança fique, pelos meses que lhe faltam, à guarda da mãe. Logo após o nascimento, passará a ficar à guarda do pai que reune, a meu ver, as melhores condições. E sendo a amamentação recomendada, mas não essencial à sobrevivência da criança, determino que a mesma fique a cargo do pai. A mãe pode, se assim quiser, pôr ao dispôr do pai o seu próprio leite. De resto, poderá também visitar a criança sempre que queira -dentro das disponibilidades do pai e respeitando, é claro, os hábitos da criança-, sendo que eventualmente esta poderá sair ou pernoitar com a mãe.
O cúmulo dos cúmulos, direis.
E eu digo-vos que se ainda não chegamos a este cúmulo, a caminho vamos.
Lê e assina esta petição:
MAIS CUIDADOS MATERNAIS, POR UM FUTURO MELHOR, em http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N1300
LEITURA RECOMENDADA:
http://anilisboa.sites.uol.com.br/art001.htm
(vá avançando, sempre no final da página, para o assunto seguinte,e verá artigos bem interessantes)
Qualquer semelhança com a realidade, é pura coincidência.
Num tribunal apresenta-se uma mulher, que acaricia o seu ventre grávido, e o seu ex-companheiro, pai da criança que irá nascer. Procuram saber, junto do juíz, a quem caberá a guarda da criança.
Assim fala o magistrado:
-Determino que a criança fique, pelos meses que lhe faltam, à guarda da mãe. Logo após o nascimento, passará a ficar à guarda do pai que reune, a meu ver, as melhores condições. E sendo a amamentação recomendada, mas não essencial à sobrevivência da criança, determino que a mesma fique a cargo do pai. A mãe pode, se assim quiser, pôr ao dispôr do pai o seu próprio leite. De resto, poderá também visitar a criança sempre que queira -dentro das disponibilidades do pai e respeitando, é claro, os hábitos da criança-, sendo que eventualmente esta poderá sair ou pernoitar com a mãe.
O cúmulo dos cúmulos, direis.
E eu digo-vos que se ainda não chegamos a este cúmulo, a caminho vamos.
Lê e assina esta petição:
MAIS CUIDADOS MATERNAIS, POR UM FUTURO MELHOR, em http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N1300
LEITURA RECOMENDADA:
http://anilisboa.sites.uol.com.br/art001.htm
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